{"id":16247,"date":"2025-01-16T19:39:07","date_gmt":"2025-01-16T19:39:07","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=16247"},"modified":"2025-01-16T19:40:13","modified_gmt":"2025-01-16T19:40:13","slug":"16-01-2024-3","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/01\/16\/16-01-2024-3\/","title":{"rendered":"16\/01\/2024"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 16 de janeiro de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 19 - N\u00b0 4.305<\/p>\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><b>Governo central tem d\u00e9ficit prim\u00e1rio de R$ 4,5 bilh\u00f5es em novembro, diz Tesouro<br \/>\n<\/b><br \/>\nO governo central registrou d\u00e9ficit prim\u00e1rio de R$ 4,515 bilh\u00f5es em novembro do ano passado, ante um saldo negativo de R$ 38,071 bilh\u00f5es no mesmo m\u00eas de 2023, segundo dados do Tesouro Nacional nesta quarta-feira (15).O resultado, que compreende as contas de Tesouro, Banco Central e Previd\u00eancia Social, foi melhor que o esperado pelo mercado, conforme pesquisa da Reuters que apontava para um d\u00e9ficit de R$ 6,6 bilh\u00f5es no m\u00eas.O desempenho do m\u00eas foi decorrente de um aumento real de 16,5% na receita l\u00edquida \u2014 que exclui transfer\u00eancias para governos regionais \u2014 e uma queda real de 6,3% das despesas totais em compara\u00e7\u00e3o com novembro de 2023.<\/p>\n<p>A alta das receitas \u00e9 resultado, principalmente, de um aumento real de 14% das receitas administradas pela Receita Federal, que englobam a coleta de impostos de compet\u00eancia da Uni\u00e3o.J\u00e1 as receitas n\u00e3o administradas pela Receita subiram 39,5%, puxadas por ganhos com concess\u00f5es (de R$ 228,9 milh\u00f5es em novembro de 2023 para R$ 4,732 bilh\u00f5es em novembro de 2024) e dividendos (de R$ 3,438 bilh\u00f5es para R$ 7,763 bilh\u00f5es).<\/p>\n<p>Os principais destaques nas receitas administradas foram os ganhos mais altos de Pis\/Cofins, Imposto de Importa\u00e7\u00e3o, e Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).<\/p>\n<p>Do lado das despesas, a queda foi impulsionada, principalmente, por menores desembolsos com apoio financeiro a Estados e munic\u00edpios. O resultado do m\u00eas foi o melhor para novembro desde 2021, quando houve super\u00e1vit de R$ 4,869 bilh\u00f5es segundo dados corrigidos pela infla\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>No acumulado do ano at\u00e9 novembro, o governo central registrou um d\u00e9ficit prim\u00e1rio de R$ 66,827 bilh\u00f5es. No mesmo per\u00edodo em 2023, foi registrado um d\u00e9ficit de R$ 112,466 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>A meta de resultado prim\u00e1rio para 2024 \u00e9 de d\u00e9ficit zero, com toler\u00e2ncia de 0,25 ponto percentual do Produto Interno Bruto, o que corresponde a cerca de R$ 29 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>Os dados de novembro s\u00e3o normalmente divulgados na \u00faltima semana de dezembro, mas foram apresentados com atraso pelo Tesouro. (InfoMoney)<\/p>\n<\/div>\n<hr>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>Fundesa aplicou mais de R$ 13 milh\u00f5es em 2024<br \/>\n<\/b><br \/>\nA presta\u00e7\u00e3o de contas referente ao exerc\u00edcio de 2024 do Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanit\u00e1ria Animal do RS foi aprovada nesta quarta-feira (15) em Assembleia Geral Ordin\u00e1ria virtual. Os conselheiros deliberaram sobre os n\u00fameros referentes \u00e0s arrecada\u00e7\u00f5es e aplica\u00e7\u00f5es de recursos realizadas ao longo do ano. O Fundesa aportou em 2024, mais de R$13 milh\u00f5es, entre indeniza\u00e7\u00f5es e investimentos em preven\u00e7\u00e3o. O volume \u00e9 15,7% superior ao aplicado em 2023, que foi de R$ 11,28 milh\u00f5es.Embora a arrecada\u00e7\u00e3o de contribui\u00e7\u00f5es tenha ficado dentro da normalidade, a libera\u00e7\u00e3o de dinheiro teve algumas diferen\u00e7as em fun\u00e7\u00e3o das enchentes de maio. O n\u00famero de processos para indeniza\u00e7\u00e3o da pecu\u00e1ria leiteira, por exemplo, que em 2023 superou R$6 milh\u00f5es, no ano passado n\u00e3o chegou a R$5 milh\u00f5es. \u201cIsso ocorreu em fun\u00e7\u00e3o das dificuldades de locomo\u00e7\u00e3o e outros problemas enfrentados pelos produtores e pelos t\u00e9cnicos da Secretaria da Agricultura no per\u00edodo da calamidade\u201d, explica o presidente do Fundesa-RS, Rog\u00e9rio Kerber.<\/p>\n<p>J\u00e1 entre os investimentos em estrutura e aquisi\u00e7\u00e3o de insumos e equipamentos, um destaque foi para o volume disponibilizado para o Instituto de Pesquisas Veterin\u00e1rias Desid\u00e9rio Finamor, que superou R$454 mil. Localizado em Eldorado do Sul, uma das localidades mais afetadas pelas enchentes, o IPVDF registrou perdas de equipamentos e materiais de laborat\u00f3rio, al\u00e9m dos reagentes e produtos de laborat\u00f3rio que necessitam de refrigera\u00e7\u00e3o e foram perdidos pela falta de energia el\u00e9trica. \u201cTodos os materiais de laborat\u00f3rio necessitam de precis\u00e3o e garantia de efetividade, por isso, nos casos em que n\u00e3o foi necess\u00e1ria a troca do equipamento, foi preciso realizar calibra\u00e7\u00f5es ou aferi\u00e7\u00f5es\u201d, pontua Kerber.<\/p>\n<p>Ao longo do ano tamb\u00e9m teve destaque os aportes realizados para o trabalho na avicultura, primeiro com a atua\u00e7\u00e3o na preven\u00e7\u00e3o da Influenza Avi\u00e1ria, que chegou a ser registrada em aves silvestres e, depois, na conten\u00e7\u00e3o da emerg\u00eancia do caso isolado de Newcastle em Anta Gorda.<\/p>\n<p>O Fundesa encerrou 2024 com um saldo de R$158,1 milh\u00f5es, um crescimento de 12% em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior. Todos os n\u00fameros relativos \u00e0 atua\u00e7\u00e3o do fundo est\u00e3o dispon\u00edveis no site do Fundesa - www.fundesa.com.br. (Fundesa)<\/p>\n<p><b>Ap\u00f3s um 2024 estagnado, pa\u00edses exportadores de l\u00e1cteos devem registrar crescimento na produ\u00e7\u00e3o<br \/>\n<\/b><br \/>\nO relat\u00f3rio semestral Dairy: World Markets and Trade do USDA, prev\u00ea que a produ\u00e7\u00e3o de leite entre os cinco maiores exportadores mundiais de lacteos crescer\u00e1 0,4% em 2025.<\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o global de leite entre os principais exportadores de latic\u00ednios est\u00e1 a caminho de crescer em 2025, mas ser\u00e1 suficiente para compensar a crescente demanda? Essa \u00e9 a principal quest\u00e3o para os produtores e analistas de latic\u00ednios dos EUA. O relat\u00f3rio semestral Dairy: World Markets and Trade do USDA, divulgado no in\u00edcio de dezembro, prev\u00ea que a produ\u00e7\u00e3o de leite entre os cinco maiores exportadores mundiais de latic\u00ednios crescer\u00e1 0,4% em 2025, ap\u00f3s permanecer praticamente inalterada em 2024.<\/p>\n<p>Monica Ganley, analista do Daily Dairy Report e diretora da Quarterra, uma consultoria agr\u00edcola em Buenos Aires, afirmou que um aumento global de 0,4% na produ\u00e7\u00e3o de leite de um ano para o outro pode n\u00e3o ser suficiente para atender \u00e0 crescente demanda por latic\u00ednios. \u201cOs ganhos na produ\u00e7\u00e3o de leite ser\u00e3o cr\u00edticos se a ind\u00fastria espera atender \u00e0 demanda global por latic\u00ednios, que provavelmente aumentar\u00e1 em 2025, \u00e0 medida que a popula\u00e7\u00e3o mundial cresce e as condi\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas em melhoria promovem o consumo de produtos de origem animal\u201d, disse Ganley.<\/p>\n<p>Os produtores de leite dos EUA ser\u00e3o os principais respons\u00e1veis pelo aumento global projetado, com um crescimento de 0,7% este ano, em compara\u00e7\u00e3o a 2024. O USDA projeta que a produ\u00e7\u00e3o de leite nos EUA subir\u00e1 para 103,42 bilh\u00f5es de quilos, devido a margens melhores e a um rebanho maior de vacas em lacta\u00e7\u00e3o. \u201cMelhorias nos n\u00edveis de componentes do leite este ano impulsionar\u00e3o ainda mais a produ\u00e7\u00e3o de produtos l\u00e1cteos a partir do leite dispon\u00edvel\u201d, observou Ganley.<\/p>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o na Oceania tamb\u00e9m deve registrar ganhos no pr\u00f3ximo ano, e embora os aumentos percentuais da regi\u00e3o sejam maiores que o ganho de 0,7% nos Estados Unidos, o volume total ser\u00e1 menor. O USDA prev\u00ea que a produ\u00e7\u00e3o na Austr\u00e1lia aumentar\u00e1 1,1%, enquanto a produ\u00e7\u00e3o na Nova Zel\u00e2ndia crescer\u00e1 0,9%.<\/p>\n<p>\u201cOs altos pre\u00e7os do leite e as condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas favor\u00e1veis na Nova Zel\u00e2ndia estimularam a expans\u00e3o, mas a ind\u00fastria de latic\u00ednios no pa\u00eds continua enfrentando desafios estruturais que limitar\u00e3o o potencial de crescimento a longo prazo\u201d, disse Ganley.<\/p>\n<p>J\u00e1 a produ\u00e7\u00e3o de leite na Uni\u00e3o Europeia deve continuar sob press\u00e3o, com o USDA prevendo uma queda de 0,2% de um ano para o outro. \u201cOs custos de insumos persistentemente altos e as regulamenta\u00e7\u00f5es ambientais t\u00eam desencorajado investimentos no setor de latic\u00ednios da Europa e sufocado o crescimento\u201d, observou Ganley. \u201cNo entanto, o impacto tem sido desigual e, enquanto alguns pa\u00edses do bloco continuam expandindo, a produ\u00e7\u00e3o total de leite europeia deve enfrentar dificuldades nos pr\u00f3ximos anos.\u201d<\/p>\n<p>Por fim, a Argentina deve registrar o maior crescimento percentual anual na produ\u00e7\u00e3o de leite em 2025, com 4,7%. \u201cAp\u00f3s um 2024 desastroso, uma perspectiva macroecon\u00f4mica drasticamente melhorada para o pa\u00eds facilitou novos investimentos e otimismo no setor de latic\u00ednios\u201d, acrescentou ela. Isso deve impulsionar a produ\u00e7\u00e3o de leite.<\/p>\n<p>Impactos no mercado brasileiro<\/p>\n<p>Pensando nos impactos para o mercado brasileiro, segundo a an\u00e1lise do MilkPoint Mercado, o crescimento esperado na produ\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos na Argentina merece aten\u00e7\u00e3o especial. Isso porque o pa\u00eds \u00e9 o principal fornecedor de l\u00e1cteos importados pelo Brasil, respondendo por mais de 60% do volume total.<\/p>\n<p>Apesar da perspectiva de aumento na oferta por parte do nosso principal fornecedor, esse crescimento n\u00e3o deve necessariamente resultar em um maior volume de envios ao Brasil. Isso se deve, em parte, \u00e0 conjuntura econ\u00f4mica mais equilibrada na Argentina em compara\u00e7\u00e3o ao in\u00edcio do ano anterior, o que provavelmente impulsionar\u00e1 o consumo interno de l\u00e1cteos no pa\u00eds. Al\u00e9m disso, no atual cen\u00e1rio do mercado internacional, como j\u00e1 discutido em an\u00e1lises do MilkPoint, o Brasil tem apresentado um menor poder de compra, enquanto a Argentina tem redirecionado suas exporta\u00e7\u00f5es para outros mercados mais atrativos.<\/p>\n<p>Diante desse contexto, espera-se que o volume de importa\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos pelo Brasil permane\u00e7a elevado, mas em patamares inferiores aos registrados em 2024, mesmo com o aumento da oferta na Argentina.<\/p>\n<p>As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Dairy Herd Management, traduzidas e adaptadas pela equipe MilkPoint Mercado.<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><em>Jogo R\u00e1pido<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Como funcionam os programas de sustentabilidade nas fazendas leiteiras?<\/b><br \/>\n&nbsp;Sustentabilidade vai al\u00e9m da pegada de carbono; envolve os pilares social, ambiental e econ\u00f4mico. Produtores j\u00e1 s\u00e3o recompensados por pr\u00e1ticas sustent\u00e1veis!&nbsp; Saiba mais com o Dr. Luiz Gustavo Pereira, com o v\u00eddeo completo no MilkPlay,&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.milkpoint.com.br\/videos\/sustentabilidade\/pegada-de-carbono\/como-funcionam-os-programas-de-sustentabilidade-nas-fazendas-leiteiras?utm_source=whatsapp&amp;utm_medium=msg&amp;utm_campaign=conteudo_milkplay&amp;utm_id=redesocial_organico&amp;utm_term=janeiro-2024&amp;utm_content=como-funcionam-os-programas-de-sustentabilidade-nas-fazendas-leiteiras\" data-cke-saved-href=\"https:\/\/www.milkpoint.com.br\/videos\/sustentabilidade\/pegada-de-carbono\/como-funcionam-os-programas-de-sustentabilidade-nas-fazendas-leiteiras?utm_source=whatsapp&amp;utm_medium=msg&amp;utm_campaign=conteudo_milkplay&amp;utm_id=redesocial_organico&amp;utm_term=janeiro-2024&amp;utm_content=como-funcionam-os-programas-de-sustentabilidade-nas-fazendas-leiteiras\">clicando aqui.<\/a>&nbsp;(Milkpoint)<\/i><\/p>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 16 de janeiro de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 19 - N\u00b0 4.305 Governo central tem d\u00e9ficit prim\u00e1rio de R$ 4,5 bilh\u00f5es em novembro, diz Tesouro O governo central <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/01\/16\/16-01-2024-3\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"16\/01\/2024\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-16247","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16247","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16247"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16247\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":16250,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16247\/revisions\/16250"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16247"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16247"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16247"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}