{"id":1575,"date":"2017-06-07T19:04:40","date_gmt":"2017-06-07T19:04:40","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/06\/07\/07-06-2017\/"},"modified":"2017-06-07T19:04:40","modified_gmt":"2017-06-07T19:04:40","slug":"07-06-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/06\/07\/07-06-2017\/","title":{"rendered":"07\/06\/2017"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p> <title><\/title> <\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 07 de junho de 2017<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.515<\/em><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Simp\u00f3sio do Leite abordou assist\u00eancia t\u00e9cnica como diferencial competitivo<\/strong><\/p>\n<p> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2272\" style=\"width: 500px; height: 333px;\" \/><br \/> &nbsp;CR\u00c9DITO: Edson Castro\/PrimeCom<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> A assist\u00eancia t\u00e9cnica de qualidade \u00e9 o que ir\u00e1 criar o diferencial competitivo que o mercado ga\u00facho necessita. Este foi um dos pontos tratados em debate que abordou assist\u00eancia t\u00e9cnica no Rio Grande do Sul e no Brasil, na tarde desta quarta-feira (7\/6), durante o 14\u00ba Simp\u00f3sio do Leite, em Erechim. O presidente do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios (Sindilat), Alexandre Guerra, que fez parte da mesa, destacou que o setor l\u00e1cteo e o governo precisam ampliar os investimentos em assist\u00eancia aos produtores para garantir a qualidade da mat\u00e9ria-prima.&nbsp;<br \/> &nbsp;<br \/> \"A assist\u00eancia t\u00e9cnica \u00e9 essencial para melhorar a produ\u00e7\u00e3o de leite por animal e por propriedade. S\u00f3 com uma boa comunica\u00e7\u00e3o iremos aprimorar a qualidade do produto e aumentar a produ\u00e7\u00e3o\", ressalta Guerra. Uma das t\u00f4nicas do debate foi a rela\u00e7\u00e3o de proximidade e de confian\u00e7a entre t\u00e9cnicos e produtores. Durante o debate, foi refor\u00e7ada a necessidade da ind\u00fastria e dos produtores trabalharem em conjunto. Tamb\u00e9m fizeram parte da mesa de discuss\u00e3o a editora assistente da Revista Leite Integral Maria Thereza Rezende e o agr\u00f4nomo da Emater, Vilmar Fruscalso.<br \/> &nbsp;<br \/> Durante o debate, foi abordada a necessidade de treinar profissionais para auxiliar os produtores na gest\u00e3o das propriedades, al\u00e9m de quest\u00f5es de sanidade. Os debatedores tamb\u00e9m relataram a necessidade dos t\u00e9cnicos em se manterem em constante atualiza\u00e7\u00e3o, principalmente com as novas tecnologias que s\u00e3o lan\u00e7adas no mercado.&nbsp;<br \/> &nbsp;<br \/> O 14\u00ba Simp\u00f3sio do Leite \u00e9 uma realiza\u00e7\u00e3o da Associa\u00e7\u00e3o dos M\u00e9dicos Veterin\u00e1rios do Alto Uruguai (AMEVAU) que tem patroc\u00ednio do Sindilat. O evento ocorre nesta quarta e quinta-feira (7 e 8\/6), no Parque da Associa\u00e7\u00e3o Comercial, Cultural e Industrial de Erechim (Accie). O evento \u00e9 realizado desde 2004 e tem como objetivo oportunizar conhecimento a produtores, t\u00e9cnicos, estudantes e profissionais de setores e entidades ligadas \u00e0 produ\u00e7\u00e3o e ao mercado do leite. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"margin-top: 3.75pt; margin-right: 0cm; margin-bottom: 7.5pt; margin-left: 0cm; text-align: justify; background: white;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-top: 3.75pt; margin-right: 0cm; margin-bottom: 7.5pt; margin-left: 0cm; text-align: justify; background: white;\"><strong>EUA: rBST e o fim de uma era<\/strong><\/p>\n<p> At\u00e9 o final deste ano, muito poucos processadores de l\u00e1cteos aceitar\u00e3o leite produzido com rBST. Ainda haver\u00e1 alguns recebendo aqui e ali no Centro-Oeste e possivelmente em Idaho, mas, na maioria das situa\u00e7\u00f5es, o rBST desaparecer\u00e1 na hist\u00f3ria - fato direcionado por ignor\u00e2ncia, desinforma\u00e7\u00e3o e medo.<\/p>\n<p> rBST - produ\u00e7\u00e3o de leite&nbsp;<br \/> Parte da culpa \u00e9 da pr\u00f3pria ind\u00fastria de l\u00e1cteos. Os defensores tentaram explicar, mas nunca puderam convencer sobre os benef\u00edcios da tecnologia e como essa poderia fornecer mais produtos l\u00e1cteos a um custo menor, sem comprometer a seguran\u00e7a alimentar ou a sa\u00fade das vacas. Os oponentes, tanto dentro como fora da ind\u00fastria, tocaram nos medos dos consumidores e, pior ainda, em como poderia afetar o crescimento e o desenvolvimento das crian\u00e7as. O exemplo mais recente veio no m\u00eas passado, quando a Arla Foods USA lan\u00e7ou um an\u00fancio de 30 segundos voltado para crian\u00e7as da escola prim\u00e1ria.<\/p>\n<p> Antes de seu lan\u00e7amento em 1994, os oponentes do rBST dentro do setor temiam um excesso de leite e uma queda nos pre\u00e7os do leite como resultado. Isso nunca aconteceu, com as taxas de ado\u00e7\u00e3o provavelmente nunca chegando a um quarto de fazendas. Dados do economista de l\u00e1cteos da Universidade de Wisconsin, Brian Gould, mostram um crescimento bastante est\u00e1vel, de 2,2%, na taxa de crescimento anual composta desde o final da Segunda Guerra Mundial. Os dados n\u00e3o permitem perceber o momento da introdu\u00e7\u00e3o do rBST, n\u00e3o tendo havido mudan\u00e7a percept\u00edvel a partir de sua introdu\u00e7\u00e3o em 1994. E o decl\u00ednio no n\u00famero de vacas, na verdade, diminuiu em meados dos anos 90, quando o uso de rBST estava provavelmente em sua taxa mais elevada.<\/p>\n<p> Mas a oposi\u00e7\u00e3o ao rBST, com base nesse medo, ajudou a criar o ambiente de paranoia do consumidor sobre tecnologia de alimentos em que nos encontramos agora. \u00c9 um lugar feio entre 'uma pedra e um lugar dif\u00edcil de estar'.<\/p>\n<p> Por si s\u00f3, a perda do rBST n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o grande coisa. Os produtores de leite no Nordeste que perderam a tecnologia aprenderam pela primeira vez a viver sem ela, e dentro de um ano ou dois, est\u00e3o produzindo tanto leite por vaca quanto antes. Mas eles tiveram que intensificar seu manejo reprodutivo, talvez se tornando ainda mais dependentes de tratamentos reprodutivos para que as vacas voltassem a dar cria. Esses tratamentos agora podem ser submetidos a um maior escrut\u00ednio do consumidor, novamente impulsionado pela desinforma\u00e7\u00e3o dos ativistas?<\/p>\n<p> A preocupa\u00e7\u00e3o ainda maior \u00e9 a crescente ang\u00fastia sobre culturas geneticamente modificadas. Tire essas ferramentas e a produtividade diminuir\u00e1, o uso de pesticidas aumentar\u00e1 e a incr\u00edvel hist\u00f3ria de ganhos de sustentabilidade da ind\u00fastria de l\u00e1cteos desde a Segunda Guerra Mundial desaparecer\u00e1.<\/p>\n<p> A agricultura tem que encontrar uma maneira melhor de contar sua hist\u00f3ria. Talvez a nova campanha publicit\u00e1ria da ind\u00fastria de l\u00e1cteos, que espera reconstruir a confian\u00e7a nos produtores de leite (\"Undeniably Dairy\"), seja um lugar para come\u00e7ar. Esperemos que sim. (Dairy Herd Management, traduzida e adaptada pela Equipe MilkPoint)<\/p>\n<p style=\"margin-top: 3.75pt; margin-right: 0cm; margin-bottom: 7.5pt; margin-left: 0cm; text-align: justify; background: white;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"margin-top: 3.75pt; margin-right: 0cm; margin-bottom: 7.5pt; margin-left: 0cm; text-align: justify; background: white;\"><strong>Leite \u00e9 fonte barata de nutrientes<\/strong><\/p>\n<p> Leite - Como atender \u00e0s exig\u00eancias nutricionais humanas pelo menor pre\u00e7o? Para responder a essa pergunta, pesquisa coordenada pela Embrapa investigou alimentos e bebidas consumidos pelos brasileiros e calculou quanto custa atender 30% das necessidades di\u00e1rias de oito nutrientes: prote\u00edna, c\u00e1lcio, ferro, fibras e vitaminas A, C, D e E. O estudo aponta o leite como uma das fontes mais baratas de nutrientes que existem. O leite integral, por exemplo, pode suprir 30% das necessidades de c\u00e1lcio de um adulto saud\u00e1vel ao custo de apenas 97 centavos. A pesquisadora da Embrapa Gado de Leite Kennya Siqueira, que conduziu os trabalhos, diz que o consumidor teria que pagar mais de R$ 1.000,00 se desejasse obter a mesma quantidade de c\u00e1lcio por meio de caf\u00e9 expresso, caju ou chiclete. O leite \u00e9 reconhecido como uma \u00f3tima fonte de c\u00e1lcio, e a pesquisa apontou que a maioria dos produtos l\u00e1cteos supre as necessidades de um indiv\u00edduo a um custo inferior a R$ 5,00.<\/p>\n<p> Produtos derivados do leite tamb\u00e9m ocuparam as primeiras posi\u00e7\u00f5es no ranking de custo da vitamina D e obtiveram boa coloca\u00e7\u00e3o no ranking de prote\u00edna e vitamina A. Quanto \u00e0 prote\u00edna, o leite integral perdeu apenas para carnes, amendoim mo\u00eddo e ovo de galinha. J\u00e1 em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 vitamina A, o l\u00e1cteo mais bem colocado foi o creme de leite, seguido pelo leite em p\u00f3 desnatado, leite semidesnatado, manteiga e requeij\u00e3o. O custo para se adquirir 30% das necessidades di\u00e1rias de vitamina A por meio desses derivados l\u00e1cteos \u00e9 de menos de R$ 2,00. Com o mesmo valor, pode-se adquirir 30% de vitamina D, consumindo leite pasteurizado, integral, semidesnatado e desnatado; ou leite em p\u00f3 (desnatado e integral). Dos oito nutrientes analisados, os l\u00e1cteos apresentaram custo competitivo para quatro deles: prote\u00edna, c\u00e1lcio e vitaminas A e D. \"Al\u00e9m de refor\u00e7ar a import\u00e2ncia do leite e seus derivados na alimenta\u00e7\u00e3o humana, o estudo mostra que consumir produtos l\u00e1cteos faz bem n\u00e3o apenas para a sa\u00fade, mas tamb\u00e9m para o bolso do consumidor\", conclui Kennya. Projeto Nutrileite A pesquisa foi desenvolvida pela Embrapa Gado de Leite (MG), em parceria com a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), com apoio da Funda\u00e7\u00e3o de Amparo \u00e0 Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig). Denominado \"Projeto Nutrileite\", o estudo utilizou como base de dados a tabela nutricional e os produtos presentes na Pesquisa de Or\u00e7amentos Familiares (POF) 2008-2009, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). Ao todo foram investigados 443 alimentos e bebidas, dos quais 43 eram produtos l\u00e1cteos. Para minimizar os efeitos da sazonalidade e da infla\u00e7\u00e3o, a coleta de pre\u00e7os foi efetuada em abril e outubro de 2016. Foram coletados os menores pre\u00e7os de todos os produtos, sem considerar pre\u00e7os promocionais, em 16 supermercados virtuais de dez estados da federa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p> O c\u00e1lculo do custo por nutriente seguiu a metodologia proposta pelos pesquisadores sul-africanos Friede Wenhold e Christine Leighton:<\/p>\n<p> Pnp =(Nn.Pp)\/Qn<\/p>\n<p> Na f\u00f3rmula, Pnp \u00e9 igual ao custo do nutriente n no alimento p; Nn \u00e9 igual a 30% da recomenda\u00e7\u00e3o nutricional di\u00e1ria do nutriente n; Pp significa o pre\u00e7o de 100 gramas do alimento p e Qn \u00e9 a quantidade de nutrientes n presente em 100 gramas do alimento.<\/p>\n<p> Os nutrientes selecionados foram baseados na defini\u00e7\u00e3o de alimento saud\u00e1vel da ag\u00eancia americana Food and Drug Administration e nas defici\u00eancias nutricionais da popula\u00e7\u00e3o brasileira, segundo o IBGE. Foi considerado o atendimento de 30% das recomenda\u00e7\u00f5es nutricionais di\u00e1rias de um adulto saud\u00e1vel. Com base no resultado obtido, os produtos foram ranqueados do menor para o maior pre\u00e7o.<\/p>\n<p> Leite e sa\u00fade<br \/> Nos \u00faltimos anos, surgiram movimentos contr\u00e1rios ao leite na alimenta\u00e7\u00e3o, alguns deles ligados ao ativismo vegano, que recomenda a exclus\u00e3o de qualquer alimento de origem animal da dieta. O principal argumento \u00e9 de que o ser humano \u00e9 o \u00fanico mam\u00edfero que continua a beber leite ap\u00f3s o per\u00edodo da amamenta\u00e7\u00e3o. A professora da UFJF Mirella Binoti, que participou do Projeto Nutrileite, argumenta que n\u00e3o h\u00e1 qualquer problema no consumo de leite na fase adulta, a menos que a pessoa apresente intoler\u00e2ncia \u00e0 lactose ou alergia a alguma de suas prote\u00ednas. Do contr\u00e1rio, o leite s\u00f3 traz benef\u00edcios \u00e0 sa\u00fade. Mesmo em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 intoler\u00e2ncia \u00e0 lactose, existem alternativas para continuar se beneficiando dos nutrientes do leite. \u00c9 poss\u00edvel optar por produtos de baixa lactose, como iogurtes e alguns queijos. H\u00e1 tamb\u00e9m uma grande variedade de produtos l\u00e1cteos com \"zero lactose\". A alergia \u00e0 prote\u00edna do leite j\u00e1 \u00e9 um problema um pouco mais complexo. Enquanto a intoler\u00e2ncia \u00e0 lactose costuma se manifestar na fase adulta, a alergia \u00e9 uma rea\u00e7\u00e3o imune do organismo, que geralmente ocorre nos primeiros meses de vida. Trata-se de um dist\u00farbio potencialmente grave, de diagn\u00f3stico mais dif\u00edcil se comparado \u00e0 intoler\u00e2ncia \u00e0 lactose. Nesse caso, deve-se excluir qualquer produto que contenha a prote\u00edna do leite da dieta. Ativismos \u00e0 parte, por mais de cinquenta anos o leite esteve associado ao aumento de doen\u00e7as cardiovasculares. Ainda hoje, \u00f3rg\u00e3os de sa\u00fade p\u00fablica de todo o mundo recomendavam que a ingest\u00e3o de gordura de origem animal, as chamadas gorduras saturadas, seja evitada. O argumento \u00e9 que as gorduras saturadas aumentavam o colesterol ruim (LDL), associado ao derrame e ao infarto. Mas, nas duas \u00faltimas d\u00e9cadas, isso tem sido fortemente questionado por alguns cientistas.<\/p>\n<p> Segundo o pesquisador da Embrapa Gado de Leite Marco Gama, que tamb\u00e9m atuou no Projeto Nutrileite, estudos cient\u00edficos t\u00eam mostrado que, embora a gordura saturada promova aumento do colesterol, n\u00e3o h\u00e1 evid\u00eancias de que a ingest\u00e3o da gordura do leite aumente o risco de doen\u00e7as cardiovasculares. \"Nem toda a gordura saturada \u00e9 igual\", afirma Gama. \"Existem gorduras que elevam o LDL, mas outras promovem um aumento do HDL, que \u00e9 um tipo de colesterol ben\u00e9fico \u00e0 sa\u00fade\", explica. Al\u00e9m disso, sabe-se atualmente que o colesterol LDL se divide em dois tipos de part\u00edculas: grandes e pequenas. As part\u00edculas grandes, que n\u00e3o est\u00e3o associadas a riscos cardiovasculares, s\u00e3o as aumentadas pelas gorduras saturadas. O leite de ruminantes (vacas, b\u00fafalas, cabras etc.) possui ainda alguns componentes que n\u00e3o s\u00e3o encontrados em quantidades significantes em outras fontes de gordura. \u00c9 o caso do \u00c1cido Linoleico Conjugado (CLA). Pesquisas com animais e culturas de c\u00e9lulas demonstraram que o CLA protege o organismo contra alguns tipos de c\u00e2ncer, al\u00e9m de ter a\u00e7\u00e3o anti-inflamat\u00f3ria. Para fechar o quadro de benef\u00edcios do leite, h\u00e1 evid\u00eancias cient\u00edficas de que a gordura do leite reduz o risco de obesidade, do diabetes do tipo 2 e da s\u00edndrome metab\u00f3lica (HDL baixo; triglic\u00e9rides altos; glicemia alta em jejum; sobrepeso e press\u00e3o arterial alta). Mesmo diante de tantos benef\u00edcios, Mirella alerta que nenhum alimento, sozinho, \u00e9 capaz de suprir todas as exig\u00eancias do organismo. Uma dieta variada, com boas fontes de gorduras e prote\u00edna, frutas, verduras e legumes \u00e9 insubstitu\u00edvel.<\/p>\n<p> Dia do Leite<br \/> A Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para Agricultura e Alimenta\u00e7\u00e3o (FAO) escolheu o primeiro de junho para se comemorar o Dia Mundial do Leite. Diversos pa\u00edses da Uni\u00e3o Europeia j\u00e1 celebravam a data com eventos nacionais. O objetivo do \"Dia Mundial\" \u00e9 incentivar o consumo de l\u00e1cteos pela popula\u00e7\u00e3o.<br \/> Os cinco primeiros colocados<\/p>\n<p> Confira quanto custa obter quatro nutrientes essenciais para a sa\u00fade*<\/p>\n<p> C\u00e1lcio<\/p>\n<p> Ovomaltine (derivado l\u00e1cteo) - R$ 0,87<\/p>\n<p> Leite integral - R$ 0,97<\/p>\n<p> Leite pasteurizado - R$ 1,00<\/p>\n<p> Leite semidesnatado - R$ 1,04<\/p>\n<p> Leite em p\u00f3 integral - R$ 1,09<\/p>\n<p> Vitamina D<\/p>\n<p> Leite semidesnatado - R$ 1,19<\/p>\n<p> Leite integral - R$ 1,38<\/p>\n<p> Leite pasteurizado - R$ 1,41<\/p>\n<p> Leite em p\u00f3 integral - R$ 1,54<\/p>\n<p> Leite em p\u00f3 desnatado - R$ 1,55<\/p>\n<p> Prote\u00edna<\/p>\n<p> Frango inteiro - R$ 0,59<\/p>\n<p> Frango em peda\u00e7os - R$ 0,68<\/p>\n<p> Peito de galinha - R$ 0,72<\/p>\n<p> Steak de frango - R$ 0,78<\/p>\n<p> Fil\u00e9 de frango - R$ 0,82<\/p>\n<p> Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 prote\u00edna, o leite integral foi o produto l\u00e1cteo melhor ranqueado, ao custo de R$ 1,59. (Embrapa)<\/p>\n<p style=\"margin-top: 3.75pt; margin-right: 0cm; margin-bottom: 7.5pt; margin-left: 0cm; text-align: justify; background: white;\">&nbsp;<\/p>\n<\/p><\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: center; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div><em>Produ\u00e7\u00e3o do leite A2A2 gera parceria<br \/> O Sindilat vai desenvolver um projeto-piloto em parceria com a Escola T\u00e9cnica Celeste Gobbato, de Palmeira das Miss\u00f5es, para iniciar a produ\u00e7\u00e3o de leite A2A2, para pessoas que t\u00eam alergia \u00e0 prote\u00edna do leite. Conv\u00eanios com universidades tamb\u00e9m ser\u00e3o avaliados. (Correio do Povo)<\/em><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/em><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; &nbsp; Porto Alegre, 07 de junho de 2017&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.515 &nbsp; Simp\u00f3sio do Leite abordou assist\u00eancia t\u00e9cnica como diferencial competitivo &nbsp;CR\u00c9DITO: Edson Castro\/PrimeCom A assist\u00eancia t\u00e9cnica de qualidade \u00e9 o <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/06\/07\/07-06-2017\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"07\/06\/2017\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1575","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1575","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1575"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1575\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1575"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1575"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1575"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}