{"id":16375,"date":"2025-02-04T19:57:21","date_gmt":"2025-02-04T19:57:21","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=16375"},"modified":"2025-02-04T19:57:21","modified_gmt":"2025-02-04T19:57:21","slug":"04-02-2025","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/02\/04\/04-02-2025\/","title":{"rendered":"04\/02\/2025"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 04 de fevereiro de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 19 - N\u00b0 4.321<\/p>\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div>\n<p><b>GDT - 04\/02\/2025<br \/>\n<\/b><br \/>\n<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/6zXAe2ABF0410\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/6zXAe2ABF0410\"><\/p>\n<p>(Fonte: GDT)<\/p>\n<\/div>\n<hr>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>CNA discu&nbsp;impactos do acordo Mercosul-UE para o setor l\u00e1cteo<\/p>\n<p><\/b>A Confedera\u00e7\u00e3o da Agricultura e Pecu\u00e1ria do Brasil (CNA) participou da reuni\u00e3o da C\u00e2mara Setorial da Cadeia Produtiva do Leite e Derivados, na quarta (29), para discutir temas estrat\u00e9gicos do setor, como os desafios e oportunidades do acordo Mercosul-Uni\u00e3o Europeia.<\/p>\n<p>O presidente da C\u00e2mara, Ronei Volpi, que tamb\u00e9m preside a Comiss\u00e3o Nacional de Pecu\u00e1ria de Leite da CNA, destacou que o acordo representa grandes potencialidades para o agro brasileiro, com a desgrava\u00e7\u00e3o tarif\u00e1ria (retirada gradual da tarifa) de 82% do fluxo comercial agropecu\u00e1rio entre ambos os blocos, em um per\u00edodo de dez anos, com a implementa\u00e7\u00e3o de cotas.O leite em p\u00f3 por exemplo, ter\u00e1 uma cota inicial de 1 mil toneladas a ser comercializada isenta de tarifas de importa\u00e7\u00e3o. Qualquer volume excedente ter\u00e1 incid\u00eancia da Tarifa Externa Comum (TEC) do Mercosul de 28%. No segundo ano, a cota aumenta em mil toneladas, e assim sucessivamente at\u00e9 atingir a cota m\u00e1xima de 10 mil toneladas, em dez anos. As cotas foram estabelecidas para os dois blocos, tanto para importa\u00e7\u00e3o, quanto exporta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Um ponto de aten\u00e7\u00e3o levantado pelo colegiado foi a exig\u00eancia de que as exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos pelo Mercosul sejam provenientes de mat\u00e9ria prima produzida em zonas livres de brucelose e tuberculose.<\/p>\n<p>O assessor t\u00e9cnico da CNA, Guilherme Dias, explicou que nesse primeiro momento, a cadeia l\u00e1ctea brasileira n\u00e3o ser\u00e1 beneficiada pelo acordo, uma vez que o Brasil ainda n\u00e3o possui nenhuma \u00e1rea livre das enfermidades. Entretanto, o setor tem trabalhado para elevar a cobertura vacinal e erradicar essas zoonoses.<\/p>\n<p>Neste contexto, Dias ressaltou que o setor deve propor a altera\u00e7\u00e3o da regra ap\u00f3s o per\u00edodo de tr\u00eas anos da entrada em vig\u00eancia do acordo. A fundamenta\u00e7\u00e3o para essa revis\u00e3o tem como pilar a elimina\u00e7\u00e3o de qualquer possibilidade de contamina\u00e7\u00e3o de brucelose, tuberculose e outras doen\u00e7as, ap\u00f3s o processamento industrial do leite.<\/p>\n<p>Outra pauta do encontro foi a regulamenta\u00e7\u00e3o de produtos plant based , que tem sido trabalhada h\u00e1 mais de dois anos pela CNA e outras entidades setoriais, com o objetivo de estabelecer requisitos m\u00ednimos de rotulagem, identidade e qualidade para produtos an\u00e1logos de base vegetal, evitando assim a utiliza\u00e7\u00e3o de termos l\u00e1cteos em produtos que n\u00e3o sejam produzidos a partir do leite.<\/p>\n<p>\u201cTanto o regulamento do Riispoa, quanto do Codex Alimentarius, estabelecem que leite e\/ou l\u00e1cteos s\u00e3o aqueles produtos que foram produzidos a partir da secre\u00e7\u00e3o mam\u00e1ria de animais mam\u00edferos. A c\u00e2mara setorial defende que os dispositivos legais vigentes sejam respeitados e cumpridos no Brasil\u201d, disse Guilherme.<\/p>\n<p>Para tanto, a CNA tem trabalhado na aprova\u00e7\u00e3o do PL n\u00ba 10.556, de autoria da ent\u00e3o deputada Tereza Cristina, marco legal que veda a utiliza\u00e7\u00e3o dessas terminologias por produtos que n\u00e3o sejam produzidos a partir da mat\u00e9ria prima leite. Atualmente, a mat\u00e9ria est\u00e1 na C\u00e2mara dos Deputados, e a CNA apresentar\u00e1 \u00e0 Subcomiss\u00e3o de Leite da Comiss\u00e3o de Agricultura, Pecu\u00e1ria, Abastecimento e Desenvolvimento Rural a solicita\u00e7\u00e3o para que a mat\u00e9ria tramite em regime de urg\u00eancia. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o CNA via Milkpoint)<\/p>\n<p><b>Cresce urg\u00eancia de se reinventar entre empresas do agroneg\u00f3cio<br \/>\n<\/b><br \/>\nO cen\u00e1rio de mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e transforma\u00e7\u00e3o digital faz crescer a urg\u00eancia das empresas se reinventarem. No agroneg\u00f3cio brasileiro, 44% dos CEOs acreditam que suas empresas n\u00e3o ser\u00e3o vi\u00e1veis economicamente por mais de dez anos se n\u00e3o se reinventarem, de acordo com a 28\u00aa edi\u00e7\u00e3o da Global CEO Survey, pesquisa da PwC que ouviu 4,7 mil l\u00edderes em mais de cem pa\u00edses, incluindo Brasil. Na edi\u00e7\u00e3o do ano passado, esse \u00edndice era de 31%.<\/p>\n<p>\u201cA necessidade de reinven\u00e7\u00e3o \u00e9 urgente e a gente tem visto movimentos relevantes de empresas buscando novos neg\u00f3cios, seja revisitando o modelo de neg\u00f3cios, mudando estrat\u00e9gia, buscando parcerias. Os executivos est\u00e3o sendo pressionados pelas mudan\u00e7as muito r\u00e1pidas globalmente. As tecnologias chegando e desafiando neg\u00f3cios. \u00c9 preciso estar atento para n\u00e3o ser surpreendido pelas mudan\u00e7as do mercado e acabar ficando de fora\u201d, afirmou Mauricio Moraes, s\u00f3cio e l\u00edder do setor de agribusiness da PwC Brasil e CEO do PwC Agtech Innovation.<\/p>\n<p><u>Otimismo com economia<br \/>\n<\/u>Os CEOs do agroneg\u00f3cio demonstram otimismo em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia e ao pr\u00f3prio neg\u00f3cio neste ano. Do total, 66% dos l\u00edderes do setor esperam acelera\u00e7\u00e3o na economia global nos pr\u00f3ximos 12 meses, ante 40% em 2024. O percentual \u00e9 similar \u00e0 m\u00e9dia nacional de 68%, mas acima da m\u00e9dia global, de 58%. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 economia brasileira, 76% dos CEOs do agroneg\u00f3cio est\u00e3o otimistas, ante 69% em 2024. Entre os CEOs do Brasil, 73% est\u00e3o otimistas com a economia nacional este ano. Para Moraes, o indicador est\u00e1 ligado em parte ao desempenho do agroneg\u00f3cio esperado para este ano.<\/p>\n<p>\u201cO ano passado foi bastante desafiador para o agroneg\u00f3cio e a vis\u00e3o \u00e9 que este ano ter\u00e1 uma retomada. Setores como caf\u00e9, cacau e laranja tiveram bons resultados em 2024 e continuam fortes este ano. H\u00e1 boas perspectivas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 prote\u00edna animal e a\u00e7\u00facar, al\u00e9m da safra recorde de gr\u00e3os\u201d, afirmou o executivo. Moraes acrescenta que, em rela\u00e7\u00e3o ao cen\u00e1rio global, h\u00e1 uma expectativa de que a pol\u00edtica tarif\u00e1ria do governo Trump nos Estados Unidos possa indiretamente favorecer as exporta\u00e7\u00f5es brasileiras de gr\u00e3os. Al\u00e9m disso, h\u00e1 expectativa de uma maior resili\u00eancia do setor em rela\u00e7\u00e3o aos problemas geopol\u00edticos internacionais.<\/p>\n<p><u>Fatores de risco<br \/>\n<\/u>Em rela\u00e7\u00e3o aos pr\u00f3ximos tr\u00eas anos, 66% dos CEOs do agroneg\u00f3cio demonstraram confian\u00e7a, acima dos 55% da pesquisa de 2024 e tamb\u00e9m acima da m\u00e9dia nacional de 54%. Embora haja otimismo, tamb\u00e9m h\u00e1 preocupa\u00e7\u00f5es com riscos que podem afetar o agroneg\u00f3cio. Entre os CEOs ouvidos, 56% consideram as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas como maior fator de risco para os seus neg\u00f3cios nos pr\u00f3ximos 12 meses, \u00edndice bem acima da m\u00e9dia nacional, de 21%. Ao mesmo tempo, 47% relataram aumento de receita com investimentos clim\u00e1ticos nos \u00faltimos cinco anos, acima da m\u00e9dia nacional de 30%.<\/p>\n<p>\u201cO setor produtivo do agroneg\u00f3cio \u00e9 uma f\u00e1brica a c\u00e9u aberto. \u00c9 natural que haja uma preocupa\u00e7\u00e3o maior com riscos clim\u00e1ticos, principalmente com os eventos extremos enfrentados no ano passado, como as enchentes no Rio Grande do Sul e a seca prolongada no Centro-Oeste e Sudeste\u201d, afirmou Moraes. A segunda principal amea\u00e7a, na vis\u00e3o dos CEOs do agroneg\u00f3cio, \u00e9 a qualifica\u00e7\u00e3o da m\u00e3o de obra, citada por 38% dos ouvintes. A instabilidade econ\u00f4mica (30%), infla\u00e7\u00e3o (22%), conflitos geopol\u00edticos (22%) e riscos cibern\u00e9ticos (20%) tamb\u00e9m s\u00e3o citados por parcelas menores dos CEOs.<\/p>\n<p>Moraes destacou a baixa preocupa\u00e7\u00e3o com os riscos cibern\u00e9ticos. \u201cS\u00f3 no Brasil, um ter\u00e7o das empresas, de todos os setores, enfrentaram perdas de pelo menos US$ 1 milh\u00e3o nos \u00faltimos tr\u00eas anos com ciberataques e no agroneg\u00f3cio a amea\u00e7a n\u00e3o \u00e9 diferente\u201d, observou.<\/p>\n<p><u>Busca pela reinven\u00e7\u00e3o<br \/>\n<\/u>Diante dos desafios, 44% dos l\u00edderes do agroneg\u00f3cio acreditam que suas empresas n\u00e3o ser\u00e3o vi\u00e1veis economicamente por mais de dez anos se n\u00e3o se reinventarem, ante 31% na pesquisa de 2024. Os dados da pesquisa mostram que a busca pela reinven\u00e7\u00e3o j\u00e1 tem acontecido nos \u00faltimos cinco anos. Entre os entrevistados, 54% afirmaram que buscaram uma nova base de clientes, 48% desenvolveram produtos ou servi\u00e7os inovadores e 44% firmaram parcerias com outras organiza\u00e7\u00f5es. A busca por novas parcerias aumentou 11 pontos percentuais em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 pesquisa anterior. Moraes destacou que essas parcerias envolvem n\u00e3o s\u00f3 fornecedores e prestadores de servi\u00e7os, mas tamb\u00e9m uni\u00e3o com concorrentes na busca de novos neg\u00f3cios que ajudem a dar sustentabilidade ao neg\u00f3cio.<\/p>\n<p>Dos CEOs do agroneg\u00f3cio, 36% investiram em novas estrat\u00e9gias de crescimento e 34% implementaram novos modelos de precifica\u00e7\u00e3o. Moraes tamb\u00e9m ressaltou que 44% dos CEOs do agroneg\u00f3cio afirmaram que suas empresas buscaram diversificar a receita nos \u00faltimos cinco anos. \u201cNesse sentido vimos aumento de investimentos em produ\u00e7\u00e3o de biog\u00e1s e biocombust\u00edveis, que tamb\u00e9m est\u00e3o entrela\u00e7ados com a preocupa\u00e7\u00e3o com as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas\u201d, afirmou o executivo.<\/p>\n<p>Ele acrescentou que 62% dos CEOs do setor (59% no Brasil) afirmaram que sua remunera\u00e7\u00e3o vari\u00e1vel est\u00e1 vinculada a m\u00e9tricas de sustentabilidade. Apenas 26% dos CEOs do setor disseram que investimentos clim\u00e1ticos aumentaram seus custos, enquanto quase metade relata aumento de receita.<\/p>\n<p><u>IA generativa<br \/>\n<\/u>A pesquisa da PwC mostrou um interesse crescente dos CEOs do agroneg\u00f3cio pela intelig\u00eancia artificial (IA) generativa em seus neg\u00f3cios. Do total, 52% dos CEOs afirmam que a IA generativa resultou em ganhos de efici\u00eancia no uso do tempo dos funcion\u00e1rios e 26% identificaram aumento na receita. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 lucratividade, 24% dos CEOs do agro dizem ter registrado ganhos.<\/p>\n<p>Para este ano, 61% dos CEOs esperam que a IA generativa aumente sua lucratividade nos pr\u00f3ximos 12 meses, ante 46% em 2024. \u201cIsso mostra que o setor j\u00e1 est\u00e1 colhendo resultados positivos da IA e come\u00e7a a projetar uma expectativa de resultados melhores\u201d, disse Moraes. O executivo observou que as empresas relataram ganho de produtividade, com aumento da efici\u00eancia nas atividades e melhora na gest\u00e3o de dados para tomadas de decis\u00f5es.<\/p>\n<p>Entre os entrevistados, 86% dos CEOs do setor planejam investir na integra\u00e7\u00e3o da IA com plataformas tecnol\u00f3gicas em 2025, em n\u00edvel bem acima da m\u00e9dia nacional (69%). Em rela\u00e7\u00e3o ao futuro, 86% dos CEOs do setor de agroneg\u00f3cio disseram que investir\u00e3o em integra\u00e7\u00e3o da IA (incluindo a generativa) em plataformas tecnol\u00f3gicas nos pr\u00f3ximos tr\u00eas anos. Do total, 82% afirmaram que investir\u00e3o em IA para melhoria de processos de neg\u00f3cios e fluxos de trabalho e 64% usar\u00e3o a tecnologia para reformular a estrat\u00e9gia de neg\u00f3cios.<\/p>\n<p><u>Longevidade dos CEOs<br \/>\n<\/u>Outro destaque da pesquisa \u00e9 a longevidade dos CEOs do agroneg\u00f3cio no cargo em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 m\u00e9dia de todos os setores no Brasil. Os dados revelam que 42% dos executivos esperam estar \u00e0 frente do neg\u00f3cio por seis anos ou mais, um percentual muito maior do que o verificado nas m\u00e9dias do pa\u00eds (32%) e do mundo (30%). Do total, 40% esperam permanecer na empresa por tr\u00eas a cinco anos. E 16% esperam ficar por at\u00e9 dois anos na companhia. (Globo Rural)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><em>Jogo R\u00e1pido<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Boleto pode ser pago com Pix&nbsp;<br \/>\n<\/b>J\u00e1 est\u00e1 dispon\u00edvel a modalidade de pagamento de boletos por meio de Pix. Entrou em vigor a resolu\u00e7\u00e3o aprovada pelo Banco Central que moderniza o boleto banc\u00e1rio. Agora, os boletos poder\u00e3o conter c\u00f3digo QR espec\u00edfico para o pagamento via Pix. O usu\u00e1rio aponta o celular e conclui a transa\u00e7\u00e3o. A vantagem \u00e9 que a opera\u00e7\u00e3o \u00e9 compensada instantaneamente sem necessidade de esperar v\u00e1rios dias, como ocorre com parte dos boletos atuais. Outra novidade aprovada pela resolu\u00e7\u00e3o ainda depende de instru\u00e7\u00e3o normativa do Banco Central para entrar em vigor. O boleto de cobran\u00e7a din\u00e2mico, ou \u201cboleto din\u00e2mico\u201d, permite a transfer\u00eancia de titularidade de pap\u00e9is quando a d\u00edvida \u00e9 vendida e troca de m\u00e3os. (Correio do Povo)<\/i><\/p>\n<hr>\n<p style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 04 de fevereiro de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 19 - N\u00b0 4.321 GDT - 04\/02\/2025 (Fonte: GDT) CNA discu&nbsp;impactos do acordo Mercosul-UE para o setor l\u00e1cteo A Confedera\u00e7\u00e3o da Agricultura <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/02\/04\/04-02-2025\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"04\/02\/2025\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-16375","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16375","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16375"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16375\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":16376,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16375\/revisions\/16376"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16375"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16375"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16375"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}