{"id":1604,"date":"2017-07-04T16:03:03","date_gmt":"2017-07-04T16:03:03","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/07\/04\/04-07-2017\/"},"modified":"2017-07-04T16:03:03","modified_gmt":"2017-07-04T16:03:03","slug":"04-07-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/07\/04\/04-07-2017\/","title":{"rendered":"04\/07\/2017"},"content":{"rendered":"<p>\u00a0<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\"><img decoding=\"async\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" alt=\"\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 04 de julho de 2017<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 11- N\u00b0 2.533<\/em><\/strong><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" alt=\"\" \/><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\">\u00a0<strong> Leil\u00e3o GDT: com exce\u00e7\u00e3o do leite em p\u00f3 integral, pre\u00e7os se mant\u00eam em queda<\/strong><br \/> \u00a0<br \/> O leil\u00e3o GDT desta ter\u00e7a-feira (04\/07) manteve a tend\u00eancia de queda (0,4%) no pre\u00e7o m\u00e9dio dos l\u00e1cteos, fechando em pre\u00e7o m\u00e9dio de US$3.303\/ton. Dentre os produtos, o leite em p\u00f3 integral foi o \u00fanico que apresentou varia\u00e7\u00e3o positiva, com m\u00e9dia de US$3.111\/tonelada, aumento de 2,6% em rela\u00e7\u00e3o ao \u00faltimo leil\u00e3o.\u00a0<\/p>\n<p> O leite em p\u00f3 desnatado registrou uma queda significativa de 4,5%, fechando em m\u00e9dia de US$2.090\/tonelada, valor que se aproximar dos leil\u00f5es de mar\u00e7o e maio deste ano, quando o produto registrou suas maiores quedas.\u00a0<\/p>\n<p> Para o queijo cheddar, o decr\u00e9scimo nos pre\u00e7os foi de 3,2% e fechando em US$4.051\/tonelada. J\u00e1 a manteiga continua bem valorizada, com queda de apenas 0,1% em rela\u00e7\u00e3o ao leil\u00e3o anterior, fechando em US$5.775\/tonelada.\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\">As vendas de l\u00e1cteos registraram queda bem expressiva, sendo comercializadas 28.574 toneladas, valor 12% inferior ao do \u00faltimo leil\u00e3o.\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\">Os pre\u00e7os futuros negociados para o leite em p\u00f3 integral indicam um pre\u00e7o mais alto no m\u00eas de agosto e relativa estabilidade nos meses seguintes at\u00e9 dezembro.\u00a0<\/p>\n<p> O cen\u00e1rio reflete o clima de incertezas predominante hoje no mercado internacional. Ainda h\u00e1 um n\u00edvel consider\u00e1vel de estoques no mercado (principalmente de leite em p\u00f3 desnatado na Uni\u00e3o Europeia) e o grande comprador mundial (China) apresenta, at\u00e9 agora, compras muito alinhadas \u00e0s do ano passado (ou seja, n\u00e3o houve crescimento das importa\u00e7\u00f5es chinesas de l\u00e1cteos).\u00a0<\/p>\n<p> Ao mesmo tempo, com um incremento dos pre\u00e7os do leite ao produtor em mercados importantes como Uni\u00e3o Europeia e Nova Zel\u00e2ndia, h\u00e1 uma perspectiva de melhoria (no m\u00e9dio prazo) da oferta global de leite. Por outro lado, os pre\u00e7os se mant\u00e9m razoavelmente firmes, n\u00e3o demonstrando influ\u00eancia deste cen\u00e1rio mais baixista (bearish) de mercado. (GDT\/Milkpoint)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2303\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\" \/><\/strong><\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify; background: white; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt 0cm;\"><strong>Projeto para Al\u00e9rgicos\u00a0<\/strong><\/p>\n<p> Em uma passagem r\u00e1pida pela \u00e1rea de l\u00e1cteos dos supermercados \u00e9 poss\u00edvel identificar uma grande oferta de produtos destinados a quem \u00e9 intolerante \u00e0 lactose. O mesmo n\u00e3o ocorre para o p\u00fablico que sofre de alergia \u00e0 prote\u00edna do leite de vaca. Uma inova\u00e7\u00e3o, no entanto, est\u00e1 sendo gestada no Rio Grande do Sul para a produ\u00e7\u00e3o de um leite \"n\u00e3o-al\u00e9rgico\".<\/p>\n<p> O Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios e Produtos Derivados do Estado do Rio Grande do Sul (Sindilat) anunciou no m\u00eas passado que ir\u00e1 desenvolver um projeto-piloto para atender a este nicho de mercado, que hoje \u00e9 proibido de consumir leite de vaca. A medida poder\u00e1, no futuro, ser mais uma op\u00e7\u00e3o de diversifica\u00e7\u00e3o do portf\u00f3lio da ind\u00fastria, de melhor remunera\u00e7\u00e3o dos produtores e de aumento na profissionaliza\u00e7\u00e3o das propriedades, j\u00e1 que exigiria um controle severo sobre esse leite diferenciado.<\/p>\n<p> No momento, o Sindilat busca parcerias para o projeto-piloto. O secret\u00e1rio-executivo do sindicato, Darlan Palharini, diz que os estudos v\u00e3o considerar que a produ\u00e7\u00e3o deve ter viabilidade econ\u00f4mica e que, na ponta do consumo, mesmo no caso de dietas especiais, o leite n\u00e3o pode sofrer grandes altera\u00e7\u00f5es de pre\u00e7os.<\/p>\n<p> A veterin\u00e1ria Roberta Z\u00fcge foi a respons\u00e1vel por apresentar os detalhes da novidade do leite destinado a quem tem alergia \u00e0 prote\u00edna, no \u00faltimo F\u00f3rum Itinerante do Leite, em junho, em Palmeira das Miss\u00f5es (RS). Ela explica que esta tecnologia j\u00e1 \u00e9 disseminada na Austr\u00e1lia e Nova Zel\u00e2ndia, pa\u00edses onde in\u00fameras fazendas comercializam o produto. \"Uma empresa australiana detinha patente deste leite, mas isto caiu em 2015 e agora esta tecnologia pode ser usada em qualquer rebanho do mundo. S\u00f3 que no Brasil ainda carecemos de normativas\", comenta Roberta.<\/p>\n<p> A produ\u00e7\u00e3o de leite sem prote\u00edna passa por diversas etapas. As vacas da propriedade t\u00eam que passar por testes de genotipagem para verificar se produzem o leite com ou sem a prote\u00edna beta-case\u00edna, que causa a alergia. Se o teste indicar a produ\u00e7\u00e3o de leite tipo A2A2, sem a presen\u00e7a do gene A1, significa que essa vaca serve para disponibilizar leite aos al\u00e9rgicos. O custo do teste laboratorial para a genotipagem \u00e9 de cerca de R$ 70 por animal.<\/p>\n<p> Num segundo momento, o produtor teria que segregar o rebanho A2A2 e ordenh\u00e1-lo separadamente. \"N\u00e3o muda nada no manejo, nem na alimenta\u00e7\u00e3o deste gado\", esclarece Roberta. De acordo com a veterin\u00e1ria, as pesquisas indicam que, originalmente, todos os bovinos produziam apenas leite A2A2. No entanto, por conta de uma muta\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica, os animais come\u00e7aram a apresentar tamb\u00e9m o tipo A1. Estudos apontam ainda que os animais de origem zebu\u00edna t\u00eam preval\u00eancia maior de leite A2A2 do que o gado de origem europeia.<\/p>\n<p> A professora da \u00e1rea de Tecnologia de Leite e Derivados da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Neila Richards, estima, no entanto, que o custo deste leite n\u00e3o sairia por menos de R$ 12 o litro, cerca de quatro vezes mais do que o longa vida integral. Ela observa que o produtor, o transportador, a agroind\u00fastria e o latic\u00ednio que vierem a trabalhar com o leite A2A2 ter\u00e3o que estabelecer um controle rigoroso para que n\u00e3o haja contato algum com o leite A1, que \u00e9 o que provoca rea\u00e7\u00f5es al\u00e9rgicas principalmente em beb\u00eas e crian\u00e7as pequenas.<\/p>\n<p> \"S\u00f3 que para viabilizar o processamento deste leite pela ind\u00fastria teria que ter uma quantidade expressiva. Possivelmente, o A2A2 ter\u00e1 um destino semelhante ao do leite de cabra pasteurizado, para um nicho de consumidores bem espec\u00edfico\", prev\u00ea Neila.<\/p>\n<p> Para o m\u00e9dico alergista Gil Bardini Alves, a iniciativa \u00e9 importante na medida em que permitiria \u00e0s crian\u00e7as al\u00e9rgicas ingerirem o alimento. \"Mas teria que ser um leite comercialmente acess\u00edvel. Hoje um grande limitante das f\u00f3rmulas para tratamento da alergia \u00e0 prote\u00edna do leite de vaca dispon\u00edveis \u00e9 o custo. Algumas f\u00f3rmulas chegam a custar mais de R$ 200 a lata\", repara.<\/p>\n<p> Em Minas Gerais, h\u00e1 uma experi\u00eancia em andamento h\u00e1 cerca de 2 anos. O Criat\u00f3rio Villefort desenvolve, em larga escala, o mapeamento de animais que produzem leite A2A2. O criador Virg\u00edlio Villefort conta que j\u00e1 foi analisada a genotipagem de beta-case\u00edna de quase 7 mil cabe\u00e7as das ra\u00e7as Gir Leiteiro e Guzer\u00e1 em fazendas localizadas nas cidades de Ja\u00edba e Morada Nova de Minas.<\/p>\n<p> Atualmente, s\u00e3o produzidos 2 mil litros de leite A2A2 por dia nessas propriedades. Segundo Virg\u00edlio, crian\u00e7as al\u00e9rgicas j\u00e1 provaram deste leite e relataram n\u00e3o terem sentido sintomas ap\u00f3s a ingest\u00e3o. O mapeamento tamb\u00e9m visa selecionar reprodutores e doadoras com gen\u00f3tipos A2A2 para abastecer o mercado nacional. O criador acredita que, no futuro, este tipo de leite ter\u00e1 um amplo alcance. \"Em 25 anos, toda popula\u00e7\u00e3o mundial estar\u00e1 consumindo o leite A2A2\".<\/p>\n<p> <u>Diferen\u00e7as devem ser conhecidas<\/u><br \/> O m\u00e9dico alergista Gil Bardini Alves diz que n\u00e3o se pode confundir a intoler\u00e2ncia \u00e0 lactose e a alergia \u00e0 prote\u00edna do leite de vaca. A primeira atinge mais os adultos, enquanto que a segunda prevalece mais em beb\u00eas e crian\u00e7as. Os sintomas da intoler\u00e2ncia s\u00e3o apenas intestinais: diarreia, c\u00f3licas e barriga estufada.<\/p>\n<p> J\u00e1 a alergia \u00e0 prote\u00edna do leite \u00e9 mais grave e pode causar manchas na pele, incha\u00e7o nos olhos e na boca, v\u00f4mito e falta de ar. \"Ap\u00f3s a ingest\u00e3o, alguns pacientes com alergia \u00e0 prote\u00edna do leite podem ter quadro de anafilaxia (choque anafil\u00e1tico) que, se n\u00e3o for tratado corretamente, pode levar ao \u00f3bito\", adverte. Para diagnosticar a intoler\u00e2ncia \u00e0 lactose, s\u00e3o usados exames de sangue ou o exame respirat\u00f3rio (teste do hidrog\u00eanio expirado).<\/p>\n<p> Para diagnosticar a alergia \u00e9 preciso fazer exames de sangue ou testes al\u00e9rgicos. Mas Bardini explica que o exame refer\u00eancia, neste caso, \u00e9 o de provoca\u00e7\u00e3o oral, realizado em ambiente hospitalar por m\u00e9dico especialista. O paciente ingere quantidades crescentes do alimento e observa-se se h\u00e1 alguma rea\u00e7\u00e3o. (Correio do Povo)<\/p>\n<p> <strong>Queijo com novo Padr\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p> Assim como os grandes latic\u00ednios, muitas agroind\u00fastrias familiares percebem as novas demandas do mercado e preparam produtos para nichos espec\u00edficos. Uma delas \u00e9 a Granja Cichelero, de Linha Doze, interior de Carlos Barbosa, que h\u00e1 quase dois meses exibe um novo item em suas prateleiras, o queijo colonial com baixo teor de lactose. As primeiras remessas da novidade foram entregues ao varejo em junho.<\/p>\n<p> \u2022 Produ\u00e7\u00e3o de leite \"n\u00e3o-al\u00e9rgico\" \u00e9 aposta para o mercado<\/p>\n<p> \u2022 Alta nas vendas de produtos com baixo teor de lactose aumenta investimentos<\/p>\n<p> Atualmente, a propriedade familiar conta com 130 vacas produzindo diariamente 4,4 mil litros de leite. Todo o volume \u00e9 transformado em 15 variedades de queijo que totalizam, em m\u00e9dia, 470 quilos por dia. Para a fabrica\u00e7\u00e3o do mais novo item do cat\u00e1logo, a agroind\u00fastria lan\u00e7a m\u00e3o do mesmo produto que os latic\u00ednios utilizam em larga escala: a lactase.<\/p>\n<p> Esse \u00e9 o nome da enzima colocada dentro da mat\u00e9ria-prima para transformar a lactose (a\u00e7\u00facar do leite) em glicose. Depois desse procedimento, o leite transformado \u00e9 destinado \u00e0 produ\u00e7\u00e3o do queijo com baixo teor de lactose, que demora cerca de 30 dias para ficar pronto para comercializa\u00e7\u00e3o. O tempo \u00e9 um pouco maior do que se leva para aprontar um queijo tradicional, de 15 a 20 dias. Pelo fato de o processo de fabrica\u00e7\u00e3o ser diferenciado, a agroind\u00fastria cobra cerca de 15% mais do que os outros produtos.<\/p>\n<p> H\u00e1 cerca de tr\u00eas anos, um dos propriet\u00e1rios da granja, Daniel Cichelero, que \u00e9 engenheiro de alimentos, j\u00e1 tinha feito uma experi\u00eancia com queijo sem lactose com uma t\u00e9cnica diferente da atual. Embora o processo de fabrica\u00e7\u00e3o fosse igual ao dos outros queijos, o tempo de matura\u00e7\u00e3o era muito maior, cerca de seis meses.<\/p>\n<p> Pesquisas indicam que ao longo do envelhecimento, o teor de lactose do queijo vai se reduzindo. \"S\u00f3 que este queijo maturado ficava bem encorpado, mais seco e forte, e quem quer produtos sem lactose, prioriza queijos mais leves\", percebeu o dono do neg\u00f3cio, que resolveu n\u00e3o levar a ideia adiante.<\/p>\n<p> Desta vez, no entanto, a aposta na novidade \u00e9 grande. O queijo colonial com baixo teor de lactose ser\u00e1 lan\u00e7ado oficialmente durante a Festiqueijo, em Carlos Barbosa, que come\u00e7ou em 30 de junho e segue at\u00e9 30 de julho. Segundo Daniel, ser\u00e1 uma \u00f3tima oportunidade para receber o feedback da clientela.<\/p>\n<p> O empreendedor espera atingir um p\u00fablico \"interessante\" em quatro meses. Habilitada pelo Sistema Unificado Estadual de Sanidade Agroindustrial Familiar, Artesanal e de Pequeno Porte (Susaf), a agroind\u00fastria destina grande parte de sua produ\u00e7\u00e3o para casas de queijos na Serra ga\u00facha e na Grande Porto Alegre.<\/p>\n<p> A fam\u00edlia Cichelero elabora queijos h\u00e1 14 anos, mas o tambo de leite tem mais tempo, foi inaugurado h\u00e1 mais de 50 anos. Al\u00e9m de renda, o neg\u00f3cio proporcionou transmiss\u00e3o de conhecimento entre as gera\u00e7\u00f5es. (Correio do Povo)<\/p>\n<p> <strong>Demanda fraca antecipa queda do leite<\/strong><\/p>\n<p> A demanda enfraquecida por l\u00e1cteos e o aumento na oferta de leite para processamento no pa\u00eds fizeram os pre\u00e7os m\u00e9dios ao produtor cair mais cedo do que o normalmente esperado neste ano. Em junho, os produtores brasileiros receberam, em m\u00e9dia, R$ 1,172 pelo litro do leite entregue no m\u00eas anterior, um recuo de 0,26% na compara\u00e7\u00e3o com os R$ 1,175 de maio, de acordo com levantamento da Scot Consultoria. Para Rafael Ribeiro, analista da Scot Consultoria, a principal raz\u00e3o para o recuo do pre\u00e7o \u00e9 \"a demanda ruim\", algo inesperado nestes meses mais frios do ano, quando geralmente o consumo de l\u00e1cteos cresce. Ele acrescenta que a produ\u00e7\u00e3o ascendente de leite tamb\u00e9m pressiona o mercado. H\u00e1 maior oferta de mat\u00e9ria-prima no Sul do pa\u00eds - onde come\u00e7ou a safra - e aumento na capta\u00e7\u00e3o de leite tamb\u00e9m em algumas regi\u00f5es de S\u00e3o Paulo e Minas Gerais, onde o clima favor\u00e1vel e o alimento (milho e soja) mais barato t\u00eam estimulado a produ\u00e7\u00e3o de leite.\u00a0<\/p>\n<p> Conforme o \u00cdndice Scot de Capta\u00e7\u00e3o de Leite, a capta\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria-prima, na m\u00e9dia nacional, teve alta de 1,4% em maio passado sobre abril, e dados parciais indicam aumento de 1,8% em junho sobre maio. Diante desses fatores, os pre\u00e7os ao produtor, no spot, no atacado e no varejo, que geralmente sobem at\u00e9 agosto, apresentam comportamento diferente. O levantamento da Scot mostra que o pre\u00e7o no mercado spot (negocia\u00e7\u00e3o entre as empresas) de S\u00e3o Paulo em junho ficou em R$ 1,384, abaixo dos R$ 1,576 por litro de maio passado. No varejo e no atacado, os pre\u00e7os ficaram praticamente est\u00e1veis em junho, tamb\u00e9m algo inesperado, segundo Rafael Ribeiro. No atacado paulista, o litro de leite longa vida foi cotado a R$ 2,52, em m\u00e9dia, em junho ante R$ 2,53 em maio. No varejo, o pre\u00e7o se manteve em R$ 3,38 por litro, em m\u00e9dia, segundo a Scot. No atual ambiente, a maior parte dos 140 latic\u00ednios ouvidos pela Scot em sua pesquisa mensal, em 17 Estados, espera queda dos pre\u00e7os ao produtor este m\u00eas. Uma fatia de 61% prev\u00ea recuo, 33% creem em manuten\u00e7\u00e3o e apenas 6% veem espa\u00e7o para alta. (Valor Econ\u00f4mico)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; background: white; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt 0cm;\"><img decoding=\"async\" style=\"height: 438px; width: 700px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2302\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; background: white; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt 0cm;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; background: white; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt 0cm;\"><img decoding=\"async\" style=\"float: left; font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: center; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\" \/><\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div><em><strong><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" alt=\"\" \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div>\n<p style=\"margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><em>Balan\u00e7a<\/em><\/p>\n<p style=\"margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><em>A balan\u00e7a comercial brasileira acumulou recorde hist\u00f3rico de US$ 36,219 bilh\u00f5es no primeiro semestre de 2017, valor 53,1% superior ao alcan\u00e7ado no mesmo per\u00edodo do ano passado, o que representa o melhor resultado de toda a s\u00e9rie hist\u00f3rica, iniciada em 1989. (Fonte: MDIC)<\/em><\/p>\n<\/p><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" style=\"float: left; font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\" \/><\/em><\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\u00a0<\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0 Porto Alegre, 04 de julho de 2017\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 11- N\u00b0 2.533 \u00a0 \u00a0 Leil\u00e3o GDT: com exce\u00e7\u00e3o do leite em p\u00f3 integral, pre\u00e7os se mant\u00eam em queda \u00a0 O leil\u00e3o GDT desta <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/07\/04\/04-07-2017\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"04\/07\/2017\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1604","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1604","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1604"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1604\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1604"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1604"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1604"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}