{"id":16408,"date":"2025-02-13T17:31:36","date_gmt":"2025-02-13T17:31:36","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=16408"},"modified":"2025-02-13T17:32:35","modified_gmt":"2025-02-13T17:32:35","slug":"13-02-2025","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/02\/13\/13-02-2025\/","title":{"rendered":"13\/02\/2025"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 13 de fevereiro de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 19 - N\u00b0 4.328<\/p>\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Pr\u00e9via IBGE: capta\u00e7\u00e3o de leite acelera no Brasil<br \/>\n<\/b><br \/>\nDe acordo com os dados preliminares da Pesquisa Trimestral do Leite do IBGE, a capta\u00e7\u00e3o formal de leite no Brasil no 4\u00ba trimestre de 2024 totalizou 6,75 bilh\u00f5es de litros, um expressivo crescimento de 4,1% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2023 e 7,3% em rela\u00e7\u00e3o ao 3\u00ba trimestre de 2024.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/OOz536ABF0412\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/OOz536ABF0412\"><br \/>\nEsse volume representa um dos maiores j\u00e1 registrados para o per\u00edodo, ficando atr\u00e1s apenas do 4\u00ba trimestre de 2020, quando a capta\u00e7\u00e3o atingiu 6,80 bilh\u00f5es de litros. No acumulado do ano, a capta\u00e7\u00e3o estimada ficou em 25,15 bilh\u00f5es de litros, n\u00famero que tamb\u00e9m s\u00f3 perde para 2020 (25,63 bilh\u00f5es de litros).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/28tvc7ABF0416\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/28tvc7ABF0416\"><br \/>\n<u>Principais fatores que influenciaram o crescimento da capta\u00e7\u00e3o<br \/>\n<\/u>O desempenho positivo do setor no \u00faltimo trimestre do ano foi sustentado por uma combina\u00e7\u00e3o de fatores que favoreceram a produ\u00e7\u00e3o. O pre\u00e7o do leite apresentou significativo crescimento ao longo do ano, especialmente no segundo semestre, o que estimulou a produ\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, os custos de produ\u00e7\u00e3o permaneceram est\u00e1veis, garantindo uma rentabilidade mais elevada para os produtores.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O clima tamb\u00e9m contribuiu para o aumento da produ\u00e7\u00e3o. Ap\u00f3s os desafios do 2\u00ba e 3\u00ba trimestres, que inclu\u00edram cat\u00e1strofes clim\u00e1ticas no Sul do pa\u00eds, uma seca prolongada, temperaturas acima da m\u00e9dia e queimadas na regi\u00e3o centro-norte, o 4\u00ba trimestre apresentou condi\u00e7\u00f5es mais favor\u00e1veis para a produ\u00e7\u00e3o leiteira.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No lado da demanda, o mercado interno apresentou maior robustez, o que ajudou na sustenta\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os no campo e, consequentemente, incentivou os produtores a manterem ou aumentarem a produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><u>Rentabilidade em alta<br \/>\n<\/u>O \u00edndice Receita Menos o Custo da Alimenta\u00e7\u00e3o (RMCA) encerrou 2024 em um patamar significativamente superior ao mesmo per\u00edodo de 2023, com um crescimento real de 50% no 4\u00ba trimestre, em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2023.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/yBOv4fABF0413\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/yBOv4fABF0413\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><u>Desempenho mensal dentro do trimestre<br \/>\n<\/u>Dentro do trimestre, dezembro se destacou como o m\u00eas de maior capta\u00e7\u00e3o, com um total de 2,33 bilh\u00f5es de litros. Esse volume representou um crescimento de 6,4% em rela\u00e7\u00e3o a dezembro de 2023.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><u>Perspectivas para 2025<br \/>\n<\/u>O fechamento positivo de 2024, aliado a pre\u00e7os ainda favor\u00e1veis e aus\u00eancia de grandes desafios clim\u00e1ticos no horizonte, sugere que a produ\u00e7\u00e3o de leite deve continuar sua trajet\u00f3ria de crescimento no 1\u00ba trimestre de 2025. A expectativa \u00e9 de uma continuidade da recupera\u00e7\u00e3o da capta\u00e7\u00e3o, impulsionada por um ambiente de mercado mais est\u00e1vel e rent\u00e1vel para os produtores. (Vale lembrar que os dados acima referem-se \u00e0 pr\u00e9via divulgada pelo IBGE e podem sofrer ajustes na publica\u00e7\u00e3o definitiva, prevista para o pr\u00f3ximo m\u00eas.). (Fonte: Matheus Napolitano\/Milkpoint)<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><u>Conseleite\/MT divulga varia\u00e7\u00e3o de -1,8% no valor do leite a ser pago em fevereiro<br \/>\n<\/u><br \/>\nA diretoria do Conseleite \u2013 Mato Grosso atendendo os dispositivos do seu Estatuto, aprova e divulga os valores de refer\u00eancia para a mat\u00e9ria-prima, referente ao leite entregue no m\u00eas de Dezembro de 2024 a ser pago em Janeiro de 2025 e para o leite entregue no Janeiro a ser pago em Fevereiro de 2025.<\/p>\n<p>Os valores divulgados compreendem os pre\u00e7os de refer\u00eancia para o leite padr\u00e3o levando em conta o volume m\u00e9dio mensal de leite entregue pelo produtor.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/Q5sG4cABF0459\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/Q5sG4cABF0459\"><\/p>\n<p>OBS: (1) Os valores de refer\u00eancia da tabela s\u00e3o para a mat\u00e9ria-prima leite \u201cposto propriedade\u201d, o que significa que o frete n\u00e3o deve ser descontado do produtor rural. Nos valores de refer\u00eancia est\u00e1 incluso Funrural de 1,5% a ser descontado do produtor rural. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Conseleite Mato Grosso)<\/p>\n<p><b>Tend\u00eancias de inova\u00e7\u00e3o para o mercado l\u00e1cteo em 2025<br \/>\n<\/b><br \/>\nO mercado l\u00e1cteo global enfrenta desafios e oportunidades em 2025, impulsionado por demandas crescentes por sustentabilidade, saudabilidade e efici\u00eancia produtiva. Este artigo explora as tend\u00eancias emergentes para este setor, com foco em exemplos pr\u00e1ticos e no mercado brasileiro.<\/p>\n<p><u>Sustentabilidade na produ\u00e7\u00e3o<\/u><br \/>\nA redu\u00e7\u00e3o de emiss\u00f5es de gases de efeito estufa (GEE) est\u00e1 no centro das iniciativas do setor. A produ\u00e7\u00e3o de leite tradicional \u00e9 respons\u00e1vel por aproximadamente 4% das emiss\u00f5es globais de GEE (FAO, 2022). No Brasil, cooperativas como a Embrapa Gado de Leite t\u00eam implementado sistemas integrados de produ\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria, que reduzem emiss\u00f5es e aumentam a efici\u00eancia. A adi\u00e7\u00e3o de suplementos \u00e0 base de algas na alimenta\u00e7\u00e3o de bovinos, como o projeto da empresa brasileira \u00c1gua Viva, tamb\u00e9m se destaca por reduzir significativamente as emiss\u00f5es de metano.<\/p>\n<p><u>Personaliza\u00e7\u00e3o e funcionalidade<br \/>\n<\/u>Os consumidores demandam alimentos que atendam \u00e0s suas necessidades espec\u00edficas de sa\u00fade. Segundo a Research and Markets (2023), o mercado de alimentos funcionais deve atingir US$ 275 bilh\u00f5es at\u00e9 2025. No Brasil, a Itamb\u00e9 tem lan\u00e7ado l\u00e1cteos enriquecidos com probi\u00f3ticos e vitaminas voltados para p\u00fablicos espec\u00edficos, como crian\u00e7as e idosos. A utiliza\u00e7\u00e3o de tecnologias de fermenta\u00e7\u00e3o permite criar produtos como iogurtes com propriedades antioxidantes, j\u00e1 explorados por startups nacionais como a BeGreen.<\/p>\n<p><u>Digitaliza\u00e7\u00e3o da cadeia de suprimentos<br \/>\n<\/u>A integra\u00e7\u00e3o de IoT (Internet das Coisas) e blockchain est\u00e1 revolucionando a rastreabilidade e a efici\u00eancia na cadeia l\u00e1ctea. No Brasil, a Nestl\u00e9 implementou sistemas de rastreamento digital que permitem ao consumidor verificar a origem do leite em suas embalagens atrav\u00e9s de QR codes. Cooperativas como a Castrolanda tamb\u00e9m est\u00e3o investindo em solu\u00e7\u00f5es digitais para monitorar a qualidade do leite em tempo real, aumentando a confian\u00e7a do consumidor e reduzindo desperd\u00edcios.<\/p>\n<p><u>Embalagens sustent\u00e1veis<br \/>\n<\/u>A preocupa\u00e7\u00e3o com o impacto ambiental est\u00e1 levando \u00e0 ado\u00e7\u00e3o de solu\u00e7\u00f5es de embalagens recicl\u00e1veis e biodegrad\u00e1veis. A Euromonitor International (2023) aponta que, at\u00e9 2025, 70% das embalagens de l\u00e1cteos na Europa ser\u00e3o projetadas para serem totalmente recicl\u00e1veis. No mundo o segmento de embalagens cartonadas investe em alternativas com tampas feitas de pl\u00e1stico vegetal, derivado da cana-de-a\u00e7\u00facar.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nO setor l\u00e1cteo est\u00e1 em um ponto de inflex\u00e3o, com inova\u00e7\u00f5es que prometem atender \u00e0s demandas de consumidores mais conscientes e exigentes. No Brasil, empresas que investirem em solu\u00e7\u00f5es adaptadas \u00e0 realidade local, como sustentabilidade, personaliza\u00e7\u00e3o e digitaliza\u00e7\u00e3o, estar\u00e3o melhor posicionadas para prosperar nesse mercado din\u00e2mico. (Braulio Paix\u00e3o\/Milkpoint)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><em>Jogo R\u00e1pido<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Capital do Leite: cidade produz 6 mil litros por habitante<br \/>\n<\/b>No interior do Paran\u00e1, um munic\u00edpio ostenta o t\u00edtulo de Capital do Leite. Trata-se de Castro, que produz 450 milh\u00f5es de litros desse alimento por ano, o equivalente a pouco mais de 6 mil litros por morador.Um dos motivos para o munic\u00edpio ter a maior produ\u00e7\u00e3o de leite do pa\u00eds \u00e9 o fato de abrigar o maior rebanho leiteiro do Brasil. S\u00e3o cerca de 53 mil vacas, o que equivale a quase uma cabe\u00e7a para cada habitante da Capital do Leite. Outro fator \u00e9 a alta produtividade m\u00e9dia. De acordo com os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), a produtividade de uma vaca em Castro \u00e9 de 8,5 mil litros de leite por ano. Esse resultado \u00e9 cerca de quatro vezes a m\u00e9dia nacional. Apenas cinco munic\u00edpios registram uma produtividade maior por animal do que Castro. Tr\u00eas deles est\u00e3o no Rio Grande do Sul: Casca (8,7 mil litros), Para\u00ed (9,2 mil litros) e Anta Gorda (9,3 mil litros). Os outros dois s\u00e3o Carambe\u00ed, no Paran\u00e1 (9,9 mil litros), e Araras, em S\u00e3o Paulo (11,9 mil litros). Segundo o IBGE, o Brasil produz 35 bilh\u00f5es de litros de leite por ano. O rebanho leiteiro nacional conta com 15 milh\u00f5es de cabe\u00e7as. Minas Gerais \u00e9 o Estado com o maior n\u00famero de vacas em ordenhas: cerca de 3 milh\u00f5es. (Revista Oeste)<\/i><\/p>\n<hr>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 13 de fevereiro de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 19 - N\u00b0 4.328 Pr\u00e9via IBGE: capta\u00e7\u00e3o de leite acelera no Brasil De acordo com os dados preliminares da Pesquisa Trimestral do <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/02\/13\/13-02-2025\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"13\/02\/2025\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-16408","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16408","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16408"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16408\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":16413,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16408\/revisions\/16413"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16408"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16408"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16408"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}