{"id":1602,"date":"2017-07-03T17:18:54","date_gmt":"2017-07-03T17:18:54","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/07\/03\/03-07-2017\/"},"modified":"2017-07-03T17:18:54","modified_gmt":"2017-07-03T17:18:54","slug":"03-07-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/07\/03\/03-07-2017\/","title":{"rendered":"03\/07\/2017"},"content":{"rendered":"<p>\u00a0<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\"><img decoding=\"async\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" alt=\"\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 03 de julho de 2017<\/em><\/strong><strong><em>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 11- N\u00b0 2.532<\/em><\/strong><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><u><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" alt=\"\" \/><\/span><\/span><\/u><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><strong>Leite UHT ser\u00e1 tributado a partir de 2018<\/strong>\u00a0<br \/> \u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\">A partir de 1\u00ba de janeiro de 2018 o leite UHT comercializado em todo o Rio Grande do Sul, at\u00e9 ent\u00e3o isento de ICMS, passar\u00e1 a ser tributado em 18%. A modifica\u00e7\u00e3o foi oficializada por meio do decreto n\u00ba 53.612, publicado na \u00faltima sexta-feira (30\/7) no Di\u00e1rio Oficial do Estado.\u00a0<\/p>\n<p> \"Esperamos que a tributa\u00e7\u00e3o do leite UHT d\u00ea condi\u00e7\u00f5es de o Estado tornar-se competitivo em outros produtos l\u00e1cteos\", comenta o secret\u00e1rio executivo do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do Rio Grande do Sul (Sindilat), Darlan Palharini, destacando que a ideia \u00e9 valorizar o leite industrializado no Rio Grande do Sul.<\/p>\n<p> A medida resulta de trabalho do Sindilat para ajustar a legisla\u00e7\u00e3o vigente e esclarecer as d\u00favidas dos latic\u00ednios associados no que diz respeito \u00e0 data de in\u00edcio da tributa\u00e7\u00e3o. Em maio deste ano, o governo do Estado publicou a Lei n\u00ba 14.988 fazendo refer\u00eancia \u00e0 data de 1\u00ba de janeiro de 2017 para in\u00edcio da tributa\u00e7\u00e3o do leite UHT. Com o decreto, o prazo foi corrigido. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/p>\n<p style=\"margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\" \/><\/strong><\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify; background: white; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt 0cm;\"><strong>Entidades ligadas \u00e0 prote\u00edna animal planejam viagem \u00e0 \u00c1sia para abrir novos mercados<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; background: white; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt 0cm;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; background: white; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt 0cm;\"><b><img decoding=\"async\" style=\"width: 500px; height: 375px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2301\" alt=\"\" \/><\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; background: white; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt 0cm;\">Cr\u00e9ditos: Fernando Groff - SEAPI<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; background: white; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt 0cm;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; background: white; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt 0cm;\">Representantes de entidades ligadas \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de prote\u00edna animal participaram de reuni\u00e3o para tratar de viagem \u00e0 \u00c1sia em novembro deste ano. A comitiva, coordenada pelas secretarias estaduais da Agricultura e do Desenvolvimento Econ\u00f4mico, deve contar com lideran\u00e7as da ind\u00fastria da carne bovina, aves, su\u00ednos e leite. O encontro, que ocorreu nesta segunda-feira (3\/7) pela manh\u00e3 na Secretaria da Agricultura (Seapi).<\/p>\n<p> Segundo o secret\u00e1rio executivo do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do Rio Grande do Sul (Sindilat), Darlan Palharini, os pa\u00edses da \u00c1sia t\u00eam demanda por produtos l\u00e1cteos. \"Queremos conhecer mais detalhadamente qual \u00e9 esta demanda. Uma das possibilidades \u00e9 o mercado de queijos\", avalia. Outros produtos de valor agregado, como o leite A2A2, indicado para pessoas que apresentam alergia \u00e0 prote\u00edna do leite, tamb\u00e9m tem potencial de exporta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p> O secret\u00e1rio da Agricultura, Ernani Polo, destaca que o objetivo da miss\u00e3o \u00e0 \u00c1sia \u00e9 apresentar o potencial do Rio Grande do Sul e prospectar novos mercados. Entretanto, ressalta o titular da pasta, esta foi uma primeira reuni\u00e3o para tratar da viagem. Nas pr\u00f3ximas semanas, outros encontros devem ocorrer. Enquanto isso, a Seapi aguarda que as entidades do setor manifestem interesse em participar da miss\u00e3o.\u00a0<\/p>\n<p> Tamb\u00e9m estiveram presentes na reuni\u00e3o dirigentes do Sindicato da Ind\u00fastria de Carnes do Rio Grande do Sul (Sicadergs) e da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Prote\u00edna Animal (ABPA), al\u00e9m de representantes da Famurs e Fiergs. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; background: white; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt 0cm;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; background: white; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt 0cm;\">\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; background: white; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt 0cm;\"><strong>Mercado Crescente\u00a0<\/strong><\/p>\n<p> As vendas de leite com baixo teor de lactose (a\u00e7\u00facar do leite) cresceram 40% em 2015 e mais 40% em 2016, revelaram dados da Associa\u00e7\u00e3o Ga\u00facha de Supermercados (Agas). A comercializa\u00e7\u00e3o desta variedade j\u00e1 corresponde a 5% do mercado de leite no Rio Grande do Sul.<\/p>\n<p> Em contrapartida, o volume de vendas do tradicional leite longa vida caiu 5% do final de 2014 ao final de 2016. De olho na forma como o alimento tem transitado na mesa dos ga\u00fachos, as ind\u00fastrias se movimentam para atenuar o enfraquecimento das vendas e aproveitar as oportunidades que surgem com um novo nicho de mercado.<\/p>\n<p> Diante da equa\u00e7\u00e3o, os latic\u00ednios atuam em pelo menos tr\u00eas frentes. Em uma delas buscam ampliar o portf\u00f3lio de produtos. Em outra tentam desfazer os mitos criados em torno do leite longa vida para que o consumo do \"carro-chefe\" volte a crescer. E na terceira apostam na \u00e1rea de pesquisa para atender as novas exig\u00eancias dos consumidores, que s\u00e3o crescentes (na p\u00e1gina 2, conhe\u00e7a o projeto de produ\u00e7\u00e3o de leite sem a prote\u00edna causadora de alergia).<\/p>\n<p> Levantamento do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios e Produtos Derivados (Sindilat\/RS) mostra que h\u00e1 potencial para fomentar o consumo no Pa\u00eds. O brasileiro ingere, em m\u00e9dia, 178 litros por ano. Os vizinhos argentinos e uruguaios consomem 203 e 242 litros, respectivamente. A Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Alimenta\u00e7\u00e3o e a Agricultura (FAO) recomenda o consumo anual de 220 litros por pessoa.\u00a0<\/p>\n<p> O aumento do consumo, contudo, depende da melhoria do poder de compra dos ga\u00fachos impactados pela crise econ\u00f4mica, da reconquista da confian\u00e7a perdida pelas fraudes de adultera\u00e7\u00e3o do leite reveladas nos \u00faltimos anos e tamb\u00e9m da dissemina\u00e7\u00e3o de mais informa\u00e7\u00f5es sobre o alimento, que \u00e9 fonte barata de diversos nutrientes. \"De tempos em tempos, aparecem informa\u00e7\u00f5es sobre vil\u00f5es da alimenta\u00e7\u00e3o, como j\u00e1 ocorreu com o ovo e com o gl\u00faten. Agora, a vil\u00e3 da vez \u00e9 a lactose.<\/p>\n<p> Mesmo sem um diagn\u00f3stico, as pessoas ouvem falar da intoler\u00e2ncia \u00e0 lactose e da alergia \u00e0 prote\u00edna do leite de vaca e acabam restringindo o leite das suas dietas\", observa o m\u00e9dico alergista Gil Bardini Alves, integrante da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Alergia e Imunologia.<\/p>\n<p> Para a professora da \u00e1rea de Tecnologia de Leite e Derivados da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Neila Richards, dois ter\u00e7os das pessoas que preferem o leite com baixo teor de lactose s\u00e3o influenciados por \"moda\" e n\u00e3o por necessidade. \"O aumento exagerado do consumo do leite com baixo teor de lactose chega a ser um problema porque o organismo daquelas pessoas que n\u00e3o t\u00eam intoler\u00e2ncia, quando fica muito tempo sem ingerir nada com lactose, come\u00e7a a perder a enzima que tinha a fun\u00e7\u00e3o de quebrar o a\u00e7\u00facar do leite\", alerta.<\/p>\n<p> A veterin\u00e1ria Roberta Z\u00fcge, participante do Conselho Cient\u00edfico Agro Sustent\u00e1vel, recomenda que as pessoas busquem conhecer melhor os benef\u00edcios do leite. \"Muitas vezes, circulam informa\u00e7\u00f5es contr\u00e1rias ao leite que s\u00e3o totalmente prejudiciais para aqueles que deixam de ingeri-lo. A conta vem com o tempo\", adverte. Segundo a FAO, o leite cont\u00e9m prote\u00ednas, calorias, c\u00e1lcio, magn\u00e9sio, sel\u00eanio, riboflavina e vitaminas A, B5, B12, C e D.<\/p>\n<p> Valor agregado<br \/> Se a lactose \u00e9 motivo para uma parcela de consumidores refutarem o tradicional leite longa vida, ela tamb\u00e9m abre oportunidades de mercado para os latic\u00ednios. O presidente do Sindilat e do Conselho Parit\u00e1rio Produtores\/Ind\u00fastrias de Leite do Estado (Conseleite), Alexandre Guerra, afirma que grande parte das ind\u00fastrias j\u00e1 tem em seus portf\u00f3lios produtos especiais. Para elabor\u00e1-los, as ind\u00fastrias reduzem os n\u00edveis de lactose do leite, mas preservam todos os outros nutrientes.<\/p>\n<p> Segundo Guerra, em 2016, uma parcela de 2,5% do total de leite processado no Brasil era destinada \u00e0s linhas especiais, sobretudo para a de baixo teor de lactose. Em 2017, o percentual passou para 3,3%. \"\u00c9 uma oportunidade que existe para as ind\u00fastrias e para os produtores. Quando uma empresa lan\u00e7a um novo produto, ela consegue agregar valor, ter uma margem diferenciada de lucro e remunerar melhor o fornecedor da mat\u00e9ria-prima\", ressalta Guerra, que tamb\u00e9m \u00e9 diretor administrativo e financeiro da Cooperativa Santa Clara. Em 2014, a empresa disponibilizou ao mercado o leite zero lactose e, na sequ\u00eancia, queijos, nata e doce de leite.<\/p>\n<p> Atenta \u00e0s tend\u00eancias de consumo, a Cooperativa Pi\u00e1 tamb\u00e9m embarcou nesse mercado. De dois anos para c\u00e1, lan\u00e7ou leite, iogurte, requeij\u00e3o, doce de leite e, mais recentemente, o achocolatado, tudo voltado para o p\u00fablico que restringe lactose na alimenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p> O presidente da Pi\u00e1, Jeferson Smaniotto, diz que o mercado desse tipo de produto cresce na ordem de dois pontos percentuais ao ano. Segundo o executivo, os itens da linha especial saem da ind\u00fastria com valor maior porque \u00e9 necess\u00e1rio considerar os custos de produ\u00e7\u00e3o mais elevados, bem como o tempo de fabrica\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que se inclui no processo industrial a etapa do uso da lactase, enzima que transforma a lactose em glicose.<\/p>\n<p> O assessor de Pol\u00edtica Agr\u00edcola da Federa\u00e7\u00e3o dos Trabalhadores na Agricultura do Rio Grande do Sul (Fetag), M\u00e1rcio Roberto Langer, confirma que o produtor de leite consegue ser melhor remunerado na medida em que surgem novos produtos no mercado. No entanto, vai depender muito da regi\u00e3o onde ele est\u00e1 inserido. \"As marcas atentas \u00e0s tend\u00eancias est\u00e3o muito concentradas no Vale do Taquari, na Serra e no Norte do Estado. L\u00e1, h\u00e1 uma disputa mais acirrada pelo leite dos produtores, principalmente aqueles com melhor qualidade\".<\/p>\n<p> Segundo Langer, h\u00e1 um esfor\u00e7o da Fetag e outras entidades para se chegar a uma f\u00f3rmula de forma\u00e7\u00e3o de pre\u00e7o e de remunera\u00e7\u00e3o mais justa aos produtores, levando em considera\u00e7\u00e3o as mudan\u00e7as no mix de produtos na \u00e1rea do leite nos \u00faltimos anos. (Correio do Povo)<\/p>\n<p style=\"background: white; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt;\"><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: center; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\" \/><\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><em><strong><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" alt=\"\" \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div>\n<p style=\"margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><em>Estados Unidos: novo kit de diagn\u00f3stico r\u00e1pido para Febre Aftosa<br \/> Dire\u00e7\u00e3o de Ci\u00eancia e Tecnologia do Departamento de Seguran\u00e7a Nacional dos Estados Unidos (DHS S&amp;T) anunciou a concess\u00e3o de licen\u00e7as de um kit de diagn\u00f3stico da Febre Aftosa de resposta r\u00e1pida (tr\u00eas horas) pelo Centro de Produtos Biol\u00f3gicos Veterin\u00e1rios (CVB) do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Desenvolvido por um grande cons\u00f3rcio de investiga\u00e7\u00e3o de ag\u00eancias federais, acad\u00e9micos e cientistas da ind\u00fastria de sanidade animal, este \u00e9 o primeiro kit de diagn\u00f3stico de Febre Aftosa que pode ser fabricado nos Estados Unidos, cr\u00edtico para uma resposta r\u00e1pida no caso de um surto de Febre Aftosa. Este kit de diagn\u00f3stico proporciona uma ferramenta importante para mitigar os impactos potencialmente catastr\u00f3ficos de um surto de Febre Aftosa. Este teste de alto rendimento pode ser utilizado para gado vacum, su\u00ednos e ovinos. \"Este ensaio ser\u00e1 uma ferramenta fundamental para a prepara\u00e7\u00e3o e resposta perante emerg\u00eancias dos Estados Unidos e para assegurar a resili\u00eancia da pecu\u00e1ria dos Estados Unidos, uma infra-estrutura cr\u00edtica\", disse William N. Bryan, sub-secret\u00e1rio do DHS. \"Fazer chegar com \u00eaxito este teste ao mercado exemplifica o tipo de associa\u00e7\u00e3o p\u00fablico-privada entre o DHS S&amp;T, os Centros de Excel\u00eancia, os laborat\u00f3rios governamentais e a ind\u00fastria necess\u00e1rios para apoiar os programas pecu\u00e1rios e o controlo mundial e erradica\u00e7\u00e3o da Febre Aftosa. (IIAD\/ Estados Unidos \/ 3tr\u00eas3)<\/em><\/p>\n<\/p><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" alt=\"\" \/><\/em><\/div>\n<div>\u00a0<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\u00a0<\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0 Porto Alegre, 03 de julho de 2017\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Ano 11- N\u00b0 2.532 \u00a0 Leite UHT ser\u00e1 tributado a partir de 2018\u00a0 \u00a0 A partir de 1\u00ba de janeiro de 2018 o leite UHT <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/07\/03\/03-07-2017\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"03\/07\/2017\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1602","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1602","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1602"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1602\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1602"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1602"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1602"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}