{"id":1592,"date":"2017-06-23T17:13:10","date_gmt":"2017-06-23T17:13:10","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/06\/23\/23-06-2017\/"},"modified":"2017-06-23T17:13:10","modified_gmt":"2017-06-23T17:13:10","slug":"23-06-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/06\/23\/23-06-2017\/","title":{"rendered":"23\/06\/2017"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 23 de junho de 2017<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.526<\/em><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><strong>&nbsp;&nbsp;<span style=\"text-align: justify; background-color: #ffffff;\">Leite condensado desbanca leite em p\u00f3 nas exporta\u00e7\u00f5es<\/span><\/strong><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify; background-color: #ffffff;\">A crise na Venezuela gerou uma mudan\u00e7a no perfil das exporta\u00e7\u00f5es brasileiras de l\u00e1cteos. Nos \u00faltimos anos, o principal produto da pauta de exporta\u00e7\u00f5es do Brasil era o leite em p\u00f3, gra\u00e7as \u00e0s compras do pa\u00eds vizinho. Mas o recrudescimento da crise no pa\u00eds governado por Nicol\u00e1s Maduro afastou os exportadores brasileiros. Como reflexo, o leite condensado, que at\u00e9 o ano passado era o segundo item mais exportado em valor, tornou-se o primeiro da lista neste ano, e j\u00e1 \u00e9 vendido para mais de 20 pa\u00edses, segundo dados compilados pela Viva L\u00e1cteos, que re\u00fane empresas do setor.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify; background-color: #ffffff;\">Entre janeiro e maio deste ano, a receita com as vendas externas de leite condensado correspondeu a 43,2% do total de US$ 50,728 milh\u00f5es em l\u00e1cteos exportados pelo Brasil. Em igual intervalo do ano passado, equivaliam a 24,1% do valor das exporta\u00e7\u00f5es, que ent\u00e3o somaram US$ 52,229 milh\u00f5es. J\u00e1 a receita com os embarques de leite em p\u00f3 correspondeu a apenas 15,6% do total de janeiro a maio deste ano. No mesmo per\u00edodo de 2016, as vendas de leite em p\u00f3 representavam 48,2% do total exportado.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify; background-color: #ffffff;\">&nbsp;<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2294\" style=\"width: 570px; height: 253px;\" \/><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify; background-color: #ffffff;\">Com a redu\u00e7\u00e3o nas vendas de leite em p\u00f3 para a Venezuela, o pa\u00eds tamb\u00e9m perdeu relev\u00e2ncia entre os importadores. No acumulado at\u00e9 maio, Caracas importou apenas US$ 8,15 milh\u00f5es em l\u00e1cteos do Brasil, ou 16,1% do total. Um ano antes, havia importado 49,1% do total. De uma certa forma, o Brasil foi obrigado a reduzir o que o setor chegou a chamar de \"Venezuelodepend\u00eancia\", e as empresas tiveram de buscar diversificar produtos e destinos.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify; background-color: #ffffff;\">Hoje, segundo Gustavo Beduschi, assessor t\u00e9cnico da Viva L\u00e1cteos, o Brasil exporta leite condensado para 22 pa\u00edses da \u00c1frica, Oriente M\u00e9dio e Am\u00e9rica Latina, principalmente. Apesar da redu\u00e7\u00e3o das vendas \u00e0 Venezuela, o pa\u00eds segue como o principal mercado para o leite em p\u00f3 brasileiro. Bol\u00edvia e Paraguai tamb\u00e9m adquirem o produto do Brasil.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify; background-color: #ffffff;\">Embora os montantes ainda sejam pequenos, as exporta\u00e7\u00f5es de queijos e requeij\u00e3o pelo Brasil tamb\u00e9m v\u00eam ganhando import\u00e2ncia, segundo a Viva L\u00e1cteos. Entre janeiro e maio deste ano j\u00e1 representaram 14,3% do total exportado. Al\u00e9m da R\u00fassia, o Brasil tamb\u00e9m exporta esses itens a Chile, Argentina e Uruguai.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify; background-color: #ffffff;\">Enquanto as exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos seguem com pouco f\u00f4lego, as importa\u00e7\u00f5es continuam em alta no acumulado do ano. As compras no exterior vinham perdendo for\u00e7a at\u00e9 abril, mas em maio voltaram a subir em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior. At\u00e9 maio, j\u00e1 totalizaram US$ 272,005 milh\u00f5es, alta de 33,1% na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo intervalo de 2016.&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify; background-color: #ffffff;\">Mas a expectativa de analistas \u00e9 que as importa\u00e7\u00f5es recuem no segundo semestre. De acordo com Valter Galan, da MilkPoint, consultoria especializada em l\u00e1cteos, a maior oferta no Brasil com a safra e o menor custo de produ\u00e7\u00e3o devem desestimular as compras no exterior. Ele afirma que se as cota\u00e7\u00f5es internacionais do leite se mantiverem no patamar de US$ 3 mil a US$ 3,3 mil por tonelada e se o d\u00f3lar ficar no n\u00edvel atual \"importar fica menos interessante\". Isso porque com o aumento na produ\u00e7\u00e3o, os pre\u00e7os dom\u00e9sticos tendem a cair tornando o leite nacional mais competitivo.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify; background-color: #ffffff;\">De fato, o mercado j\u00e1 sinaliza queda de pre\u00e7os da mat\u00e9ria-prima ao produtor, observa La\u00e9rcio Barbosa, do Latic\u00ednios Jussara. Al\u00e9m do incremento da oferta de leite, a demanda est\u00e1 pouco aquecida.&nbsp;<\/span><span style=\"text-align: justify; background-color: #ffffff;\">(As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do jornal Valor Econ\u00f4mico)<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/strong><\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"margin-top: 3.75pt; margin-right: 0cm; margin-bottom: 7.5pt; margin-left: 0cm; text-align: justify; background: white;\"><strong>Produ\u00e7\u00e3o global de leite tende a se recuperar lentamente<\/strong><\/p>\n<p style=\"margin-top: 3.75pt; margin-right: 0cm; margin-bottom: 7.5pt; margin-left: 0cm; text-align: justify; background: white;\"> Os n\u00edveis da produ\u00e7\u00e3o global de leite continuam a se recuperar ap\u00f3s a forte contra\u00e7\u00e3o no fim de 2016, informa o Rabobank em seu relat\u00f3rio trimestral sobre o mercado de l\u00e1cteos. No entanto, o ritmo da retomada \u00e9 mais lento do que o esperado por analistas do mercado.<\/p>\n<p> De acordo com an\u00e1lise do banco holand\u00eas, os pre\u00e7os mais altos ao produtor e as condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas mais favor\u00e1veis est\u00e3o dando um \"necess\u00e1rio al\u00edvio\" para os produtores de leite ao redor do mundo depois de tr\u00eas anos de decl\u00ednio nas cota\u00e7\u00f5es do produto.<\/p>\n<p> Os pre\u00e7os nos EUA continuam acima dos valores na Europa e Oceania, estimulados pela demanda local e exporta\u00e7\u00f5es maiores, em fun\u00e7\u00e3o do d\u00f3lar ligeiramente mais fraco. A expectativa do Rabobank \u00e9 que se as margens de produ\u00e7\u00e3o seguirem boas, a produ\u00e7\u00e3o de leite nos EUA continuar\u00e1 a crescer, depois de um leve trope\u00e7o no primeiro trimestre deste ano. Nos primeiros quatro meses do ano, a alta foi de 2% sobre igual intervalo de 2016. Al\u00e9m disso, o consumo dom\u00e9stico de manteiga e queijo tamb\u00e9m dever\u00e1 continuar a aumentar no pa\u00eds.<\/p>\n<p> O Rabobank observa que as cota\u00e7\u00f5es m\u00e9dias ao pecuarista na Europa subiram no fim de 2016, mas permaneceram em patamares apenas moderadamente interessantes, o que levou a diferentes respostas por parte dos produtores. Pecuaristas na Irlanda, Pol\u00f4nia e It\u00e1lia continuam a expandir a produ\u00e7\u00e3o e tamb\u00e9m houve uma arrancada na produ\u00e7\u00e3o tardia no Reino Unido no segundo trimestre deste ano.<\/p>\n<p> No entanto, a produ\u00e7\u00e3o como um todo na Europa cresce mais lentamente do que muitos esperavam, diz o relat\u00f3rio. No primeiro trimestre, foi 1,1% inferior a igual intervalo em 2016, e as indica\u00e7\u00f5es s\u00e3o de que a produ\u00e7\u00e3o deve ficar atr\u00e1s nos grandes pa\u00edses produtores tamb\u00e9m no segundo trimestre.<\/p>\n<p> O fraco crescimento da produ\u00e7\u00e3o na Uni\u00e3o Europeia, num per\u00edodo do ano em que os n\u00edveis de oferta de gorduras l\u00e1cteas est\u00e3o naturalmente deprimidos, e o forte aumento da demanda nos EUA t\u00eam contribu\u00eddo para uma escassez global de gorduras l\u00e1cteas, levando os pre\u00e7os da manteiga e do creme de leite a \"n\u00edveis excepcionais\". Neste ano, a tonelada alcan\u00e7ou quase US$ 6 mil, segundo o Rabobank, praticamente o dobro do patamar de 2016. \"No curto prazo, para aliviar a press\u00e3o, processadores ficar\u00e3o certamente tentados a elevar os pre\u00e7os ao produtor para estimular maior oferta de gordura l\u00e1ctea\", afirma o relat\u00f3rio.<\/p>\n<p> O Rabobank destaca ainda que a recupera\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de leite na Am\u00e9rica do Sul continua em ritmo lento, mas est\u00e1vel. No Brasil, os custos come\u00e7aram a recuar e a produ\u00e7\u00e3o e o consumo est\u00e3o em recupera\u00e7\u00e3o. Ainda conforme o relat\u00f3rio, a Argentina tamb\u00e9m deve voltar a ampliar a produ\u00e7\u00e3o no segundo semestre do ano.<\/p>\n<p> Na Nova Zel\u00e2ndia, h\u00e1 mais otimismo com a nova safra do que havia nos \u00faltimos tr\u00eas anos e os pre\u00e7os iniciais ao produtor est\u00e3o ao redor de 6,50 d\u00f3lares neozelandeses por quilo de s\u00f3lidos de leite. Conforme o banco holand\u00eas, o clima favor\u00e1vel na safra deve estimular um forte crescimento da produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p> Na China, relata o Rabobank, os pre\u00e7os ao produtor t\u00eam perdido for\u00e7a, restringindo o crescimento do volume de grandes fazendas de produ\u00e7\u00e3o e for\u00e7ando pequenos produtores a deixar a atividade. Isso significa que \"mesmo um crescimento med\u00edocre do consumo tem conseguido superar o aumento da oferta\".<\/p>\n<p> Como os estoques no pa\u00eds asi\u00e1tico est\u00e3o baixos, a expectativa do Rabobank \u00e9 que os n\u00edveis de importa\u00e7\u00e3o da China ter\u00e3o de aumentar muito mais r\u00e1pido no segundo semestre de 2017 e que o crescimento da importa\u00e7\u00e3o em todo o ano ficar\u00e1 perto dos 20% j\u00e1 previstos.<\/p>\n<p> De uma maneira geral, diz o banco, a expectativa \u00e9 que recupera\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o mundial continuar\u00e1. Para a institui\u00e7\u00e3o, o aumento estrutural da demanda por gorduras l\u00e1cteas \u00e9 uma quest\u00e3o que levar\u00e1 mais tempo para ser solucionada, e h\u00e1 necessidade de que os pre\u00e7os se ajustem para refletir as mudan\u00e7as nos padr\u00f5es de consumo. Ser\u00e1 preciso tamb\u00e9m novos incentivos de longo prazo para estimular a produ\u00e7\u00e3o de mais gordura. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do jornal Valor Econ\u00f4mico)<\/p>\n<p> <strong>Estados defendem modernizar legisla\u00e7\u00e3o de inspe\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p> Os secret\u00e1rios estaduais de Agricultura defenderam, nesta quarta-feira (21), mudan\u00e7as para modernizar a inspe\u00e7\u00e3o de produtos de origem animal. Eles querem autoriza\u00e7\u00e3o, por lei federal, para inspe\u00e7\u00e3o privada, com a permiss\u00e3o para que estados que adotam esses servi\u00e7os possam comercializar os produtos dentro do pa\u00eds. O pedido foi apresentado durante reuni\u00e3o do Conselho Nacional dos Secret\u00e1rios de Estado de Agricultura (Conseagri), em Bras\u00edlia.<\/p>\n<p> A inspe\u00e7\u00e3o \u00e9 tratada distintamente da fiscaliza\u00e7\u00e3o e da auditoria, ambas de compet\u00eancia exclusiva de governo. Diretor do Departamento de Sa\u00fade Animal do Mapa e presidente da Comiss\u00e3o Sul-Americana para a Luta contra a Febre Aftosa (Cosalfa), Guilherme Marques ressaltou que trata-se de uma experi\u00eancia j\u00e1 adotada no mundo inteiro e reconhecida pela Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade Animal (OIE).<\/p>\n<p> Um dos principais defensores da mudan\u00e7a \u00e9 o Rio Grande do Sul. Seguindo modelos j\u00e1 adotados em Santa Catarina, Paran\u00e1 e Mato Grosso do Sul, o estado elaborou proposta de lei estadual para contratar inspe\u00e7\u00e3o privada para esses produtos. O governo ga\u00facho alega que, da maneira como est\u00e1 a lei federal atualmente, a comercializa\u00e7\u00e3o, nesse caso, \u00e9 limitada a munic\u00edpios do pr\u00f3prio estado de origem. O secret\u00e1rio-executivo do Mapa, Eumar Novacki, disse que o Mapa vai estudar o assunto. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Mapa)<\/p>\n<p> <strong>Leite\/Oceania&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p> A m\u00e9dia de manteiga de leite na Austr\u00e1lia em abril foi 0,6% acima do valor de um ano antes. A m\u00e9dia de prote\u00edna foi de 0,1% na mesma compara\u00e7\u00e3o, de acordo com a Dairy Australia. Em abril de 2017 a produ\u00e7\u00e3o de leite caiu 6,3% em rela\u00e7\u00e3o a abril de 2016. A produ\u00e7\u00e3o de leite na Austr\u00e1lia na temporada est\u00e1 8% menor, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 temporada imediatamente anterior. Muitos analistas acreditam que a produ\u00e7\u00e3o de leite na Nova Zel\u00e2ndia no final da temporada ser\u00e1 maior do que o esperado. As pastagens est\u00e3o boas. Embora tenha sido antecipado pre\u00e7os melhores na pr\u00f3xima temporada, o valor ainda \u00e9 incerto. Os produtores est\u00e3o esperan\u00e7osos. A recente for\u00e7a nas cota\u00e7\u00f5es, especialmente da manteiga, dever\u00e1 ajudar a manter o pre\u00e7o do leite ao produtor. A preocupa\u00e7\u00e3o agora \u00e9 que, ap\u00f3s alguns anos dif\u00edceis, os produtores respondam com maior produ\u00e7\u00e3o de leite ao aumento da remunera\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria-prima, o que pode pressionar novamente os pre\u00e7os para baixo. (Usda - Tradu\u00e7\u00e3o Livre: Terra Viva)<\/p>\n<p> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2295\" style=\"width: 449px; height: 234px;\" \/><\/p>\n<p style=\"margin-top: 3.75pt; margin-right: 0cm; margin-bottom: 7.5pt; margin-left: 0cm; text-align: justify; background: white;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"float: left; font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: center; width: 811px;\" \/><\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div>\n<p style=\"margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><em><span style=\"text-align: justify; background-color: #ffffff;\">Produ\u00e7\u00e3o\/UE<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify; background-color: #ffffff;\">A capta\u00e7\u00e3o de leite na Uni\u00e3o Europeia (UE) aumentou ligeiramente em abril passado (+0,7%) em compara\u00e7\u00e3o com abril de 2016. Foi o primeiro m\u00eas a registrar aumento desde maio de 2016. 15 Estados membros tiveram queda de produ\u00e7\u00e3o de leite em abril. No caso da Espanha houve incremento de 2,3%.&nbsp;<\/span><span style=\"text-align: justify; background-color: #ffffff;\">As entregas acumuladas de leite entre janeiro e abril de 2017 foi 1,5% menor do que as verificadas no mesmo per\u00edodo de 2016. Todos os pa\u00edses apresentaram queda na capta\u00e7\u00e3o, exceto, Chipre, Irlanda, Pol\u00f4nia, Bulg\u00e1ria, It\u00e1lia e Rom\u00eania, que aumentaram. Os dados acumulados da Espanha apresentaram queda de 0,3%. A produ\u00e7\u00e3o de leite desnatado em p\u00f3 na UE diminuiu 9,7%, e de manteiga 5,3%, entre janeiro de abril de 2017. A produ\u00e7\u00e3o de leite em p\u00f3 integral, leite de consumo e leite fermentado tamb\u00e9m caiu, mas, em menor propor\u00e7\u00e3o. J\u00e1 queijo, leite concentrado e creme, foram os \u00fanicos produtos que tiveram aumento de produ\u00e7\u00e3o de janeiro a abril de 2017. (AAgrodigital- Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/span><\/em><\/p>\n<\/p><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"float: left; font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/em><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 23 de junho de 2017&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.526 &nbsp; &nbsp;&nbsp;Leite condensado desbanca leite em p\u00f3 nas exporta\u00e7\u00f5es A crise na Venezuela gerou uma mudan\u00e7a no perfil das exporta\u00e7\u00f5es brasileiras de <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/06\/23\/23-06-2017\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"23\/06\/2017\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1592","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1592","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1592"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1592\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1592"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1592"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1592"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}