{"id":1636,"date":"2017-07-28T17:08:11","date_gmt":"2017-07-28T17:08:11","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/07\/28\/28-07-2017\/"},"modified":"2017-07-28T17:08:11","modified_gmt":"2017-07-28T17:08:11","slug":"28-07-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/07\/28\/28-07-2017\/","title":{"rendered":"28\/07\/2017"},"content":{"rendered":"<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 28 de julho de 2017<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 11- N\u00b0 2.551<\/em><\/strong><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" \/><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><strong>Uruguai: pre\u00e7o do leite continua em queda; 163 fazendas deixaram a atividade em 2016<\/strong><\/p>\n<p> O pre\u00e7o do leite recebido pelos produtores de leite uruguaios ainda est\u00e1 entre os mais baixos da regi\u00e3o. Segundo os \u00faltimos dados apresentados pelo Instituto Nacional do Leite (INALE), os produtores receberam US$ 0,36 por litro e \"o que foi relatado pelas ind\u00fastrias \u00e9 que n\u00e3o t\u00eam espa\u00e7o para aument\u00e1-los\", porque os pre\u00e7os internacionais \"est\u00e3o pressionados\", disse o presidente do INALE, Ricardo De Izaguirre.<\/p>\n<p> Ele disse que \"n\u00e3o h\u00e1 muitas perspectivas de que o pre\u00e7o suba. Hoje, estamos esperando que estes pre\u00e7os n\u00e3o caiam.\" Os pre\u00e7os baixos e o endividamento do setor - de cerca de US$ 400 milh\u00f5es -, tanto com os bancos e com os fornecedores, est\u00e3o deixando fazendas leiteiras pelo caminho.<\/p>\n<p> No ano passado, segundo dados do Servi\u00e7o de Estat\u00edsticas Agropecu\u00e1rias (DIEA) do Minist\u00e9rio da Pecu\u00e1ria, Agricultura e Pesca (MGAP) do Uruguai, havia 163 fazendas leiteiras a menos enviando leite \u00e0 ind\u00fastria com rela\u00e7\u00e3o a 2015. O volume m\u00e9dio por fazenda - tamb\u00e9m considerado um indicador do tamanho produtivo - descontinuou o aumento prolongado e caiu para 1.832 litros por dia, de acordo com a pesquisa oficial do DIEA.<\/p>\n<p> A produ\u00e7\u00e3o comercial foi estimada em 2,026 bilh\u00f5es de litros, cerca de 115 milh\u00f5es de litros abaixo de 2015. O envio \u00e0s ind\u00fastrias de processamento permanece sendo o principal destino: 1,816 bilh\u00e3o de litros (87% da produ\u00e7\u00e3o total). O processamento nas fazendas e as vendas diretas acumularam 133 milh\u00f5es de litros; enquanto que os restantes - 79 milh\u00f5es de litros - s\u00e3o utilizados para consumo nas pr\u00f3prias fazendas leiteiras.<\/p>\n<p> Por sua vez, o volume total de l\u00e1cteos exportados, convertidos em litros equivalentes durante 2016, totalizou 1,649 milh\u00f5es, um aumento de 179 milh\u00f5es com rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do El Pa\u00eds Digital, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/p>\n<p style=\"margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><strong>Ciclo da crise mundial do leite chega ao fim<\/strong><\/p>\n<p> Crise do setor l\u00e1cteo - A \u00faltima grande crise do setor l\u00e1cteo no \u00e2mbito mundial, entre 2015 e 2016, chegou agora ao seu final. Esse foi o principal destaque da 18\u00ba Confer\u00eancia Anual da IFCN (sigla em ingl\u00eas para Rede Internacional para a Compara\u00e7\u00e3o de Sistemas de Produ\u00e7\u00e3o de Leite), realizada em junho de 2017 na Alemanha, tendo a Embrapa como representante brasileira. Nesse \u00faltimo m\u00eas de junho, o pre\u00e7o mundial para o leite recuperou seu patamar hist\u00f3rico dos \u00faltimos dez anos.\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\">Como compara\u00e7\u00e3o, em maio de 2016, o pre\u00e7o representava apenas 58% desse valor. Em decorr\u00eancia da citada crise, a produ\u00e7\u00e3o mundial cresceu apenas 1,1% em 2016, menor crescimento desde 1998, enquanto que o n\u00famero de produtores de leite, que apresentou crescimento constante nas \u00faltimas d\u00e9cadas, no bi\u00eanio 2015\/2016 reduziu-se pela primeira vez. No Brasil, a produ\u00e7\u00e3o total cresceu 3,6% ao ano entre 2006 e 2015, enquanto que em 2016, estima-se retra\u00e7\u00e3o entre 3% e 4%. No per\u00edodo, os custos de produ\u00e7\u00e3o se mantiveram dentro da m\u00e9dia mundial. No entanto, os produtores nacionais receberam pre\u00e7os melhores do que o pre\u00e7o m\u00e9dio de refer\u00eancia mundial. Nesse cen\u00e1rio, a sinaliza\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os no final deste primeiro semestre indica condi\u00e7\u00f5es mais promissoras para recupera\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o em 2017. (CILeite)<\/p>\n<p> <strong>Fonterra projeta aumento de leite para a pr\u00f3xima temporada<\/strong><\/p>\n<p> Pre\u00e7os\/NZ - A cooperativa Fonterra alterou a previs\u00e3o do pre\u00e7o do leite ao produtor para a atual temporada para NZ$ 6,75\/kgMS, [R$ 1,18\/litro]. A previs\u00e3o inicial era de NZ$6,50\/kgMS, [R$ 1,17\/litro]. No momento do an\u00fancio, os economistas j\u00e1 previam essa altera\u00e7\u00e3o diante da estabilidade nos pre\u00e7os globais dos produtos l\u00e1cteos.<\/p>\n<p> Para a temporada encerrada em 31 de maio de 2017, o pre\u00e7o do leite foi de NZ$ 6.15\/kgMS, [R$1,11\/litro], uma grande melhoria em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 temporada anterior que foi de NZ$ 3,90\/kgMS, [R$ 0,70\/litro], quando os pre\u00e7os mundiais dos produtos l\u00e1cteos estavam em n\u00edveis m\u00ednimos. Os agricultores ficar\u00e3o bem mais confort\u00e1veis diante dessa atualiza\u00e7\u00e3o da Fonterra. No entanto, durante o an\u00fancio dos pre\u00e7os os diretores previram manuten\u00e7\u00e3o dos dividendos. Eles devem ficar na faixa de NZ$ 0,45 a NZ$ 0,55, a mesma da temporada passada. Para o exerc\u00edcio financeiro 2016\/2017 a Fonterra projeta dividendos de NZ$ 0,40, o mesmo previsto para a temporada 2017\/2018, iniciada agora. O que proporcionar\u00e1 um retorno total de NZ$ 7,15. Mas ainda \u00e9 cedo para avaliar.<br \/> \u00a0<br \/> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2335\" style=\"width: 600px; height: 300px;\" \/><\/p>\n<p> O presidente, John Wilson, disse que o pre\u00e7o reflete o cont\u00ednuo \"equil\u00edbrio da oferta e da demanda dos mercados globais de produtos l\u00e1cteos. Os agricultores est\u00e3o mais confiantes diante do fortalecimento de demanda global dos produtos l\u00e1cteos, o que significa um bom come\u00e7o de temporada, embora, estejam enfrentando um per\u00edodo bastante desafiador, com muita umidade em muitas regi\u00f5es\".<\/p>\n<p> O aumento do pre\u00e7o do leite ao produtor \u00e9 uma boa not\u00edcia para os agricultores, que poder\u00e3o investir em sua atividade, melhorando a temporada 2016\/2017, \"mas, \u00e9 preciso cautela, mesmo porque estamos no in\u00edcio da temporada\", disse Wilson. O diretor executivo, Theo Spierings disse que a Fonterra ficou bem posicionada para aproveitar a melhoria na demanda por ingredientes l\u00e1cteos, para o mercado consumidor e segmento de foodservice. \"Aumentou o n\u00famero de consumidores que preferem produtos l\u00e1cteos como fonte di\u00e1ria de nutri\u00e7\u00e3o em nossos mercados globais, e isso est\u00e1 se transformando em uma forte demanda, particularmente em produtos de consumo e foodservice.\" Spierings tamb\u00e9m lembrou que a Fonterra est\u00e1 sendo prudente em suas previs\u00f5es, j\u00e1 que est\u00e3o em in\u00edcio de temporada e a cooperativa est\u00e1 com os estoques em n\u00edveis baixos. \"estamos focando em continuar a demonstrar um forte desempenho nos neg\u00f3cios, de modo a proporcionar maiores retornos para os nossos agricultores\". (interest.co.nz - Tradu\u00e7\u00e3o Livre: Terra Viva)<\/p>\n<p> <strong>Mapa implementa programa de avalia\u00e7\u00e3o da qualidade dos servi\u00e7os veterin\u00e1rios oficiais<\/strong><\/p>\n<p> O Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa) implementou oficialmente nesta ter\u00e7a-feira (25) o Programa de Avalia\u00e7\u00e3o da Qualidade e Aperfei\u00e7oamento dos Servi\u00e7os Veterin\u00e1rios Oficiais das inst\u00e2ncias Sistema de Aten\u00e7\u00e3o \u00e0 Sanidade Agropecu\u00e1ria (Suasa), o Quali-SV, por meio da Instru\u00e7\u00e3o Normativa 27, publicada no Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o.\u00a0<\/p>\n<p> O Quali-SV ser\u00e1 apresentado pelo Mapa durante reuni\u00e3o do F\u00f3rum Nacional dos Executores de Sanidade Agropecu\u00e1ria (Fonesa) nesta quinta-feira (27), em Rio Branco (Acre). O programa refor\u00e7ar\u00e1 os controles sobre a sa\u00fade dos rebanhos, o que tem reflexos positivos na seguran\u00e7a alimentar.\u00a0<\/p>\n<p> Segundo o respons\u00e1vel pela Coordena\u00e7\u00e3o de Avalia\u00e7\u00e3o e Aperfei\u00e7oamento dos Servi\u00e7os Veterin\u00e1rios (Casv) do Mapa, Jos\u00e9 Ricardo L\u00f4bo, o programa dever\u00e1 ser transparente e alinhado aos exigentes padr\u00f5es internacionais, para promover melhorias cont\u00ednuas e necess\u00e1rias ao desempenho do Servi\u00e7o Veterin\u00e1rio Oficial (SVO).<\/p>\n<p> Os servi\u00e7os veterin\u00e1rios estaduais e do Distrito Federal ser\u00e3o monitorados n\u00e3o apenas por dados t\u00e9cnicos (indicadores), mas tamb\u00e9m ser\u00e3o submetidos a avalia\u00e7\u00f5es presenciais por meio de auditorias e supervis\u00f5es. O m\u00e9todo, desenvolvido pela Casv, permitir\u00e1 ter uma vis\u00e3o mais objetiva, atualizada e global dos servi\u00e7os veterin\u00e1rios.<\/p>\n<p> O servi\u00e7o veterin\u00e1rio dos estados e do DF passar\u00e3o por auditoria dos auditores fiscais federais agropecu\u00e1rios do Mapa a cada tr\u00eas anos. Para as auditorias foi desenvolvida uma ferramenta de avalia\u00e7\u00e3o da qualidade do SVO, adaptando metodologia da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade Animal (OIE) usada pelos servi\u00e7os veterin\u00e1rios dos pa\u00edses-membros, conhecida como PVS\/OIE Tool (Performance of Veterinary Services).<\/p>\n<p> Cronograma<br \/> O Mapa j\u00e1 tem cronograma de auditorias at\u00e9 2019. Neste ano, elas devem ser realizadas em 10 estados. A previs\u00e3o para 2018 \u00e9 de nove auditorias e de oito (em sete estados e no DF) para 2019.<\/p>\n<p> As avalia\u00e7\u00f5es envolvem recursos humanos, f\u00edsicos e financeiros, al\u00e9m da capacidade t\u00e9cnica e operacional do SVO. Os relat\u00f3rios das auditorias ser\u00e3o divulgados pelo Mapa. Os \u00f3rg\u00e3os auditados dever\u00e3o implementar medidas corretivas espec\u00edficas para os achados e recomenda\u00e7\u00f5es, visando a melhoria dos servi\u00e7os.<\/p>\n<p> O Servi\u00e7o Veterin\u00e1rio Oficial (SVO) \u00e9 composto pelo Mapa e por \u00f3rg\u00e3os estaduais de sanidade agropecu\u00e1ria, al\u00e9m de veterin\u00e1rios credenciados. O SVO tem como miss\u00e3o garantir prote\u00e7\u00e3o e seguran\u00e7a aos consumidores dos produtos de origem animal e o acesso desses produtos aos mercados interno e externo, por meio da preven\u00e7\u00e3o, controle e erradica\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as dos animais, al\u00e9m do controle do uso de insumos e atividades que possam afetar a sa\u00fade e o bem-estar animal. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Mapa)<\/p>\n<p style=\"margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div><em>Leite: o impacto da alta dos combust\u00edveis no setor<br \/> A alta do PIS\/Cofins sobre os combust\u00edveis vai dificultar ainda mais a vida dos produtores de leite. Quem comenta esse impacto \u00e9 o presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira dos Produtores de Leite (Abraleite), Geraldo Borges. <a href=\"http:\/\/Leite o impacto da alta dos combust\u00edveis no setor A alta do PIS\">Assista o V\u00eddeo<\/a> (Canal Rural)<\/em><\/div>\n<div>\n<p style=\"margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/em><\/p>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 28 de julho de 2017\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 11- N\u00b0 2.551 \u00a0 Uruguai: pre\u00e7o do leite continua em queda; 163 fazendas deixaram a atividade em 2016 O pre\u00e7o do leite recebido pelos produtores <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/07\/28\/28-07-2017\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"28\/07\/2017\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1636","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1636","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1636"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1636\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1636"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1636"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1636"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}