{"id":1613,"date":"2017-07-11T16:27:30","date_gmt":"2017-07-11T16:27:30","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/07\/11\/11-07-2017\/"},"modified":"2017-07-11T16:27:30","modified_gmt":"2017-07-11T16:27:30","slug":"11-07-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/07\/11\/11-07-2017\/","title":{"rendered":"11\/07\/2017"},"content":{"rendered":"<p>\u00a0<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\"><img decoding=\"async\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" alt=\"\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 11 de julho de 2017<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 11- N\u00b0 2.538<\/em><\/strong><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" alt=\"\" \/><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><strong style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0<\/strong><strong><span style=\"text-align: justify; background-color: #ffffff;\">EUA: IBM e Universidade de Cornell trabalham juntas para manter o fornecimento global de leite seguro<\/span><\/strong><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify; background-color: #ffffff;\">A IBM Research e a Universidade de Cornell se uniram para ajudar a melhorar a seguran\u00e7a do fornecimento global de leite por meio do sequenciamento gen\u00e9tico e an\u00e1lise de dados (Big Data Analytics). A Universidade de Cornell tamb\u00e9m se tornou o mais novo membro da iniciativa de seguran\u00e7a alimentar do 'Cons\u00f3rcio para Sequenciamento da Cadeia de Fornecimento de Alimentos'. O cons\u00f3rcio est\u00e1 conduzindo um estudo de metagen\u00f4mica em grande escala para categorizar e compreender micro-organismos e os fatores que influenciam sua atividade em v\u00e1rias matrizes de alimentos.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify; background-color: #ffffff;\">A Bio-Rad Laboratories e a Mars participam do cons\u00f3rcio, que foi criado em 2015. O objetivo da colabora\u00e7\u00e3o entre a IBM e a Universidade de Cornell \u00e9 ajudar a minimizar a chance de que um risco alimentar atinja os consumidores e fornecer uma ferramenta para auxiliar contra a fraude alimentar na ind\u00fastria global de l\u00e1cteos.\u00a0<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify; background-color: #ffffff;\">O USDA estimou que cada cidad\u00e3o americano consome mais de 600 libras (272 quilos) de leite e produtos \u00e0 base de leite por ano e os produtos l\u00e1cteos encabe\u00e7aram a lista dos maiores recolhimentos de produtos por seguran\u00e7a alimentar no ano passado. A parceria de pesquisa alavancar\u00e1 intelig\u00eancia artificial e aprendizado autom\u00e1tico para obter novos insights sobre como os micro-organismos interagem dentro de um ambiente particular, disse Jeff Welser, vice-presidente e diretor da IBM Research - Almaden.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify; background-color: #ffffff;\">Embora muitos produtores de alimentos j\u00e1 tenham procedimentos rigorosos para assegurar que os riscos de seguran\u00e7a alimentar sejam gerenciados adequadamente, essa aplica\u00e7\u00e3o pioneira da gen\u00f4mica ser\u00e1 designada para permitir uma compreens\u00e3o e uma caracteriza\u00e7\u00e3o mais profunda dos micro-organismos em uma escala muito maior do que j\u00e1 foi poss\u00edvel anteriormente.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify; background-color: #ffffff;\">O leite cru \u00e9 o ingrediente principal nos produtos l\u00e1cteos ao consumidor, mas as amostras s\u00e3o geralmente testadas para uma variedade limitada de bact\u00e9rias. O projeto de pesquisa busca detectar anomalias anteriormente desconhecidas que podem representar um risco de seguran\u00e7a para a cadeia de fornecimento de produtos l\u00e1cteos. Caracterizar o que \u00e9 \"normal\" para um ingrediente alimentar pode ajudar a detectar quando algo est\u00e1 errado muito mais cedo no processo e evitar riscos para a seguran\u00e7a alimentar.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify; background-color: #ffffff;\">O 'Cons\u00f3rcio para Sequenciamento da Cadeia de Abastecimento de Alimentos' est\u00e1 expandindo essa gama de testes e detec\u00e7\u00e3o de bact\u00e9rias usando a comunidade de micro-organismos conhecida como microbioma para caracterizar as amostras de alimentos em uma resolu\u00e7\u00e3o muito maior. O projeto de pesquisa coletar\u00e1 dados gen\u00e9ticos do microbioma de amostras de leite cru em um cen\u00e1rio de \"mundo real\" na planta de processamento de leite de Cornell e na fazenda em Ithaca, Nova York.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify; background-color: #ffffff;\">A instala\u00e7\u00e3o engloba a cadeia completa de fornecimento de l\u00e1cteos - desde a fazenda at\u00e9 o processamento para o consumidor. Esta coleta inicial de dados formar\u00e1 uma linha de base do leite cru e ser\u00e1 usada para expandir ainda mais as ferramentas anal\u00edticas e bioinform\u00e1ticas existentes no cons\u00f3rcio.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify; background-color: #ffffff;\">Ao sequenciar e analisar o DNA e o RNA dos microbiomas alimentares, os pesquisadores planejam criar novas ferramentas que possam ajudar a monitorar o leite cru para detectar anomalias que representem riscos para a seguran\u00e7a alimentar e poss\u00edveis fraudes.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify; background-color: #ffffff;\">A colabora\u00e7\u00e3o ajudar\u00e1 a \"desenvolver novas maneiras de ajudar a manter nossa oferta de alimentos segura antes da ocorr\u00eancia de fraudes ou contamina\u00e7\u00f5es atrav\u00e9s do desenvolvimento de algoritmos avan\u00e7ados, aplica\u00e7\u00e3o de aprendizagem autom\u00e1tica e modelagem matem\u00e1tica para sequ\u00eancia de dados\", disse Kristen Beck, pesquisadora t\u00e9cnica para o Cons\u00f3rcio de Sequenciamento da Cadeia de Fornecimento de Alimentos, IBM Research - Almaden. \"A alimenta\u00e7\u00e3o segura \u00e9 o primeiro passo para a sa\u00fade humana\". (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Dairy Reporter, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\" \/><\/strong><\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify; background: white; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt 0cm;\"><strong>Perspectivas Agr\u00edcolas da OCDE e da FAO 2017-2026 - Produtos l\u00e1cteos<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; background: white; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt 0cm;\">\u00a0<br \/> As cota\u00e7\u00f5es mundiais do leite come\u00e7aram a aumentar no segundo trimestre de 2016, impulsionadas, principalmente, pelos pre\u00e7os da manteiga e do leite em p\u00f3 integral, revertendo a queda iniciada em 2014 em decorr\u00eancia do decl\u00ednio da demanda chinesa; do embargo russo \u00e0s importa\u00e7\u00f5es de alimentos da Uni\u00e3o Europeia (UE) e aliados; e aumento da produ\u00e7\u00e3o em muitas regi\u00f5es exportadoras.\u00a0<\/p>\n<p> De janeiro a dezembro de 2016, os pre\u00e7os da manteiga e do leite em p\u00f3 integral aumentaram em torno de 40% e 56%, respectivamente. O pre\u00e7o da manteiga iniciou uma recupera\u00e7\u00e3o, mas, as eleva\u00e7\u00f5es futuras ser\u00e3o limitadas, em compara\u00e7\u00e3o \u00e0s dos outros produtos l\u00e1cteos. Produtos como queijo ou leite em p\u00f3 desnatado, aumentar\u00e3o mais lentamente, por\u00e9m, por mais tempo, em 2017. A recupera\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os dos produtos l\u00e1cteos em 2016 se explica pela queda acentuada da produ\u00e7\u00e3o de leite na Austr\u00e1lia, na Nova Zel\u00e2ndia, na Argentina, e na UE, no segundo semestre do ano, mas, tamb\u00e9m forte demanda, particularmente do queijo e da manteiga. A Oceania produziu menos leite pelos seguintes motivos: queda do pre\u00e7o dos produtos l\u00e1cteos 2015-16, condi\u00e7\u00f5es meteorol\u00f3gicas desfavor\u00e1veis ligadas ao fen\u00f4meno El Ni\u00f1o, pastagens em condi\u00e7\u00f5es ruins e encarecimento do custo de vacas de reposi\u00e7\u00e3o, o que levou \u00e0 redu\u00e7\u00e3o do plantel leiteiro em 1,6%, em 2016. O fen\u00f4meno, no entanto, favoreceu a renova\u00e7\u00e3o do rebanho, com a introdu\u00e7\u00e3o de animais mais jovens e mais produtivos, ainda que a taxas de renova\u00e7\u00e3o menores, diante da eleva\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os mundiais dos produtos l\u00e1cteos. Levando em considera\u00e7\u00e3o o ciclo de produ\u00e7\u00e3o de um rebanho leiteiro, deve-se esperar uma lenta recupera\u00e7\u00e3o do n\u00famero de animais, mas, com melhores rendimentos. Enquanto a China, maior importador de produtos l\u00e1cteos, reduziu as importa\u00e7\u00f5es, principalmente de leite em p\u00f3 integral, em rela\u00e7\u00e3o aos n\u00edveis atingidos em 2013-14, as exporta\u00e7\u00f5es da Oceania v\u00e3o se recuperando, pouco a pouco, gra\u00e7as \u00e0 diversifica\u00e7\u00e3o de mercados importantes como Arg\u00e9lia, Indon\u00e9sia, M\u00e9xico, Federa\u00e7\u00e3o Russa, I\u00eamen, Bangladesh ou Egito. A Nova Zel\u00e2ndia diminuiu sua produ\u00e7\u00e3o de leite em p\u00f3 integral, mas aumentou a produ\u00e7\u00e3o de queijo, para atender \u00e0 demanda mundial.<\/p>\n<p> Muitos fatores (em particular o embargo russo, a alta produ\u00e7\u00e3o na Nova Zel\u00e2ndia, Austr\u00e1lia, e Estados Unidos, elimina\u00e7\u00e3o das quotas, e queda na importa\u00e7\u00e3o de leite em p\u00f3 pela China) deixaram o setor l\u00e1cteo da UE em situa\u00e7\u00e3o dif\u00edcil em 2015. As coisas come\u00e7aram a mudar na metade de 2016. Do lado da oferta, 351.029 toneladas de leite em p\u00f3 desnatado foram retiradas do mercado atrav\u00e9s da compras p\u00fablicas efetuadas pela pol\u00edtica de interven\u00e7\u00e3o da UE. Est\u00e1 prevista a venda desses estoques nos pr\u00f3ximos dois anos. Por outro lado, o consumo interno e internacional de queijo e de manteiga aumentou, enquanto que certos grandes pa\u00edses produtores reduzem sua produ\u00e7\u00e3o. A UE aumentou sua produ\u00e7\u00e3o, e suas exporta\u00e7\u00f5es de queijo e de manteiga cresceram 9,5% e 23%, respectivamente. (FAO - Tradu\u00e7\u00e3o Livre: Terra Viva)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; background: white; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt 0cm;\"> <strong>Superavit do agroneg\u00f3cio atinge US$ 8,12 bilh\u00f5es, segundo melhor resultado hist\u00f3rico para junho<\/strong><\/p>\n<p> As exporta\u00e7\u00f5es brasileiras do agroneg\u00f3cio atingiram US$ 9,27 bilh\u00f5es, em junho, superando em 11,6% o valor registrado em igual m\u00eas do ano anterior. Do lado da importa\u00e7\u00e3o, houve crescimento de 6,1%, passando para US$ 1,16 bilh\u00e3o em junho deste ano. O superavit comercial do agroneg\u00f3cio brasileiro elevou-se de US$ 7,22 bilh\u00f5es para US$ 8,12 bilh\u00f5es, sendo o segundo maior resultado da s\u00e9rie hist\u00f3rica para meses de junho, abaixo apenas do valor de junho de 2014, quando foi de US$ 8,40 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p> As vendas foram lideradas pelo complexo soja (gr\u00e3o, farelo e \u00f3leo), cujas vendas atingiram US$ 3,96 bilh\u00f5es. O valor significa acr\u00e9scimo de 8,1% sobre o que foi registrado em igual m\u00eas de 2016. Este segmento representou 42,7% do total das exporta\u00e7\u00f5es do agroneg\u00f3cio no m\u00eas. Os dados constam da balan\u00e7a comercial do agroneg\u00f3cio, divulgada nesta segunda-feira (10) pela Secretaria de Rela\u00e7\u00f5es Internacionais do Agroneg\u00f3cio (SRI) do Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa).<\/p>\n<p> O complexo sucroalcooleiro aparece em seguida, com exporta\u00e7\u00f5es de US$ 1,36 bilh\u00e3o no per\u00edodo, contabilizando aumento de 32,9% sobre junho\/2016. Esse acr\u00e9scimo foi puxado pelas vendas de a\u00e7\u00facar em bruto, que tiveram incremento de 39,7%, alcan\u00e7ando US$ 1,07 bilh\u00e3o (2,64 milh\u00f5es de toneladas). Esse desempenho garantiu recordes em valor e quantidade para o a\u00e7\u00facar em bruto, considerando meses de junho.<\/p>\n<p> Na terceira posi\u00e7\u00e3o da pauta, o setor de carnes registrou exporta\u00e7\u00f5es de US$ 1,32 bilh\u00e3o, revelando avan\u00e7o de 1,7% no valor exportado em junho\/2017 sobre igual per\u00edodo do ano anterior. As vendas de carne su\u00edna obtiveram o melhor desempenho do setor, com eleva\u00e7\u00e3o de 26,9% sobre junho\/2016 (+3,9% em quantidade e +22,1% no pre\u00e7o m\u00e9dio), passando para US$ 154,53 milh\u00f5es.<\/p>\n<p> O destaque seguinte foram as exporta\u00e7\u00f5es de produtos florestais, que atingiram US$ 1,03 bilh\u00e3o em junho\/2017, superando em 21% o resultado de junho\/2016. Sobressa\u00edram-se as vendas de celulose, com aumento de 38,5% sobre junho\/2016 (+16,9% em quantidade e +18,5% no pre\u00e7o m\u00e9dio), alcan\u00e7ando US$ 620,15 milh\u00f5es.<\/p>\n<p> O quinto melhor desempenho foi o de caf\u00e9, totalizando US$ 368,96 milh\u00f5es, em junho\/2017, com aumento de 4,2% sobre junho\/2016. O principal item foi o caf\u00e9 verde, com exporta\u00e7\u00f5es de US$ 309,30 milh\u00f5es, cifra 2% superior \u00e0 registrada em junho\/2016 (-7,7% em quantidade e +10,5% no pre\u00e7o m\u00e9dio).<\/p>\n<p> Em conjunto, os cinco principais segmentos da pauta do agroneg\u00f3cio somaram US$ 8,04 bilh\u00f5es, representando 86,7% do total das exporta\u00e7\u00f5es registradas em junho de 2017. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Mapa)<\/p>\n<p> <strong>Programa est\u00e1 aumentando produ\u00e7\u00e3o de leite em propriedades rurais do RS<\/strong><\/p>\n<p> A FARSUL, o SENAR-RS e o SEBRAE\/RS, atrav\u00e9s do programa Juntos para Competir, atuam na cadeia produtiva do leite transformando pequenas propriedades em neg\u00f3cios rent\u00e1veis e sustent\u00e1veis. As atividades desenvolvidas junto aos empreendedores seguem o conceito de produ\u00e7\u00e3o integrada na propriedade, respeitando os preceitos ambientais e buscando melhorar a qualidade de vida do produtor rural. Atualmente, o programa atende 640 produtores de leite ga\u00fachos. \"A meta do nosso trabalho \u00e9 aumentar em 50% o volume de leite produzido, percentual que est\u00e1 sendo atingido por praticamente todos os participantes\", comemora a t\u00e9cnica da Ger\u00eancia de Agroneg\u00f3cio do SEBRAE\/RS, Ana Carolina Cittolin.<\/p>\n<p> Uma das possibilidades de neg\u00f3cio dentro de uma propriedade rural leiteira \u00e9 o beneficiamento do produto em queijos e outros derivados. E, com o objetivo de ampliar o conhecimento de produtores e consumidores a respeito do tema, esse modelo de neg\u00f3cio far\u00e1 parte do Sal\u00e3o do Empreendedor, uma das atra\u00e7\u00f5es da Expointer 2017. Conforme Ana Carolina, neste espa\u00e7o ser\u00e3o apresentados os queijos e derivados produzidos no Rio Grande do Sul, com a demonstra\u00e7\u00e3o de uma pequena agroind\u00fastria beneficiadora de queijos. Tudo isso acompanhado de muitas informa\u00e7\u00f5es para quem quiser iniciar esse tipo de neg\u00f3cio\", ressalta.<\/p>\n<p> O Sal\u00e3o do Empreendedor \u00e9 uma iniciativa da Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (FARSUL), Servi\u00e7o Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR-RS), Servi\u00e7o de Apoio \u00e0s Micro e Pequenas Empresas do Rio Grande do Sul (SEBRAE\/RS), al\u00e9m da Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS), Servi\u00e7o Nacional de Aprendizagem Industrial do Rio Grande do Sul (SENAI-RS), Federa\u00e7\u00e3o do Com\u00e9rcio de Bens e de Servi\u00e7os do Estado do Rio Grande do Sul (Fecom\u00e9rcio-RS) e Servi\u00e7o Nacional de Aprendizagem Comercial do Rio Grande do Sul (SENAC-RS).<\/p>\n<p> <u>A Expointer<\/u><br \/> A 40\u00aa Expointer, exposi\u00e7\u00e3o reconhecida como um dos maiores eventos do mundo no g\u00eanero, sendo considerada a maior feira a c\u00e9u aberto da Am\u00e9rica Latina, reunir\u00e1 as \u00faltimas novidades da tecnologia agropecu\u00e1ria e agroindustrial. Estar\u00e3o expostas as mais modernas m\u00e1quinas, o melhor da gen\u00e9tica e as ra\u00e7as de maior destaque criadas no Estado. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Sebrae)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; background: white; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt 0cm;\"><img decoding=\"async\" style=\"float: left; font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: center; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\" \/><\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div><em><strong><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" alt=\"\" \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div>\n<p style=\"margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><em><span style=\"text-align: justify; background-color: #ffffff;\">\u00daltimo ano do acordo de cotas de leite em p\u00f3 entre Argentina e Brasil<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify; background-color: #ffffff;\">Empresas de l\u00e1cteos argentinas procuram se desviar da press\u00e3o do Brasil para voltar a estabelecer cotas para as exporta\u00e7\u00f5es de leite em p\u00f3. Representantes dos dois pa\u00edses se reuniram novamente em Buenos Aires para continuar analisando o tema. Integrantes de agroind\u00fastrias e c\u00e2maras empresariais de l\u00e1cteos da Argentina anteciparam a seus pares brasileiros que este ano seria o \u00faltimo do acordo privado que punha limite \u00e0s exporta\u00e7\u00f5es de leite em p\u00f3. Esse entendimento comercial inclui cotas para o leite em p\u00f3 argentino, 4.300 toneladas para 2016\/17, e est\u00e1 assinado pela Organiza\u00e7\u00e3o Brasileira de Cooperativas, a Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Agricultura, representantes do governo dos dois pa\u00edses, e pelo Centro da Ind\u00fastria L\u00e1ctea da Argentina e Apymel do lado argentino. Para os produtores de leite da Argentina, o com\u00e9rcio de leite em p\u00f3 com o Brasil \u00e9 fundamental, e ao longo dos \u00faltimos 15 anos representou o total do volume exportado. (El Pa\u00eds - Tradu\u00e7\u00e3o Livre: Terra Viva)<\/span><\/em><\/p>\n<\/p><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" style=\"float: left; font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\" \/><\/em><\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif; font-size: 12px;\">\u00a0<\/span><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0 Porto Alegre, 11 de julho de 2017\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 11- N\u00b0 2.538 \u00a0 \u00a0\u00a0EUA: IBM e Universidade de Cornell trabalham juntas para manter o fornecimento global de leite seguro A IBM Research e <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/07\/11\/11-07-2017\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"11\/07\/2017\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1613","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1613","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1613"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1613\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1613"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1613"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1613"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}