{"id":16403,"date":"2025-02-12T18:09:08","date_gmt":"2025-02-12T18:09:08","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=16403"},"modified":"2025-02-12T18:10:24","modified_gmt":"2025-02-12T18:10:24","slug":"12-02-2025","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/02\/12\/12-02-2025\/","title":{"rendered":"12\/02\/2025"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 12 de fevereiro de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 19 - N\u00b0 4.327<\/p>\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Nota eletr\u00f4nica passa a ser obrigat\u00f3ria para produtores rurais<br \/>\n<\/b><br \/>\nO m\u00eas de fevereiro de 2025 marca uma nova etapa do avan\u00e7o gradual da obrigatoriedade da Nota Fiscal Eletr\u00f4nica (NF-e) e da Nota Fiscal de Consumidor Eletr\u00f4nica (NFC--e) para produtores rurais no Rio Grande do Sul, alterando o processo de documenta\u00e7\u00e3o fiscal para a circula\u00e7\u00e3o de mercadorias no setor agropecu\u00e1rio. A alternativa digital, que j\u00e1 \u00e9 exigida para opera\u00e7\u00f5es interestaduais, substitui o modelo 4 da Nota Fiscal, conhecida como Nota do Produtor Rural ou \u201ctal\u00e3o do produtor\u201d. A medida foi aprovada pelo Conselho Nacional de Pol\u00edtica Fazend\u00e1ria (Confaz) no in\u00edcio de dezembro e publicada no Di\u00e1rio Oficial do Estado (DOE) de 27\/12. A partir de 3 de fevereiro de 2025, os documentos eletr\u00f4nicos devem ser usados nas opera\u00e7\u00f5es internas praticadas por todos os produtores rurais que, nos anos de 2023 ou 2024, obtiveram receita bruta com valor superior a R$ 360 mil com a atividade rural.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A mudan\u00e7a abrange cerca de 50 mil profissionais da \u00e1rea no Rio Grande do Sul \u2013 a lista de quem precisar\u00e1 se adequar ser\u00e1 publicada neste link. Quem j\u00e1 tem o tal\u00e3o impresso para emitir o modelo 4 poder\u00e1 seguir utilizando o documento at\u00e9 30 de junho. Em 1\u00ba de julho, o uso passa a ser vedado. J\u00e1 em 5 de janeiro de 2026, a obrigatoriedade da nota eletr\u00f4nica come\u00e7a a valer para todos os produtores rurais do Estado, independentemente do faturamento. A partir dessa data, o modelo 4 n\u00e3o ser\u00e1 mais permitido. \u201cSer\u00e1 uma transi\u00e7\u00e3o lenta para que os produtores, especialmente os que t\u00eam menos estrutura, possam se adaptar. H\u00e1 algum tempo tamb\u00e9m j\u00e1 estamos fazendo capacita\u00e7\u00f5es junto a sindicatos para auxiliar e tirar d\u00favidas sobre a emiss\u00e3o da nota eletr\u00f4nica\u201d, explicou o chefe-adjunto da Se\u00e7\u00e3o de Informa\u00e7\u00f5es Fiscais da Receita Estadual, Geraldo Callegari.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Desde 2021, produtores rurais que registraram faturamento superior a R$ 4,8 milh\u00f5es no ano de 2017 est\u00e3o obrigados a emitir as notas eletr\u00f4nicas em opera\u00e7\u00f5es internas. A previs\u00e3o era de que a medida se estendesse para outro grupo a partir de maio de 2024, mas, em raz\u00e3o das enchentes, a entrada em vigor foi adiada. O pedido partiu da Secretaria da Fazenda (Sefaz). \u201cUm n\u00famero muito alto de produtores foi afetado pela cat\u00e1strofe meteorol\u00f3gica vivida pelo Estado ga\u00facho. Naquele momento, entendemos que n\u00e3o fazia sentido que passasse a vigorar uma nova regra. Isso fez com que esses profissionais, t\u00e3o essenciais para a nossa economia, ganhassem tempo para reconstruir seus neg\u00f3cios\u201d, afirmou o subsecret\u00e1rio da Receita Estadual, Ricardo Neves Pereira.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><u>Como emitir o documento eletr\u00f4nico<br \/>\n<\/u>A NF-e \u00e9 tamb\u00e9m chamada de modelo 55 e \u00e9 utilizada para registrar a venda de mercadorias e a presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os. J\u00e1 a NFC-e, ou modelo 65, \u00e9 espec\u00edfica para o varejo e contempla as vendas diretas ao consumidor final. Existem diferentes alternativas para fazer a emiss\u00e3o desses modelos. Entre elas, est\u00e3o aplicativos pr\u00f3prios, aplicativos desenvolvidos por associa\u00e7\u00f5es\/cooperativas ou o sistema Nota Fiscal Avulsa (NFA-e), disponibilizado pela Sefaz. Essa \u00faltima op\u00e7\u00e3o, no entanto, s\u00f3 pode ser utilizada no computador e exige maior conhecimento t\u00e9cnico. A solu\u00e7\u00e3o recomendada pela pasta fazend\u00e1ria \u00e9 o aplicativo Nota Fiscal F\u00e1cil (NFF), que pode ser baixado gratuitamente no celular e acessado por meio do login gov.br.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A ferramenta permite a emiss\u00e3o simplificada da nota fiscal, deixando toda a complexidade tribut\u00e1ria a cargo da Receita Estadual. Para usar, os produtores devem preencher informa\u00e7\u00f5es sobre a venda, como o produto, o cliente e dados sobre transporte. \u00c9 poss\u00edvel, inclusive, gerar um QR Code da nota fiscal off-line, no meio da lavoura, por exemplo. Nesse caso, a nota \u00e9 autorizada ap\u00f3s o restabelecimento da conex\u00e3o com a internet. Idealizado pela Receita Estadual e desenvolvido pela Procergs, o NFF foi concebido pelo Encontro Nacional de Coordenadores e Administradores Tribut\u00e1rios (Encat), tamb\u00e9m com parceria do Sebrae Nacional, e \u00e9 usado em praticamente todos os estados do Pa\u00eds. (Jornal do Com\u00e9rcio)<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p>Produ\u00e7\u00e3o de leite no RS deve cair at\u00e9 10% devido \u00e0 seca<\/p>\n<p>A falta de chuvas e o calor excessivo no Rio Grande do Sul podem causar uma queda de at\u00e9 10% da produ\u00e7\u00e3o de leite ga\u00facha. A estimativa \u00e9 da Associa\u00e7\u00e3o dos Criadores de Gado Holand\u00eas do Rio Grande do Sul (Gadolando). As perdas, segundo a entidade, s\u00e3o causadas n\u00e3o s\u00f3 pelo estresse t\u00e9rmico das vacas, mas tamb\u00e9m pelo menor rendimento das lavouras de milho silagem, o que impacta na alimenta\u00e7\u00e3o dos animais.<\/p>\n<p>O presidente da Gadolando, Marcos Tang, explica que o clima excessivamente quente tamb\u00e9m implica em maior custo aos criadores, pois as vacas, ao sofrer esse estresse t\u00e9rmico, tendem a produzir menos e o gasto aumenta ainda mais com o necess\u00e1rio condicionamento dos animais.<\/p>\n<p>\"Portanto, com custo de produ\u00e7\u00e3o mais alto e produ\u00e7\u00e3o mais baixa, fala-se em 600 mil, at\u00e9 1 milh\u00e3o de litros de leite a menos produzidos no Rio Grande do Sul, talvez chegando perto de 10% a menos de produ\u00e7\u00e3o di\u00e1ria nestes dias de calor extremo\", estima.<\/p>\n<p>No entanto, Tang salienta que os produtores de leite se adaptaram e investiram bastante nas propriedades. \u201cMuitos j\u00e1 t\u00eam os animais bem acondicionados, aclimatizados, e nestas propriedades a redu\u00e7\u00e3o de leite \u00e9 bem menor, porque as vacas, mesmo com esse calor todo, est\u00e3o bem acondicionadas e produzem leite ainda em bom volume e boa qualidade\u201d, pondera.<\/p>\n<p>Tang reafirma a preocupa\u00e7\u00e3o com o quadro atual e espera que a chuva retorne ao Rio Grande do Sul em volume consistente para frear o ritmo de perdas na produ\u00e7\u00e3o leiteira. \u201cE que as condi\u00e7\u00f5es melhorem no sentido de diminuir esse estresse t\u00e9rmico e que possamos n\u00e3o ter grandes perdas na produ\u00e7\u00e3o de milho, j\u00e1 que a silagem de milho \u00e9 a principal fonte de alimento para as nossas vacas leiteiras\u201d, conclui. (Globo Rural)<\/p>\n<p>Governo publica decreto que institui Desenrola Rural<\/p>\n<p>O governo federal publicou nesta quarta-feira (12\/2) o&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.in.gov.br\/en\/web\/dou\/-\/decreto-n-12.381-de-11-de-fevereiro-de-2025-612353586\" data-cke-saved-href=\"https:\/\/www.in.gov.br\/en\/web\/dou\/-\/decreto-n-12.381-de-11-de-fevereiro-de-2025-612353586\">decreto 12.381<\/a>, que institui o Desenrola Rural. O programa tem por objetivo regularizar as d\u00edvidas de agricultores familiares e facilitar o acesso a cr\u00e9dito novo para esse p\u00fablico.&nbsp;<\/p>\n<p>A medida deve atender mais de 943 mil pequenos produtores e assentados da reforma agr\u00e1ria, cujo passivo soma mais de R$ 19,5 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>Ser\u00e3o contemplados d\u00e9bitos em atraso de mais de um ano, inclusive os inscritos na D\u00edvida Ativa da Uni\u00e3o (DAU) e os lan\u00e7ados em preju\u00edzo dos fundos constitucionais de financiamento, do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), do Cr\u00e9dito Fundi\u00e1rio e do Cr\u00e9dito Instala\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Pelo Desenrola Rural, os agricultores familiares poder\u00e3o renegociar ou liquidar d\u00edvidas com os fundos constitucionais do Nordeste (FNE), do Norte (FNO) e do Centro-Oeste (FCO) contratadas entre 2012 e 2022. O prazo de ades\u00e3o ser\u00e1 at\u00e9 31 de dezembro deste ano.<\/p>\n<p>Para liquidar o passivo, haver\u00e1 desconto de 80% para d\u00edvidas de at\u00e9 R$ 10 mil. Quem deve entre R$ 10 mil e R$ 30 mil poder\u00e1 ter 60% do valor descontado. Os rebates caem para 50% para passivos entre R$ 30 mil e R$ 50 mil e para 40% para saldos acima de R$ 50 mil. O programa prev\u00ea ainda descontos fixos aplicados ap\u00f3s o desconto percentual de R$ 2 mil, R$ 4 mil e R$ 6 mil para as tr\u00eas \u00faltimas categorias, respectivamente. Para renegocia\u00e7\u00e3o, o prazo ser\u00e1 de tr\u00eas a dez anos. Os produtores ainda poder\u00e3o ter descontos de 65%, para d\u00edvidas de at\u00e9 R$ 10 mil, de 45%, entre R$ 10 mil e R$ 30 mil, de 35%, entre R$ 30 mil e R$ 50 mil, e de 25%, acima de R$ 50 mil. Vale a regra do desconto fixo ap\u00f3s aplica\u00e7\u00e3o do percentual: de R$ 2 mil, R$ 6 mil e R$ 8 mil para as tr\u00eas \u00faltimas categorias, respectivamente.<\/p>\n<p>O Desenrola Rural vai prever descontos para d\u00edvidas do Cr\u00e9dito Instala\u00e7\u00e3o, do Incra, contratadas entre 27 de maio de 2014 e 29 de junho de 2023. Opera\u00e7\u00f5es inadimplentes ter\u00e3o rebates para liquida\u00e7\u00e3o de at\u00e9 96% nas modalidades habitacional e reforma habitacional, de 90% na categoria de apoio inicial, de 80% nos financiamentos de fomento, fomento mulher, semi\u00e1rido e florestal, e de 50% nos empr\u00e9stimos para cacau e recupera\u00e7\u00e3o ambiental. O prazo de ades\u00e3o ser\u00e1 at\u00e9 o fim do ano.<\/p>\n<p>Em entrevista ao Valor h\u00e1 dois dias, o ministro Paulo Teixeira, do Desenvolvimento Agr\u00e1rio, afirmou que mais de 1 milh\u00e3o de agricultores atualmente sem cr\u00e9dito poder\u00e3o voltar a fazer empr\u00e9stimos. (Globo Rural)<\/p>\n<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><em>Jogo R\u00e1pido<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Fundopem<br \/>\n<\/b>Sobre a demora na libera\u00e7\u00e3o dos incentivos do Fundopem, a Secretaria Estadual de Desenvolvimento esclarece que em janeiro de 2025 foi publicada a altera\u00e7\u00e3o do decreto do Fundopem Recupera, sendo necess\u00e1rio nova regulamenta\u00e7\u00e3o. Em alguns casos, a documenta\u00e7\u00e3o exigida chega incompleta, o que pode gerar um prazo maior na an\u00e1lise e aprova\u00e7\u00e3o. A secretaria reitera que est\u00e1 \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o para entender situa\u00e7\u00f5es mais espec\u00edficas. (Jornal do Com\u00e9rcio)<\/i><\/p>\n<hr>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 12 de fevereiro de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 19 - N\u00b0 4.327 Nota eletr\u00f4nica passa a ser obrigat\u00f3ria para produtores rurais O m\u00eas de fevereiro de 2025 marca uma nova <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/02\/12\/12-02-2025\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"12\/02\/2025\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-16403","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16403","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16403"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16403\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":16406,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16403\/revisions\/16406"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16403"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16403"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16403"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}