{"id":1639,"date":"2017-08-02T18:07:11","date_gmt":"2017-08-02T18:07:11","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/08\/02\/02-08-2017\/"},"modified":"2017-08-02T18:07:11","modified_gmt":"2017-08-02T18:07:11","slug":"02-08-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/08\/02\/02-08-2017\/","title":{"rendered":"02\/08\/2017"},"content":{"rendered":"<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 02 de agosto de 2017<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 11- N\u00b0 2.554<\/em><\/strong><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" \/><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><strong>UPF e Sindilat v\u00e3o estudar impacto da alimenta\u00e7\u00e3o na qualidade do leite<\/strong><br \/> \u00a0<br \/> A Universidade de Passo Fundo (UPF) e o Sindicato das Ind\u00fastrias de Latic\u00ednios do Rio Grande do Sul (Sindilat) formar\u00e3o um grupo de trabalho (GT) para estudar \u00a0os motivos da variabilidade dos valores de s\u00f3lidos totais encontratados no leite. \"\u00c9 uma preocupa\u00e7\u00e3o das empresas que o leite n\u00e3o chegue na plataforma fora dos padr\u00f5es da IN 62\", destaca o secret\u00e1rio executivo do Sindilat, Darlan Palharini.<br \/> \u00a0<br \/> Coordenador do Servi\u00e7o de An\u00e1lise de Rebanhos Leiteiros (Sarle) da UPF, o professor Carlos Bondan vai coordenar o GT que ser\u00e1 constitu\u00eddo, conforme reuni\u00e3o nesta ter\u00e7a-feira (1\/8) em Passo Fundo. Tamb\u00e9m devem participar do colegiado representantes da Embrapa Gado de Leite, de Juiz de Fora (MG), Embrapa Clima Temperado, de Pelotas, Minist\u00e9rio da Agricultura, Secretaria da Agricultura, Fetag e Farsul. O primeiro encontro do GT est\u00e1 programado para ocorrer ap\u00f3s a Expointer. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/p>\n<p style=\"margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white; text-align: center;\">\u00a0<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><strong>NAFTA para os l\u00e1cteos na reuni\u00e3o do Congresso<\/strong><\/p>\n<p> Preservar e atualizar certos elementos do Acordo de Livre Com\u00e9rcio da Am\u00e9rica do Norte (NAFTA) \u00e9 crucial para o futuro da ind\u00fastria de l\u00e1cteos dos EUA, disse o presidente e CEO do Conselho de Exporta\u00e7\u00f5es de L\u00e1cteos do pa\u00eds (USDEC), Tom Vilsack, ao House Agricultural Committee. \"Quero enfatizar a import\u00e2ncia das exporta\u00e7\u00f5es para o setor l\u00e1cteo\", disse Vilsack. \"Desde 1994, vimos um aumento de US$ 36 bilh\u00f5es para produtores e processadores como resultado das exporta\u00e7\u00f5es\".<\/p>\n<p> Grande parte do crescimento do mercado de exporta\u00e7\u00e3o pode ser creditada ao papel que o M\u00e9xico tem desempenhado no acordo de livre com\u00e9rcio, acrescentou Vilsack. Quase um ter\u00e7o de todos os produtos l\u00e1cteos dos EUA s\u00e3o exportados para o M\u00e9xico, representando cerca de 73% de todas as importa\u00e7\u00f5es de produtos l\u00e1cteos mexicanos. O aumento das exporta\u00e7\u00f5es de produtos l\u00e1cteos dos EUA desde 2004 elevou os pre\u00e7os do leite aos produtores.<\/p>\n<p> Entretanto, o acesso rec\u00edproco ao mercado isento de impostos est\u00e1 sendo amea\u00e7ado por outros pa\u00edses que buscam o M\u00e9xico para acordos similares de com\u00e9rcio de l\u00e1cteos, aumentando a necessidade de finalizar a moderniza\u00e7\u00e3o do NAFTA, de acordo com Vilsack. \"O M\u00e9xico agora est\u00e1 em negocia\u00e7\u00e3o com a Uni\u00e3o Europeia (UE) para um acordo de livre com\u00e9rcio e penso que o que nos preocupa \u00e9 qual negocia\u00e7\u00e3o ser\u00e1 completada primeiro\".<\/p>\n<p> Adotando uma vis\u00e3o ainda mais ampla, os benef\u00edcios competitivos que o NAFTA oferece devem tamb\u00e9m ser duplicados em outras na\u00e7\u00f5es importantes, disse Vilsack. A UE, a Nova Zel\u00e2ndia e a Austr\u00e1lia est\u00e3o negociando ativamente acordos em todo o mundo. No m\u00eas passado, a UE e o Jap\u00e3o (um dos cinco principais importadores de l\u00e1cteos) anunciaram um acordo que dar\u00e1 aos fornecedores de produtos l\u00e1cteos da UE uma grande vantagem em rela\u00e7\u00e3o aos fornecedores dos EUA. \"Se os EUA ficar parado, ficaremos para tr\u00e1s. Precisamos urgentemente de uma agenda de pol\u00edtica comercial proativa com os principais pa\u00edses importadores da agricultura da \u00c1sia, como Jap\u00e3o, Vietn\u00e3 e outros, a fim de manter o ritmo dessa \u00e1rea crescente do mundo\".<\/p>\n<p> Exporta\u00e7\u00f5es de queijo desempenham um papel crucial no NAFTA<br \/> Vilsack disse ao comit\u00ea do Congresso que a moderniza\u00e7\u00e3o do NAFTA tamb\u00e9m deve incluir prote\u00e7\u00f5es contra os esfor\u00e7os da UE para evitar o uso, do que os EUA consideram como nomes comuns de queijo, sem os indicadores geogr\u00e1ficos (GIs) adequados.<\/p>\n<p> Por exemplo, o queijo parmes\u00e3o s\u00f3 pode ser rotulado como tal se vier da regi\u00e3o de Parma da It\u00e1lia: asiago, gorgonzola e feta s\u00e3o outros exemplos de variedades de queijos que seriam afetadas pelos regulamentos de indicadores geogr\u00e1ficos. A UE recentemente entrou em um acordo com o Jap\u00e3o que essencialmente restringe o uso mexicano de GIs em produtos l\u00e1cteos. \"N\u00e3o podemos perder essa corrida com a UE\", disse Vilsack.<\/p>\n<p> Al\u00e9m disso, o Canad\u00e1 entrou com um acordo comercial com a UE que permite a utiliza\u00e7\u00e3o existente de nomes comuns, mas pro\u00edbe e impede que futuras instala\u00e7\u00f5es possam usar certos nomes de queijo. \"Temos que consertar o que est\u00e1 quebrado no Canad\u00e1. \u00c9 um mercado que est\u00e1 muito fechado, n\u00e3o \u00e9 transparente e suas regras est\u00e3o mudando constantemente\". (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Dairy Reporter, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/p>\n<p> <strong>Medida Provis\u00f3ria\u00a0<\/strong><\/p>\n<p> O governo publicou no \"Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o\" desta ter\u00e7a-feira (1\u00ba) uma medida provis\u00f3ria para aliviar d\u00edvidas previdenci\u00e1rias de produtores rurais. O texto tamb\u00e9m reduz a al\u00edquota paga pelos produtores ao Fundo de Assist\u00eancia ao Trabalhador Rural (Funrural). O fundo \u00e9 usado para auxiliar no custeio da aposentadoria dos trabalhadores rurais, subsidiado pela Uni\u00e3o. Atualmente, o valor da contribui\u00e7\u00e3o do produtor \u00e9 de 2,1% (2% da receita bruta com a comercializa\u00e7\u00e3o dos produtos mais 0,1%, tamb\u00e9m da receita com os produtos, para financiar casos de acidente de trabalho). Com a medida provis\u00f3ria, o valor total vai para 1,3% (1,2% mais 0,1%). Al\u00e9m disso, produtores com atraso no pagamento das contribui\u00e7\u00f5es previdenci\u00e1rias poder\u00e3o quitar as d\u00edvidas com descontos nas multas e de forma parcelada (veja no final desta reportagem as condi\u00e7\u00f5es de pagamento).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"> A medida provis\u00f3ria do Funrural vinha sendo uma reivindica\u00e7\u00e3o da bancada ruralista desde abril, quando o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu como constitucional o pagamento das contribui\u00e7\u00f5es previdenci\u00e1rias. Produtores rurais e associa\u00e7\u00f5es que representam a categoria contestavam a contribui\u00e7\u00e3o na Justi\u00e7a. Por isso, muitos deles interromperam ou atrasaram os pagamentos ao fundo. Diante da decis\u00e3o do STF, a bancada ruralista passou a negociar com o governo uma medida provis\u00f3ria para redefinir as contribui\u00e7\u00f5es previdenci\u00e1rias rurais. O governo calcula que h\u00e1 entre R$ 8 bilh\u00f5es e R$ 10 bilh\u00f5es em pagamento atrasados ao Funrural. Com o programa de regulariza\u00e7\u00e3o da d\u00edvida, a equipe econ\u00f4mica espera arrecadar R$ 2 bilh\u00f5es em 2017.<\/p>\n<p> Formas de quita\u00e7\u00e3o da d\u00edvida<br \/> Poder\u00e3o fazer parte do Programa de Regulariza\u00e7\u00e3o Rural as d\u00edvidas vencidas at\u00e9 30 de abril de 2017. Para aderir, o produtor deve desistir das a\u00e7\u00f5es na Justi\u00e7a que contestam a contribui\u00e7\u00e3o previdenci\u00e1ria.<br \/> Veja as condi\u00e7\u00f5es de pagamento:<br \/> Modalidade produtor rural pessoa f\u00edsica<br \/> Entrada de 4% da d\u00edvida, em 4 parcelas com pagamento entre setembro a dezembro de 2017, calculada sobre o montante total da d\u00edvida, sem redu\u00e7\u00f5es;<br \/> O restante com redu\u00e7\u00e3o de 25% nas multas e encargos legais e de 100% nos juros, em at\u00e9 176 presta\u00e7\u00f5es equivalentes a 0,8% da receita bruta da comercializa\u00e7\u00e3o rural.<br \/> Parcela m\u00ednima n\u00e3o pode ser inferior a R$ 100<br \/> Modalidade do adquirente - d\u00edvidas at\u00e9 R$ 15 milh\u00f5es \u2022<br \/> Entrada de 4% da d\u00edvida, em 4 parcelas com pagamento entre setembro a dezembro de 2017, calculada sobre o montante total da d\u00edvida, sem redu\u00e7\u00f5es<br \/> O restante com redu\u00e7\u00e3o de 25% nas multas e encargos legais e de 100% nos juros, em at\u00e9 176 presta\u00e7\u00f5es equivalentes a 0,8% da m\u00e9dia mensal da receita bruta proveniente da comercializa\u00e7\u00e3o do ano civil anterior<br \/> Parcela m\u00ednima n\u00e3o pode ser inferior a R$ 1000<br \/> Modalidade do adquirente - d\u00edvidas acima de R$ 15 milh\u00f5es<br \/> Entrada de 4% da d\u00edvida, em 4 parcelas com pagamento entre setembro a dezembro de 2017, calculada sobre o montante total da d\u00edvida, sem redu\u00e7\u00f5es<br \/> O restante com redu\u00e7\u00e3o de 25% nas multas e encargos legais e de 100% nos juros, em at\u00e9 176 presta\u00e7\u00f5es<br \/> Parcela m\u00ednima n\u00e3o pode ser inferior a R$ 1000(G1)<\/p>\n<p> <strong>LEITE\/CEPEA: pre\u00e7o ao produtor registra queda atrelado ao aumento da capta\u00e7\u00e3o e fraca demanda<\/strong><\/p>\n<p> O pre\u00e7o do leite recebido por produtores registrou a segunda queda consecutiva em julho, conforme expectativas de agentes consultados pelo Cepea (Centro de Estudos Avan\u00e7ados em Economia Aplicada), da Esalq\/USP. Na \"m\u00e9dia Brasil\" (GO, MG, PR, RS, SC, SP e BA), o pre\u00e7o l\u00edquido (que n\u00e3o considera frete nem impostos) recuou 3 centavos\/litro (ou -2,7%) frente a junho, a R$ 1,2343\/litro. Com a queda, a cota\u00e7\u00e3o do leite retomou o patamar de julho de 2014, em termos reais (valores deflacionados pelo IPCA de junho\/17). \u00c9 a primeira vez neste ano que o pre\u00e7o fica abaixo do registrado em 2016 - frente a julho do ano passado, o recuo \u00e9 de 12,8%. A diminui\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os do leite no campo esteve atrelada \u00e0 demanda ainda enfraquecida por l\u00e1cteos e ao aumento da capta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p> A menor procura por l\u00e1cteos na ponta final da cadeia continua sendo o principal desafio do setor neste ano. Uma vez que o consumo da maior parte dos derivados ocorre em fun\u00e7\u00e3o da eleva\u00e7\u00e3o da renda, a diminui\u00e7\u00e3o do poder de compra do brasileiro impacta negativamente as negocia\u00e7\u00f5es. Segundo agentes consultados pelo Cepea, latic\u00ednios, atacado e varejo continuam com dificuldades em manter o fluxo de vendas, o que tem estreitado suas margens e, como consequ\u00eancia, pressionado as cota\u00e7\u00f5es no campo. \u00a0Al\u00e9m disso, de acordo com c\u00e1lculos do Cepea, o \u00cdndice de Capta\u00e7\u00e3o de Leite(ICAP-L) aumentou 6,8% de maio para junho na \"m\u00e9dia Brasil\". Houve eleva\u00e7\u00e3o na capta\u00e7\u00e3o em todos os estados pesquisados, com exce\u00e7\u00e3o da Bahia (-2,96%). As varia\u00e7\u00f5es foram significativas no Sul do Pa\u00eds, onde, de modo geral, o clima prop\u00edcio \u00e0s pastagens e \u00e0s forrageiras de inverno favoreceu a produ\u00e7\u00e3o. Santa Catarina e Paran\u00e1 apresentaram as altas mais expressivas, de 8,57% e 8,13%, respectivamente, e o Rio Grande do Sul, de 5,51%.\u00a0<\/p>\n<p> As capta\u00e7\u00f5es em Goi\u00e1s, S\u00e3o Paulo e Minas Gerais aumentaram 5,78%, 4,94% e 2,97% respectivamente. O menor pre\u00e7o do leite e a maior competitividade dos latic\u00ednios influenciaram na alta da capta\u00e7\u00e3o. Mesmo com o menor volume de chuvas no Sudeste, a produ\u00e7\u00e3o n\u00e3o foi t\u00e3o afetada por conta dos baixos valores do concentrado. Para agosto, a maioria dos agentes consultados pelo Cepea continua esperando queda nos pre\u00e7os. Quase 83% deles (que tamb\u00e9m respondem por 83% do volume amostrado) apostam em novo recuo no pr\u00f3ximo m\u00eas, mas 10,8% (4,2% do volume amostrado) esperam estabilidade. A porcentagem de colaboradores do Cepea que acredita em alta nas cota\u00e7\u00f5es \u00e9 de 6,3% (com participa\u00e7\u00e3o de 12,9% do volume). (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Cepea-Esalq\/USP)<\/p>\n<p style=\"margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div><em>Treze entidades apoiam PL 125\/17<br \/> Famurs, Farsul, Fundesa, Fetag, Fiergs, Sips, Asgav, Sindilat, Sicadergs, Apil, IGL, Acsurs e<br \/> AGL entregaram, ontem, \u00e0 Secretaria de Agricultura e \u00e0 Assembleia Legislativa, carta de apoio ao PL 125\/17. Proposto pelo governo, o projeto prev\u00ea a contrata\u00e7\u00e3o de veterin\u00e1rios pela iniciativa privada para os servi\u00e7os de inspe\u00e7\u00e3o de produtos de origem animal, desde que capacitados pelo servi\u00e7o oficial. (Correio do Povo)\u00a0<\/em><\/div>\n<div>\n<p style=\"margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/em><\/p>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 02 de agosto de 2017\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 11- N\u00b0 2.554 \u00a0 UPF e Sindilat v\u00e3o estudar impacto da alimenta\u00e7\u00e3o na qualidade do leite \u00a0 A Universidade de Passo Fundo (UPF) e o <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/08\/02\/02-08-2017\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"02\/08\/2017\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1639","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1639","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1639"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1639\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1639"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1639"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1639"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}