{"id":16364,"date":"2025-01-31T18:42:03","date_gmt":"2025-01-31T18:42:03","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=16364"},"modified":"2025-01-31T18:44:25","modified_gmt":"2025-01-31T18:44:25","slug":"31-01-2025","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/01\/31\/31-01-2025\/","title":{"rendered":"31\/01\/2025"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 31 de janeiro de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 19 - N\u00b0 4.319<\/p>\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div>\n<p><b>Aumento do ICMS de combust\u00edveis vigora a partir de s\u00e1bado<br \/>\n<\/b><br \/>\nO incremento do ICMS cobrado sobre os combust\u00edveis vai come\u00e7ar a valer a partir deste s\u00e1bado (1) no Rio Grande do Sul e nos outros estados brasileiros. Para cada litro de gasolina e etanol hidratado, o imposto passar\u00e1 de R$ 1,37 para R$ 1,47 (alta de R$ 0,10) e para o \u00f3leo diesel a altera\u00e7\u00e3o ser\u00e1 de R$ 1,06 para R$ 1,12 (eleva\u00e7\u00e3o de R$ 0,06).<\/p>\n<p>Os aumentos foram definidos pelo Conselho Nacional de Pol\u00edtica Fazend\u00e1ria (Confaz) ainda em outubro do ano passado. O colegiado \u00e9 formado pelas Secretarias Estaduais de Fazenda e respons\u00e1vel por definir pol\u00edticas fiscais e harmonizar a cobran\u00e7a do ICMS em todo o Pa\u00eds. O \u00f3rg\u00e3o tamb\u00e9m determinou a redu\u00e7\u00e3o do imposto do quilo de g\u00e1s de cozinha (GLP) de R$ 1,41 para R$ 1,39 (diferen\u00e7a de R$ 0,02), a vigorar neste s\u00e1bado.<\/p>\n<p>O presidente do Sindicato Intermunicipal do Com\u00e9rcio Varejista de Combust\u00edveis e Lubrificantes no Rio Grande do Sul (Sulpetro), Jo\u00e3o Carlos Dal\u2019Aqua, comenta que o tempo de repasse do reajuste do tributo dos combust\u00edveis para as bombas depender\u00e1 de cada posto. Contudo, essa a\u00e7\u00e3o dever\u00e1 ocorrer em passo acelerado.<\/p>\n<p>A mais recente pesquisa de levantamentos de pre\u00e7os da Ag\u00eancia Nacional do Petr\u00f3leo, G\u00e1s Natural e Biocombust\u00edveis (ANP) aponta que o custo m\u00e9dio do litro da gasolina comum em postos da capital ga\u00facha, antes da mudan\u00e7a do imposto, \u00e9 de R$ 5,91 e da gasolina aditivada de R$ 6,12. No geral do Rio Grande do Sul esses valores s\u00e3o, respectivamente, de R$ 6,03 e R$ 6,22. J\u00e1 o \u00f3leo diesel vendido em Porto Alegre custa em m\u00e9dia R$ 5,99 e o etanol hidratado R$ 4,76. No Estado, por sua vez, o litro m\u00e9dio do diesel vale R$ 6,08 e do \u00e1lcool R$ 4,71.<\/p>\n<p>Dal\u2019Aqua frisa que o incremento do imposto vem em um momento (entre janeiro e fevereiro) que tradicionalmente as vendas dos revendedores est\u00e3o mais baixas, com exce\u00e7\u00e3o dos estabelecimentos localizados no Litoral. Al\u00e9m do ICMS, ele informa que, h\u00e1 pouco tempo, j\u00e1 houve varia\u00e7\u00e3o do custo da gasolina, entre R$ 0,03 a R$ 0,04, devido ao encarecimento do etanol anidro (misturado com o combust\u00edvel) por parte das distribuidoras.<\/p>\n<p>O presidente do Sulpetro recorda que desde 2022 o ICMS sobre os combust\u00edveis passou a ser um valor fixo que abrange todos os estados. \u201cEnt\u00e3o, todo o Brasil pratica o mesmo custo do imposto\u201d, refor\u00e7a. Dal\u2019Aqua considera que essa nova forma de tratar o tributo trouxe mais previsibilidade para o setor, porque antigamente os estados tinham uma esp\u00e9cie de pre\u00e7o presumido do combust\u00edvel sobre o qual incidia determinada al\u00edquota percentual, que podia variar entre as regi\u00f5es do Pa\u00eds.<\/p>\n<p>Sobre a possibilidade que mais um aumento seja praticado em breve, devido a um eventual reajuste a ser feito pela Petrobras, Dal\u2019Aqua n\u00e3o descarta que press\u00f5es pol\u00edticas acabem retardando esse reajuste. \u201cPorque a gente sabe o efeito que o combust\u00edvel tem na infla\u00e7\u00e3o\u201d, ressalta o dirigente.<\/p>\n<p>Nesta quinta-feira (30), o presidente Luiz In\u00e1cio Lula da Silva afirmou que cabe \u00e0 Petrobras decidir se eleva ou n\u00e3o o pre\u00e7o dos combust\u00edveis no Pa\u00eds. A companhia est\u00e1 analisando um poss\u00edvel reajuste no valor do litro do \u00f3leo diesel, que acumula defasagem de pre\u00e7o por causa do d\u00f3lar ao longo dos \u00faltimos meses.<br \/>\nNo \u00e2mbito estadual, sobre o assunto combust\u00edveis, o governo ga\u00facho divulgou uma nota indicando que, entre 2022 e 2024, o Rio Grande do Sul manteve o pre\u00e7o m\u00e9dio anual da gasolina abaixo dos vizinhos Santa Catarina e Paran\u00e1. De acordo com o governo, citando dados da ANP, em 2022 a gasolina no Rio Grande do Sul registrou um pre\u00e7o m\u00e9dio de R$ 5,90, enquanto os outros dois estados sulistas mantiveram valores superiores a R$ 6,00. Na m\u00e9dia nacional, o valor da gasolina no Rio Grande do Sul foi de R$ 0,21 por litro mais barato naquele ano.<\/p>\n<p>O desempenho mais expressivo ocorreu em 2023, quando o pre\u00e7o m\u00e9dio anual caiu para R$ 5,43, enquanto no Paran\u00e1 ficou em R$ 5,64 e R$ 5,60 em Santa Catarina. Em 2024, o Rio Grande do Sul registrou um valor m\u00e9dio anual de R$ 5,90, permanecendo abaixo de Santa Catarina (R$ 6,03) e do Paran\u00e1 (R$ 6,08). No mesmo per\u00edodo, a m\u00e9dia nacional foi de R$ 5,93.&nbsp;<\/p>\n<p>As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Jornal do Com\u00e9rcio.<\/p>\n<\/div>\n<hr>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Alivio tempor\u00e1rio no estresse h\u00eddrico<\/strong><\/p>\n<p>As chuvas da \u00faltima semana (23 e 24\/01), mais uniformes e de maior volume, aliviaram temporariamente o estresse h\u00eddrico nas lavouras de soja. De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (30\/01) pela Emater\/RS-Ascar, as precipita\u00e7\u00f5es possibilitaram a retomada do plantio em \u00e1reas de resteva de milho sem irriga\u00e7\u00e3o e o replantio em locais com falhas significativas de estande, mas sem alterar a propor\u00e7\u00e3o semeada, que permaneceu em 99% no Estado, sendo que 29% da cultura est\u00e1 em enchimento de gr\u00e3os, 41% em flora\u00e7\u00e3o e 30% em germina\u00e7\u00e3o e desenvolvimento vegetativo.<\/p>\n<p>Embora as precipita\u00e7\u00f5es tenham sido insuficientes para encerrar a estiagem, elas restabeleceram temporariamente a umidade do solo, promovendo a recupera\u00e7\u00e3o da turgesc\u00eancia das plantas, a abscis\u00e3o de folhas senescentes e a emiss\u00e3o de novos brotos. Contudo, a continuidade do desenvolvimento da cultura depende de chuvas em volumes que garantam a manuten\u00e7\u00e3o da umidade adequada no solo.<\/p>\n<p>Apesar da melhora do cen\u00e1rio, as lavouras semeadas no final de outubro, assim como as cultivares de ciclo precoce, que se encontram nas fases de forma\u00e7\u00e3o de vagens e enchimento de gr\u00e3os, apresentam perdas consolidadas no potencial produtivo. A redu\u00e7\u00e3o do porte das plantas, a diminui\u00e7\u00e3o do n\u00famero de ramos laterais e a insufici\u00eancia de reservas h\u00eddricas comprometem o rendimento, especialmente nas \u00e1reas do Centro-Oeste do Estado.<\/p>\n<p>Nas regi\u00f5es mais a Leste, como o Planalto e Campos de Cima da Serra, o estresse h\u00eddrico foi atenuado e as condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas ficaram mais favor\u00e1veis ao desenvolvimento da cultura, mantendo o potencial produtivo das lavouras pr\u00f3ximo ao projetado.<\/p>\n<p>Em termos de manejo, a eleva\u00e7\u00e3o da umidade do ar e solo permitiu a intensifica\u00e7\u00e3o de pulveriza\u00e7\u00f5es de herbicidas em lavouras tardias e o refor\u00e7o no controle fitossanit\u00e1rio preventivo, especialmente contra a ferrugem-asi\u00e1tica e, em determinadas regi\u00f5es, contra alguns insetos-praga.<\/p>\n<p>MILHO: As recentes precipita\u00e7\u00f5es, em volumes mais elevados, tamb\u00e9m atingiram a Regi\u00e3o Oeste do Estado, onde o d\u00e9ficit h\u00eddrico estava comprometendo o potencial produtivo. A reposi\u00e7\u00e3o de umidade favoreceu as lavouras de milho, especialmente aquelas em desenvolvimento vegetativo e em in\u00edcio do per\u00edodo reprodutivo. Houve a retomada do plantio de milho safrinha, e as lavouras semeadas tardiamente, em resteva de tabaco e feij\u00e3o, est\u00e3o em desenvolvimento vegetativo; algumas j\u00e1 entrando em flora\u00e7\u00e3o. As condi\u00e7\u00f5es atuais de umidade do solo est\u00e3o adequadas. Por\u00e9m, novas precipita\u00e7\u00f5es e temperaturas amenas ser\u00e3o essenciais, nos pr\u00f3ximos dias, para garantir pendoamento e poliniza\u00e7\u00e3o adequados, al\u00e9m de evitar impactos negativos no enchimento de gr\u00e3os. As chuvas n\u00e3o afetaram o ritmo da colheita, que alcan\u00e7ou 38% da \u00e1rea projetada. Os resultados observados s\u00e3o satisfat\u00f3rios, e muitas lavouras superam o potencial produtivo estimado inicialmente. As perdas causadas pela estiagem em janeiro est\u00e3o concentradas nas lavouras em enchimento de gr\u00e3os (19%), mas n\u00e3o t\u00eam abrang\u00eancia uniforme. Outros 9% da cultura est\u00e3o em flora\u00e7\u00e3o e 10% em germina\u00e7\u00e3o e desenvolvimento vegetativo. Na Regi\u00e3o Leste do Estado, as precipita\u00e7\u00f5es foram mais regulares, e as lavouras nesse est\u00e1gio fenol\u00f3gico foram mais beneficiadas.<\/p>\n<p>PASTAGENS: As pastagens anuais de ver\u00e3o recuperaram o seu desenvolvimento em decorr\u00eancia da volta das chuvas e da maior umidade no solo, que tamb\u00e9m colaboraram para o aumento de oferta e melhor rebrote. Muitos produtores aplicaram aduba\u00e7\u00f5es em cobertura para estimular as gram\u00edneas. Os campos nativos apresentaram bom desenvolvimento, fornecendo pastagem de qualidade.<\/p>\n<p>BOVINOCULTURA DE LEITE: As chuvas recentes contribu\u00edram para a recupera\u00e7\u00e3o dos n\u00edveis de fontes e a\u00e7udes e para a redu\u00e7\u00e3o das temperaturas, mas ainda s\u00e3o exigidas estrat\u00e9gias para minimizar o estresse t\u00e9rmico nos rebanhos. Foi realizado controle eficaz de moscas e carrapatos. O estado corporal dos animais permaneceu satisfat\u00f3rio devido \u00e0 nutri\u00e7\u00e3o adequada.<\/p>\n<p>As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Assessoria de Imprensa da Emater\/RS-Ascar<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Emater\/RS: Informativo Conjuntural 1852 de 30 de janeiro de 2025<\/strong><\/p>\n<p>BOVINOCULTURA DE LEITE<\/p>\n<p>As chuvas recentes contribu\u00edram para a recupera\u00e7\u00e3o dos n\u00edveis de fontes e a\u00e7udes e para a redu\u00e7\u00e3o das temperaturas, mas ainda s\u00e3o exigidas estrat\u00e9gias para minimizar o estresse t\u00e9rmico nos rebanhos. Foi realizado controle eficaz de moscas e carrapatos. O estado corporal dos animais permaneceu satisfat\u00f3rio devido \u00e0 nutri\u00e7\u00e3o adequada.<\/p>\n<p>Na regi\u00e3o administrativa da Emater\/RS-Ascar de Bag\u00e9, as altas temperaturas continuam interferindo no manejo, em especial nas propriedades com defici\u00eancia de sombra para o rebanho. Os a\u00e7udes apresentam n\u00edveis reduzidos, causando preocupa\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sanidade das matrizes, \u00e0 qualidade do leite e \u00e0 capacidade de atender \u00e0 alta demanda h\u00eddrica dos animais diante do calor intenso.<\/p>\n<p>Na de Caxias do Sul, nos sistemas confinados, foi utilizada ventila\u00e7\u00e3o e nebuliza\u00e7\u00e3o. Nas \u00e1reas com animais em pastagens, houve ajuste dos hor\u00e1rios de ordenha para aproveitar os per\u00edodos mais frescos do dia.<\/p>\n<p>Na de Erechim, a sa\u00fade dos rebanhos permanece est\u00e1vel. Os pre\u00e7os do leite ao produtor ca\u00edram devido ao aumento da oferta nacional e \u00e0 redu\u00e7\u00e3o no consumo.<\/p>\n<p>Na de Frederico Westphalen, o pre\u00e7o do leite permaneceu est\u00e1vel na \u00faltima semana, variando conforme a escala de produ\u00e7\u00e3o e qualidade.<\/p>\n<p>Na de Iju\u00ed, diminuiu a produ\u00e7\u00e3o de leite em raz\u00e3o do estresse cal\u00f3rico dos animais e da menor oferta de forragem nos sistemas a pasto. J\u00e1 nos sistemas confinados, a produ\u00e7\u00e3o se mant\u00e9m, mas aumentam os custos com aera\u00e7\u00e3o e aspers\u00e3o para controle t\u00e9rmico.<\/p>\n<p>Na de Passo Fundo, o calor intenso favoreceu a prolifera\u00e7\u00e3o de mosca-dos-chifres, berne e carrapato, al\u00e9m de casos isolados de tristeza parasit\u00e1ria bovina (TPB), impactando o bem-estar do rebanho. A produ\u00e7\u00e3o sofreu leve redu\u00e7\u00e3o em fun\u00e7\u00e3o do estresse t\u00e9rmico.<\/p>\n<p>Na de Pelotas, a produ\u00e7\u00e3o leiteira se manteve est\u00e1vel, mas houve suplementa\u00e7\u00e3o e ajustes nos manejos devido ao calor, que tamb\u00e9m afetou o conforto dos animais.<\/p>\n<p>Na de Porto Alegre, apesar dos esfor\u00e7os para manter o estado corporal dos animais, a produ\u00e7\u00e3o j\u00e1 apresenta queda.<\/p>\n<p>Na de Santa Maria, o controle de ectoparasitas tem sido realizado de forma estrat\u00e9gica, especialmente em rela\u00e7\u00e3o ao manejo integrado de pastagens e de animais, reduzindo gradualmente a necessidade de tratamentos anuais.<\/p>\n<p>Na de Santa Rosa, o retorno das chuvas e a melhora da umidade do solo pode colaborar para a recupera\u00e7\u00e3o das pastagens e para a produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Na de Soledade, as chuvas melhor distribu\u00eddas favoreceram o rebrote das pastagens anuais e perenes de ver\u00e3o no Alto da Serra do Botucara\u00ed e parte do Centro Serra, aumentando a oferta de volumoso e recuperando os campos nativos.<\/p>\n<p>As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Emater\/RS-Ascar, editadas pelo Sindilat\/RS<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><em>Jogo R\u00e1pido<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Chuvas em pontos isolados do RS devem ocorrer nos pr\u00f3ximos dias<br \/>\n<\/b>A previs\u00e3o para os pr\u00f3ximos dias indica mudan\u00e7as no tempo sobre o Rio Grande do Sul, com a possibilidade de chuva em pontos isolados do estado. \u00c9 o que aponta o Boletim Integrado Agrometeorol\u00f3gico 5\/2025, da Secretaria da Agricultura, Pecu\u00e1ria, Produ\u00e7\u00e3o Sustent\u00e1vel e Irriga\u00e7\u00e3o (Seapi), em parceria com a Emater\/RS-Ascar e o Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga).S\u00e1bado (1\u00ba\/2) e domingo (2\/2): a mesma configura\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica dos dias anteriores manter\u00e1 condi\u00e7\u00f5es para a ocorr\u00eancia de precipita\u00e7\u00e3o com intensidade variando de fraca a moderada em parte da Regi\u00e3o dos Campos de Cima da Serra. No entanto, haver\u00e1 uma mudan\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s temperaturas. Dessa forma, espera-se uma eleva\u00e7\u00e3o gradativa a partir da tarde de s\u00e1bado, o que poder\u00e1 diminuir a nebulosidade e tornar o tempo mais seco. Segunda (3\/2) e ter\u00e7a-feira (4\/2): haver\u00e1 condi\u00e7\u00f5es para a ocorr\u00eancia de precipita\u00e7\u00e3o com intensidade variando de fraca a moderada sobre as regi\u00f5es Norte e Campos de Cima da Serra, em fun\u00e7\u00e3o da umidade transportada pelo anticiclone que estar\u00e1 situado no oceano. Paralelamente, uma \u00e1rea de baixa press\u00e3o se formar\u00e1 entre o interior da Argentina e o Rio da Prata e intensificar\u00e1 um cavado pr\u00e9-frontal que vai canalizar umidade da Amaz\u00f4nia em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 \u00e1rea em quest\u00e3o. Por outro lado, sobre o estado o tempo ser\u00e1 pouco inst\u00e1vel, permanecendo seco e com temperaturas em eleva\u00e7\u00e3o nos respectivos dias. Quarta-feira (5\/2): uma frente fria se formar\u00e1 no Uruguai e, posteriormente, se deslocar\u00e1 sobre o Rio Grande do Sul, provocando chuvas com intensidade variando de fraca a moderada, principalmente nas regi\u00f5es Sul, Campanha e Campos de Cima da Serra. Nas demais regi\u00f5es, a tend\u00eancia \u00e9 que as chuvas ocorram com intensidade fraca. O progn\u00f3stico para a pr\u00f3xima semana aponta para a possibilidade de chuvas em volumes moderados, principalmente nas regi\u00f5es Norte, Campos de Cima da Serra e Serra Ga\u00facha, onde esperam-se volumes entre 10 e 50mm, e ao longo da faixa litor\u00e2nea entre Mostardas e a Regi\u00e3o Metropolitana, onde os volumes esperados alcan\u00e7ar\u00e3o 100mm. Na regi\u00e3o Sul, os volumes previstos estar\u00e3o compreendidos entre 10 e 20mm. Nas regi\u00f5es Central, Metropolitana, Regi\u00e3o dos Vales, Noroeste, Planalto e parte da Fronteira Oeste, s\u00e3o esperados volumes entre 1 e 5mm. Em partes da Regi\u00e3o da Fronteira Oeste e Miss\u00f5es, n\u00e3o h\u00e1 previs\u00e3o de precipita\u00e7\u00e3o. O boletim tamb\u00e9m aborda a situa\u00e7\u00e3o de diversas culturas e cria\u00e7\u00f5es de animais pelo Estado. Acompanhe todas as publica\u00e7\u00f5es agrometeorol\u00f3gicas da Secretaria em&nbsp; www.agricultura.rs.gov.br\/agrometeorologia. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Seapi)<\/i><\/p>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 31 de janeiro de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 19 - N\u00b0 4.319 Aumento do ICMS de combust\u00edveis vigora a partir de s\u00e1bado O incremento do ICMS cobrado sobre <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/01\/31\/31-01-2025\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"31\/01\/2025\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-16364","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16364","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16364"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16364\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":16369,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16364\/revisions\/16369"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16364"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16364"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16364"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}