{"id":1584,"date":"2017-06-19T18:34:08","date_gmt":"2017-06-19T18:34:08","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/06\/19\/19-06-2017\/"},"modified":"2017-06-19T18:34:08","modified_gmt":"2017-06-19T18:34:08","slug":"19-06-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/06\/19\/19-06-2017\/","title":{"rendered":"19\/06\/2017"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <br \/> &nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 19 de junho de 2017<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.522<\/em><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Pre\u00e7os do frete rodovi\u00e1rio tiveram retra\u00e7\u00e3o em maio<\/strong><\/p>\n<p> O avan\u00e7o da comercializa\u00e7\u00e3o de soja no \u00faltimo m\u00eas n\u00e3o se traduziu em aumento dos valores do frete nas rotas de escoamento do gr\u00e3o. Conforme an\u00e1lise do grupo de pesquisa e extens\u00e3o em log\u00edstica da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queir\u00f3z (EsalqLog), os pre\u00e7os v\u00eam caindo desde fevereiro pico da colheita de soja em Mato Grosso e est\u00e3o, em alguns percursos, at\u00e9 mais baixos que h\u00e1 um ano. No acumulado da atual temporada at\u00e9 junho, foram comercializadas 78,2% da colheita de soja prevista para Mato Grosso, segundo \u00faltima estimativa divulgada pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecu\u00e1ria (Imea).&nbsp;<\/p>\n<p> Em maio, apenas 69% da produ\u00e7\u00e3o havia sido comercializada. No entanto, mesmo com o ritmo mais intenso de vendas de soja os pre\u00e7os cobrados pelo transporte ca\u00edram mais de 5% no per\u00edodo em algumas rotas, segundo a EsalqLog. Do munic\u00edpio de Sorriso um dos maiores produtores de soja de Mato Grosso at\u00e9 Rondon\u00f3polis, onde existe um terminal ferrovi\u00e1rio, o pre\u00e7o da tonelada de soja transportada passou de R$ 99,76, em abril, a R$ 97,78 em maio (queda de 2%). Na compara\u00e7\u00e3o com maio de 2016, por\u00e9m, ainda houve alta de 9,2%, mas a queda dos pre\u00e7os continuou em junho. Na primeira semana deste m\u00eas, o valor chegou a R$ 95,33. Comparado ao pico do ano, em fevereiro, a queda do frete de Sorriso a Rondon\u00f3polis \u00e9 de 21% De Nova Mutum, tamb\u00e9m em Mato Grosso, para o porto de Santos (SP), o frete caiu 5,7% entre abril e maio, para R$ 255,56 a tonelada. Em rela\u00e7\u00e3o a fevereiro, o recuo \u00e9 de 5,4% e, se comparado a maio do ano passado, a queda \u00e9 bastante expressiva, de 21,8%.&nbsp;De Sapezal (MT) a Porto Velho (RO), a queda mensal \u00e9 de 9,24% e, em rela\u00e7\u00e3o a fevereiro, de 6,14%, para R$ 136,71 a tonelada. Na compara\u00e7\u00e3o anual, o aumento do frete ficou abaixo da infla\u00e7\u00e3o do per\u00edodo, de 3,52%.&nbsp;<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2282\" style=\"width: 500px; height: 325px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Mesmo fora de Mato Grosso, os pre\u00e7os do frete tamb\u00e9m ca\u00edram. No Paran\u00e1, o lento escoamento e a falta de concorr\u00eancia com outros produtos fizeram os pre\u00e7os do transporte ca\u00edrem 6,2% de abril para maio entre Ponta Grossa e Paranagu\u00e1. Na compara\u00e7\u00e3o com maio de 2016, por\u00e9m, o pre\u00e7o subiu 15,3%. \"Este ano foi at\u00edpico. Devido aos pre\u00e7os baixos da soja, os contratos que j\u00e1 haviam sido fechados foram entregues logo ap\u00f3s a colheita, gerando o pico em fevereiro e mar\u00e7o. Mas depois disso, os produtores guardaram o produto em armaz\u00e9ns e a comercializa\u00e7\u00e3o foi bem lenta, n\u00e3o gerando demanda por caminh\u00f5es\", explica Samuel da Silva Neto, economista e pesquisador da EsalqLog.&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">De fato, a comercializa\u00e7\u00e3o ainda est\u00e1 abaixo do mesmo per\u00edodo da safra passada. Embora tenha avan\u00e7ado rapidamente no \u00faltimo m\u00eas em Mato Grosso, ainda estava 12,8 pontos percentuais abaixo de igual intervalo da safra 2015\/16, quando 90,9% da colheita j\u00e1 havia sido comercializada at\u00e9 o in\u00edcio de junho, de acordo com o Imea. No Paran\u00e1, o Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Agricultura do Estado indica que 44% da safra 2016\/17 foi negociada at\u00e9 junho, ante 59% no mesmo per\u00edodo de 2015\/16. Silva Neto acredita que ocorrer\u00e1 um aumento gradual nos pre\u00e7os entre julho e agosto, quando o com\u00e9rcio de a\u00e7\u00facar deve gerar demanda ao mesmo tempo que come\u00e7ar a colheita de milho safrinha (inverno). Por\u00e9m, o economista s\u00f3 v\u00ea altas mais efetivas em setembro ou outubro, quando os produtores de gr\u00e3os sentirem a necessidade de escoar a soja ou o milho porque n\u00e3o ter\u00e3o lugar nos armaz\u00e9ns para tantos gr\u00e3os. (Valor Econ\u00f4mico)&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><strong style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/strong><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"margin-top: 3.75pt; margin-right: 0cm; margin-bottom: 7.5pt; margin-left: 0cm; text-align: justify; background: white;\"><strong>Para milh\u00f5es de americanos, vacas marrons produzem leite achocolatado<\/strong><\/p>\n<p> Uma pesquisa realizada entre consumidores nos Estados Unidos mostrou que 7% dos americanos acreditam que o leite achocolatado seja produzido por vacas marrons. Isso significa que 16,4 milh\u00f5es de pessoas no pa\u00eds n\u00e3o sabem que se trata de um produto industrializado, feito com leite, chocolate e a\u00e7\u00facar, segundo o jornal Washington Post.<\/p>\n<p> Para muitos especialistas em educa\u00e7\u00e3o alimentar e nutricional, no entanto, o estudo causou surpresa por n\u00e3o revelar um n\u00famero ainda maior de consumidores, digamos, mal-informados.<\/p>\n<p> Nos anos 1990, uma pesquisa encomendada pelo Departamento de Agricultura dos EUA revelou que 1 em cada 5 adultos n\u00e3o sabia que hamb\u00fargueres s\u00e3o feitos de carne. O levantamento tamb\u00e9m mostrou os americanos n\u00e3o sabiam informa\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas sobre agricultura e pecu\u00e1ria, como o que comem os animais criados em fazendas. E, segundo o Post, os especialistas acreditam que n\u00e3o houve muita mudan\u00e7a nessas duas d\u00e9cadas.<\/p>\n<p> \"Estamos condicionados a pensar que, se voc\u00ea precisa de comida, voc\u00ea vai ao mercado. Nada em nosso sistema de ensino diz \u00e0s crian\u00e7as de onde vem o alimento\", disse \u00e0 publica\u00e7\u00e3o americana Cecily Upton, cofundadora da FoodCorps, ONG que visa promover educa\u00e7\u00e3o nutricional em escolas de ensino fundamental nos Estados Unidos.<\/p>\n<p> Outro estudo menor, realizado em 2011 em uma escola de ensino fundamental na Calif\u00f3rnia com alunos do quarto, quinto e sexto anos, tamb\u00e9m deixou os pesquisadores estarrecidos. Mais da metade n\u00e3o sabia que picles s\u00e3o pepinos ou que cebolas s\u00e3o vegetais. Entre os alunos entrevistados, 3 em cada 10 n\u00e3o sabiam que queijo \u00e9 feito de leite.<\/p>\n<p> Organiza\u00e7\u00f5es como a FoodCorps trabalham para levar educa\u00e7\u00e3o alimentar e nutricional para as salas de aula de escolas americanas. Al\u00e9m de ensinar o valor nutricional dos alimentos, visando uma alimenta\u00e7\u00e3o mais saud\u00e1vel, os especialistas querem que as crian\u00e7as aprendam sobre a origem dos produtos que consomem. \"Conhecimento \u00e9 poder. Sem ele, n\u00e3o podemos tomar decis\u00f5es conscientes\", disse Cecily Upton ao Washington Post. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da VEJA)<br \/>&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-top: 3.75pt; margin-right: 0cm; margin-bottom: 7.5pt; margin-left: 0cm; text-align: justify; background: white;\"><strong>Em C\u00f3rdoba a produ\u00e7\u00e3o melhorou at\u00e9 30%<\/strong><\/p>\n<p> Produ\u00e7\u00e3o\/AR - A Subsecretaria de L\u00e1cteos do Minist\u00e9rio da Agroind\u00fastria publicou os dados correspondente \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de maio, revelando boas not\u00edcias para os produtores. O primeiro dado favor\u00e1vel \u00e9 que foi confirmada a retomada da produ\u00e7\u00e3o de leite que surgiu em abril, depois de 12 meses consecutivos de baixa: o leite produzido no \u00faltimo m\u00eas superou em 3% o volume de abril, e 4% a mais em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de maio de 2016.<\/p>\n<p> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2284\" style=\"width: 500px; height: 327px;\" \/><\/p>\n<p> O outro dado positivo foi o pre\u00e7o pago pela ind\u00fastria aos produtores, apresentando incremento de 3% em compara\u00e7\u00e3o com abril, e 38% acima do valor pago em maio do ano passado, superando os 5,40 pesos\/litro.<\/p>\n<p> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2283\" style=\"width: 500px; height: 206px;\" \/><\/p>\n<p> O relat\u00f3rio sobre a Leiteria, elaborado com base nos dados fornecidos pelas ind\u00fastrias e fazendas do Sistema Integrado de Gest\u00e3o da Leiteria Argentina (Siglea), mostra o crescimento da produ\u00e7\u00e3o por departamento de C\u00f3rdoba, Santa Fe, Entre Rios, Buenos Aires, La Pampa, San Lu\u00eds, R\u00edo Negro e Tucum\u00e1n. Para o caso de C\u00f3rdoba, fica em destaque a bacia da zona central da prov\u00edncia (departamentos Tercero Arriba, Rio Segundo e General San Mart\u00edn) que melhoraram sua produ\u00e7\u00e3o entre 20 e 30% em maio, em rela\u00e7\u00e3o ao ano passado.<br \/> A principal bacia leiteira da prov\u00edncia, que \u00e9 do departamento San Justo, o aumento foi de at\u00e9 10%, mesma cifra que em Rio Primero, Uni\u00f3n e Ju\u00e1rez Celman. No sentido contr\u00e1rio, em Marcos Ju\u00e1rez e Rio Cuarto, a produ\u00e7\u00e3o caiu em at\u00e9 10%, enquanto redu\u00e7\u00f5es mais profundas, de 30%, foram registradas em General Roca e Presidente Roque S\u00e1enz Pe\u00f1a, as regi\u00f5es mais prejudicadas pelas inunda\u00e7\u00f5es. (Agrovoz - Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/p>\n<p style=\"margin-top: 3.75pt; margin-right: 0cm; margin-bottom: 7.5pt; margin-left: 0cm; text-align: justify; background: white;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-top: 3.75pt; margin-right: 0cm; margin-bottom: 7.5pt; margin-left: 0cm; text-align: justify; background: white;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2285\" style=\"width: 600px; height: 478px;\" \/><\/p>\n<p style=\"margin-top: 3.75pt; margin-right: 0cm; margin-bottom: 7.5pt; margin-left: 0cm; text-align: justify; background: white;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin: 3.75pt 0cm 7.5pt; background: white;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: center; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div><em>A capta\u00e7\u00e3o de leite na Fran\u00e7a, em abril<\/em><\/div>\n<div><em>Produ\u00e7\u00e3o\/Fran\u00e7a - A capta\u00e7\u00e3o de leite na Fran\u00e7a, em abril, caiu 1% em rela\u00e7\u00e3o a abril de 2016, como consequ\u00eancia de fen\u00f4menos meteorol\u00f3gicos adversos. Um tempo anormalmente frio reduziu o crescimento das pastagens de primavera. Na UE28, a capta\u00e7\u00e3o de leite em mar\u00e7o de 2017 ficou est\u00e1vel em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo m\u00eas de 2016. &nbsp;Foi mantida a tend\u00eancia de baixa na Alemanha (-2,3%) e Reino Unido (-1,5%). No entanto, a produ\u00e7\u00e3o aumento aumento na Holanda (+0,7%), assim como na Pol\u00f4nia e na It\u00e1lia, com crescimento de (5,2%) e (2,6%), respectivamente. Na Espanha a capta\u00e7\u00e3o subiu 1,3% em mar\u00e7o, sendo a primeira eleva\u00e7\u00e3o registrada desde setembro do ano passado. (Agrodigital - Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/em><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"float: left; font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/em><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 19 de junho de 2017&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.522 &nbsp; Pre\u00e7os do frete rodovi\u00e1rio tiveram retra\u00e7\u00e3o em maio O avan\u00e7o da comercializa\u00e7\u00e3o de soja no \u00faltimo m\u00eas n\u00e3o se traduziu <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/06\/19\/19-06-2017\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"19\/06\/2017\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1584","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1584","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1584"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1584\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1584"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1584"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1584"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}