{"id":16186,"date":"2025-01-06T20:08:04","date_gmt":"2025-01-06T20:08:04","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=16186"},"modified":"2025-01-06T20:09:57","modified_gmt":"2025-01-06T20:09:57","slug":"06-01-2025","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/01\/06\/06-01-2025\/","title":{"rendered":"06\/01\/2025"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 06 de janeiro de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 19 - N\u00b0 4.297<\/p>\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div>\n<p><span style=\"font-size: 1rem;\"><b>Por que a ind\u00fastria de leite v\u00ea a demanda como ponto de aten\u00e7\u00e3o em 2025<br \/>\n<\/b><br \/>\nPerspectivas de clima favor\u00e1vel e queda das importa\u00e7\u00f5es animam segmento, que projeta margem bastante limitada para reajustar pre\u00e7os<\/span><\/p>\n<p>A cadeia de produ\u00e7\u00e3o de leite come\u00e7a 2025 com a perspectiva de diminui\u00e7\u00e3o das importa\u00e7\u00f5es e quadro clim\u00e1tico mais favor\u00e1vel, o que anima latic\u00ednios e pecuaristas. O cen\u00e1rio \u00e9 bem mais positivo do que o de anos anteriores, quando cresceram as compras de mat\u00e9ria-prima do exterior, especialmente de Argentina e Uruguai, e sucessivas estiagens em importantes Estados produtores reduziram a oferta de mat\u00e9ria-prima e afetaram a produtividade no campo. Isso n\u00e3o significa, no entanto, que o segmento ter\u00e1 vida f\u00e1cil nos pr\u00f3ximos 12 meses.<\/p>\n<p>Neste ano, o aumento dos pre\u00e7os dos l\u00e1cteos no mercado internacional e a desvaloriza\u00e7\u00e3o do real devem enxugar as importa\u00e7\u00f5es brasileiras de l\u00e1cteos, que bateram recorde no pa\u00eds em 2024.<\/p>\n<p>\u201cPara a ind\u00fastria nacional, isso \u00e9 bastante bom porque o produto importado estava entrando com muita for\u00e7a no Brasil\u201d, afirma Valter Galan, s\u00f3cio da Milkpoint. \u201cOs pre\u00e7os que Uruguai e Argentina praticam subiram e est\u00e3o mais pr\u00f3ximos dos pre\u00e7os que vemos no Brasil. Isso, somado a uma taxa de c\u00e2mbio mais elevada, provavelmente reduzir\u00e1 a importa\u00e7\u00e3o\u201d. Segundo levantamento da consultoria, os valores, que eram de US$ 3,7 mil a tonelada em agosto, subiram para US$ 4,1 mil no fim do ano.<\/p>\n<p>De janeiro a novembro de 2024, o Brasil importou 252,5 mil toneladas de l\u00e1cteos, especialmente de Argentina e Uruguai, de acordo com as estat\u00edsticas do Minist\u00e9rio da Agricultura. O volume \u00e9 pouco superior ao do mesmo per\u00edodo de 2023, quando as importa\u00e7\u00f5es somaram 251,9 mil toneladas, mas 60% maior do que as 151,2 mil toneladas do intervalo entre janeiro e novembro de 2022.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/zWCD19AB6V90418\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/zWCD19AB6V90418\"><\/p>\n<p>O aumento expressivo das importa\u00e7\u00f5es levou o segmento a pedir a abertura de investiga\u00e7\u00e3o sobre a poss\u00edvel pr\u00e1tica de dumping por parte de Argentina e Uruguai. O governo brasileiro atendeu a solicita\u00e7\u00e3o no in\u00edcio de dezembro.<\/p>\n<p>Se o virtual decl\u00ednio das importa\u00e7\u00f5es anima produtores, que ter\u00e3o menos concorr\u00eancia, e ind\u00fastrias, que n\u00e3o precisar\u00e3o recorrer a um produto que j\u00e1 n\u00e3o tem custo competitivo como em anos recentes, ele vai reduzir a oferta do produto no mercado interno. Esse desdobramento pode encarecer o produto final \u2014 e o segmento j\u00e1 detectou que os consumidores est\u00e3o resistentes a pagar mais pelo leite e seus derivados.<\/p>\n<p>Infla\u00e7\u00e3o<br \/>\n\u201cDevemos ter um come\u00e7o de ano mais dif\u00edcil para consumo do que tivemos em 2024\u201d, observa Galan. A infla\u00e7\u00e3o de leite e derivados medida pelo IPCA foi de 10,24% nos 12 meses at\u00e9 novembro, mas, no caso do leite longa vida (UHT), os pre\u00e7os subiram 20,38% nesse intervalo, quando a infla\u00e7\u00e3o no pa\u00eds foi de 4,87%.<\/p>\n<p>No campo, h\u00e1 uma boa not\u00edcia, mas com desdobramentos que preocupam os pecuaristas. A novidade positiva \u00e9 que, no momento, n\u00e3o h\u00e1 previs\u00e3o de grandes problemas clim\u00e1ticos para a atual temporada. Com clima favor\u00e1vel, a produ\u00e7\u00e3o nacional deve crescer, o que tende a pressionar as margens dos produtores, que tiveram um respiro no ano passado. Em 2024, o pre\u00e7o m\u00e9dio pago ao produtor de leite subiu 38%, para R$ 2,8065 o litro, de acordo com o Cepea.<\/p>\n<p>\u201cO ano de 2024 foi de recupera\u00e7\u00e3o para o produtor de leite, com alta de pre\u00e7os em quase todos os meses, enquanto os custos de produ\u00e7\u00e3o andaram de lado\u201d, diz Juliana Pilla, analista da Scot Consultoria. Na avalia\u00e7\u00e3o dela, as perspectivas para 2025 s\u00e3o de produ\u00e7\u00e3o crescente, o que deve pressionar os pre\u00e7os pagos ao produtor, comprometendo parte das margens que os pecuaristas conseguiram no ano passado.<\/p>\n<p>Segundo levantamento do Cepea, em outubro, o produtor brasileiro de leite precisou de 24,51 litros de leite cru para comprar uma saca de 60 quilos de milho. O valor subiu 12,21% em rela\u00e7\u00e3o a setembro, mas ficou bem abaixo dos 30,8 litros necess\u00e1rios em janeiro. \u201cSe considerarmos a diferen\u00e7a entre pre\u00e7o pago ao produtor e o \u00edndice de custo, na compara\u00e7\u00e3o com o ano anterior, a margem do produtor teve uma melhora de 13% em 2024\u201d, disse a analista.<\/p>\n<p>Pre\u00e7os no teto<br \/>\nNa avalia\u00e7\u00e3o do secret\u00e1rio-executivo do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do RS (Sindilat-RS), Darlan Palharini, os pre\u00e7os j\u00e1 atingiram patamares m\u00e1ximos, dada a dificuldade de repasse para o consumidor final. \u201cO produtor brasileiro est\u00e1 recebendo quase o mesmo que o europeu, ent\u00e3o n\u00e3o tem muito mais o que aumentar esse pre\u00e7o ao produtor, mas sim ganharmos em efici\u00eancia\u201d, avalia.<\/p>\n<p>Ele projeta que, sem cat\u00e1strofes clim\u00e1ticas nem mudan\u00e7as dr\u00e1sticas na economia, 2025 ser\u00e1 um ano \u201ctranquilo e equilibrado\u201d. \u201cSer\u00e1 um ano para o setor se capitalizar e crescer em demanda e tamb\u00e9m em produtividade\u201d, diz. (Globo Rural via Valor Econ\u00f4mico)<\/p>\n<\/div>\n<hr>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>\u200b<b>Colheita de milho para silagem avan\u00e7a e os resultados s\u00e3o adequados<br \/>\n<\/b><br \/>\n<\/strong>A colheita de milho para silagem avan\u00e7ou e os resultados de colheita s\u00e3o considerados adequados. De acordo com o Informativo Conjuntural, divulgado nesta quinta-feira (02\/01), estima-se que 14% da \u00e1rea cultivada foi colhida e 17% est\u00e3o pr\u00f3ximos ao ponto ideal de corte, que corresponde ao est\u00e1gio de gr\u00e3o farin\u00e1ceo-duro e os colmos verdes, em que o teor de mat\u00e9ria seca da planta inteira varia entre 30% e 35%.<\/p>\n<p>Nesse est\u00e1gio, os gr\u00e3os apresentam elevada concentra\u00e7\u00e3o de amido, e as fibras vegetativas preservam sua digestibilidade, garantindo o equil\u00edbrio necess\u00e1rio para maximizar o valor nutricional, o rendimento por hectare e a qualidade da silagem conservada. Para a Safra 2024\/2025 no Estado, a Emater\/RS-Ascar projeta o cultivo de 357.311 hectares, e a produtividade m\u00e9dia \u00e9 de 39.457 kg\/ha.<\/p>\n<p>MILHO<\/p>\n<p>A semeadura do milho avan\u00e7ou apenas em pequenas extens\u00f5es, mantendo a propor\u00e7\u00e3o de 95% da \u00e1rea projetada para a safra. O progresso ocorreu em partes da Campanha, tradicionalmente destinadas ao cultivo tardio. Nas demais regi\u00f5es, o plantio n\u00e3o foi executado devido \u00e0 redu\u00e7\u00e3o da umidade no solo ou \u00e0 ocupa\u00e7\u00e3o das \u00e1reas destinadas para cultivo em segunda safra. Para a Safra 2024\/2025, a Emater\/RS-Ascar estima o cultivo de 748.511 hectares, e a produtividade m\u00e9dia de 7.116 kg\/ha.<\/p>\n<p>O cultivo apresenta desempenho satisfat\u00f3rio, superior \u00e0 Safra 2023\/2024. Contudo, h\u00e1 varia\u00e7\u00e3o no desempenho entre as lavouras, influenciada pelo regime de precipita\u00e7\u00f5es: em algumas \u00e1reas, o desenvolvimento est\u00e1 excelente, e em outras houve perdas consider\u00e1veis devido ao d\u00e9ficit h\u00eddrico ocorrido em novembro, durante o est\u00e1gio de fecunda\u00e7\u00e3o e forma\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os. Embora a restri\u00e7\u00e3o h\u00eddrica n\u00e3o tenha comprometido a cultura, houve redu\u00e7\u00e3o no potencial produtivo inicialmente estimado. A recente sequ\u00eancia de temperaturas elevadas, os ventos e a baixa umidade relativa do ar t\u00eam levado as plantas \u00e0 excessiva perda de \u00e1gua, o que pode resultar na antecipa\u00e7\u00e3o da colheita.<\/p>\n<p>A colheita evoluiu pouco, mais concentrada no Noroeste do Estado, alcan\u00e7ando 3% da \u00e1rea cultivada. A produtividade m\u00e9dia alcan\u00e7ada, at\u00e9 o momento, \u00e9 de aproximadamente 7.800 kg\/ha, considerando tanto as lavouras de sequeiro quanto as irrigadas, que apresentam \u00f3timo desenvolvimento. (Emater\/RS editado pelo Sindilat\/RS)<\/p>\n<p><b>Com sinais de recupera\u00e7\u00e3o ap\u00f3s enchentes, PIB do RS registra varia\u00e7\u00e3o de -0,3% no terceiro trimestre de 2024<br \/>\n<\/b><br \/>\nResultados foram divulgados pelo Departamento de Economia e Estat\u00edstica<\/p>\n<p>A economia do Rio Grande do Sul apresentou sinais de recupera\u00e7\u00e3o ap\u00f3s as enchentes ao registrar varia\u00e7\u00e3o de -0,3% no terceiro trimestre de 2024 na compara\u00e7\u00e3o com o segundo trimestre. Os n\u00fameros do Produto Interno Bruto (PIB) do Estado mostram ainda que, em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2023, a alta foi de 4,1%. No Brasil, nas mesmas bases comparativas, o PIB registrou avan\u00e7o de 0,9% e 4%, respectivamente.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>Os resultados do PIB do RS relativos ao per\u00edodo entre julho e setembro foram divulgados na \u00faltima quinta-feira (2\/1) pelo Departamento de Economia e Estat\u00edstica (DEE), vinculado \u00e0 Secretaria de Planejamento, Governan\u00e7a e Gest\u00e3o (SPGG). No acumulado dos tr\u00eas primeiros trimestres do ano, a economia do Estado teve alta de 5,2% na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo per\u00edodo de 2023, enquanto no Brasil o avan\u00e7o alcan\u00e7ou 3,3%. Na soma dos \u00faltimos quatro trimestres, a varia\u00e7\u00e3o no RS atingiu 3,7%, acima da registrada no pa\u00eds, que alcan\u00e7ou 3,1%.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>No Estado, o terceiro trimestre \u00e9 o per\u00edodo tradicionalmente com menor repercuss\u00e3o das atividades agropecu\u00e1rias no PIB.<\/p>\n<p>\"Apesar da queda na margem, causada pela retra\u00e7\u00e3o da agropecu\u00e1ria t\u00edpica do per\u00edodo, o PIB mostrou sinais de recupera\u00e7\u00e3o ap\u00f3s os impactos mais severos das enchentes. Tanto a ind\u00fastria quanto os servi\u00e7os tiveram crescimento no terceiro trimestre em rela\u00e7\u00e3o ao segundo, com destaque para os bons resultados da ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o e do com\u00e9rcio\u201d, destaca o pesquisador em Economia do DEE, Martinho Lazzari.<\/p>\n<p>Terceiro trimestre x segundo trimestre<\/p>\n<p>Entre as grandes atividades da economia, a agropecu\u00e1ria recuou 30,6% no terceiro trimestre em rela\u00e7\u00e3o ao segundo trimestre, enquanto a ind\u00fastria cresceu 1,1%, e os servi\u00e7os registraram avan\u00e7o de 2,3%. Na ind\u00fastria, a alta foi puxada pelo desempenho da ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o, a com maior participa\u00e7\u00e3o no segmento, que cresceu 2%. As atividades de eletricidade e g\u00e1s, \u00e1gua, esgoto e limpeza urbana (-10,3%) e constru\u00e7\u00e3o (-0,4%) recuaram no per\u00edodo.<\/p>\n<p>Nos servi\u00e7os, segmento mais representativo na forma\u00e7\u00e3o da taxa, o com\u00e9rcio (+3,9%), os servi\u00e7os de informa\u00e7\u00e3o (2,6%) e o setor de transportes, armazenagem e correio (2,3%) foram as atividades que apresentaram as maiores altas no per\u00edodo.<\/p>\n<p>2024 x 2023<\/p>\n<p>Na compara\u00e7\u00e3o dos n\u00fameros do terceiro trimestre de 2024 com os de 2023, o PIB do RS cresceu 4,1%, com alta nos n\u00fameros da agropecu\u00e1ria (+7,9%) e dos servi\u00e7os (+4,2%), enquanto a ind\u00fastria teve recuo (-1,3%).<\/p>\n<p>A queda na atividade industrial foi puxada pelos n\u00fameros da ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o, com baixa de 2,8% no per\u00edodo. Na transforma\u00e7\u00e3o, as maiores influ\u00eancias para a queda vieram das atividades de m\u00e1quinas e equipamentos (-16,4%), bebidas (-11,4%) e celulose, papel e produtos de papel (-6,9%). Por outro lado, os avan\u00e7os mais relevantes foram registrados em m\u00f3veis (+14,9%), metalurgia (+37,9%) e ve\u00edculos automotores, reboques e carrocerias (+5,3%).<\/p>\n<p>Nos servi\u00e7os, as sete atividades pesquisadas registraram alta, com destaque para com\u00e9rcio (+8,2%), outros servi\u00e7os (5,2%) e servi\u00e7os da informa\u00e7\u00e3o (+5,1%). No importante segmento do com\u00e9rcio, os avan\u00e7os mais significativos ocorreram nas atividades de com\u00e9rcio de ve\u00edculos (+21,5%), hipermercados, supermercados, produtos aliment\u00edcios, bebidas e fumo (+9,3%) e material de constru\u00e7\u00e3o (+18,5%).&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>Acumulado de 2024&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>No acumulado do ano, o avan\u00e7o de 5,2% do PIB do Estado em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2023 foi impulsionado pelo desempenho positivo da agropecu\u00e1ria (+37,1%) e dos servi\u00e7os (+3,2%), enquanto a ind\u00fastria teve varia\u00e7\u00e3o negativa (-0,2%). (SEAPI)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><em>Jogo R\u00e1pido<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Como ser\u00e1 o clima no Brasil em janeiro?<br \/>\n<\/b>A previs\u00e3o do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para o m\u00eas de janeiro indica chuvas entre a m\u00e9dia climatol\u00f3gica e acima da m\u00e9dia&nbsp; em grande parte das Regi\u00f5es Norte, Sul e do leste e norte do Nordeste. No entanto, em algumas \u00e1reas dessas Regi\u00f5es, como Rond\u00f4nia, sudeste e norte do Par\u00e1, sul e norte do Tocantins, regi\u00e3o central do Maranh\u00e3o, oeste da Bahia e sul do Rio Grande do Sul, os acumulados poder\u00e3o variar entre pr\u00f3ximo e abaixo da m\u00e9dia hist\u00f3rica. Por outro lado, em S\u00e3o Paulo e \u00e1reas localizadas no centro-sul do Rio de Janeiro, os acumulados poder\u00e3o ficar na normalidade ou acima da m\u00e9dia , enquanto que Minas Gerais e Espirito Santo poder\u00e3o registrar precipita\u00e7\u00e3o abaixo da m\u00e9dia. Na Regi\u00e3o Centro-Oeste, a previs\u00e3o aponta para precipita\u00e7\u00e3o dentro da normalidade e acima da m\u00e9dia em grande parte do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Por\u00e9m, em Goi\u00e1s e \u00e1reas no noroeste e sudeste do Mato Grosso do Sul, os volumes de chuva podem ficar abaixo da climatologia. Quanto \u00e0s temperaturas, a previs\u00e3o indica que dever\u00e3o ser acima da m\u00e9dia em grande parte do pa\u00eds, com possibilidade de ocorr\u00eancia de alguns dias de calor em excesso , principalmente no norte do pa\u00eds, onde as temperaturas m\u00e9dias do ar podem ultrapassar os 28\u00baC. Em \u00e1reas pontuais do Amazonas, Amap\u00e1, sudoeste do Paran\u00e1, leste de Santa Catarina e sul do Rio Grande do Sul, s\u00e3o previstas temperaturas pr\u00f3ximas ou ligeiramente abaixo da m\u00e9dia, devido a ocorr\u00eancia de dias consecutivos com chuva que podem amenizar a temperatura. (MAPA)<\/i><\/p>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 06 de janeiro de 2025&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 19 - N\u00b0 4.297 Por que a ind\u00fastria de leite v\u00ea a demanda como ponto de aten\u00e7\u00e3o em 2025 Perspectivas de clima favor\u00e1vel e <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2025\/01\/06\/06-01-2025\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"06\/01\/2025\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-16186","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16186","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16186"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16186\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":16190,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16186\/revisions\/16190"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16186"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16186"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16186"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}