{"id":16389,"date":"2025-02-07T18:52:49","date_gmt":"2025-02-07T18:52:49","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=16389"},"modified":"2025-02-07T18:52:49","modified_gmt":"2025-02-07T18:52:49","slug":"07-02-2025","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/02\/07\/07-02-2025\/","title":{"rendered":"07\/02\/2025"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 07 de fevereiro de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 19 - N\u00b0 4.324<\/p>\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>Din\u00e2mica da produ\u00e7\u00e3o global de leite: 10 maiores pa\u00edses produtores<br \/>\n<\/b><br \/>\nNos \u00faltimos dez anos, a produ\u00e7\u00e3o mundial de leite cresceu 27%, considerando o ano de 2013 em rela\u00e7\u00e3o a 2023, o que representa um crescimento m\u00e9dio de 2,6% ao ano. Sob a \u00f3tica da produ\u00e7\u00e3o por pa\u00eds, somente os dez maiores produtores (Figura 1), juntos, foram respons\u00e1veis por quase dois ter\u00e7os (64%) do leite produzido globalmente. Neste per\u00edodo 2013 a 2023, a produ\u00e7\u00e3o total oriunda desses pa\u00edses apresentou um crescimento de 33% (2,9% ao ano na m\u00e9dia), maior, portanto, ao crescimento da produ\u00e7\u00e3o global.<\/p>\n<p>Figura 1. Pa\u00edses maiores produtores de leite em 2013 e 2023.<br \/>\n<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/Jc9Mb4ABF0213\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/Jc9Mb4ABF0213\"><\/p>\n<p>Fonte: IFCN (2025); elabora\u00e7\u00e3o dos autores.<\/p>\n<p>Em 2023, a produ\u00e7\u00e3o mundial totalizou 956 milh\u00f5es de toneladas de leite, considerando-se todo tipo de leite, incluindo leite de b\u00fafala estimado em 150 milh\u00f5es de toneladas (16%). Esse aumento pode ser classificado como moderado, uma vez que, em regi\u00f5es tradicionalmente relevantes para a produ\u00e7\u00e3o e exporta\u00e7\u00e3o de leite, como a Uni\u00e3o Europeia, a Europa Oriental, a Am\u00e9rica do Sul e a Oceania, verificou-se uma estagna\u00e7\u00e3o ou at\u00e9 mesmo uma redu\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Em termos do incremento em produ\u00e7\u00e3o entre 2013 e 2013, o destaque foi a \u00cdndia com um aumento expressivo de 109 milh\u00f5es de toneladas, equivalente a 72% no per\u00edodo, consolidando-se como a maior produtora mundial. Esse volume representou 53% do aumento da produ\u00e7\u00e3o global no per\u00edodo. Os Estados Unidos e a China tiveram incrementos de 18,4 e 10,6 milh\u00f5es de toneladas, respectivamente.<br \/>\nA oferta de leite evoluiu favoravelmente, em regi\u00f5es emergentes, especialmente aquelas com produ\u00e7\u00e3o mais informal, como a \u00c1sia, que atualmente responde por 45% da produ\u00e7\u00e3o mundial de leite. Por outro lado, Fran\u00e7a e Brasil mantiveram produ\u00e7\u00e3o praticamente est\u00e1vel no per\u00edodo, enquanto a Uni\u00e3o Europeia como um todo enfrentou dificuldades para expandir sua oferta de leite. Esse cen\u00e1rio refor\u00e7a o protagonismo crescente da \u00c1sia e a necessidade de adapta\u00e7\u00e3o das regi\u00f5es exportadoras tradicionais a um novo equil\u00edbrio no mercado global de l\u00e1cteos.<\/p>\n<p>A \u00c1sia tamb\u00e9m se destaca por concentrar 60% do rebanho leiteiro mundial, sendo a \u00cdndia com 41%; Paquist\u00e3o, 7%; China e Turquia, 2%; e R\u00fassia, 1% (Figura 2). Chama aten\u00e7\u00e3o o caso da \u00cdndia, que possui aproximadamente 140 milh\u00f5es de vacas ordenhadas (incluindo b\u00fafalas), al\u00e9m do Paquist\u00e3o e do Brasil, ambos com plant\u00e9is pr\u00f3ximos de 20 milh\u00f5es de animais. O Brasil foi o pa\u00eds com maior redu\u00e7\u00e3o de um ter\u00e7o do rebanho leiteiro no per\u00edodo, de mais de 7 milh\u00f5es de vacas.<\/p>\n<p>Figura 2. N\u00famero de vacas ordenhadas nos dez pa\u00edses maiores produtores de leite em 2013 e 2023.<br \/>\n<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/3af0b3ABF0214\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/3af0b3ABF0214\"><br \/>\nFonte: IFCN (2025); elabora\u00e7\u00e3o dos autores.<\/p>\n<p>\u00cdndia e Paquist\u00e3o re\u00fanem caracter\u00edsticas particularmente distintas das demais regi\u00f5es pa\u00edses no que se refere a produ\u00e7\u00e3o de leite. Primeiro pelo n\u00famero de estabelecimentos, 67 milh\u00f5es e 7 milh\u00f5es, respectivamente. Segundo, por utilizar o b\u00fafalo como importante fonte de produ\u00e7\u00e3o leiteira, representando 42% e 63% do total de leite desses Pa\u00edses, respectivamente.<\/p>\n<p>A \u00cdndia, que em 2013 tinha uma participa\u00e7\u00e3o de 20% na produ\u00e7\u00e3o leiteira mundial, aumentou sua representatividade para 27% em 2023. Atualmente, talvez seja o \u00fanico pa\u00eds em que v\u00eam o n\u00famero de vacas continua crescendo, a uma taxa de aproximadamente 1% ao ano. O n\u00famero de estabelecimentos tamb\u00e9m vem aumentando nesta mesma propor\u00e7\u00e3o, embora a atividade leiteira permane\u00e7a predominantemente informal, com produtividade m\u00e9dia 1.882 kg\/vaca\/ano.<\/p>\n<p>Apesar de maiores dificuldades na oferta de leite no mundo, especialmente as regi\u00f5es exportadoras de l\u00e1cteos, em todos os dez pa\u00edses maiores produtores houve aumento do indicador de produtividade (Figura 3).<\/p>\n<p>Figura 3. Produtividade das vacas dos pa\u00edses maiores produtores de leite no mundo.<br \/>\n<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/i7RL12ABF0282\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/i7RL12ABF0282\"><br \/>\nFonte: IFCN (2025); elabora\u00e7\u00e3o dos autores.<\/p>\n<p>A redu\u00e7\u00e3o do n\u00famero de vacas ordenhadas em alguns pa\u00edses \u00e9 atribu\u00edda, em grande parte, \u00e0 substitui\u00e7\u00e3o de vacas menos produtivas por outras geneticamente superiores. Na Uni\u00e3o Europeia, o tamanho do rebanho tem diminu\u00eddo, tamb\u00e9m, devido a restri\u00e7\u00f5es ambientais e pol\u00edticas voltadas \u00e0 redu\u00e7\u00e3o do n\u00famero de animais. Esse cen\u00e1rio tem gerado insatisfa\u00e7\u00e3o entre os produtores e protestos em algumas regi\u00f5es.<\/p>\n<p>Nos Estados Unidos, o abate de vacas aumentou 0,9% em 2023, refletindo o aperto nas margens de lucro. No entanto, o ano de 2025 se mostra mais promissor, com expectativa de crescimento da produ\u00e7\u00e3o mundial de leite em aproximadamente 2,5% em rela\u00e7\u00e3o a 2023, impulsionado por melhores pre\u00e7os e custos de produ\u00e7\u00e3o reduzidos.<\/p>\n<p>Em resumo, apesar dos desafios enfrentados pelo setor l\u00e1cteo global nos \u00faltimos anos, as perspectivas para 2025 s\u00e3o cautelosamente otimistas. O equil\u00edbrio entre oferta e demanda, aliado \u00e0 gest\u00e3o eficiente dos custos de produ\u00e7\u00e3o e \u00e0s mudan\u00e7as estruturais no setor, ser\u00e1 essencial para a sustentabilidade do mercado de leite nos pr\u00f3ximos anos. (Lorildo Aldo Stock e Luiz Antonio Aguiar de Oliveira\/Milkpoint)<\/p>\n<hr>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>BOLETIM INTEGRADO AGROMETEOROL\u00d3GICO n\u00ba 06\/2025 \u2013 SEAPI<br \/>\n<\/b><br \/>\nA previs\u00e3o para os pr\u00f3ximos dias indica possibilidade de chuvas isoladas em algumas regi\u00f5es e a manuten\u00e7\u00e3o do calor intenso em todo o estado. Na quinta-feira (06\/02), uma \u00e1rea de instabilidade vinda do Uruguai dever\u00e1 avan\u00e7ar sobre o territ\u00f3rio ga\u00facho, favorecendo a ocorr\u00eancia de chuvas isoladas no Sul, na Campanha e no Centro do estado. Simultaneamente, a forma\u00e7\u00e3o de um cavado \u2013 uma \u00e1rea alongada de baixa press\u00e3o entre o Paraguai e a divisa entre RS e SC \u2013 poder\u00e1 gerar precipita\u00e7\u00f5es nas regi\u00f5es centrais, norte e nordeste do estado. Apesar dessas instabilidades, a intera\u00e7\u00e3o entre os jatos de baixos n\u00edveis \u2013 respons\u00e1veis pelo transporte de calor e umidade do norte do pa\u00eds para o sul \u2013 e um anticiclone posicionado no oceano continuar\u00e1 canalizando ar quente para o Rio Grande do Sul.&nbsp;<\/p>\n<p>Esse padr\u00e3o persistir\u00e1 ao longo da sexta-feira (07\/02), s\u00e1bado (08\/02) e domingo (09\/02), favorecendo a perman\u00eancia da instabilidade no norte do estado, onde poder\u00e3o ocorrer temporais isolados de intensidade baixa a moderada. Ao mesmo tempo, a massa de ar quente seguir\u00e1 atuando, mantendo as temperaturas elevadas e contribuindo para a forma\u00e7\u00e3o de tempestades localizadas. A tend\u00eancia para o in\u00edcio da semana aponta para a continuidade do calor intenso, acompanhado da possibilidade de tempestades isoladas.&nbsp;<\/p>\n<p>Na segunda (10\/02), ter\u00e7a (11\/02) e quarta-feira (12\/02), as condi\u00e7\u00f5es atmosf\u00e9ricas seguir\u00e3o favor\u00e1veis \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o da intensa massa de ar quente sobre o estado, favorecendo a forma\u00e7\u00e3o de instabilidades locais e o desenvolvimento de nuvens de tempestade. Entretanto, a partir de quarta-feira (12\/02), h\u00e1 indica\u00e7\u00e3o do avan\u00e7o de uma frente fria, que poder\u00e1 provocar chuvas mais abrangentes ao longo da pr\u00f3xima semana, al\u00e9m de proporcionar um breve al\u00edvio nas temperaturas, amenizando momentaneamente o calor predominante no estado.&nbsp;<\/p>\n<p>O progn\u00f3stico para a pr\u00f3xima semana indica a possibilidade de chuvas isoladas, com volumes moderados em algumas \u00e1reas da Campanha, Vale do Rio Pardo, Regi\u00e3o Metropolitana e partes do Alto Uruguai, onde os acumulados devem variar entre 5 mm e valores inferiores a 100 mm. Para a Fronteira Oeste e Miss\u00f5es, n\u00e3o s\u00e3o esperados volumes superiores a 5 mm. Nas demais regi\u00f5es, as precipita\u00e7\u00f5es devem oscilar entre 2 mm e 20 mm. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Seapi\/RS, adaptadas pelo Sindilat\/RS)<\/p>\n<p><b>Emater\/RS: Informativo Conjuntural 1853 de 6 de fevereiro de 2025<\/p>\n<p><\/b>BOVINOCULTURA DE LEITE<\/p>\n<p>As elevadas temperaturas impactaram o bem-estar das vacas e a produ\u00e7\u00e3o de leite. O estresse t\u00e9rmico \u00e9 mais evidente em sistemas a pasto, onde os animais reduzem o tempo de pastejo, buscando sombra ou proximidade de corpos h\u00eddricos nos per\u00edodos mais quentes. Em sistemas confinados, a ventila\u00e7\u00e3o e a aspers\u00e3o de \u00e1gua t\u00eam sido estrat\u00e9gicas essenciais para mitigar os efeitos do calor extremo. Em muitos casos, a ordenha matinal foi atrasada, e a da tarde antecipada a fim de preservar o pastoreio. A suplementa\u00e7\u00e3o com ra\u00e7\u00e3o e silagem foi realizada em \u00e1reas cobertas durante os per\u00edodos de maior insola\u00e7\u00e3o, minimizando a exposi\u00e7\u00e3o direta ao sol e garantindo melhor consumo dos alimentos. A sanidade dos rebanhos permanece satisfat\u00f3ria, e prossegue-se o protocolo de controle de ectoparasitos.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>Na regi\u00e3o administrativa da Emater\/RS-Ascar de Bag\u00e9, na regi\u00e3o da Campanha, onde choveu no final de janeiro, h\u00e1 oferta, mesmo restrita, de pastagens. No entanto, a utiliza\u00e7\u00e3o tem sido controlada em piquetes menores, e o tempo de pastejo limitado para preservar as plantas at\u00e9 a ocorr\u00eancia de chuvas com volumes significativos. Apenas um n\u00famero restrito de produtores que realizaram a ensilagem de lavouras de milho at\u00e9 o final de dezembro, iniciou o uso da silagem como complemento na dieta das matrizes. A suplementa\u00e7\u00e3o volumosa nas propriedades ainda depende, em grande parte, do fornecimento de fenos para complementar a ra\u00e7\u00e3o. Em Alegrete, os produtores de leite enfrentam uma acentuada diminui\u00e7\u00e3o na produtividade das matrizes. As pastagens anuais n\u00e3o apresentam rebrote e, em alguns casos, foram completamente perdidas, sem possiblidade de se recuperarem, mesmo que chova novamente. A redu\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o de leite est\u00e1 estimada em 40% em rela\u00e7\u00e3o ao volume comercializado no mesmo per\u00edodo, em anos normais.&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Caxias do Sul, a ocorr\u00eancia de chuvas favoreceu o manejo alimentar, mantendo forragem de qualidade para os bovinos. A condi\u00e7\u00e3o corporal dos animais permaneceu adequada em fun\u00e7\u00e3o do manejo nutricional ajustado conforme o est\u00e1gio de prenhez e lacta\u00e7\u00e3o. A qualidade do leite atendeu aos padr\u00f5es exigidos pela legisla\u00e7\u00e3o federal, e os \u00edndices de Contagem de C\u00e9lulas Som\u00e1ticas (CCS) e Contagem Padr\u00e3o em Placas (CPP) est\u00e3o dentro dos limites estabelecidos.&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Erechim, as chuvas, entre 80 e 100 mm, contribu\u00edram para a recupera\u00e7\u00e3o das vaz\u00f5es h\u00eddricas, para a melhoria dos a\u00e7udes e para o rebrote das pastagens. Por\u00e9m, a oferta de alimentos conservados ainda \u00e9 necess\u00e1ria devido \u00e0 redu\u00e7\u00e3o no crescimento das forrageiras. A alta umidade gerada pelas precipita\u00e7\u00f5es aumentou os riscos de mastite e problemas de casco, especialmente em \u00e1reas com forma\u00e7\u00e3o de barro.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Iju\u00ed, a produ\u00e7\u00e3o de leite segue em leve decl\u00ednio, influenciada tanto pela sazonalidade quanto pelas altas temperaturas.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Passo Fundo, a situa\u00e7\u00e3o est\u00e1 est\u00e1vel, mas foram necess\u00e1rios ajustes na alimenta\u00e7\u00e3o e maior uso de silagens para suprir as exig\u00eancias nutricionais e preservar a produ\u00e7\u00e3o e o escore corporal. Houve aumento na infesta\u00e7\u00e3o por mosca-dos-chifres, bernes e carrapatos, al\u00e9m de casos isolados de TPB, impactando o bem-estar animal. Durante este per\u00edodo de temperaturas elevadas, a produ\u00e7\u00e3o de leite tende a sofrer leve diminui\u00e7\u00e3o. Informativo Conjuntural. Porto Alegre, n. 1853, p. 26, 6 fev. 2025&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Pelotas, a falta de energia el\u00e9trica, a eleva\u00e7\u00e3o nos custos dos insumos, a incid\u00eancia de ectoparasitas (mosca-dos-chifres, carrapatos e cigarrinha-do-milho) e o estresse t\u00e9rmico dos animais demandaram aten\u00e7\u00e3o dos produtores.&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Porto Alegre, a suplementa\u00e7\u00e3o alimentar tem garantido a estabilidade na produ\u00e7\u00e3o e no estado corporal do rebanho. O manejo sanit\u00e1rio segue eficiente, com maior aten\u00e7\u00e3o ao controle de ectoparasitas em vacas vazias, terneiras e novilhas.&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Santa Maria, a menor oferta de forragem resultou em queda na produ\u00e7\u00e3o di\u00e1ria de leite. No munic\u00edpio de Santa Maria, estima-se redu\u00e7\u00e3o de 30%.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Santa Rosa, houve queda de 5% a 10% na produ\u00e7\u00e3o di\u00e1ria de leite em janeiro em decorr\u00eancia das adversidades clim\u00e1ticas. Tamb\u00e9m aumentaram os casos de leite inst\u00e1vel n\u00e3o \u00e1cido (LINA) em fun\u00e7\u00e3o da limitada oferta de volumosos de qualidade e quantidade. As propriedades com irriga\u00e7\u00e3o mantiveram as pastagens em boas condi\u00e7\u00f5es, preservando a produtividade.&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Soledade, de maneira geral, ainda h\u00e1 oferta razo\u00e1vel de forragem em propriedades com manejos adequados de nutri\u00e7\u00e3o e pastoreio. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Emater\/RS-Ascar, adaptadas pelo Sindilat\/RS)<\/p><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><em>Jogo R\u00e1pido<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Curso gratuito Bem-estar animal para a produ\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel do leite<\/b><br \/>\nA capacita\u00e7\u00e3o a dist\u00e2ncia gratuita \"Bem-estar animal para a produ\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel do leite\" objetiva preparar t\u00e9cnicos da Assist\u00eancia T\u00e9cnica e Extens\u00e3o Rural para que sejam capazes de avaliar as condi\u00e7\u00f5es de bem-estar animal e manejo da propriedade e propor solu\u00e7\u00f5es que promovam este bem-estar. Os multiplicadores formados atuar\u00e3o junto a agricultores familiares e demais interessados. Este curso on-line \u00e9 resultado de uma parceria entre a Embrapa e o Minist\u00e9rio do Desenvolvimento Agr\u00e1rio e Agricultura Familiar.&nbsp;Fa\u00e7a sua inscri\u00e7\u00e3o&nbsp;<a href=\"https:\/\/ava.sede.embrapa.br\/enrol\/index.php?id=478\" data-cke-saved-href=\"https:\/\/ava.sede.embrapa.br\/enrol\/index.php?id=478\">clicando aqui<\/a>. (Embrapa)<\/i><\/p>\n<hr>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 07 de fevereiro de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 19 - N\u00b0 4.324 Din\u00e2mica da produ\u00e7\u00e3o global de leite: 10 maiores pa\u00edses produtores Nos \u00faltimos dez anos, a produ\u00e7\u00e3o mundial de <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/02\/07\/07-02-2025\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"07\/02\/2025\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-16389","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16389","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16389"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16389\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":16390,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16389\/revisions\/16390"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16389"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16389"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16389"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}