{"id":15574,"date":"2024-10-23T19:22:00","date_gmt":"2024-10-23T19:22:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=15574"},"modified":"2024-10-23T19:56:43","modified_gmt":"2024-10-23T19:56:43","slug":"23-10-2024","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2024\/10\/23\/23-10-2024\/","title":{"rendered":"23\/10\/2024"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 23 de outubro de 2024&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 18 - N\u00b0 4.249<\/p>\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>Ind\u00fastria l\u00e1ctea ga\u00facha resiste a enchentes e projeta crescimento&nbsp;<br \/>\n<\/b><br \/>\nO setor leiteiro do Rio Grande do Sul, terceiro maior produtor do Brasil, demonstra sinais claros de recupera\u00e7\u00e3o em 2024, ap\u00f3s enfrentar uma s\u00e9rie de crises agravadas pelas enchentes.&nbsp;<\/p>\n<p>Com a resili\u00eancia dos produtores e a ado\u00e7\u00e3o de novas tecnologias, a ind\u00fastria conseguiu superar os desafios clim\u00e1ticos e econ\u00f4micos, alavancando a produtividade e o bem-estar animal.<\/p>\n<p>O aumento nos pre\u00e7os e os investimentos em inova\u00e7\u00e3o fortaleceram a cadeia produtiva, projetando um futuro promissor para a produ\u00e7\u00e3o de leite no estado, que agora vislumbra crescimento cont\u00ednuo.&nbsp;<\/p>\n<p>S\u00e3o pontos abordados no novo epis\u00f3dio do Agrolink News, que foi ao ar nesta ter\u00e7a-feira, 22 de outubro, e contou com a participa\u00e7\u00e3o do Secret\u00e1rio Executivo do SINDILAT\/RS, Darlan Palharini.&nbsp;<a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/episode\/1Rjw8mLbcoAi8K8tJjLCkm?si=ODoXhu57RZ2tVqrsDqlsKA&amp;nd=1&amp;dlsi=37d4719070f143c5\" data-cke-saved-href=\"https:\/\/open.spotify.com\/episode\/1Rjw8mLbcoAi8K8tJjLCkm?si=ODoXhu57RZ2tVqrsDqlsKA&amp;nd=1&amp;dlsi=37d4719070f143c5\">Ou\u00e7a o epis\u00f3dio na \u00edntegra clicando aqui.&nbsp;<\/a><\/p>\n<p>As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Agrolink via spotify.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/4OF048ABF0440\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/4OF048ABF0440\"><\/p>\n<hr>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>Competitividade | A Am\u00e9rica Latina no mercado internacional de latic\u00ednios<br \/>\n<\/b><br \/>\nNas \u00faltimas d\u00e9cadas, a Am\u00e9rica Latina se estabeleceu como uma regi\u00e3o importante para as exporta\u00e7\u00f5es de produtos l\u00e1cteos. Pa\u00edses como a Argentina, o Brasil e o Uruguai s\u00e3o atores importantes no com\u00e9rcio internacional, mas n\u00e3o sem desafios que exigem aten\u00e7\u00e3o em todos os elos da cadeia.<\/p>\n<p>De acordo com a plataforma South Dairy Trade, a Argentina exportou mais de 340.000 toneladas de produtos l\u00e1cteos em 2023.<\/p>\n<p>O Brasil, um importador, tem um d\u00e9ficit estrutural que o obriga a se abastecer na Argentina e no Uruguai. Essa interdepend\u00eancia regional fortalece a integra\u00e7\u00e3o comercial, mas for\u00e7a a concorr\u00eancia nas pol\u00edticas comerciais e de produ\u00e7\u00e3o de cada pa\u00eds.<\/p>\n<p>O Uruguai, com um setor de latic\u00ednios bem desenvolvido, \u00e9 uma hist\u00f3ria de sucesso de exporta\u00e7\u00e3o. Em 2022, exportou mais de 70% de sua produ\u00e7\u00e3o, com receitas de quase US$ 700 milh\u00f5es. Sua alta produtividade, apoiada por um modelo cooperativo, \u00e9 fundamental para manter custos baixos e pre\u00e7os competitivos no mercado internacional.<\/p>\n<p>A Col\u00f4mbia continua a buscar oportunidades no cen\u00e1rio internacional. Nos \u00faltimos anos, o acordo comercial de 2013 com a Uni\u00e3o Europeia permitiu que as exporta\u00e7\u00f5es de queijo e leite em p\u00f3 crescessem 20% entre 2019 e 2023, de acordo com o Minist\u00e9rio do Com\u00e9rcio, Ind\u00fastria e Turismo.<\/p>\n<p>Um dos principais desafios da Am\u00e9rica Latina \u00e9 a heterogeneidade da produtividade entre os pa\u00edses.<\/p>\n<p>Enquanto a Argentina ou o Uruguai atingem 6.000 litros por vaca por ano, na Col\u00f4mbia, a m\u00e9dia nacional \u00e9 de apenas 4.000, de acordo com o Minist\u00e9rio da Agricultura e Desenvolvimento Rural.<\/p>\n<p>Essa diferen\u00e7a \u00e9 significativa e coloca alguns produtores em desvantagem, quando pa\u00edses como a Nova Zel\u00e2ndia ou os Estados Unidos ultrapassam os 9.000 litros.<\/p>\n<p>O transporte, o armazenamento e o acesso a tecnologias avan\u00e7adas de processamento s\u00e3o restri\u00e7\u00f5es na Col\u00f4mbia, no Peru e na Bol\u00edvia. Os altos custos de produ\u00e7\u00e3o, a volatilidade econ\u00f4mica e a instabilidade pol\u00edtica afetam o acesso ao financiamento necess\u00e1rio para modernizar as fazendas leiteiras, como pode ser visto no caso da Argentina.<\/p>\n<p>Da mesma forma, as flutua\u00e7\u00f5es do mercado internacional afetam diretamente a lucratividade da produ\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria. Por exemplo, quando o Global Dairy Trade anunciou uma queda de 9% no pre\u00e7o m\u00e9dio entre junho e setembro de 2023, a renda dos produtores da Argentina e do Uruguai, que dependem muito das exporta\u00e7\u00f5es, despencou.<\/p>\n<p>Essas oscila\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m afetam a produ\u00e7\u00e3o local, pois a demanda dom\u00e9stica pode n\u00e3o ser suficiente para absorver o excesso de produ\u00e7\u00e3o, pressionando os pre\u00e7os para baixo.<\/p>\n<p>Na Col\u00f4mbia, o aumento das importa\u00e7\u00f5es afetou as margens de lucro dos produtores, por isso \u00e9 muito importante que eles tamb\u00e9m estejam informados e adaptados \u00e0s condi\u00e7\u00f5es do mercado global.<\/p>\n<p>A Am\u00e9rica Latina tem potencial para melhorar sua competitividade internacional, e uma das chaves para isso pode ser encontrada no desenvolvimento de produtos de valor agregado, que s\u00e3o cada vez mais procurados em mercados como a Europa, os Estados Unidos e a \u00c1sia.<\/p>\n<p>De acordo com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), a ado\u00e7\u00e3o de tecnologias como o gerenciamento de dados por meio de sistemas de gerenciamento de gado, sensores para monitorar a sa\u00fade do gado e intelig\u00eancia artificial para otimizar a alimenta\u00e7\u00e3o pode aumentar a produtividade em 15 a 20%.<\/p>\n<p>A Am\u00e9rica Latina est\u00e1 bem posicionada para ser um participante importante no mercado internacional de latic\u00ednios, mas precisa superar os desafios relacionados \u00e0 produtividade, \u00e0 infraestrutura e \u00e0s flutua\u00e7\u00f5es do mercado.<\/p>\n<p>Os produtos l\u00e1cteos de alta qualidade e valor agregado, juntamente com a inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica, oferecem uma grande oportunidade para que a regi\u00e3o fortale\u00e7a sua presen\u00e7a no mercado global e garanta um futuro pr\u00f3spero para o setor.<\/p>\n<p>Fonte: La V\u00eda L\u00e1ctea - Asoleche via Edairy News<\/p>\n<p><b>Manejo correto ajuda o produtor a aumentar a produ\u00e7\u00e3o de leite de uma vaca em lacta\u00e7\u00e3o<br \/>\n<\/b><br \/>\nA produ\u00e7\u00e3o de leite de uma vaca em lacta\u00e7\u00e3o pode ser aumentada atrav\u00e9s de uma s\u00e9rie de pr\u00e1ticas voltadas para o bem-estar, manejo, alimenta\u00e7\u00e3o e gen\u00e9tica do animal. Para isso, \u00e9 preciso fazer uma alimenta\u00e7\u00e3o balanceada. A nutri\u00e7\u00e3o adequada \u00e9 fundamental. As vacas devem receber dietas ricas em energia, prote\u00edna, vitaminas e minerais. Ingredientes como silagem de milho, ra\u00e7\u00e3o concentrada e forragens de alta qualidade, como feno e pastagem, ajudam a manter a produ\u00e7\u00e3o de leite elevada.<\/p>\n<p>O consumo de \u00e1gua \u00e9 crucial para a produ\u00e7\u00e3o de leite, pois o leite \u00e9 composto principalmente de \u00e1gua. Garantir que a vaca tenha acesso constante a \u00e1gua limpa e em quantidade suficiente \u00e9 essencial. As vacas precisam de um ambiente confort\u00e1vel para produzir bem. Ambientes limpos, com temperatura adequada e livre de estresse, como excesso de barulho ou confinamento extremo, aumentam a produtividade.<\/p>\n<p>A rotina de ordenha deve ser eficiente e regular. Ordenhar nos hor\u00e1rios corretos, com t\u00e9cnicas adequadas e em um ambiente higi\u00eanico ajuda a otimizar a produ\u00e7\u00e3o de leite e a evitar problemas como mastite. Manter a sa\u00fade do rebanho \u00e9 vital. Doen\u00e7as como a mastite, infec\u00e7\u00e3o nas gl\u00e2ndulas mam\u00e1rias, podem reduzir drasticamente a produ\u00e7\u00e3o de leite. Um bom programa de vacina\u00e7\u00e3o e cuidados veterin\u00e1rios regulares ajudam a prevenir doen\u00e7as.<\/p>\n<p>Outra coisa importante \u00e9 o descanso adequado dos nimais. Vacas que descansam em condi\u00e7\u00f5es confort\u00e1veis produzem mais leite. Esta\u00e7\u00f5es de descanso adequadas e um bom manejo do tempo de repouso contribuem para a sa\u00fade geral do animal e, consequentemente, para uma maior produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A qualidade gen\u00e9tica das vacas \u00e9 tamb\u00e9m um fator determinante. A sele\u00e7\u00e3o de vacas com alta aptid\u00e3o gen\u00e9tica para produ\u00e7\u00e3o de leite \u00e9 uma estrat\u00e9gia importante. O uso de insemina\u00e7\u00e3o artificial com touros de alta performance pode melhorar as caracter\u00edsticas gen\u00e9ticas do rebanho.<\/p>\n<p>Importante observar a defici\u00eancia de certos minerais, como c\u00e1lcio e f\u00f3sforo, que pode afetar a produ\u00e7\u00e3o de leite. Suplementos alimentares e aditivos que aumentam a efici\u00eancia digestiva tamb\u00e9m podem ser usados para maximizar o potencial produtivo da vaca. Em alguns casos, horm\u00f4nios como a somatotropina bovina (BST) podem ser usados sob orienta\u00e7\u00e3o de um veterin\u00e1rio, mas seu uso deve ser feito com cuidado e \u00e9 proibido em muitos pa\u00edses devido a quest\u00f5es de seguran\u00e7a alimentar e bem-estar animal. (Terra Viva)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><em>Jogo R\u00e1pido<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>O acordo com o Mercosul poderia ser assinado em novembro, mas\u2026<br \/>\n<\/b>Cada vez mais existem vozes indicando que o acordo entre a Uni\u00e3o Europeia (UE) e o Mercosul possa ser assinado durante a c\u00fapula do G20 no Rio de Janeiro, entre os dias 18 e 19 de novembro. A Fran\u00e7a tem sido a grande oponente ao acordo j\u00e1 que seu setor de carne bovina, de carne de frango, a\u00e7\u00facar e milho, entre outros, pressionam o governo franc\u00eas para que se mantenha contra. Tais setores se sentem amea\u00e7ados pelo preju\u00edzo que o acordo poder\u00e1 acarretar, j\u00e1 que seria imposs\u00edvel competir os produtos importados sem tarifas alfandeg\u00e1rias e pre\u00e7os mais baixos. A Fran\u00e7a por si s\u00f3, n\u00e3o \u00e9 capaz de frear o acordo, mas a Comiss\u00e3o Europeia n\u00e3o parece disposta a provocar a c\u00f3lera da Fran\u00e7a e fomentar ondas de euroceticismo. Por esse motivo, parece que, para tentar apaziguar a Fran\u00e7a, assim como outros pa\u00edses reticentes ao acordo como Irlanda ou \u00c1ustria, a Comiss\u00e3o Europeia trabalha sobre um novo fundo or\u00e7ament\u00e1rio para indenizar os agricultores e os produtores de qualquer impacto negativo que possa ser decorrente do acordo UE-Mercosul, segundo Pol\u00edtico. Esta ideia, no entanto, encontra-se em fase preliminar e tem precedente. Em 2021 a UE criou uma reserva de ajuste do Brexit de \u20ac 5,4 bilh\u00f5es para proteger os setores industriais, como o da pesca, dos impactos potencialmente negativos da sa\u00edda do Reino Unido da UE. A Espanha sempre foi uma grande defensora desse acordo. Ontem, na reuni\u00e3o do Conselho de Ministros de Agricultura da UE, o Ministro Lu\u00eds Planas expressou sua confian\u00e7a de que haver\u00e1 \u201cuma conclus\u00e3o r\u00e1pida e equilibrada\u201d do acordo UE-Mercosul j\u00e1 que, em sua opini\u00e3o \u00e9 \u201cestrategicamente necess\u00e1rio\u201d para ampliar as possibilidades de venda dos produtores comunit\u00e1rios nos pa\u00edses do bloco latino-americano. Isso sim, ficou claro, \u201c\u00e9 importante que se possa competir nas mesmas condi\u00e7\u00f5es\u201d, em alus\u00e3o \u00e0 inclus\u00e3o de cl\u00e1usulas de reciprocidade nos acordos com pa\u00edses terceiros, um conceito que \u201cest\u00e1 abrindo caminho\u201d entre os Estados Membros. Fonte: Agrodigital Tradu\u00e7\u00e3o livre: www.terraviva.com.br<\/i><\/p>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 23 de outubro de 2024&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 18 - N\u00b0 4.249 Ind\u00fastria l\u00e1ctea ga\u00facha resiste a enchentes e projeta crescimento&nbsp; O setor leiteiro do Rio Grande do Sul, terceiro <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2024\/10\/23\/23-10-2024\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"23\/10\/2024\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-15574","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15574","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15574"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15574\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":15582,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15574\/revisions\/15582"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15574"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15574"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15574"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}