{"id":1593,"date":"2017-06-26T16:51:35","date_gmt":"2017-06-26T16:51:35","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/06\/26\/26-06-2017\/"},"modified":"2017-06-26T16:51:35","modified_gmt":"2017-06-26T16:51:35","slug":"26-06-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/06\/26\/26-06-2017\/","title":{"rendered":"26\/06\/2017"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 26 de junho de 2017<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.527<\/em><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><strong>Regras completam um ano<\/strong><\/p>\n<p> Um ano ap\u00f3s a assinatura do decreto que regulamentou o Programa de Qualidade de Produ\u00e7\u00e3o do Leite, por meio da chamada Lei do Leite, ocorrido no dia 24 de junho de 2016, entidades do setor comemoram avan\u00e7os, mas ainda discutem formas de aperfei\u00e7oar o texto. A identifica\u00e7\u00e3o<br \/> dos caminh\u00f5es, por meio de um adesivo, \u00e9 uma das mudan\u00e7as j\u00e1 observadas, embora o prazo para adequa\u00e7\u00e3o n\u00e3o tenha se encerrado. \"Como n\u00e3o temos perna para fiscalizar todo o leite transportado, um caminh\u00e3o identificado serve para o consumidor observar se ele est\u00e1 fazendo alguma pr\u00e1tica irregular\", afirma o coordenador da C\u00e2mara Setorial do Leite, Danilo Cavalcanti Gomes.&nbsp;<\/p>\n<p> Uma das principais novidades implementadas pela lei \u00e9 a rastreabilidade dos produtores, a cargo das ind\u00fastrias. \"Antes, qualquer produtor que tivesse animais poderia estar entregando leite num latic\u00ednio\", explica a fiscal agropecu\u00e1ria Karla Pivato Oliz, da Se\u00e7\u00e3o T\u00e9cnica de Latic\u00ednios, Ovos e Mel da Seapi. O sistema identifica pend\u00eancias, por exemplo, relacionadas \u00e0s vacinas obrigat\u00f3rias e \u00e0 declara\u00e7\u00e3o do rebanho. Para o presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, o grande m\u00e9rito foi eliminar a figura do atravessador, o que \"fez com que se tivesse uma seguran\u00e7a maior\". O secret\u00e1rio da Agricultura, Ernani Polo, afirma que entidades tem se reunido para discutir ajustes. Um dos pontos a serem trabalhados \u00e9 a integra\u00e7\u00e3o entre os sistemas federal, estadual e municipal. \"A lei veio preencher uma lacuna e, no decorrer do tempo, vamos ter que fazer os ajustes e adequa\u00e7\u00f5es necess\u00e1rios.\". (Correio do Povo)<\/p>\n<p style=\"margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/strong><\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"margin-top: 3.75pt; margin-right: 0cm; margin-bottom: 7.5pt; margin-left: 0cm; text-align: justify; background: white;\"><strong><span style=\"text-align: justify; background-color: #ffffff;\">Novo decreto prev\u00ea prazo para adapta\u00e7\u00e3o<\/span><\/strong><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify; background-color: #ffffff;\">O governo do Estado publicou no Di\u00e1rio Oficial, na sexta-feira, o decreto 53.598, que determina que a Secretaria Estadual da Sa\u00fade estabele\u00e7a um prazo para que supermercados, a\u00e7ougues e fiambrerias se adaptem \u00e0s normas para o fatiamento de produtos de origem animal nestes estabelecimentos. O porcionamento \u00e9 permitido desde que n\u00e3o sejam alteradas as caracter\u00edsticas organol\u00e9pticas (de cor, sabor, textura) dos alimentos. O deputado Gabriel Souza, l\u00edder do governo na Assembleia Legislativa, adiantou que o per\u00edodo para as adequa\u00e7\u00f5es ser\u00e1 de um ano. O parlamentar, representantes das secretarias da Agricultura e Sa\u00fade e entidades ir\u00e3o hoje ao Minist\u00e9rio P\u00fablico Estadual (MP\/RS) para combinar os detalhes deste per\u00edodo de transi\u00e7\u00e3o. Publicado em novembro de 2016, o decreto 53.304 instituiu as normas para que os estabelecimentos fizessem o fracionamento das carnes, queijos e embutidos, em substitui\u00e7\u00e3o \u00e0 antiga lei, de 1974.&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify; background-color: #ffffff;\">No entanto, apesar dos sete meses de vig\u00eancia, as apreens\u00f5es de produtos fracionados nas empresas tiveram continuidade. O parlamentar afirma que muitas empresas confundem o fracionamento com a altera\u00e7\u00e3o do produto. \"Se o mercado, por exemplo, temperar uma carne de porco para vender, ele ter\u00e1 que contar com um servi\u00e7o de inspe\u00e7\u00e3o permanente, como acontece nas ind\u00fastrias. Se ele s\u00f3 for fatiar o alimento atendendo claramente \u00e0s regras deste novo decreto, est\u00e1 dispensado da inspe\u00e7\u00e3o\", detalha Souza. O vice-presidente da Associa\u00e7\u00e3o Ga\u00facha de Supermercados (Agas), Ezequiel Stein, diz que a entidade espera h\u00e1 45 dias que o secret\u00e1rio da Sa\u00fade, Jo\u00e3o Gabbardo do Reis, valide uma cartilha informativa elaborada pela entidade. Este documento ser\u00e1 distribu\u00eddo aos associados com o objetivo de explicar didaticamente as novas normas.&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify; background-color: #ffffff;\">No entanto, a Agas ainda n\u00e3o obteve retorno por parte da secretaria. \"A Agas sempre esteve ao lado do Minist\u00e9rio P\u00fablico e das vigil\u00e2ncias sanit\u00e1rias porque somos totalmente contr\u00e1rios \u00e0 venda de produtos clandestinos, vencidos, mau conservados\", observa Stein. \"Mas tamb\u00e9m somos contr\u00e1rios \u00e0s apreens\u00f5es de carnes e frios fatiados nos mercados. As empresas t\u00eam que se adequar \u00e0s exig\u00eancias do consumidor. Quem compra hoje em dia um queijo de cinco quilos para levar para casa?\", acrescenta o dirigente. O decreto 53.304, de 2016, foi elaborado por um grupo t\u00e9cnico, que uniu governo, Minist\u00e9rio P\u00fablico (MP) e entidades, para estabelecer regras claras para o porcionamento de produtos de origem animal. A ideia de uma nova lei surgiu ap\u00f3s opera\u00e7\u00f5es do Minist\u00e9rio P\u00fablico que apreenderam grande quantidade de alimentos em mercados, restaurantes e outros, a partir de dezembro de 2015. (Correio do Povo)&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"margin-top: 3.75pt; margin-right: 0cm; margin-bottom: 7.5pt; margin-left: 0cm; text-align: justify; background: white;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-top: 3.75pt; margin-right: 0cm; margin-bottom: 7.5pt; margin-left: 0cm; text-align: justify; background: white;\"><strong>Entraves na diversifica\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p> Alternativas ao fumo esbarram na infraestrutura prec\u00e1ria e na dificuldade de acesso ao cr\u00e9dito<br \/> Na ordenha de balde ao p\u00e9, realizada duas vezes ao dia, os produtores de Ven\u00e2ncio Aires Alex Lauermann, 31 anos, e a mulher Micheli Freitas, 25 anos, perderam as contas de quantas vezes ficaram sem energia. Nem o transformador, instalado h\u00e1 cerca de dois anos pela prestadora do servi\u00e7o que atende a regi\u00e3o, resolveu o problema. A propriedade, com 10,9 hectares, destinava seis hectares para o fumo h\u00e1 cinco anos, quando a fam\u00edlia decidiu investir em nova atividade antes do nascimento da filha \u00c9rica La\u00eds, de um ano. A motiva\u00e7\u00e3o foi a demanda do cultivo por m\u00e3o de obra, cara e escassa. Hoje, s\u00e3o apenas dois hectares de fumo e o restante abriga 24 bovinos, sendo 10 de leite, al\u00e9m de a\u00e7udes para irriga\u00e7\u00e3o e cria\u00e7\u00e3o de carpas.<\/p>\n<p> Sem tens\u00e3o suficiente, o projeto de migrar do balde ao p\u00e9 para ordenha canalizada est\u00e1 inviabilizado, assim como melhorar a irriga\u00e7\u00e3o na propriedade, j\u00e1 que o equipamento utiliza motor potente, demandando mais do sistema el\u00e9trico.<\/p>\n<p> - Com energia, ir\u00edamos investir no leite, mas hoje o tabaco traz seguran\u00e7a - conta Lauermann, que enfrenta outro problema de infraestrutura: os 3,5 quil\u00f4metros de estrada de ch\u00e3o batido que o separam de uma rodovia asfaltada.<\/p>\n<p> Quando chove, muitas vezes o produtor precisa socorrer o caminh\u00e3o que vai at\u00e9 a propriedade de dois em dois dias fazer o recolhimento de 350 litros de leite.<\/p>\n<p> Os obst\u00e1culos enfrentados por Alex e Micheli n\u00e3o s\u00e3o novidade para quem cultiva tabaco e entre os que buscam outras fontes de renda. Pesquisa sobre o perfil do produtor na Regi\u00e3o Sul (veja na p\u00e1gina ao lado), mostra que infraestrutura \u00e9 um dos principais entraves na \u00e1rea rural - especialmente no Rio Grande do Sul.<\/p>\n<p> - Energia el\u00e9trica \u00e9 gargalo em todas as atividades e a diversifica\u00e7\u00e3o fica especialmente impactada. Por exemplo: \u00e9 necess\u00e1rio resfriador para o leite, secador para milho, energia para a cria\u00e7\u00e3o de aves ou de su\u00ednos. E, \u00e0 medida que se afasta da cidade, mais atividades alternativas e maiores as defici\u00eancias de estrada, telefonia, energia - explica Vicente Jo\u00e3o Fin, chefe do escrit\u00f3rio municipal da Emater em Ven\u00e2ncio Aires. (Zero Hora)<\/p>\n<p style=\"margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: center; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div>\n<p style=\"margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><em>Qual a tend\u00eancia para o clima no segundo semestre?<br \/> De acordo com as \u00faltimas simula\u00e7\u00f5es dos \u00f3rg\u00e3os de meteorologia internacionais, a expectativa para o segundo semestre de 2017 ainda ser\u00e1 de neutralidade clim\u00e1tica, mesmo com as \u00e1guas do Oceano Pac\u00edfico equatorial central levemente aquecidas, mas ainda n\u00e3o o suficiente para classificar como El Ni\u00f1o. Com isso, a tend\u00eancia para o clima no sul do pa\u00eds ser\u00e1 de chuvas dentro e acima da m\u00e9dia clim\u00e1tica. Nas \u00e1reas que fazem fronteira com Uruguai e Argentina os desvios tendem a ser maiores, por\u00e9m n\u00e3o com volumes muito elevados como ocorreu durante o outono. O impacto da chuva durante o inverno para as culturas \u00e9 de forma positivo, pois com a ocorr\u00eancia de epis\u00f3dios de chuva a umidade do solo segue elevada, beneficiando o desenvolvimento das lavouras. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s temperaturas, as ondas de frio devem ser menos frequentes e duradouras, diferentemente do ano de 2016. Com isso, as lavouras de inverno podem ser afetadas com epis\u00f3dios de temperaturas baixas mais espa\u00e7adas. (Zero Hora)<\/em><\/p>\n<p style=\"margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\">&nbsp;<em style=\"background-color: #fafafa;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/em><\/p>\n<\/p><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 26 de junho de 2017&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.527 &nbsp; Regras completam um ano Um ano ap\u00f3s a assinatura do decreto que regulamentou o Programa de Qualidade de Produ\u00e7\u00e3o do Leite, <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/06\/26\/26-06-2017\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"26\/06\/2017\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1593","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1593","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1593"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1593\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1593"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1593"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1593"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}