{"id":15761,"date":"2024-11-25T19:07:18","date_gmt":"2024-11-25T19:07:18","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=15761"},"modified":"2024-11-25T19:11:49","modified_gmt":"2024-11-25T19:11:49","slug":"23-11-2024","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2024\/11\/25\/23-11-2024\/","title":{"rendered":"25\/11\/2024"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 25 de novembro de 2024&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 18 - N\u00b0 4.270<\/p>\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><b>Uma sa\u00edda para fortalecer a cadeia leiteira<br \/>\n<\/b><br \/>\nNovo modelo de produ\u00e7\u00e3o, em estudo pela Fetag\/RS e a Lactalis do Brasil, tornando parceiros produtores ga\u00fachos e ind\u00fastrias, pode ajudar a baixar os custos de produ\u00e7\u00e3o do leite e a recuperar o interesse dos pecuaristas pela atividadeProvavelmente antes do final de 2024, um evento reunindo a Federa\u00e7\u00e3o dos Trabalhadores na Agricultura do Rio Grande do Sul (Fetag\/RS) e a Lactalis, ind\u00fastria de latic\u00ednios de matriz francesa, estabelecida no Estado, deve abrir caminho para um novo modelo de produ\u00e7\u00e3o na cadeia leiteira. Inspirado na experi\u00eancia da avicultura e da suinocultura, que praticam com sucesso o sistema de integra\u00e7\u00e3o, no qual o produtor \u00e9 parceiro da ind\u00fastria e recebe insumos em troca da garantia de mat\u00e9ria prima, o novo modelo pretende baixar o custo de produ\u00e7\u00e3o para dar estabilidade nos pre\u00e7os ao produtor.O diretor de Comunica\u00e7\u00e3o Externa, Assuntos Regulat\u00f3rios e Corporativos da Lactalis do Brasil, Guilherme Portella, tamb\u00e9m presidente do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios e Produtos Derivados (Sindilat), explica que o grande problema enfrentado pelo leite ga\u00facho \u00e9 a falta de competitividade. Segundo ele, a perda competitiva est\u00e1 ancorada diretamente no alto custo que precisa ser bancado pelo produtor, o qual reflete no pre\u00e7o final pago pela ind\u00fastria. \"Pela influ\u00eancia do d\u00f3lar, o pre\u00e7o do leite no Brasil \u00e9 um dos mais caros do mundo. \u00c9 mais caro que no Uruguai, na Argentina, na Nova Zel\u00e2ndia ou nos Estados Unidos\", diz Portella.O modelo de contrato que est\u00e1 sendo estudado pela Fetag\/RS e a Lactalis ainda n\u00e3o est\u00e1 completamente definido. \u201cVamos estipular balizadores de pre\u00e7os e oferecer ao produtor subs\u00eddios para que aumente o volume de leite produzido e seu potencial competitivo\u201d, afirma. Esses incentivos vir\u00e3o na forma de assist\u00eancia t\u00e9cnica e ra\u00e7\u00e3o a baixo custo para o rebanho, por exemplo.Neste ano, durante a Expointer, a Lactalis anunciou o investimento de R$ 100 milh\u00f5es em amplia\u00e7\u00f5es de suas plantas no Rio Grande do Sul. Conforme Guilherme, a empresa trabalha sempre na linha de sua capacidade m\u00e1xima, para otimizar os custos industriais, Por isso, precisa de uma rede s\u00f3lida de fornecimento de mat\u00e9ria prima, para atender, entre outras f\u00e1bricas, a localizada no munic\u00edpio de Tr\u00eas de Maio, onde s\u00e3o produzidos queijos e consumidos 1,5 milh\u00e3o de litros por dia na produ\u00e7\u00e3o.Setorialmente, Guilherme Portella diz que s\u00e3o observados momentos do ano em que h\u00e1 menos leite dispon\u00edvel, como nos per\u00edodos de entressafra. \u201cMas nos \u00faltimos se observou a chegada de mais latic\u00ednios ao Estado, o que tamb\u00e9m aumentou a procura por mat\u00e9ria prima\u201d, acrescenta.O vice-presidente da Fetag\/RS e coordenador da C\u00e2mara Setorial do Leite e Derivados da Secretaria da Agricultura, Pecu\u00e1ria, Produ\u00e7\u00e3o Sustent\u00e1vel e Irriga\u00e7\u00e3o (Seapi), Eug\u00eanio Zanetti, confirma que a produ\u00e7\u00e3o de leite no Rio Grande do Sul n\u00e3o cresce h\u00e1 pelo menos 12 anos. Hoje, a m\u00e9dia anual gira em torno dos 4,1 bilh\u00f5es de litros, viabilizada por um n\u00famero de produtores cada vez menor. O levantamento do setor, feito a cada dois anos pela Emater\/RS-Ascar, e divulgado em 2023, durante a Expointer, apontava cerca de 33 mil produtores ainda na ativa, n\u00famero este que j\u00e1 chegou a quase 100 mil.<\/p>\n<p>\u201cO maior problema que vemos \u00e9 que a produ\u00e7\u00e3o de leite sempre foi caracter\u00edstica da pequena propriedade, e, em muitos casos, o principal sustento de muitas fam\u00edlias da agricultura familiar. Essas fam\u00edlias, quando precisam deixar a atividade por n\u00e3o ter mais condi\u00e7\u00e3o de bancar os custos, t\u00eam muita dificuldade em migrar para outras culturas, como o milho e a soja. Acaba sendo invi\u00e1vel por causa da \u00e1rea que t\u00eam dispon\u00edvel\u201d, analisa Zanetti. Tal situa\u00e7\u00e3o, afirma o dirigente, cria um problema social para os munic\u00edpios. \u201cO dinheiro do leite, por tradi\u00e7\u00e3o, movimentava o consumo local, o que vai deixando de acontecer\u201d, lamenta.<\/p>\n<p>O vice-presidente, entretanto, sa\u00fada como uma boa perspectiva para o setor a ado\u00e7\u00e3o da calculadora do leite, que vai remunerar o produtor com base n\u00e3o apenas na quantidade que oferece, mas, sim, considerando tamb\u00e9m a qualidade. Validada pelo Conselho Parit\u00e1rio Produtores\/Ind\u00fastrias de Leite do RS (Conseleite), a calculadora leva em conta o percentual de s\u00f3lidos do leite \u2013 gordura e prote\u00ednas \u2013, al\u00e9m da contagem bacteriana. (Fonte: Correio do Povo - Edi\u00e7\u00e3o&nbsp;pelo SINDILAT\/RS)<\/p>\n<\/div>\n<hr>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><b>ARGENTINA: Com sinais de recupera\u00e7\u00e3o, caem custos e sobem pre\u00e7os do leite no tambo<br \/>\n<\/b><br \/>\nEm Novembro de 2024, os custos de produ\u00e7\u00e3o diminu\u00edram significativamente, impulsionados pela diminui\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o das ra\u00e7\u00f5es, enquanto o pre\u00e7o do leite aumentou.Apesar da queda na produ\u00e7\u00e3o, devido a tr\u00eas anos consecutivos de seca e ao fen\u00f4meno \u201cLa Ni\u00f1a\u201d, o setor leiteiro d\u00e1 sinais de recupera\u00e7\u00e3o. Isto \u00e9 indicado por dados divulgados pela revista M\u00e1rgenes Agropecu\u00e1rios\".Os custos totais, expressos em d\u00f3lares oficiais de paridade, passaram de 2.961 US$\/ha em nov\/23 para 2.669 US$\/ha em nov\/24. Esta diminui\u00e7\u00e3o \u00e9 explicada principalmente pelo menor custo da ra\u00e7\u00e3o balanceada (que em 2023 era cara devido \u00e0 validade do d\u00f3lar agr\u00edcola).O pre\u00e7o do leite, por sua vez, passou de 0,36 para 0,42 US$\/lt, raz\u00e3o pela qual os custos totais expressos em litros de leite diminu\u00edram na compara\u00e7\u00e3o interanual de 8.255 para 6.336 lt\/ha, refletindo a recomposi\u00e7\u00e3o da renda leiteira e a redu\u00e7\u00e3o nos custos totais.<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/3QrO96ABF0424\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/3QrO96ABF0424\">As perspectivas produtivas da Argentina mostram uma queda na produ\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior, especialmente devido \u00e0 seca extrema que afetou o pa\u00eds durante tr\u00eas anos consecutivos do fen\u00f4meno \u201cLa Ni\u00f1a\u201d. Esse fen\u00f4meno clim\u00e1tico, aliado a outros fatores, reduziu significativamente a produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>No entanto, atualmente, com um contexto macroecon\u00f3mico um pouco mais favor\u00e1vel para as explora\u00e7\u00f5es leiteiras e para a ind\u00fastria leiteira, prev\u00ea-se uma poss\u00edvel recupera\u00e7\u00e3o. Embora o n\u00famero de vacas diminua, espera-se uma melhoria no estado dos animais e na produ\u00e7\u00e3o, o que ajudaria a reduzir o drop gap, que est\u00e1 estimado em 6,5% face ao ano anterior.<\/p>\n<p>Em termos gerais, \u00e0 medida que o ano avan\u00e7a, a produ\u00e7\u00e3o continua abaixo dos n\u00edveis de 2023, especialmente no primeiro semestre do ano, onde tanto a seca como a infla\u00e7\u00e3o tiveram um papel determinante. Embora tenha sido observada uma melhoria no in\u00edcio da \u00e9poca alta, a falta de chuva continua a ser um desafio, afectando negativamente os n\u00edveis de forragem dispon\u00edvel para os animais.<\/p>\n<p>Fonte: https:\/\/www.todoagro.com.ar via Portalechero<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<p><strong>Produtores e parlamentares se mobilizam contra boicote da carne anunciado por Carrefour<\/strong><\/p>\n<p>Movimento de rep\u00fadio \u00e0 decis\u00e3o inclui desde interrup\u00e7\u00e3o de fornecimento \u00e0 rede de hipermercados \u00e0 instala\u00e7\u00e3o de comiss\u00e3o externa da C\u00e2mara dos Deputados<\/p>\n<p>O boicote \u00e0 carne do Mercosul sugerido pelo CEO da rede francesa Carrefour, Alexandre Bompard, reverteu-se em um movimento contra as lojas da marca no Brasil, unindo produtores e parlamentares, com o apoio at\u00e9 mesmo do ministro da Agricultura e Pecu\u00e1ria, Carlos F\u00e1varo. As a\u00e7\u00f5es propostas, al\u00e9m de interrup\u00e7\u00e3o de fornecimento e de compras nos hipermercados, incluem a eventual instala\u00e7\u00e3o de uma comiss\u00e3o externa da C\u00e2mara dos Deputados.<\/p>\n<p>Parlamentares ligado ao agroneg\u00f3cio se mobilizaram acompanhando a indigna\u00e7\u00e3o dos produtores. O presidente da Frente Parlamentar da Agropecu\u00e1ria, deputado Pedro Lupion (PP-PR), apoiou que o setor de prote\u00ednas interrompa o fornecimento de carnes ao Carrefour e demais marcas do grupo no Brasil.<\/p>\n<p>O deputado Alceu Moreira (MDB-RS), diretor de Pol\u00edtica Agr\u00edcola, pretende apresentar ao presidente da C\u00e2mara, Arthur Lira (PP-AL), um requerimento para instalar uma comiss\u00e3o externa da Casa com o objetivo de \u201ccolocar o dedo na ferida\u201d da rede de hipermercados.<\/p>\n<p>Moreira diz que \u00e9 preciso avaliar a conduta e as den\u00fancias contra o Carrefour no Brasil. O deputado afirma que h\u00e1 antecedentes \u201cgraves\u201d da rede no pa\u00eds, ligados a viola\u00e7\u00f5es raciais, ambientais e trabalhistas.<\/p>\n<p>No Senado, Tereza Cristina (PP-MS) apresentou um pedido para que o embaixador da Fran\u00e7a no Brasil, Emmanuel Lenain, seja convidado a comparecer \u00e0 Comiss\u00e3o de Rela\u00e7\u00f5es Exteriores e Defesa Nacional para \u201cprestar informa\u00e7\u00f5es\u201d sobre o posicionamento da Fran\u00e7a contra um acordo comercial entre Mercosul e Uni\u00e3o Europeia, considerando manifesta\u00e7\u00f5es tanto do presidente Emmanuel Macron durante a reuni\u00e3o do G20, no Rio de Janeiro, no in\u00edcio da semana passada, quanto de Bompard.<\/p>\n<p>Origem da disputa<br \/>\nA disputa est\u00e1 relacionada com a oposi\u00e7\u00e3o da Fran\u00e7a a concluir um acordo comercial entre a Uni\u00e3o Europeia (UE) e o Mercosul \u2013 integrado por Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai \u2013, em meio a protestos de agricultores franceses, que temem a concorr\u00eancia sul-americana.<\/p>\n<p>Na quarta-feira, 20, Bompard disse que a rede deixaria de vender carne procedente do Mercosul, em solidariedade aos agropecuaristas conterr\u00e2neos. Bompard tamb\u00e9m sugeriu que outras empresas adotassem a medida. O an\u00fancio causou imediato rep\u00fadio no Brasil, ainda que o Carrefour tenha enfatizado que a decis\u00e3o se restringia aos estabelecimentos franceses. O desconforto evoluiu desde ent\u00e3o.<\/p>\n<p>Interrup\u00e7\u00e3o de fornecimento<br \/>\nNa quinta-feira, 21, seis entidades do agroneg\u00f3cio brasileiro se manifestaram afirmando que, se o Mercosul \u201cn\u00e3o serve para abastecer o Carrefour no mercado franc\u00eas, n\u00e3o serve para abastecer o Carrefour em nenhum outro pa\u00eds\u201d. Na noite do mesmo dia, o ministro da Agricultura endossou o posicionamento. \u201cMe surpreende a presid\u00eancia local aqui no Brasil dizendo \u2018n\u00e3o, n\u00f3s vamos continuar comprando porque n\u00f3s sabemos que tem boa proced\u00eancia. Quem n\u00e3o quer comprar \u00e9 a matriz l\u00e1, a Fran\u00e7a\u201d, disse F\u00e1varo.<\/p>\n<p>O governador do Mato Grosso, Mauro Mendes (Uni\u00e3o), se somou \u00e0 indigna\u00e7\u00e3o. \u201cDo jeito que voc\u00ea me trata, eu posso tamb\u00e9m te tratar. Como cidad\u00e3o, n\u00e3o vou mais comprar nas lojas deles\u201d, disse Mendes em v\u00eddeo publicado na internet, na sexta-feira.<\/p>\n<p>De acordo com a imprensa da regi\u00e3o, conforme informou a Ag\u00eancia Estado, cerca de 150 supermercados Carrefour no Brasil teriam deixado de ser abastecidos com carne.<\/p>\n<p>Por meio de comunicado, o Grupo Carrefour Brasil negou o desabastecimento. \u201cTal alega\u00e7\u00e3o, veiculada sem identifica\u00e7\u00e3o de fonte, contribui para desinforma\u00e7\u00e3o. A comercializa\u00e7\u00e3o do produto ocorre normalmente nas lojas. Nenhuma loja est\u00e1 desabastecida\u201d, acrescenta o texto.<\/p>\n<p>Deixar de comprar<br \/>\nAinda na sexta-feira, a Federa\u00e7\u00e3o de Hot\u00e9is, Restaurantes e Bares do Estado de S\u00e3o Paulo distribuiu nota convocando empres\u00e1rios a se \u201cengajarem\u201d ao movimento.<\/p>\n<p>\u201cSomos mais de 500 mil empresas, apenas no Estado de S\u00e3o Paulo, que deixar\u00e3o de comprar do Carrefour, enquanto insistir em desqualificar nossa carne, questionando uma qualidade comprovada globalmente. Solicitamos o engajamento e a ades\u00e3o das empresas de hotelaria e de alimenta\u00e7\u00e3o neste movimento, at\u00e9 que a varejista volte atr\u00e1s deste posicionamento err\u00f4neo e desrespeitoso\u201d, diz a entidade.<\/p>\n<p>A medida se estende \u00e0s redes Atacad\u00e3o e Sam\u2019s Club, que pertencem ao grupo franc\u00eas. (Correio do Povo)<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><em>Jogo R\u00e1pido<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Capacita\u00e7\u00e3o na Fetag-RS aborda emiss\u00e3o de Nota Fiscal Eletr\u00f4nica<br \/>\n<\/b>A Fetag-RS promoveu mais uma capacita\u00e7\u00e3o sobre a emiss\u00e3o da Nota Fiscal Eletr\u00f4nica, antecipando a obrigatoriedade que entrar\u00e1 em vigor em 2 de janeiro de 2025. O treinamento, conduzido por t\u00e9cnicos da Sefaz e da Procergs, abordou o uso do aplicativo \u201cNota Fiscal F\u00e1cil\u201d. Durante a capacita\u00e7\u00e3o, foram detalhadas as funcionalidades da ferramenta e esclarecidas d\u00favidas dos participantes. A Fetag-RS tem intensificado os esfor\u00e7os para preparar funcion\u00e1rios de suas regionais e sindicatos, capacitando-os a auxiliar os agricultores no uso do aplicativo e na emiss\u00e3o de notas fiscais eletr\u00f4nicas de forma pr\u00e1tica e eficiente. Al\u00e9m disso, a Federa\u00e7\u00e3o tem dialogado com a Sefaz e a Procergs em busca de melhorias no sistema, considerando os desafios enfrentados pela agricultura familiar na ado\u00e7\u00e3o das novas exig\u00eancias. Mesmo com essas dificuldades, a Fetag-RS orienta os Sindicatos dos Trabalhadores Rurais a iniciarem o quanto antes o processo de adapta\u00e7\u00e3o, garantindo familiaridade com os recursos dispon\u00edveis e evitando transtornos futuros. (FETAG)<\/i><\/p>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 25 de novembro de 2024&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 18 - N\u00b0 4.270 Uma sa\u00edda para fortalecer a cadeia leiteira Novo modelo de produ\u00e7\u00e3o, em estudo pela Fetag\/RS e a Lactalis do Brasil, <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2024\/11\/25\/23-11-2024\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"25\/11\/2024\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-15761","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15761","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15761"}],"version-history":[{"count":9,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15761\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":15771,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15761\/revisions\/15771"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15761"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15761"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15761"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}