{"id":15652,"date":"2024-11-06T18:34:20","date_gmt":"2024-11-06T18:34:20","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=15652"},"modified":"2024-11-06T18:41:02","modified_gmt":"2024-11-06T18:41:02","slug":"06-11-2024","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2024\/11\/06\/06-11-2024\/","title":{"rendered":"06\/11\/2024"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 06 de novembro de 2024&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 18 - N\u00b0 4.259<\/p>\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div>\n<div><b>Perspectivas para o leite brasileiro, segundo Rabobank<br \/>\n<\/b><br \/>\nO Rabobank produziu um estudo das Perspectivas para o Agroneg\u00f3cio Brasileiro 2025. Segundo o relat\u00f3rio, 2024 foi positivo para o setor no pa\u00eds ap\u00f3s um 2023 de grandes desafios. Os produtores de leite conseguiram manter n\u00edveis adequados de rentabilidade com o pre\u00e7o do leite em patamares relativamente elevados ao longo do ano e os custos de produ\u00e7\u00e3o em n\u00edveis est\u00e1veis.A ind\u00fastria tamb\u00e9m conseguiu operar em um cen\u00e1rio mais favor\u00e1vel, ainda que com o da mat\u00e9ria-prima elevado. A demanda do consumidor final voltou a crescer com melhoras nos indicadores de renda e emprego, o que permitiu ao setor preservar as suas margens em v\u00e1rias categorias e aumentar as vendas em volume em alguns segmentos.A primeira metade do ano foi marcada por produ\u00e7\u00e3o no campo acima do esperado, principalmente no primeiro trimestre, quando a produ\u00e7\u00e3o avan\u00e7ou 3,6% comparada com o mesmo per\u00edodo de 2023. J\u00e1 no segundo trimestre de 2024 a capta\u00e7\u00e3o formal de leite avan\u00e7ou apenas 1%, comparada como mesmo per\u00edodo de 2023, em parte por causa da queda de 10% no Rio Grande do Sul, que sofreu com as maiores enchentes da sua hist\u00f3ria no final de abril. As importa\u00e7\u00f5es recuaram 4,6% em volume no primeiro semestre, por\u00e9m se mantiveram em patamar historicamente elevado (131 mil toneladas de janeiro a junho). Apesar do aumento da disponibilidade de leite no campo e das importa\u00e7\u00f5es em patamares elevados, os pre\u00e7os ao produtor avan\u00e7aram consideravelmente de R$ 2,13\/litro em janeiro para R$ 2,75\/litro em junho.Na segunda metade de 2024, os efeitos da maior estiagem registrada no Brasil em mais de 40 anos, frearam o avan\u00e7o da produ\u00e7\u00e3o no terceiro trimestre. As condi\u00e7\u00f5es extremas de calor impactam negativamente o conforto das vacas e a disponibilidade de pastagens, reduzindo a produtividade, principalmente em fazendas menores.Mas apesar dos desafios com o clima, a rentabilidade dos produtores se manteve em patamares positivos no segundo semestre de 2024. De acordo com dados do MilkPoint Mercado, o indicador de receita menos o custo da ra\u00e7\u00e3o tem se mantido no maior patamar do ano no terceiro trimestre (R$ 44\/vaca\/dia), e provavelmente deve continuar em n\u00edveis elevados no quarto trimestre. Isto porque esperamos queda apenas moderada dos pre\u00e7os ao produtor nos meses finais de 2024, considerando a desacelera\u00e7\u00e3o da oferta no segundo semestre e a din\u00e2mica positiva da demanda.Assim, a produ\u00e7\u00e3o de leite no Brasil deve fechar o quarto trimestre com crescimento e alcan\u00e7ar um avan\u00e7o total de aproximadamente 1,5% em volume para 2024 como um todo, comparado com o n\u00edvel de 2023. Com rela\u00e7\u00e3o ao mercado internacional, as importa\u00e7\u00f5es brasileiras se mantiveram em patamares elevados no segundo semestre, e devem encerrar o ano em patamares semelhantes aos n\u00edveis de 2023 (278 mil toneladas).<\/p>\n<p>A migra\u00e7\u00e3o de pequenos produtores para outras atividades e a consolida\u00e7\u00e3o da base produtora em menos produtores ativos aumentou em 2024, como era esperado, e deve continuar em 2025. A rentabilidade dos produtores de grande porte tende a permanecer mais elevada do que a do pequeno produtor e os incentivos da ind\u00fastria para pagamento por qualidade e volume, continuam impulsionando as margens e os investimentos (em tecnologia, gen\u00e9tica e efici\u00eancia) dos maiores produtores, levando-os a crescer bem acima da m\u00e9dia. O fator m\u00e3o de obra deve continuar sendo um grande desafio para os produtores em 2025, com oferta limitada de funcion\u00e1rios capacitados e comprometidos na atividade, a tend\u00eancia \u00e9 continuar a ver aumento de investimentos em rob\u00f4s de ordenha e tecnologia para aliviar a depend\u00eancia em m\u00e3o de obra.<\/p>\n<p>E o mercado internacional?<\/p>\n<p>Olhando para 2025, o Rabobank espera leves altas dos pre\u00e7os internacionais em continua\u00e7\u00e3o com a tend\u00eancia apresentada em 2024. A oferta global est\u00e1 encontrando dificuldades para engatar um novo ciclo de expans\u00e3o na maioria das regi\u00f5es e inclusive mostra claros sinais de esgotamento na China, que tem sido o principal contribuinte ao crescimento da produ\u00e7\u00e3o global nos \u00faltimos tr\u00eas anos.<\/p>\n<p>Regulamenta\u00e7\u00f5es adicionais, volatilidade clim\u00e1tica e custo da m\u00e3o de obra, s\u00e3o alguns dos fatores restringindo o avan\u00e7o da oferta internacional em regi\u00f5es como Europa e Oceania. Por outro lado, a demanda global tende a se manter est\u00e1vel no agregado em 2025, apesar das compras menores da China em 2024, est\u00edmulos adicionais devem nivelar o consumo no pr\u00f3ximo ano. Outras regi\u00f5es importadoras como o sudeste asi\u00e1tico devem sustentar as compras globais com crescimento demogr\u00e1fico e econ\u00f4mico.<\/p>\n<p>Para o Brasil, pre\u00e7os internacionais levemente maiores n\u00e3o devem impactar consideravelmente o n\u00edvel das importa\u00e7\u00f5es. O pre\u00e7o do leite no Brasil tende a continuar dentre os mais caros do mundo, o que mant\u00e9m as importa\u00e7\u00f5es competitivas mesmo com c\u00e2mbio mais depreciado.<\/p>\n<p>Para a curva de pre\u00e7o ao produtor, parece prov\u00e1vel que inicie 2025 em patamar elevado, limitando o espa\u00e7o potencial para novas altas no primeiro semestre (salvo algum problema ex\u00f3geno relevante). J\u00e1 no segundo semestre poder\u00e1 apresentar quedas relevantes, isto porque as margens elevadas ao produtor no segundo semestre de 2024 e primeiro semestre de 2025, devem estimular a produ\u00e7\u00e3o de forma significativa, fortalecendo a oferta.<\/p>\n<p>Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 demanda local, vale a pena considerar que os pre\u00e7os do leite e derivados estar\u00e3o em patamares levemente mais altos no primeiro trimestre de 2025, comparado com os n\u00edveis de 2024, e os n\u00edveis de compara\u00e7\u00e3o de vendas ser\u00e3o elevados. Estes dois fatores podem levar a crescimentos nominais menores na primeira metade de 2025, comparado com 2024.<\/p>\n<p>Por outro lado, o mercado financeiro espera mais um ano de crescimento econ\u00f4mico em 2025 no Brasil, por\u00e9m em ritmo levemente menor comparado com 2022-2024 (pr\u00f3ximo de 3%), com proje\u00e7\u00f5es atuais do PIB avan\u00e7ando pr\u00f3ximo de 1,8% em 2025 e infla\u00e7\u00e3o pr\u00f3xima de 4%. Esperamos que a continua\u00e7\u00e3o do ciclo de crescimento econ\u00f4mico permita manter o n\u00edvel de desemprego em patamares baixos, o que deve sustentar o consumo e permitir alguns ganhos adicionais em volume desde que a infla\u00e7\u00e3o permane\u00e7a sob controle. No ano de 2024, mais uma vez ficou evidente que quando o consumidor brasileiro percebe uma melhora no seu poder de compra, a categoria dos l\u00e1cteos tende a performar melhor. A exce\u00e7\u00e3o deve continuar sendo o leite flu\u00eddo (n\u00e3o refrigerado) que continuar\u00e1 enfrentando desafios com mudan\u00e7as de tend\u00eancias de consumo e desacelera\u00e7\u00e3o do crescimento demogr\u00e1fico.<\/p>\n<p>A volatilidade clim\u00e1tica mais uma vez deve ser monitorada e poder\u00e1 trazer novos impactos negativos para a produ\u00e7\u00e3o. Por\u00e9m, os investimentos em tecnologia, gen\u00e9tica e efici\u00eancia devem ajudar os produtores a navegar as oscila\u00e7\u00f5es do clima em 2025.<\/p>\n<p>Pontos de Aten\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p>A procura por produtos com alto teor de prote\u00edna e zero a\u00e7\u00facar devem dar f\u00f4lego adicional aos produtos l\u00e1cteos funcionais em 2025 no mercado brasileiro.<br \/>\nA evidente desacelera\u00e7\u00e3o no crescimento da produ\u00e7\u00e3o na China deve levar a maior equil\u00edbrio entre oferta e demanda global nos pr\u00f3ximos anos.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nAs informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do relat\u00f3rio anual Perspectivas para o Agroneg\u00f3cio 2025, do Rabobank.&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<hr>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>GDT: forte aumento nos pre\u00e7os no in\u00edcio de novembro<br \/>\n<\/b><br \/>\nOs pre\u00e7os internacionais dos principais derivados l\u00e1cteos apresentaram expressivos aumentos no primeiro leil\u00e3o do m\u00eas, no 367\u00ba leil\u00e3o de l\u00e1cteos da plataforma GDT, realizado no dia 05\/11. O GDT Price Index (m\u00e9dia ponderada dos produtos) passou por uma valoriza\u00e7\u00e3o de 4,8%, atingindo USD 3.997\/tonelada \u2013 o maior valor desde setembro de 2022.<\/p>\n<p>Gr\u00e1fico 1. Pre\u00e7o m\u00e9dio leil\u00e3o GDT.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/dMdv65ABF0292\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/dMdv65ABF0292\"><\/p>\n<p>Fonte: Elaborado pela equipe MilkPoint Mercado com dados do Global Dairy Trade, 2024.<\/p>\n<p>As principais categorias acompanhadas apresentaram altas durante o leil\u00e3o. Nesse cen\u00e1rio, a maior valoriza\u00e7\u00e3o percentual ficou para a categoria da manteiga, que obteve uma aumento de 8,3% no pre\u00e7o m\u00e9dio, sendo negociado na m\u00e9dia de US$ 6.990\/tonelada. Por outro lado, o menor aumento, ficou com a categoria da mu\u00e7arela, com um leve aumento de 0,9%, fechando com pre\u00e7o m\u00e9dio de US$4.607\/tonelada.<br \/>\nO leite em p\u00f3 desnatado apresentou alta de 4,0% sendo negociado na m\u00e9dia de US$ 2.850\/tonelada, avan\u00e7o similar ao do leite em p\u00f3 integral, que foi negociado na m\u00e9dia de US$ 3.713\/tonelada, obtendo valoriza\u00e7\u00e3o de 4,4%. Al\u00e9m disso, a categoria do queijo cheddar, tamb\u00e9m apresentou alta de 4,0%, fechando na m\u00e9dia de US$ 4.973\/tonelada.<br \/>\nConfira na Tabela 1 o pre\u00e7o m\u00e9dio dos derivados ap\u00f3s a finaliza\u00e7\u00e3o do evento e a varia\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao evento anterior.<\/p>\n<p>Tabela 1. Pre\u00e7o e varia\u00e7\u00e3o do \u00edndice dos produtos negociados no leil\u00e3o GDT em 05\/11\/2024.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/c6Rf6cABF0174\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/c6Rf6cABF0174\"><\/p>\n<p>Fonte: Elaborado pela equipe MilkPoint Mercado com dados do Global Dairy Trade, 2024.<\/p>\n<p>No primeiro leil\u00e3o do m\u00eas de novembro, o volume negociado apresentou queda, colaborando para os avan\u00e7os nos pre\u00e7os. Com um total de 36.595 toneladas sendo negociadas, uma retra\u00e7\u00e3o de&nbsp; 6,1% em rela\u00e7\u00e3o ao volume negociado no evento anterior, como mostra o gr\u00e1fico 2.<\/p>\n<p>Gr\u00e1fico 2. Volumes negociados nos eventos do leil\u00e3o GDT.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/yqJRa0ABF0225\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/yqJRa0ABF0225\"><\/p>\n<p>Fonte: Elaborado pela equipe MilkPoint Mercado com dados do Global Dairy Trade, 2024.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da oferta restrita, o bom momento de demanda tamb\u00e9m tem refletido em avan\u00e7os nos pre\u00e7os. As compras da regi\u00e3o norte asi\u00e1tica (contemplando a China), que vinham puxando as altas recentes, voltaram a diminuir neste \u00faltimo leil\u00e3o. Em compensa\u00e7\u00e3o, observou-se uma atua\u00e7\u00e3o mais forte das compras do Oriente M\u00e9dio, com crescimentos expressivos das aquisi\u00e7\u00f5es de leite em p\u00f3 integral e manteiga pela regi\u00e3o.<\/p>\n<p>No mercado futuro de leite em p\u00f3 integral na Bolsa de Valores da Nova Zel\u00e2ndia, as proje\u00e7\u00f5es indicam um leve aumento nos pre\u00e7os do leite em p\u00f3 integral em compara\u00e7\u00e3o com os pre\u00e7os praticados anteriormente para os contratos vencidos nos mesmos per\u00edodos. Conforme mostrado no gr\u00e1fico 3.<\/p>\n<p>Gr\u00e1fico 3. Contratos futuros de leite em p\u00f3 integral (NZX Futures).<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/0M54deABF0244\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/0M54deABF0244\"><\/p>\n<p>Fonte: NZX Futures, elaborado pelo MilkPoint Mercado, 2024.<\/p>\n<p>E como os resultados do leil\u00e3o GDT afetam o mercado brasileiro?<\/p>\n<p>Vale destacar que o Brasil importa produtos l\u00e1cteos principalmente da Argentina e do Uruguai, pa\u00edses que historicamente praticam pre\u00e7os acima do Global Dairy Trade (GDT), em grande parte devido \u00e0 Tarifa Externa Comum (TEC) do Mercosul, que imp\u00f5e tarifas de quase 30% sobre importa\u00e7\u00f5es de fora do bloco.<\/p>\n<p>Entretanto, os pre\u00e7os mais elevados do mercado internacional diminui a diferen\u00e7a entre os pre\u00e7os do Mercosul em rela\u00e7\u00e3o aos outros principais pa\u00edses exportadores, aumentando a atratividade dos l\u00e1cteos da Argentina e do Uruguai para os pa\u00edses importadores.<\/p>\n<p>Nesse cen\u00e1rio, o Brasil tende a continuar enfrentando uma disputa mais acirrada com outros pa\u00edses importadores pelos l\u00e1cteos do Mercosul, o que pode resultar em retra\u00e7\u00e3o do volume importado de l\u00e1cteos pelo Brasil nos pr\u00f3ximos meses.<\/p>\n<p><b>Bebida l\u00e1ctea pronta para beber com Whey \u00e9 a nova queridinha do mercado<br \/>\n<\/b><br \/>\nQuem visita um supermercado, mercearia ou at\u00e9 farm\u00e1cia j\u00e1 percebeu a crescente presen\u00e7a de uma nova categoria de bebidas que, at\u00e9 pouco tempo, era praticamente inexistente no Brasil: as bebidas l\u00e1cteas prontas para beber com whey protein. Essa categoria vem ganhando destaque no mercado brasileiro de alimentos e bebidas, especialmente em um contexto no qual conveni\u00eancia e nutri\u00e7\u00e3o s\u00e3o prioridades para os consumidores. Esses produtos se tornaram uma op\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel, pr\u00e1tica e saborosa para aqueles que buscam um estilo de vida equilibrado e ativo.<\/p>\n<p>Com a crescente preocupa\u00e7\u00e3o com uma alimenta\u00e7\u00e3o mais saud\u00e1vel, as bebidas proteicas se consolidaram como uma alternativa ao snack tradicional, beneficiando tanto atletas quanto pessoas que desejam melhorar sua dieta di\u00e1ria. As bebidas com whey oferecem altos n\u00edveis de prote\u00edna, favorecendo a recupera\u00e7\u00e3o muscular e fornecendo energia ao longo do dia. Essa demanda \u00e9 impulsionada pelo fortalecimento do movimento de saudabilidade, que ganhou ainda mais relev\u00e2ncia ap\u00f3s a pandemia, quando o foco na sa\u00fade se intensificou.<\/p>\n<p>Para atender aos anseios dos consumidores, \u00e9 fundamental aos fabricantes que desejam se adaptar \u00e0 essa tend\u00eancia crescente garantir a qualidade, a seguran\u00e7a e o sabor das bebidas. Al\u00e9m disso, a diversifica\u00e7\u00e3o do portf\u00f3lio, adaptando produtos j\u00e1 existentes para novas embalagens \u00e9 uma estrat\u00e9gia importante para impulsionar o crescimento e ampliar as op\u00e7\u00f5es dispon\u00edveis aos consumidores.<\/p>\n<p>A ind\u00fastria do leite no Brasil est\u00e1 passando por uma fase de revitaliza\u00e7\u00e3o, com um portf\u00f3lio diversificado que inclui leites sem lactose, com menor teor de gordura, leite tipo A2 e as bebidas proteicas com whey. Esses produtos atendem a nichos espec\u00edficos, tornando as marcas mais competitivas. O segmento de bebidas l\u00e1cteas prontas para beber com whey, que em 2022 representou cerca de 4% das vendas de leites aromatizados, segundo a consultoria Nielsen, j\u00e1 demonstra um crescimento expressivo e tem grande potencial de expans\u00e3o.<\/p>\n<p>Segundo dados da Mordor Intelligence, o mercado global de bebidas proteicas prontas para beber foi avaliado em 1,3 bilh\u00e3o de d\u00f3lares em 2020, com uma proje\u00e7\u00e3o de crescimento de 7,72% ao ano at\u00e9 2027. No Brasil, o crescimento desse segmento \u00e9 ainda mais acentuado, com um aumento de 48% nas vendas entre 2021 e 2022. Em 2023, a Tetra Pak registrou um salto de 82% nas vendas de embalagens para bebidas proteicas, passando de 132 milh\u00f5es de unidades em 2022 para 242 milh\u00f5es em 2023. Marcas tradicionais de leite UHT em embalagens cartonadas j\u00e1 est\u00e3o explorando essa nova oportunidade de mercado, mas ainda h\u00e1 espa\u00e7o para novos players entrarem nessa disputa.<\/p>\n<p>Produtos com atributos de maior saudabilidade e sustentabilidade oferecem um valor agregado nas prateleiras, e os consumidores brasileiros est\u00e3o dispostos a pagar por isso. De acordo com o Tetra Pak Index \u2013 estudo que identifica as tend\u00eancias de consumidores, promovendo novas oportunidades de crescimento para clientes em todo o mundo \u2013, 31% dos brasileiros afirmam que estariam dispostos a pagar um pouco mais por produtos que atendam a essas preocupa\u00e7\u00f5es. O relat\u00f3rio analisa as prefer\u00eancias dos consumidores em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sa\u00fade e sustentabilidade, destacando o que eles buscam em termos de alimentos.<\/p>\n<p>A popularidade das bebidas prontas para beber com whey reflete uma transforma\u00e7\u00e3o nos h\u00e1bitos de consumo e cria uma oportunidade significativa para a ind\u00fastria de alimentos e bebidas. Empresas e latic\u00ednios interessados em aproveitar essa tend\u00eancia devem buscar parceiros estrat\u00e9gicos que possam garantir um crescimento sustent\u00e1vel nesse mercado em expans\u00e3o, oferecendo produtos de alta qualidade que atendam \u00e0s expectativas dos consumidores modernos. (Guia Lat)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><em>Jogo R\u00e1pido<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Regule seu metabolismo com uma dieta equilibrada e a ingest\u00e3o ideal de c\u00e1lcio<br \/>\n<\/b>Em estudo recente, pesquisadores mostraram que consumir de cerca de 1200 mg de c\u00e1lcio por dia, o equivalente a 3 por\u00e7\u00f5es de leite desnatado, pode reduzir os marcadores de glica\u00e7\u00e3o, associados \u00e0 resist\u00eancia \u00e0 insulina e altera\u00e7\u00f5es metab\u00f3licas.Portanto, para portadores de diabetes tipo 2 ou indiv\u00edduos que desejam melhorar a sa\u00fade metab\u00f3lica, as propriedades do leite desnatado podem ser grandes aliadas!&nbsp;<a href=\"https:\/\/pubmed.ncbi.nlm.nih.gov\/38861793\/\" data-cke-saved-href=\"https:\/\/pubmed.ncbi.nlm.nih.gov\/38861793\/\">Fonte: Increased calcium intake from skimmed milk in energy-restricted diets reduces glycation markers in adults with type 2 diabetes and overweight: a secondary analysis of a randomized clinical trial. Nutrition Research, v. 127, p. 40-52, 2024.<\/a>&nbsp;(VIA BEBA MAIS LEITE)<\/i><\/p>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 06 de novembro de 2024&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 18 - N\u00b0 4.259 Perspectivas para o leite brasileiro, segundo Rabobank O Rabobank produziu um estudo das Perspectivas para o Agroneg\u00f3cio Brasileiro 2025. Segundo <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2024\/11\/06\/06-11-2024\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"06\/11\/2024\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-15652","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15652","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15652"}],"version-history":[{"count":7,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15652\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":15660,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15652\/revisions\/15660"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15652"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15652"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15652"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}