{"id":1637,"date":"2017-07-31T17:05:24","date_gmt":"2017-07-31T17:05:24","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/07\/31\/31-07-2017\/"},"modified":"2017-07-31T17:05:24","modified_gmt":"2017-07-31T17:05:24","slug":"31-07-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/07\/31\/31-07-2017\/","title":{"rendered":"31\/07\/2017"},"content":{"rendered":"<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 31 de julho de 2017<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 11- N\u00b0 2.552<\/em><\/strong><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" \/><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><strong>Fonterra eleva pre\u00e7o ao produtor para a pr\u00f3xima esta\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p> O aumento do pre\u00e7o do leite pela Fonterra de NZ$ 6,50 (US$ 4,84) por quilo de s\u00f3lidos do leite - equivalente a NZ$ 0,54 (US$ 0,40) por quilo de leite - para NZ$ 6,75 (US$ 5,02) por quilo de s\u00f3lidos de leite - equivalente a NZ$ 0,56 (US$ 0,41) por quilo de leite - para 2017-18 trar\u00e1 NZ$ 500 milh\u00f5es (US$ 372,39 milh\u00f5es) adicionais para a economia da Nova Zel\u00e2ndia. A DairyNZ disse que a receita adicional ao produtor aumentar\u00e1 os ganhos previstos para o leite para um total de NZ$ 12,5 bilh\u00f5es (US$ 9,3 bilh\u00f5es) para a esta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p> O aumento deve fornecer uma inje\u00e7\u00e3o de cerca de NZ$ 104,5 milh\u00f5es (US$ 77,83 milh\u00f5es) para a regi\u00e3o de Waikato e NZ$ 71,8 milh\u00f5es (US$ 53,47 milh\u00f5es) para North Canterbury. A cooperativa tamb\u00e9m anunciou uma previs\u00e3o de lucros por a\u00e7\u00e3o de 45 centavos a 55 centavos (33,51 a 40,96 centavos de d\u00f3lar), tornando a previs\u00e3o de pagamento dispon\u00edvel total para os produtores na esta\u00e7\u00e3o de 2017-2018 em NZ$ 7,20 a NZ$ 7,30 (US$ 5,36 a US$ 5,43) por quilo de s\u00f3lidos do leite [equivalente a NZ$ 0,60 (US$ 0,44) a NZ$ 0,61 (US$0,45) por quilo de leite], antes das reten\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p> O aumento com rela\u00e7\u00e3o ao NZ$ 6,15 (US$ 4,58) por quilo de s\u00f3lidos do leite [equivalente a NZ$ 0,51 (US$ 0,37) por quilo de leite] esperado para a esta\u00e7\u00e3o anterior foi uma mudan\u00e7a animadora para os produtores, que precisaram de mais de uma esta\u00e7\u00e3o boa para que seus balan\u00e7os entrassem em territ\u00f3rio positivo ap\u00f3s baixos pagamentos em 2014-15 e 2015-16. Chris Lewis, presidente do grupo de produtores de leite da Federated Farmers, disse que essa \u00e9 uma \"not\u00edcia fant\u00e1stica\" e que outros processadores precisar\u00e3o acompanhar esse aumento da Fonterra.<\/p>\n<p> Lewis disse que os processadores que processam produtos de valor agregado e est\u00e3o aproveitando a crescente popularidade das gorduras estariam em uma boa posi\u00e7\u00e3o, enquanto aqueles que produzem somente leite em p\u00f3 integral estariam em uma situa\u00e7\u00e3o mais dif\u00edcil. O aumento na previs\u00e3o de pre\u00e7o ao produtor para a esta\u00e7\u00e3o de 2017-18 foi \u00e9 bem-vindo aos produtores que enfrentam condi\u00e7\u00f5es de muita umidade em todo o pa\u00eds, disse o economista s\u00eanior do DairyNZ, Matthew Newman.<\/p>\n<p> \"Os produtores usar\u00e3o essa renda extra para pagar algumas das d\u00edvidas adicionais que tiveram que assumir ao longo das esta\u00e7\u00f5es de baixos pagamentos. Ent\u00e3o, muitos aproveitar\u00e3o a oportunidade para colocar o dinheiro de volta em suas fazendas, realizando a manuten\u00e7\u00e3o requerida e adicionando a infraestrutura necess\u00e1ria.<\/p>\n<p> O presidente da Fonterra, John Wilson, disse que a previs\u00e3o revisada refletiu o reequil\u00edbrio da oferta e da demanda nos mercados globais de l\u00e1cteos. \"Estamos vendo uma confian\u00e7a crescente nas fazendas em todo o pa\u00eds e, com a demanda global por produtos l\u00e1cteos se fortalecendo, os sinais s\u00e3o de um bom come\u00e7o de esta\u00e7\u00e3o para nossos produtores e suas comunidades rurais, embora seguindo um per\u00edodo desafiador de condi\u00e7\u00f5es muito \u00famidas para alguns dos nossos produtores\".\u00a0<\/p>\n<p> O diretor executivo da Fonterra, Theo Spierings, disse que a empresa est\u00e1 bem posicionada para aproveitar a melhora da demanda por l\u00e1cteos em seus mercados de ingredientes, produtos aos consumidores e food service. \"Nossas previs\u00f5es s\u00e3o prudentes dado que ainda estamos no in\u00edcio da temporada e estamos come\u00e7ando com n\u00edveis muito baixos do estoque; estamos focados em continuar demonstrando um forte desempenho nos neg\u00f3cios, de modo a obter maiores retornos para os nossos produtores\". (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do NZFarmer.co.nz, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\">\u00a0<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><strong>Leite org\u00e2nico ganha espa\u00e7o entre grandes e pequenos produtores<\/strong><\/p>\n<p> O leite tamb\u00e9m pode ser org\u00e2nico. Sua produ\u00e7\u00e3o exige vacas que passeiam livres em pastos sem pesticidas e recebem at\u00e9 rem\u00e9dios florais para acalmar os \u00e2nimos. \u00c9 um novo mercado aqui, que cresce e convence de pequenos produtores a grandes empresas como a Nestl\u00e9. Desde maio deste ano a companhia toca um plano de incentivo para que os seus fornecedores em Araraquara, interior de S\u00e3o Paulo, passem a produzir o leite org\u00e2nico. J\u00e1 s\u00e3o 18 propriedades parceiras da Nestl\u00e9 no in\u00edcio do processo de convers\u00e3o do sistema convencional para o alternativo.<\/p>\n<p> O pasto sem qu\u00edmicos e aditivos n\u00e3o \u00e9 a \u00fanica diferen\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 produ\u00e7\u00e3o leiteira convencional. A instru\u00e7\u00e3o normativa que regulamenta a produ\u00e7\u00e3o sem aditivos ainda prev\u00ea que as vacas tenham a dieta complementada com ra\u00e7\u00e3o org\u00e2nica -pelo menos 85% do total de toda a alimenta\u00e7\u00e3o deve ser especial- e a sa\u00fade, tratada com fitoterapia. O processo de transi\u00e7\u00e3o, que leva at\u00e9 dois anos, imp\u00f5e uma s\u00e9rie de restri\u00e7\u00f5es, al\u00e9m de insumos que podem ser at\u00e9 40% mais caros do que os tradicionais, segundo Andr\u00e9 Novo, chefe de transfer\u00eancia de tecnologia da Embrapa Pecu\u00e1ria Sudeste, que trabalha em parceria com a Nestl\u00e9. \"Por outro lado, a produ\u00e7\u00e3o \u00e9 mais sustent\u00e1vel, remunera melhor o produtor e \u00e9 ben\u00e9fica para o ambiente\", afirma ele.<\/p>\n<p> Os parceiros da Nestl\u00e9 recebem um valor mais alto pelo leite desde o in\u00edcio do processo de transi\u00e7\u00e3o e t\u00eam as despesas com a certifica\u00e7\u00e3o, feita pelo IBD, cobertas. A empresa, que n\u00e3o divulga os valores pagos aos produtores nem o investimento, quer alcan\u00e7ar a marca dos 30 mil litros por dia at\u00e9 2019 -o dobro da produ\u00e7\u00e3o org\u00e2nica atual no Brasil. Hoje, o leite dessas propriedades \u00e9 misturado ao convencional, mas o plano \u00e9 vend\u00ea-lo separadamente no futuro.<br \/> \"Ap\u00f3s consolidar a produ\u00e7\u00e3o do leite sem qu\u00edmicos em Araraquara, queremos levar para outras regi\u00f5es\", diz Rachel Muller, gerente de L\u00e1cteos da Nestl\u00e9 Brasil.<\/p>\n<p> VIABILIDADE<br \/> Produzir leite org\u00e2nico por aqui \u00e9 vi\u00e1vel e vale a pena, de acordo com Jo\u00e3o Paulo Guimar\u00e3es Soares, zootecnista e pesquisador da Embrapa Cerrados. Para isso, o pre\u00e7o pago ao produtor precisa ser 70% maior do que o valor pago pelo leite convencional, segundo ele, que estuda o tema h\u00e1 quase 20 anos. O pre\u00e7o ao consumidor final aumenta tamb\u00e9m, podendo ser at\u00e9 50% maior. \"Mas levantamentos indicam que ele est\u00e1 disposto a pagar mais por produto de melhor qualidade\", afirma. Estudo publicado em 2012 na revista cient\u00edfica brit\u00e2nica \"Journal of the Science of Food and Agriculture\" revelou que \u00edndices de alguns nutrientes, como prote\u00ednas e \u00f4mega 3, s\u00e3o maiores no leite org\u00e2nico.<\/p>\n<p> \"A dieta dos animais baseada no pasto tamb\u00e9m colabora para que o leite tenha mais gordura de boa qualidade\", diz Soares.<\/p>\n<p> O ator Marcos Palmeira, que \u00e9 dono da fazenda org\u00e2nica Vale das Palmeiras, em Teres\u00f3polis (RJ), usa o leite para produ\u00e7\u00e3o de queijos e iogurtes.<\/p>\n<p> \"Estou entregando para o consumidor um produto livre de res\u00edduos e feito com respeito pelo ambiente\", diz.<\/p>\n<p> Conforme o ator, as 40 vacas da propriedade geram hoje cerca de 600 litros de leite por dia. Mas, no come\u00e7o, foi dif\u00edcil conseguir o dom\u00ednio t\u00e9cnico para produzir dentro desse modelo. A solu\u00e7\u00e3o, diz Palmeira, foi entrar em contato com outros criadores de vacas e \"aprender juntos\".<br \/> Treinar produtores para o sistema do leite org\u00e2nico \u00e9 um dos focos do CPRA (Centro Paranaense de Refer\u00eancia em Agroecologia), em Pinhais, no Paran\u00e1.<\/p>\n<p> Ali s\u00e3o mantidas 58 vacas que produzem 300 litros do produto por dia. Como nesse sistema os bezerros se alimentam com o leite materno por um tempo, m\u00e3es e filhotes s\u00e3o tratados com florais para ajudar a passar pelo per\u00edodo desmame. Na vis\u00e3o do veterin\u00e1rio Evandro Richter, do CPRA, essa forma de produ\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 uma inova\u00e7\u00e3o, mas um retorno ao modelo que era utilizado h\u00e1 40 anos.<\/p>\n<p> \"Esse leite, hoje, \u00e9 jogado na vala comum, misturado ao convencional para a venda, mas com o fomento da cadeia a realidade pode mudar\", afirma Richter.<\/p>\n<p> Vai pastar<br \/> Como funciona a produ\u00e7\u00e3o do leite org\u00e2nico<br \/> PRATO FEITO<br \/> A alimenta\u00e7\u00e3o dos animais deve ser baseada no pasto e complementada com pelo menos 85% de produtos org\u00e2nicos<br \/> Saem os aditivos para crescimento, estimulantes de apetite e qualquer alimento transg\u00eanico<\/p>\n<p> PLANO DE SA\u00daDE<br \/> As vacinas determinadas pela lei s\u00e3o mantidas, mas o tratamento de sa\u00fade \u00e9 feito preferencialmente com fitoterapia e homeopatia<br \/> Ficam de fora os antibi\u00f3ticos, horm\u00f4nios e verm\u00edfugos; se h\u00e1 necessidade de tratar a vaca com antibi\u00f3ticos, ela deve ser tirada da produ\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p> CASOS DE FAM\u00cdLIA<br \/> Na produ\u00e7\u00e3o org\u00e2nica, os bezerros mamam na m\u00e3e nas primeiras semanas. O processo de desmame, no CPRA (Centro Paranaense de Refer\u00eancia em Agroecologia), \u00e9 auxiliado por florais, que acalmam m\u00e3es e filhos<br \/> Os florais tamb\u00e9m s\u00e3o dados para as vacas que t\u00eam dificuldade para socializar com os outros animais<\/p>\n<p> SPA RURAL<br \/> Os animais devem permanecer livres no pasto pelo maior tempo poss\u00edvel -o m\u00ednimo estabelecido pela regulamenta\u00e7\u00e3o \u00e9 de seis horas por dia<br \/> Sombra e \u00e1gua precisam estar sempre dispon\u00edveis<br \/> No CPRA, as vacas t\u00eam um momento de relaxamento com a escova\u00e7\u00e3o dos pelos<br \/> Fontes: Lei 10.831\/03, CPRA (Centro Paranaense de Refer\u00eancia em Agroecologia) e Jo\u00e3o Paulo Guimar\u00e3es Soares (Embrapa Cerrados) (Folha de SP)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><strong>Mudan\u00e7as \u00e0 vista na vacina\u00e7\u00e3o contra aftosa<\/strong><\/p>\n<p> O Minist\u00e9rio da Agricultura dever\u00e1 decidir, at\u00e9 a pr\u00f3xima sexta-feira, sobre as mudan\u00e7as na vacina contra a aftosa. O an\u00fancio foi feito na \u00faltima quarta-feira, em reuni\u00e3o do ministro Blairo Maggi com a Frente Parlamentar Agropecu\u00e1ria e representantes do setor. Uma das propostas de altera\u00e7\u00e3o trata da forma de aplica\u00e7\u00e3o da vacina, optando pela via subcut\u00e2nea para reduzir o risco de les\u00f5es. Outra recomenda\u00e7\u00e3o \u00e9 a retirada da saponina, componente que pode estar causando rea\u00e7\u00f5es. Entidades pedem ainda limita\u00e7\u00e3o da faixa et\u00e1ria da vacina\u00e7\u00e3o para animais de at\u00e9 30 meses e fim da obrigatoriedade da vacina para animais que ser\u00e3o abatidos em at\u00e9 180 dias.<\/p>\n<p> Sobre a retirada da saponina, o secret\u00e1rio de Defesa Agropecu\u00e1ria, Luis Eduardo Rangel, afirmou que est\u00e3o sendo tomados cuidados antes de adotar posi\u00e7\u00e3o. O assunto passou a ser discutido ap\u00f3s a suspens\u00e3o pelos Estados Unidos da compra de carne bovina in natura em raz\u00e3o de abcessos na carne, provocados pela vacina. (Zero Hora)\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\">\u00a0<br \/><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div><em>I-UMA<br \/> O Circuito de Gest\u00e3o e Inova\u00e7\u00e3o no Agroneg\u00f3cio, promovido pelo Instituto de Educa\u00e7\u00e3o no Agroneg\u00f3cio (I-UMA) em parceria com lideran\u00e7as empresariais, far\u00e1 a sua quarta etapa em Passo Fundo, amanh\u00e3. Nesta fase, a tem\u00e1tica ser\u00e1 o setor leiteiro. As inscri\u00e7\u00f5es, gratuitas e limitadas, podem ser feitas pelo agrocircuito.com.br. (Zero Hora)<\/em><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 31 de julho de 2017\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 11- N\u00b0 2.552 \u00a0 Fonterra eleva pre\u00e7o ao produtor para a pr\u00f3xima esta\u00e7\u00e3o O aumento do pre\u00e7o do leite pela Fonterra de NZ$ 6,50 (US$ <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/07\/31\/31-07-2017\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"31\/07\/2017\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1637","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1637","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1637"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1637\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1637"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1637"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1637"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}