{"id":15626,"date":"2024-10-31T15:28:18","date_gmt":"2024-10-31T15:28:18","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=15626"},"modified":"2024-10-31T17:06:28","modified_gmt":"2024-10-31T17:06:28","slug":"31-10-2024","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2024\/10\/31\/31-10-2024\/","title":{"rendered":"31\/10\/2024"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 31 de outubro de 2024&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 18 - N\u00b0 4.255<\/p>\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>Governo estadual apresenta plano para guiar desenvolvimento do RS nos pr\u00f3ximos anos&nbsp;<br \/>\n<\/b><br \/>\nFerramenta que visa alavancar a economia ga\u00facha definiu 12 segmentos priorit\u00e1rios para o crescimento; a perspectiva menos conservadora prev\u00ea triplicar a taxa anual de crescimento do PIB ga\u00facho<\/p>\n<p>O governo estadual apresentou nesta quarta-feira (30) o Plano de Desenvolvimento Econ\u00f4mico, Inclusivo e Sustent\u00e1vel, instrumento concebido para alavancar a economia do Rio Grande do Sul. A perspectiva do Pal\u00e1cio Piratini \u00e9 de duplicar e, em cen\u00e1rio otimista, triplicar a taxa anual de crescimento do PIB ga\u00facho nos pr\u00f3ximos anos.<\/p>\n<p>Planejado para orientar o desenvolvimento com proje\u00e7\u00f5es que v\u00e3o at\u00e9 o ano de 2040, o projeto foi estruturado a partir de um estudo da consultoria McKinsey e definiu 12 grupos de produtos e servi\u00e7os com potencial de impulsionar a produtividade. Nesse rol, os mercados da cadeia agropecu\u00e1ria e da transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica ser\u00e3o as principais apostas para agregar valor na economia ga\u00facha.<\/p>\n<p>Os detalhes da ferramenta foram apresentados pela manh\u00e3 a jornalistas e o lan\u00e7amento oficial ocorre durante a tarde, na Funda\u00e7\u00e3o Iber\u00ea Camargo. Al\u00e9m do plano, o governo est\u00e1 criando a Invest.RS, ag\u00eancia que ser\u00e1 respons\u00e1vel por atrair investimentos e promover comercialmente o Rio Grande do Sul.<\/p>\n<p>Os estudos para a cria\u00e7\u00e3o do instrumento come\u00e7aram antes da enchente de maio e inclu\u00edram entrevistas e workshops com empres\u00e1rios e especialistas. A gest\u00e3o do plano de desenvolvimento ser\u00e1 vinculada \u00e0 estrutura do Plano Rio Grande, idealizado para recuperar o Estado depois do desastre clim\u00e1tico de maio.<\/p>\n<p>Na apresenta\u00e7\u00e3o, o governo frisou que o projeto foi concebido como estrat\u00e9gia de longo prazo, que tenha continuidade em futuras administra\u00e7\u00f5es mesmo em caso de mudan\u00e7a na orienta\u00e7\u00e3o ideol\u00f3gica no comando do governo. O vice-governador Gabriel Souza aponta que ser\u00e1 preciso mostrar resultados ainda no governo atual para que a ferramenta se torne consenso no futuro.<\/p>\n<p>\u2014 Temos o restante do governo, que s\u00e3o dois anos e dois meses, para fazer o plano mostrar resultados concretos, para que a sociedade tenha um senso de pertencimento e do tamanho desse plano para o Estado e cobre os pr\u00f3ximos governantes a mant\u00ea-lo em funcionamento \u2014 avalia Gabriel.<\/p>\n<p>Na apresenta\u00e7\u00e3o do plano, S\u00e9rgio Canova J\u00fanior, s\u00f3cio da McKinsey, apontou que um dos principais desafios do Estado ser\u00e1 a qualifica\u00e7\u00e3o do capital humano, visto que o RS tem a pir\u00e2mide et\u00e1ria mais envelhecida do Brasil e precisar\u00e1 atrair trabalhadores de outros lugares para ampliar a produtividade.<\/p>\n<p>O governador Eduardo Leite destacou, no evento de lan\u00e7amento do plano, que a ci\u00eancia e o trabalho t\u00e9cnico desenvolvido por meio desse programa criam ambiente para um crescimento sustentado, sem as oscila\u00e7\u00f5es que a economia ga\u00facha vem apresentando nos \u00faltimos anos. Na vis\u00e3o do chefe do Executivo ga\u00facho, esse conjunto de a\u00e7\u00f5es abre caminho para um avan\u00e7o estrutural:&nbsp;<\/p>\n<p>\u2014 A partir desses cinco habilitadores, com esse diagn\u00f3stico, podemos observar quais s\u00e3o os desafios para que a gente possa ter o nosso mapa, nossa jornada, definida para nos levar at\u00e9 onde queremos ir.<\/p>\n<p>Durante a abertura do evento, realizado na Funda\u00e7\u00e3o Iber\u00ea Camargo, o CEO da CMPC, Francisco Ruiz-Tagle, a diretora da Bebidas Fruki, Aline Eggers Bagatini, e o presidente da Randoncorp, Daniel Randon, dividiram o palco com o governador Eduardo Leite. Os l\u00edderes empresariais saudaram o plano e destacaram a necessidade de avan\u00e7ar em pontos como infraestrutura, reten\u00e7\u00e3o de talentos e melhorias log\u00edsticas para aumento de competitividade no Rio Grande do Sul.<\/p>\n<p>As quatro perspectivas<br \/>\nA estrat\u00e9gia de selecionar produtos e servi\u00e7os priorit\u00e1rios para o crescimento compreende quatro perspectivas econ\u00f4micas:<\/p>\n<p>Sustenta\u00e7\u00e3o - Inclui produ\u00e7\u00f5es que j\u00e1 s\u00e3o relevantes na economia ga\u00facha e podem ser alavancadas<\/p>\n<p>Ascens\u00e3o - Considera as vantagens competitivas do RS para agregar valor em produtos e servi\u00e7os com demanda em crescimento<\/p>\n<p>Inova\u00e7\u00e3o - Visa aproveitar oportunidades atreladas a macrotend\u00eancias globais nas quais o RS tem potencial&nbsp;<\/p>\n<p>Manuten\u00e7\u00e3o - Setores sem grande perspectiva de ascens\u00e3o, mas que contribuem com gera\u00e7\u00e3o de emprego e renda e promo\u00e7\u00e3o da identidade cultural e regional<\/p>\n<p>Os 12 setores<\/p>\n<p>No estudo para a elabora\u00e7\u00e3o do plano, foram mapeados 12 setores estrat\u00e9gicos para alavancar a economia nos pr\u00f3ximos anos, que se enquadram nos conceitos das perspectivas econ\u00f4micas apresentadas acima. Veja quais s\u00e3o eles e alguns produtos e servi\u00e7os que abrangem:<\/p>\n<p>Cadeia agropecu\u00e1ria - Gr\u00e3os, carnes, leite, processamento de alimentos, melhoramento gen\u00e9tico, produ\u00e7\u00e3o de sementes de leguminosas e biotecnologia.<\/p>\n<p>M\u00e1quinas agr\u00edcolas - Tratores, colheitadeiras, m\u00e1quinas automatizadas conectadas \u00e0 internet e de agricultura de precis\u00e3o.<\/p>\n<p>Fertilizantes - Produ\u00e7\u00e3o de diferentes formas, que v\u00e3o da convencional, com mat\u00e9ria-prima importada, at\u00e9 a explora\u00e7\u00e3o de pedras fosf\u00e1ticas, fertilizantes verdes, biofertilizantes e nanofertilizantes.<\/p>\n<p>Produtos regionais de nicho - Vinhos, espumantes, azeites e noz pec\u00e3.<\/p>\n<p>Silvicultura, papel e celulose - Produ\u00e7\u00e3o de celulose, pap\u00e9is e embalagens, produtos de madeira, biomateriais, nanocristais e nanofibras<\/p>\n<p>Produtos de transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica - Biodiesel, energias renov\u00e1veis, etanol, biog\u00e1s, biometano, hidrog\u00eanio verde e combust\u00edvel sint\u00e9tico<\/p>\n<p>M\u00e1quinas, equipamentos e semicondutores - M\u00e1quinas para ind\u00fastrias, eletrodom\u00e9sticos, equipamentos para energias renov\u00e1veis, semicondutores e novos materiais, como o grafeno<\/p>\n<p>Automotivo e cadeia - Ve\u00edculos convencionais, como autom\u00f3veis, motocicletas e \u00f4nibus, pe\u00e7as, carros e \u00f4nibus el\u00e9tricos, sistemas eletr\u00f4nicos e novos materiais.<\/p>\n<p>Cadeia petroqu\u00edmica - Resinas, pol\u00edmeros reciclados, fibras sint\u00e9ticas, produtos pl\u00e1sticos, pol\u00edmeros verdes, biopl\u00e1sticos e pl\u00e1sticos degrad\u00e1veis<\/p>\n<p>Turismo - Servi\u00e7os tradicionais como alimenta\u00e7\u00e3o, acomoda\u00e7\u00e3o e transporte, novos polos e oferta de servi\u00e7os digitais, inteligentes e automatizados<\/p>\n<p>Sa\u00fade - Equipamentos de diagn\u00f3stico b\u00e1sicos e por imagem, equipamentos de precis\u00e3o, equipamentos para terapias (incluindo celular e gen\u00e9tica), produ\u00e7\u00e3o de f\u00e1rmacos, medicamentos e terapias avan\u00e7adas e materiais m\u00e9dicos.<\/p>\n<p>Produtos e servi\u00e7os digitais - Presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os de TI, data centers, desenvolvimento de softwares, solu\u00e7\u00f5es setoriais e investimento em intelig\u00eancia Artificial (IA).<\/p>\n<p>Os cinco habilitadores<\/p>\n<p>O governo identificou que s\u00e3o necess\u00e1rias iniciativas articuladas em torno de cinco \u00e1reas que podem alavancar a competitividade do RS. S\u00e3o elas:<\/p>\n<p>Capital humano - Atrair e reter pessoas, melhorar a qualidade da educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica e profissional, ampliar e consolidar as escolas em tempo integral.<\/p>\n<p>Inova\u00e7\u00e3o - Fortalecer o ecossistema de inova\u00e7\u00e3o com foco na aplica\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica, o que pode contribuir para maior convers\u00e3o em riqueza.<\/p>\n<p>Ambiente de neg\u00f3cios - Facilitar a realiza\u00e7\u00e3o de neg\u00f3cios e a atra\u00e7\u00e3o de investimentos a fim de ampliar o desenvolvimento econ\u00f4mico.<\/p>\n<p>Infraestrutura - Ampliar cobertura da infraestrutura, diversificar e qualificar a malha log\u00edstica e atender \u00e1reas com menor cobertura.<\/p>\n<p>Recursos naturais - Ampliar produtividade agropecu\u00e1ria com pr\u00e1ticas sustent\u00e1veis e aumentar resili\u00eancia clim\u00e1tica e a descarboniza\u00e7\u00e3o para impulsionar o desenvolvimento sustent\u00e1vel.<\/p>\n<p>Proje\u00e7\u00e3o de crescimento<\/p>\n<p>A perspectiva para o crescimento da economia ga\u00facha a partir da aplica\u00e7\u00e3o do plano apontam para um crescimento de at\u00e9 3% ao ano no PIB ga\u00facho at\u00e9 2030. Em um cen\u00e1rio conservador, esse \u00edndice seria de 2% ao ano.<\/p>\n<p>Para efeitos de compara\u00e7\u00e3o, nos \u00faltimos cinco anos a m\u00e9dia de avan\u00e7o anual foi de 1%.<\/p>\n<p>GZH<\/p>\n<hr>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>Redu\u00e7\u00e3o da emiss\u00e3o de gases eleva produtividade de fazendas de leite<br \/>\n<\/b><br \/>\nDe acordo com a gerente executiva de agricultura regenerativa da Nestl\u00e9, B\u00e1rbara Sollero, a produ\u00e7\u00e3o de leite representa cerca de 30% das emiss\u00f5es de gases do efeito estufa da companhia.<\/p>\n<p>Um estudo encomendado pela Nestl\u00e9 junto a 948 de seus 1,1 mil fornecedores de leite constatou que quanto menor a emiss\u00e3o de gases do efeito estufa, maior a produtividade pecu\u00e1ria das fazendas participantes do seu programa de boas pr\u00e1ticas.<\/p>\n<p>Segundo dados pr\u00e9vios do levantamento, o grupo composto por 25% das fazendas com menor emiss\u00e3o produziu, em m\u00e9dia, 26 litros de leite por vaca em lacta\u00e7\u00e3o por dia \u2013 praticamente o dobro do registrado entre o quarto de fazendas mais emissoras, com 13 litros por animal em lacta\u00e7\u00e3o por dia.<\/p>\n<p>De acordo com a gerente executiva de agricultura regenerativa da Nestl\u00e9, B\u00e1rbara Sollero, a produ\u00e7\u00e3o de leite representa cerca de 30% das emiss\u00f5es de gases do efeito estufa da companhia. O levantamento, afirma, servir\u00e1 de base para que a empresa alcance sua meta de reduzir em 20% suas emiss\u00f5es at\u00e9 2025 e em 50% at\u00e9 2030.<\/p>\n<p>\u201cO meio pelo qual vamos descarbonizar as nossas opera\u00e7\u00f5es em agricultura \u00e9 adotando pr\u00e1ticas regenerativas\u201d, assegura a executiva. Dentre as metas da Nestl\u00e9, est\u00e1 o de adquirir 30% de sua mat\u00e9ria-prima de fazendas que adotem tais pr\u00e1ticas.<\/p>\n<p>Localizada em Santa Rosa de Goi\u00e1s, a 90 quil\u00f4metros de Goi\u00e2nia, a produtora C\u00e9lia Rezende est\u00e1 entre os fornecedores considerados refer\u00eancia pela Nestl\u00e9. Em pouco tempo, ela passou da categoria de fazendas com pr\u00e1ticas de sustentabilidade b\u00e1sicas, como o n\u00e3o revolvimento do solo, para a categoria \u201couro\u201d.<\/p>\n<p>\u201cTirar leite \u00e9 f\u00e1cil, mas se adequar custa. Essa foi a nossa maior dificuldade e tivemos que nos adaptar\u201d, comenta a produtora. O resultado foi imediato. Ap\u00f3s iniciar o cultivo do pr\u00f3prio milho, integrado com a cria\u00e7\u00e3o dos animais, ela conseguiu eliminar um custo mensal de R$ 3 mil com alimenta\u00e7\u00e3o animal e viu produ\u00e7\u00e3o di\u00e1ria por animal aumentar, em m\u00e9dia, 50 litros.<\/p>\n<p>\u201cA partir da hora que paramos de ter esse gasto extra com os animais passamos a ter recursos para investir r melhorar em outras \u00e1reas. Ent\u00e3o fez, realmente, uma diferen\u00e7a muito grande\u201d, destaca a produtora.<\/p>\n<p>Segundo o levantamento, as fazendas fornecedoras da Nestl\u00e9 que adotam pr\u00e1ticas de agricultura regenerativa tiveram uma produtividade 8% maior no plantio de gr\u00e3os para silagem com 18% menos emiss\u00e3o. Ainda de acordo com a companhia, os produtores atendidos j\u00e1 conseguiram, ao todo, reduzir em 14% suas emiss\u00f5es no \u00faltimo ano.<\/p>\n<p>\u201cAo obter o dado dessas fazendas, conseguimos saber exatamente quais as emiss\u00f5es e de onde elas est\u00e3o vindo para que possamos aprimorar nossa jornada rumo a descarboniza\u00e7\u00e3o\u201d, completa Sollero. (Globo Rural via Edairy News)<\/p>\n<p><b>LEITE\/CEPEA: Pre\u00e7o ao produtor<br \/>\n<\/b><br \/>\nPor Nat\u00e1lia Grigol<\/p>\n<p>Cepea, 29\/10\/2024 \u2013 Como esperado pelos agentes do setor, o pre\u00e7o do leite captado em setembro seguiu em alta. A pesquisa do Cepea (Centro de Estudos Avan\u00e7ados em Economia Aplicada), da Esalq\/USP, mostra que, em setembro, a \u201cM\u00e9dia Brasil\u201d fechou a R$ 2,8657\/litro, 3,3% acima da do m\u00eas anterior e 33,8% maior que a registrada em setembro\/23, em termos reais (os valores foram deflacionados pelo IPCA de setembro). Apesar de o pre\u00e7o do leite pago ao produtor acumular avan\u00e7o real de 36,4% desde o in\u00edcio de 2024, a m\u00e9dia de janeiro a setembro deste ano (de R$ 2,58\/litro) \u00e9 4,7% inferior \u00e0 do mesmo per\u00edodo de 2023.<\/p>\n<p>A valoriza\u00e7\u00e3o do leite cru em setembro se explica pela maior competi\u00e7\u00e3o dos latic\u00ednios e cooperativas na compra de mat\u00e9ria-prima \u2013 num contexto em que a oferta vinha crescendo de forma lenta, devido ao clima mais seco (sobretudo no Sudeste e Centro-Oeste) e aos estoques de l\u00e1cteos em volumes abaixo do normal.<\/p>\n<p>Mesmo com as adversidades clim\u00e1ticas, a capta\u00e7\u00e3o de leite em setembro seguiu em alta por conta da estrat\u00e9gia das ind\u00fastrias em assegurar volume para reabastecer seus estoques. Assim, o \u00cdndice de Capta\u00e7\u00e3o Leiteira (ICAP-L) do Cepea subiu 8,3% de agosto para setembro.<\/p>\n<p>A eleva\u00e7\u00e3o da capta\u00e7\u00e3o foi poss\u00edvel devido ao aumento dos pre\u00e7os no campo, acompanhando a valoriza\u00e7\u00e3o dos l\u00e1cteos em setembro. A pesquisa do Cepea com apoio da OCB mostrou que o leite UHT, o queijo mu\u00e7arela e o leite em p\u00f3 se valorizaram 7,6%, 2,7% e 1,3% no atacado paulista em setembro.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, o movimento altista pode n\u00e3o perdurar por muito tempo. O avan\u00e7o da capta\u00e7\u00e3o e o recuo nas cota\u00e7\u00f5es dos derivados e do leite spot a partir da segunda quinzena de outubro fortalecem a perspectiva de que os pre\u00e7os no campo em outubro possam apresentar vi\u00e9s de queda.<\/p>\n<p>Gr\u00e1fico 1. S\u00e9rie de pre\u00e7os m\u00e9dios recebidos pelo produtor (l\u00edquido), em valores reais (deflacionados pelo IPCA de setembro\/2024)<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/YvNq68ABF0430\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/YvNq68ABF0430\"><\/p>\n<p>Fonte: Cepea-Esalq\/USP.<\/p>\n<p>Tabela 1. Pre\u00e7os l\u00edquidos nominais do leite cru captado em setembro\/24 nos estados que comp\u00f5em a \u201cM\u00e9dia Brasil\u201d. Pre\u00e7os l\u00edquidos n\u00e3o cont\u00eam frete e impostos. Valores e varia\u00e7\u00f5es nominais.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/zE1BfeABF0411\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/zE1BfeABF0411\"><\/p>\n<p>Fonte: Cepea-Esalq\/USP.&nbsp;<\/p>\n<p>Tabela 2. Pre\u00e7os l\u00edquidos nominais do leite cru captado em setembro\/24 nos estados que n\u00e3o est\u00e3o inclu\u00eddos na \u201cM\u00e9dia Brasil\u201d. Pre\u00e7os l\u00edquidos n\u00e3o cont\u00eam frete e impostos. Valores e varia\u00e7\u00f5es nominais.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/oL7B21ABF0431\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/oL7B21ABF0431\"><\/p>\n<p>Fonte: Cepea-Esalq\/USP.&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><em>Jogo R\u00e1pido<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><strong>Quem produz o leite brasileiro: dados atualizados e exclusivos de 2024<\/strong><br \/>\nO setor leiteiro brasileiro tem passado por grandes transforma\u00e7\u00f5es, exigindo informa\u00e7\u00f5es atualizadas para decis\u00f5es estrat\u00e9gicas mais seguras. Ainda h\u00e1 uma lacuna de dados precisos para entender essas mudan\u00e7as, e quem atua no setor sabe que contar com informa\u00e7\u00f5es recentes \u00e9 fundamental para se adaptar e prosperar.&nbsp;Pensando nisso, a MilkPoint Ventures realizou, em 2024, a atualiza\u00e7\u00e3o da pesquisa \u201cQuem Produz o Leite Brasileiro\u201d.&nbsp; O estudo abrangeu 12 estados do pa\u00eds e envolveu 65 empresas, respons\u00e1veis por captar 23,4 milh\u00f5es de litros de leite por dia, representando uma parcela significativa (35%) da produ\u00e7\u00e3o formal no Brasil.&nbsp;&nbsp;Com a participa\u00e7\u00e3o de 43 empresas n\u00e3o cooperativas e 22 cooperativas, a pesquisa oferece uma vis\u00e3o detalhada da estrutura produtiva. Al\u00e9m disso, em compara\u00e7\u00e3o com os dados de 2023, houve um aumento interessante na amostra de pequenos produtores, dado o perfil das novas empresas participantes, refletindo de forma mais precisa a base produtiva brasileira.&nbsp;Os dados coletados s\u00e3o essenciais para entender as mudan\u00e7as no setor ao longo da \u00faltima d\u00e9cada. Em compara\u00e7\u00e3o com estudos anteriores, como o de 2013, \u00e9 poss\u00edvel observar o impacto das evolu\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas, tecnol\u00f3gicas e sociais no perfil dos produtores.&nbsp; &nbsp;No relat\u00f3rio completo, voc\u00ea encontra:&nbsp;&nbsp;Estratifica\u00e7\u00e3o do n\u00famero de produtores e do volume de leite;&nbsp;Crescimento do tamanho m\u00e9dio dos produtores nas \u00faltimas pesquisas;&nbsp;Avalia\u00e7\u00e3o da efici\u00eancia do sistema estabulado na produ\u00e7\u00e3o;&nbsp;Informa\u00e7\u00f5es acerca dos \u00edndices atuais de qualidade do leite.&nbsp;Essas e outras an\u00e1lises est\u00e3o dispon\u00edveis gratuitamente para quem busca compreender melhor o cen\u00e1rio leiteiro brasileiro.&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.milkpoint.com.br\/noticias-e-mercado\/giro-noticias\/quem-produz-o-leite-brasileiro-dados-atualizados-e-exclusivos-de-2024-237643\/\" data-cke-saved-href=\"https:\/\/www.milkpoint.com.br\/noticias-e-mercado\/giro-noticias\/quem-produz-o-leite-brasileiro-dados-atualizados-e-exclusivos-de-2024-237643\/\">CLICANDO AQUI.<\/a>&nbsp;(Milkpoint)<\/i><\/p>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 31 de outubro de 2024&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 18 - N\u00b0 4.255 Governo estadual apresenta plano para guiar desenvolvimento do RS nos pr\u00f3ximos anos&nbsp; Ferramenta que visa alavancar a economia <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2024\/10\/31\/31-10-2024\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"31\/10\/2024\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-15626","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15626","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15626"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15626\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":15633,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15626\/revisions\/15633"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15626"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15626"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15626"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}