{"id":1609,"date":"2017-07-07T17:29:31","date_gmt":"2017-07-07T17:29:31","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/07\/07\/07-07-2017\/"},"modified":"2017-07-07T17:29:31","modified_gmt":"2017-07-07T17:29:31","slug":"07-07-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/07\/07\/07-07-2017\/","title":{"rendered":"07\/07\/2017"},"content":{"rendered":"<p>\u00a0<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\"><img decoding=\"async\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" alt=\"\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 07 de julho de 2017<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 11- N\u00b0 2.536<\/em><\/strong><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" alt=\"\" \/><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><strong>\u00cdndice da FAO aponta alta dos alimentos<\/strong><\/p>\n<p> O \u00edndice de pre\u00e7os globais de alimentos da FAO, a ag\u00eancia das Na\u00e7\u00f5es Unidas para agricultura e alimenta\u00e7\u00e3o, voltou a subir em junho e permaneceu no maior patamar dos \u00faltimos anos. Puxado por carnes, l\u00e1cteos e cereais, o indicador alcan\u00e7ou 175,2 pontos, 1,4% mais que em maio e segundo maior resultado dos \u00faltimos 12 meses, abaixo apenas que o de fevereiro (175,5). Em 2016, a m\u00e9dia foi de 161,5 pontos. Entre os grupos de produtos que comp\u00f5em o \u00edndice o que registrou a maior valoriza\u00e7\u00e3o foi o dos l\u00e1cteos. A alta em rela\u00e7\u00e3o a maio foi de 8,3%, com destaque para a disparada da manteiga - em m\u00e9dia, o produto subiu 14,1% e atingiu sua m\u00e1xima hist\u00f3rica. O salto dos l\u00e1cteos foi impulsionado pela redu\u00e7\u00e3o da oferta de pa\u00edses exportadores, o que tamb\u00e9m influenciou valoriza\u00e7\u00f5es de queijos e do leite em p\u00f3 desnatado.\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 272px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2311\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\">No grupo dos cereais, a alta apurada pela FAO em junho foi de 4,2% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior, em larga medidas por causa do aumento do trigo, provocado por problemas nas lavouras dos Estados Unidos. Mas o arroz tamb\u00e9m teve alta expressiva, sustentada pela demanda firme no mercado internacional. Em contrapartida, o milho se manteve em baixa, pressionado pelas fartas colheitas na Am\u00e9rica do Sul, principalmente no Brasil. J\u00e1 o indicador da FAO que mede especificamente as oscila\u00e7\u00f5es nos mercados de carnes fechou junho com varia\u00e7\u00e3o positiva de 1,8% sobre maio, diretamente influenciada pela queda das exporta\u00e7\u00f5es de carne bovina da Oceania e pela ainda \"s\u00f3lida\" demanda global por carne su\u00edna. Do outro lado da balan\u00e7a, a carne de frango continuou em queda em raz\u00e3o de temores com a influenza avi\u00e1ria na Europa, na \u00c1sia e na \u00c1frica. Nos grupos formados por a\u00e7\u00facar e \u00f3leos vegetais, houve quedas em junho - de 13,4% de 3,9%, respectivamente. Nos dois casos, as ofertas globais s\u00e3o confort\u00e1veis. (Valor Econ\u00f4mico)<\/p>\n<p style=\"margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\" \/><\/strong><\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify; background: white; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt 0cm;\"><strong>Produ\u00e7\u00e3o global de leite volta \u00e0 tend\u00eancia de crescimento<\/strong><\/p>\n<p> Os produtores de leite da Oceania enfrentaram algumas condi\u00e7\u00f5es desafiadoras nos \u00faltimos anos, mas, est\u00e1 ocorrendo uma recupera\u00e7\u00e3o e, juntamente com melhorias registradas na Europa tamb\u00e9m, o fornecimento global de leite voltou ao modo de crescimento.<\/p>\n<p> O crescimento da produ\u00e7\u00e3o de leite em todo o mundo em 2016 foi o mais baixo desde 1998, demonstrando o impacto sentido pela crise no setor de l\u00e1cteos. Mas agora, a melhoria na situa\u00e7\u00e3o dos mercados mundiais de produtos l\u00e1cteos, abriu caminhos para o aumento nos pre\u00e7os do leite, elevando o teto de produ\u00e7\u00e3o de leite na Oceania e na Europa.<\/p>\n<p> A produ\u00e7\u00e3o da Nova Zel\u00e2ndia terminou na \u00faltima esta\u00e7\u00e3o apenas 0,6% menor em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior. O \u00faltimo trimestre da esta\u00e7\u00e3o apresentou crescimento de 7% gra\u00e7as \u00e0s condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis no final do ver\u00e3o e outono e colocou os produtores em uma boa posi\u00e7\u00e3o para come\u00e7ar a nova esta\u00e7\u00e3o. Com um aumento nos pre\u00e7os do leite previstos para esta esta\u00e7\u00e3o, que come\u00e7ou em junho, o AgriHQ previu um aumento de 4% na produ\u00e7\u00e3o de leite.<\/p>\n<p> Susan Kilbsy, analista do AgriHQ, disse em termos percentuais que os aumentos provavelmente parecer\u00e3o muito maiores do que isso durante os primeiros meses de produ\u00e7\u00e3o. Os contratos extras de leite no inverno dispon\u00edveis este ano significar\u00e3o mais leite coletado durante junho e julho, mas os volumes reais ainda ser\u00e3o baixos.<\/p>\n<p> Apenas 1,7% da oferta anual de leite \u00e9 tipicamente coletada durante junho e julho. As capta\u00e7\u00f5es de leite em agosto, setembro e outubro, chegando ao pico da esta\u00e7\u00e3o, tamb\u00e9m dever\u00e3o ser muito superiores ao ano passado.<\/p>\n<p> Os formadores de opini\u00e3o do mercado tamb\u00e9m est\u00e3o prevendo que os produtores de leite australianos poder\u00e3o fazer um retorno na pr\u00f3xima temporada. A esta\u00e7\u00e3o atual, que terminar\u00e1 no final de junho, dever\u00e1 finalizar com queda de cerca de 8% com rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior - resultado de uma esta\u00e7\u00e3o muito dif\u00edcil com pre\u00e7os baixos do leite e condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas adversas no in\u00edcio da temporada.\u00a0<\/p>\n<p> Uma previs\u00e3o melhor para o mercado global de l\u00e1cteos e uma forte concorr\u00eancia entre os processadores para garantir a oferta gerou previs\u00f5es de maiores pre\u00e7os do leite para a pr\u00f3xima esta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p> A Dairy Australia disse que isso, combinado com condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas mais normais esperadas, levaria a uma recupera\u00e7\u00e3o lenta na pr\u00f3xima esta\u00e7\u00e3o, aumentando 2-3%. No entanto, a entidade advertiu que a recupera\u00e7\u00e3o na Austr\u00e1lia provavelmente ser\u00e1 limitada pelo impacto nas finan\u00e7as devido ao tamanho dos rebanhos e \u00e0 confian\u00e7a nesta esta\u00e7\u00e3o. A produ\u00e7\u00e3o de leite na Europa dever\u00e1 mostrar um crescimento de 0,6% este ano, mas o crescimento real a partir daqui ser\u00e1 muito maior, compensando a contra\u00e7\u00e3o de 2,1% do primeiro trimestre.<\/p>\n<p> As ofertas mundiais de leite estavam em crescimento negativo entre junho de 2016 e fevereiro de 2017, mas temos observado um crescimento positivo desde ent\u00e3o.<\/p>\n<p> N\u00e3o se deve esperar um salto brusco na produ\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que essas respostas n\u00e3o durar\u00e3o por muito tempo, mas desta vez, um crescimento mais moderado da demanda manter\u00e1 os pre\u00e7os dos produtos l\u00e1cteos em cheque e colocar\u00e1 um teto sobre os pre\u00e7os do leite para limitar o aumento na produ\u00e7\u00e3o. Tamb\u00e9m h\u00e1 menos capacidade de crescimento intenso devido a uma resposta da ind\u00fastria a regulamentos ambientais. (O texto \u00e9 de Steph Holloway, editora da Dairy Week, NZX Agri, traduzido pela Equipe MilkPoint)<\/p>\n<p> <strong>Leite - A atividade econ\u00f4mica gera renda no campo e empregos na cidade. Munic\u00edpio conta com ind\u00fastria de latic\u00ednios que consome 50% dos 40 milh\u00f5es de litros produzidos anualmente.<\/strong><\/p>\n<p> Localizado no Alto Uruguai o munic\u00edpio de Chapada vem consolidando a sua bacia leiteira, como uma das mais fortes da regi\u00e3o. Al\u00e9m de garantir renda no campo a atividade impulsiona o setor industrial e, por consequ\u00eancia, a gera\u00e7\u00e3o de empregos na cidade. Quem fala sobre a import\u00e2ncia da bacia leiteira para a economia do munic\u00edpio, com cerca de 10 mil habitantes, \u00e9 o t\u00e9cnico agr\u00edcola da Emater-RS, Adilson Wagner. De acordo com ele, hoje o setor conta com 537 produtores de leite, sendo a grande maioria donos de pequenas \u00e1reas de terra, que quando muito chegam nos 15 hectares. \"O leite ganhou import\u00e2ncia muito grande no campo. A atividade garante renda mensal ao trabalhador rural,\" disse Wagner.<\/p>\n<p> Segundo o t\u00e9cnico da Emater-RS, no ano passado o munic\u00edpio produziu 40,2 milh\u00f5es de litros de leite, o que representou um faturamento bruto superior a R$ 50 milh\u00f5es de reais. \"O dado positivo, desta movimenta\u00e7\u00e3o de dinheiro, \u00e9 que todo ele acaba girando dentro do pr\u00f3prio munic\u00edpio, pois os produtores utilizam esta fonte de renda mensal para compras de vestu\u00e1rio, medicamentos e alimenta\u00e7\u00e3o no com\u00e9rcio local,\" comenta Wagner. A estimativa \u00e9 que este ano a produ\u00e7\u00e3o de leite seja igual, ou, um pouco acima da atingida em 2016. Como em outras atividades rurais a leiteira tamb\u00e9m encontra problema, na quest\u00e3o da sucess\u00e3o. \"Quando os donos de neg\u00f3cio atingem determinada idade e se aposentam, e n\u00e3o contam com sucess\u00e3o familiar, a \u00fanica alternativa \u00e9 suspender a produ\u00e7\u00e3o leiteira, mesmo sendo atividade lucrativa,\" comenta o t\u00e9cnico agr\u00edcola.<\/p>\n<p> O bom momento da bacia leiteira vem refletindo diretamente na cidade. Conforme Wagner, uma ind\u00fastria de latic\u00ednios investiu e hoje \u00e9 respons\u00e1vel pelo processamento industrial da metade do leite produzido em Chapada. \"Al\u00e9m da ind\u00fastria, s\u00e3o outras oito pequenas empresas ligadas a coleta do leite, que est\u00e3o atuando no munic\u00edpio,\" completa Wagner. Tamb\u00e9m aponta o crescimento da atividade de agropecu\u00e1rias, especializadas em alimenta\u00e7\u00e3o e sa\u00fade do rebanho leiteiro, formado por mais de 8.500 animais. Para refor\u00e7ar a import\u00e2ncia do leite, o t\u00e9cnico agr\u00edcola lembra que diariamente saem das propriedades rurais 105 mil litros do produto, o que representa um movimento em moeda de R$ 130 mil, todos os dias. O plantel, formada por 75% de animais da ra\u00e7a holandesa, tem m\u00e9dia individual de produ\u00e7\u00e3o de 12 litros de leite di\u00e1rio. A maioria das propriedades rurais produz de 50 a 150 litros de leite\/dia. Grandes produtores s\u00e3o apenas seis, com m\u00e9dia di\u00e1ria de 1.000 a 2.500 litros de leite. Em m\u00e9dia o litro do leite \u00e9 comercializado a R$ 1,10 a R$ 1.40. (Di\u00e1rio da Manh\u00e3)<\/p>\n<p style=\"background: white; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: center; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\" \/><\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div>\u00a0<em><strong><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" alt=\"\" \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div>\n<p style=\"margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><em>Produ\u00e7\u00e3o\/UE - 48.290 agricultores reduziram a produ\u00e7\u00e3o de leite em 1,12 toneladas<br \/> A Comiss\u00e3o Europeia (CE) estabeleceu um plano de redu\u00e7\u00e3o volunt\u00e1ria da produ\u00e7\u00e3o de leite no final de 2016, para equilibrar o setor l\u00e1cteo. Cerca de 48.290 pecuaristas partciparam do programa, reduzindo a produ\u00e7\u00e3o de leite em 1,12 toneladas. Do or\u00e7amento original de 150 milh\u00f5es de euros, cerca de 112 milh\u00f5es foram utilizados para compensar os pecuaristas. O programa foi realizado entre o \u00faltimo trimestre de 2016 at\u00e9 janeiro de 2017. O objetivo era ajudar a amortizar os efeitos da crise do setor l\u00e1cteo mediante a redu\u00e7\u00e3o da quantidade de leite dispon\u00edvel no mercado e melhorar o pre\u00e7o ao produtor. Os pecuaristas foram compensados com 14 centavos por cada quilo de leite n\u00e3o produzido. Segundo a CE, o programa tamb\u00e9m contribuiu para o reequil\u00edbrio eficaz do mercado l\u00e1cteo da UE em seu conjunto, refletindo no aumento dos pre\u00e7os do leite na UE no \u00faltimo ano. O pre\u00e7o m\u00e9dio em abril de 2017 foi de 32,79 centavos\/kg, um aumento de 21% em compara\u00e7\u00e3o com o mesmo m\u00eas do ano anterior. (Agrodigital - Tradu\u00e7\u00e3o Livre: Terra Viva)<\/em><\/p>\n<\/p><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\" \/><\/em><\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0 Porto Alegre, 07 de julho de 2017\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 11- N\u00b0 2.536 \u00a0 \u00cdndice da FAO aponta alta dos alimentos O \u00edndice de pre\u00e7os globais de alimentos da FAO, a ag\u00eancia das Na\u00e7\u00f5es <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/07\/07\/07-07-2017\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"07\/07\/2017\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1609","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1609","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1609"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1609\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1609"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1609"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1609"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}