{"id":1595,"date":"2017-06-27T17:18:43","date_gmt":"2017-06-27T17:18:43","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/06\/27\/27-06-2017\/"},"modified":"2017-06-27T17:18:43","modified_gmt":"2017-06-27T17:18:43","slug":"27-06-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/06\/27\/27-06-2017\/","title":{"rendered":"27\/06\/2017"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 27 de junho de 2017<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.528<\/em><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><span style=\"text-align: justify; background-color: #ffffff;\">&nbsp;<strong>O mapa do Agro<\/strong><\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify; background-color: #ffffff;\">Em 2006, a produ\u00e7\u00e3o de soja no Rio Grande do Sul era de 7,7 milh\u00f5es de toneladas. Hoje, soma 18,71 milh\u00f5es de toneladas, aumento de 140%.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify; background-color: #ffffff;\">Essa \u00e9 apenas uma das mudan\u00e7as verificadas no hiato de 11 anos que separa o \u00faltimo Censo Agropecu\u00e1rio do atual, que come\u00e7ar\u00e1 a ser feito a partir de 1\u00ba de outubro em todo o pa\u00eds.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify; background-color: #ffffff;\">- Se o produtor responder corretamente o censo, isso ir\u00e1 lhe propiciar uma pol\u00edtica p\u00fablica correta - afirma Antonio Carlos Sim\u00f5es Florido, gerente do Censo Agropecu\u00e1rio do IBGE, que esteve no Estado para cerim\u00f4nia que marcou a contagem dos cem dias para o in\u00edcio da pesquisa.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify; background-color: #ffffff;\">O trabalho deveria ter iniciado antes - o ideal seria fazer o censo a cada cinco anos -, mas foi postergado devido a cortes no or\u00e7amento. No projeto original, estava previsto R$ 1,6 bilh\u00e3o para a execu\u00e7\u00e3o. Mas a proposta fechou com R$ 505 milh\u00f5es para 2017 e R$ 277 milh\u00f5es para 2018. Foi necess\u00e1rio fazer adpta\u00e7\u00f5es, como a do question\u00e1rio, que ficou menor.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify; background-color: #ffffff;\">No Brasil, ser\u00e3o 18,8 mil recenseadores para mapear 5,3 milh\u00f5es de estabelecimentos agropecu\u00e1rios (veja no mapa abaixo dados do RS). (Zero Hora)<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2297\" style=\"width: 450px; height: 434px;\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/strong><\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"margin-top: 3.75pt; margin-right: 0cm; margin-bottom: 7.5pt; margin-left: 0cm; text-align: justify; background: white;\"><strong>Fatiamento - Um ano para a adapta\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-top: 3.75pt; margin-right: 0cm; margin-bottom: 7.5pt; margin-left: 0cm; text-align: justify; background: white;\"> O secret\u00e1rio da Sa\u00fade, Jo\u00e3o Gabbardo dos Reis, assinou ontem, no Pal\u00e1cio Piratini, a portaria que estabeleceu o prazo de um ano para que mercados e a\u00e7ougues fa\u00e7am as adequa- \u00e7\u00f5es f\u00edsicas necess\u00e1rias para atender \u00e0s novas normas de fatiamento de produtos de origem animal. As regras para fracionar queijos e embutidos entraram em vigor em janeiro deste ano, mas n\u00e3o davam um tempo para as adapta\u00e7\u00f5es. A coordenadora do Centro de Apoio Operacional de Defesa do Consumidor, Caroline Vaz, ressaltou que o Minist\u00e9rio P\u00fablico \"sempre esteve de acordo com este prazo, n\u00e3o s\u00f3 para os pequenos comerciantes, que t\u00eam mais dificuldades para uma r\u00e1pida adequa\u00e7\u00e3o, como para os gestores p\u00fablicos municipais, que necessitam de capacita\u00e7\u00e3o pr\u00e9via na \u00e1rea da Sa\u00fade para trabalharem essas mudan\u00e7as\". (Correio do Povo)<\/p>\n<p style=\"margin-top: 3.75pt; margin-right: 0cm; margin-bottom: 7.5pt; margin-left: 0cm; text-align: justify; background: white;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-top: 3.75pt; margin-right: 0cm; margin-bottom: 7.5pt; margin-left: 0cm; text-align: justify; background: white;\"><strong>Leite\/NZ&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p> A produ\u00e7\u00e3o na Nova Zel\u00e2ndia crescer\u00e1 em 2017\/18 pela primeira vez em tr\u00eas anos, de acordo com proje\u00e7\u00f5es da Fonterra, ainda que os volumes permane\u00e7am abaixo dos n\u00edveis recordes, em meio a preocupa\u00e7\u00f5es financeiras da ind\u00fastria. A Fonterra, que processa a grande maioria do leite produzido na Nova Zel\u00e2ndia, em sua primeira previs\u00e3o para a capta\u00e7\u00e3o em 2017\/18, calcula 1.575 bilh\u00f5es de quilos de s\u00f3lidos totais (kg\/MS). Isso representa crescimento de 3,2% em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior, e encerrar a desacelera\u00e7\u00e3o provocada por pre\u00e7os desencorajadores, que ficavam abaixo do custo de produ\u00e7\u00e3o, deixando muitos agricultores com d\u00edvidas substanciais. O pre\u00e7o do leite ao produtor pago pela Fonterra despencou de NZ$ 8,40\/kgMS em 2013\/14, para NZ$ 3,90\/kgMS duas temporadas mais tarde.<\/p>\n<p> <span style=\"text-decoration: underline;\">Luta com as d\u00edvidas<\/span><br \/> No entanto, o valor foi recuperado para NZ$ 6,15\/kgMS na \u00faltima temporada, com a previs\u00e3o da Fonterra de iniciar 2017\/18 com NZ$ 6,50\/kgMS. \"A melhora dos pre\u00e7os deve incentivar planos de produ\u00e7\u00e3o nas fazendas\", disse a cooperativa. No entanto, a coleta permanecer\u00e1 abaixo do recorde de 1,62 bilh\u00f5es de kgMS em 2014\/15, incentivada pelo pagamento recorde da temporada anterior. A caracter\u00edstica da produ\u00e7\u00e3o de leite estabeleceu um atraso na efic\u00e1cia da percep\u00e7\u00e3o dos sinais que afetariam os pre\u00e7os em decorr\u00eancia do aumento da produ\u00e7\u00e3o. O instituto Reinz, no in\u00edcio da semana, detectou recupera\u00e7\u00e3o de 6,8% no valor das fazenda de leite da Nova Zel\u00e2ndia em rela\u00e7\u00e3o ao ano passado, sinalizando perspectivas de vendas for\u00e7adas. \"A atividade, incentivada pelo financiador... confirma os recentes coment\u00e1rios do Banco Central de que alguns agricultores lutam para cobrir as d\u00edvidas acumuladas nas \u00faltimas temporadas, e em alguns casos, a venda \u00e9 a \u00fanica op\u00e7\u00e3o\".<\/p>\n<p> <span style=\"text-decoration: underline;\">Redu\u00e7\u00e3o do rebanho<\/span><br \/> Ainda assim, a produ\u00e7\u00e3o registrada recentemente na Nova Zel\u00e2ndia foi muito melhor do que o esperado, com a Fonterra prevendo, inicialmente, 7% de queda na capta\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao ano passado, duas vezes mais, do que o decl\u00ednio realizado. No \u00faltimo m\u00eas, o escrit\u00f3rio do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) em Wellington acrescentou 700 mil toneladas, \u00e0s previs\u00f5es sobre a produ\u00e7\u00e3o de leite da Nova Zel\u00e2ndia em 2017, chegando a 21,9 milh\u00f5es de toneladas, atribuindo ao clima favor\u00e1vel no in\u00edcio do ano, junto com os pre\u00e7os elevados do leite. De um modo geral, a recupera\u00e7\u00e3o do pagamento do leite \"aumenta a confian\u00e7a dos agricultores, que poder\u00e3o comprar insumos extras, se for necess\u00e1rio\", disse a Ag\u00eancia. \"O n\u00famero de vacas leite n\u00e3o foi reduzido como o esperado anteriormente. A estimativa \u00e9 de que existam 5 milh\u00f5es de cabe\u00e7a, o que representa 100.000 cabe\u00e7as a mais em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 previs\u00e3o inicial\". (Agrimoney- Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/p>\n<p style=\"margin-top: 3.75pt; margin-right: 0cm; margin-bottom: 7.5pt; margin-left: 0cm; text-align: justify; background: white;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"float: left; font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: center; width: 811px;\" \/><\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div>\n<p style=\"margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><em>CIRCULAR PROGRAMA DE REGULARIZA\u00c7\u00c3O TRIBUT\u00c1RIA (PERT)<br \/> <a href=\"images\/CIRCULAR_PERT-IN-RFB.pdf\">CLIQUE AQUI <\/a>para acessar a CIRCULAR sobre o parcelamento FEDERAL, a partir das regras da regulamenta\u00e7\u00e3o da Receita Federal publicadas dia 21\/06\/2017. (Sindilat)<\/em><\/p>\n<\/p><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"float: left; font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/em><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 27 de junho de 2017&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.528 &nbsp; &nbsp;O mapa do Agro Em 2006, a produ\u00e7\u00e3o de soja no Rio Grande do Sul era de 7,7 milh\u00f5es de toneladas. <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/06\/27\/27-06-2017\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"27\/06\/2017\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1595","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1595","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1595"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1595\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1595"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1595"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1595"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}