{"id":15405,"date":"2024-09-23T19:30:50","date_gmt":"2024-09-23T19:30:50","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=15405"},"modified":"2024-09-23T19:33:47","modified_gmt":"2024-09-23T19:33:47","slug":"23-09-2024","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2024\/09\/23\/23-09-2024\/","title":{"rendered":"23\/09\/2024"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 23 de setembro de 2024&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 18 - N\u00b0 4.228<\/p>\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>Fundoleite busca R$ 15 milh\u00f5es para projetos<br \/>\n<\/b><br \/>\nAt\u00e9 julho deste ano, a cadeia leiteira tinha obtido a libera\u00e7\u00e3o de apenas R$ 130 mil, de um saldo de R$ 35,91 milh\u00f5es acumulados, os quais foram usados para pagar despesas do Conseleite com a UPF<\/p>\n<p>Segundo maior em recursos depositados, o Fundo de Desenvolvimento da Cadeia Produtiva do Leite (Fundoleite) conseguiu a libera\u00e7\u00e3o de m\u00f3dicos R$ 130 mil at\u00e9 julho deste ano, frente um saldo de R$ 35,91 milh\u00f5es. Os valores pagos representam 0,36% do total arrecadado junto a pecuaristas e ind\u00fastrias do setor l\u00e1cteo. Os pagamentos foram feitos para custear o conv\u00eanio do Conselho Parit\u00e1rio Produtores\/Ind\u00fastrias de Leite (Conseleite) com a Universidade de Passo Fundo (UPF), que fornece servi\u00e7os t\u00e9cnicos mensais de c\u00e1lculo do pre\u00e7o de refer\u00eancia aos produtores.<\/p>\n<p>O secret\u00e1rio executivo do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios e Produtos Derivados (Sindilat), Darlan Palharini, relata a necessidade de libera\u00e7\u00e3o de R$ 15 milh\u00f5es para a execu\u00e7\u00e3o de outros projetos j\u00e1 apresentados. \u201cA arrecada\u00e7\u00e3o \u00e9 satisfat\u00f3ria, mas n\u00e3o tivemos sucesso at\u00e9 agora para a aplica\u00e7\u00e3o dos recursos, que s\u00e3o fundamentais, ainda mais agora depois das enchentes, porque seriam aplicados a fundo perdido na recupera\u00e7\u00e3o de pastagens, de equipamentos, instala\u00e7\u00f5es e no pr\u00f3prio rebanho\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Palharini foi informado pelo Correio do Povo sobre o saldo do Fundoleite (R$ 35,91 milh\u00f5es, em 16 de julho de 2024) e espera uma sinaliza\u00e7\u00e3o do governo estadual. \u201cN\u00e3o sabemos por que at\u00e9 agora n\u00e3o houve libera\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que, segundo informa\u00e7\u00e3o da PGE (Procuradoria-Geral do Estado), as dificuldades jur\u00eddicas j\u00e1 teriam sido ultrapassadas\u201d, salienta. Para o dirigente, qualquer poss\u00edvel mudan\u00e7a na gest\u00e3o deve buscar mais agilidade na operacionaliza\u00e7\u00e3o. \u201cO que a gente precisa \u00e9 a efetiva libera\u00e7\u00e3o do recurso\u201d, refor\u00e7a.<\/p>\n<p>O gerente de rela\u00e7\u00f5es institucionais e sindical do Sistema Ocergs, Tarcisio Minetto, diz que os recursos no fundo s\u00e3o fundamentais para a melhoria de processos produtivos, assist\u00eancia t\u00e9cnica e extens\u00e3o rural (Ater), sanidade e certifica\u00e7\u00e3o. A legisla\u00e7\u00e3o indica que 70% da arrecada\u00e7\u00e3o deve ser direcionada para Ater, 20% para projetos de desenvolvimento e apoio \u00e0 cadeia produtiva e 10% para custeio administrativo de entidade representativa do setor. \u201cO Sistema Ocergs entende que \u00e9 preciso celeridade na libera\u00e7\u00e3o de recursos, e o Fundoleite tem valores para serem utilizados\u201d, afirma.<\/p>\n<p>A Secretaria da Agricultura, Pecu\u00e1ria, Produ\u00e7\u00e3o Sustent\u00e1vel e Irriga\u00e7\u00e3o (Seapi) informou que est\u00e1 em andamento desde 2023 o contrato com a UPF para elabora\u00e7\u00e3o e apresenta\u00e7\u00e3o de relat\u00f3rio t\u00e9cnico de acompanhamento sistem\u00e1tico de par\u00e2metros para a forma\u00e7\u00e3o do valor de refer\u00eancia do leite ao produtor. A Seapi diz que j\u00e1 trabalha para a renova\u00e7\u00e3o do contrato e garantia do servi\u00e7o em 2025. \u201cJ\u00e1 os projetos para desenvolvimento da cadeia produtiva do leite e dos seus produtos l\u00e1cteos, o governo est\u00e1 trabalhando para a libera\u00e7\u00e3o desses recursos, sabendo da import\u00e2ncia do setor produtivo. H\u00e1 quest\u00f5es administrativas e jur\u00eddicas que precisam ser superadas para manifesta\u00e7\u00f5es futuras\u201d, informou a assessoria da pasta. (Correio do Povo)<\/p>\n<hr>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>89% da grande ind\u00fastria do pa\u00eds tem pr\u00e1ticas ambientais<br \/>\n<\/b><br \/>\nEstudo mostra que empresas maiores adotam maior n\u00famero de iniciativas e que a maior parte delas est\u00e1 ligada \u00e0 regula\u00e7\u00e3o do setor<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/pfs3fcABF0416\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/pfs3fcABF0416\"><\/p>\n<p>Em tempos de secas e queimadas no Brasil, um novo estudo do IBGE d\u00e1 uma dimens\u00e3o do uso de iniciativas ambientais por ind\u00fastrias extrativas e de transforma\u00e7\u00e3o de m\u00e9dio e grande porte no pa\u00eds. Das empresas industriais com pelo menos 100 funcion\u00e1rios, 89,1% t\u00eam alguma pr\u00e1tica ambiental: s\u00e3o 8.758 das 9.827 nesse perfil. A maioria (58,8%) tem iniciativa em pelo menos quatro temas e uma em cada dez empresas (9,7%) s\u00f3 adotaram um tipo de iniciativa.<\/p>\n<p>As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Pesquisa de Inova\u00e7\u00e3o Semestral (Pintec 2023): Indicadores Tem\u00e1ticos - Pr\u00e1ticas Ambientais e Biotecnologia, uma parceria entre IBGE, a Ag\u00eancia Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O levantamento foi feito com amostra de 1.611 empresas, dentre 9.833 que se encaixam no perfil estudado.<\/p>\n<p>O estudo se volta para a atua\u00e7\u00e3o das companhias em seis temas. O t\u00f3pico res\u00edduos s\u00f3lidos foi o teve maior ades\u00e3o entre as companhias (79,6%), seguido por reciclagem e reuso (75,1%), efici\u00eancia energ\u00e9tica (61,5%), recursos h\u00eddricos (57,1%), emiss\u00f5es atmosf\u00e9ricas (46,3%) e uso do solo (23,9%).<\/p>\n<p>Os dados mostram que o n\u00famero de temas adotados pelas empresas aumenta de acordo com seu porte. Entre aquelas com a\u00e7\u00f5es em apenas um tema, a maioria (81,6%) era empresas na faixa de 100 a 249 funcion\u00e1rios. As empresas com mais de 500 funcion\u00e1rios detinham a maior parcela (38,2%). As empresas com 500 ou mais ocupados lideram em todos os seis temas de iniciativas ou pr\u00e1ticas ambientais.<\/p>\n<p>\u201cEntre as grandes empresas, s\u00f3 2,2% tem a\u00e7\u00f5es em apenas um tema. Por outro lado, as empresas menores t\u00eam participa\u00e7\u00e3o maior entre as com apenas um tema [81,6%]\u201d, afirma o gerente de pesquisas tem\u00e1ticas do IBGE, Fl\u00e1vio Peixoto.<\/p>\n<p>A regula\u00e7\u00e3o brasileira \u00e9 a principal raz\u00e3o para a ado\u00e7\u00e3o de pr\u00e1ticas ambientais. Das ind\u00fastrias com iniciativas na \u00e1rea, 88,6% apontam este como o principal fator a influenciar na decis\u00e3o. A estrat\u00e9gia aut\u00f4noma das empresas tamb\u00e9m aparece com destaque (87,7%), seguida por influ\u00eancia de fornecedores e\/ou clientes (63,9%) e da opini\u00e3o p\u00fablica e\/sociedade civil (44,9%). O atendimento a normas ambientais externas foi apontado por 44,1%.<\/p>\n<p>Apenas 22,2% das empresas industriais mencionam a atratividade de programas de apoio (p\u00fablicos ou privados) para a inclus\u00e3o de iniciativas ambientais em sua opera\u00e7\u00e3o. \u201cIsso sugere a import\u00e2ncia da melhoria das condi\u00e7\u00f5es de acesso \u00e0 apoio p\u00fablico. Os programa<\/p>\n<p>Na an\u00e1lise dos benef\u00edcios das pr\u00e1ticas ambientais, o mais citado foi atendimento \u00e0s normas legais (89,5%). As vantagens mais mencionadas em seguida trazem outras informa\u00e7\u00f5es sobre a vis\u00e3o das empresas. Efici\u00eancia operacional, redu\u00e7\u00e3o de custos e riscos operacionais (84,4%); melhoria na reputa\u00e7\u00e3o\/imagem (78,8%); relacionamento com o cliente (71,6%); e relacionamento com a comunidade local (66,5%) foram os benef\u00edcios mais frequentes.<\/p>\n<p>Os altos custos das solu\u00e7\u00f5es ambientais s\u00e3o o principal obst\u00e1culo, seja nas empresas com iniciativas na \u00e1rea (71,8%), seja nas que n\u00e3o t\u00eam a\u00e7\u00f5es. No grupo de empresas industriais com pr\u00e1ticas ambientais, 52,4% citaram a escassez de oferta de programas de apoio e fomento p\u00fablico como fator complicador, seguido por escassez de recursos financeiros na empresa (39,7%).<\/p>\n<p>A ind\u00fastria de bebidas lidera a ado\u00e7\u00e3o de medidas, com 100% das empresas. Em seguida aparecem refino e derivados de petr\u00f3leo, coque e biocombust\u00edveis (99,4%); artigos de borracha e pl\u00e1stico (95,9%); equipamentos de inform\u00e1tica, produtos&nbsp;<\/p>\n<p>Peixoto explica que geralmente as pr\u00e1ticas ambientais est\u00e3o ligadas ao ramo de atividade. \u201cOs setores, por sua natureza, tendem a praticar mais as iniciativas ligadas \u00e0s suas atividades.\u201d O setor de bebidas se destaca no tema de recursos h\u00eddricos (93,3%). J\u00e1 o de produtos farmoqu\u00edmicos e farmac\u00eauticos \u00e9 l\u00edder em res\u00edduos s\u00f3lidos (94,4%).&nbsp;<\/p>\n<p>Valor Econ\u00f4mico<\/p>\n<p><b>EMATER\/RS: Informativo Conjuntural 1833 de 19 de setembro de 2024<br \/>\n<\/b><br \/>\nBOVINOCULTURA DE LEITE<\/p>\n<p>Na regi\u00e3o administrativa da Emater\/RS-Ascar de Bag\u00e9, os produtores de leite da Campanha ainda enfrentam dificuldades para aumentar a produ\u00e7\u00e3o tanto pelo desempenho abaixo do normal das pastagens de aveia e de azev\u00e9m quanto pela limita\u00e7\u00e3o de pastejo, causada pelo excesso de umidade no solo.&nbsp;<\/p>\n<p>Em Candiota, o barro vem causando grandes transtornos, como a eleva\u00e7\u00e3o da incid\u00eancia de mastites nas matrizes e s\u00e9rios problemas para o acesso dos caminh\u00f5es de coleta at\u00e9 os resfriadores das propriedades.&nbsp;<\/p>\n<p>Na Fronteira Oeste, o cen\u00e1rio \u00e9 um pouco melhor devido \u00e0 condi\u00e7\u00e3o mais favor\u00e1vel de umidade nos solos, que beneficia as pastagens e n\u00e3o causa ac\u00famulo de barro nos potreiros e nos acessos internos.&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Caxias do Sul, o bem-estar dos animais foi favorecido pelas temperaturas mais agrad\u00e1veis tanto para animais em sistema a pasto quanto para os confinados. A condi\u00e7\u00e3o corporal e de sanidade dos bovinos leiteiros est\u00e1 boa, sem restri\u00e7\u00f5es alimentares.&nbsp;<\/p>\n<p>Em Picada Caf\u00e9, foi constatado casos de raiva herb\u00edvora, deixando os munic\u00edpios pr\u00f3ximos em alerta, de acordo com informa\u00e7\u00f5es da Inspetoria de Defesa Agropecu\u00e1ria de Nova Petr\u00f3polis. O tempo seco favoreceu a qualidade do leite produzido na maior parte da semana, mantendo os \u00faberes limpos. A contagem de c\u00e9lulas som\u00e1ticas e bacteriana total ficaram dentro dos par\u00e2metros exigidos pelo Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria (MAPA). As coletas de leite transcorreram normalmente.<\/p>\n<p>Na de Erechim, matrizes leiteiras apresentam melhora na produtividade, principalmente em animais criados a pasto, pois o clima beneficiou o desenvolvimento das pastagens. Os produtores est\u00e3o realizando o desmame, a mocha e a vacina\u00e7\u00e3o contra brucelose em terneiras com idades entre 3 e 8 meses. Al\u00e9m disso, est\u00e1 ocorrendo a secagem das vacas com o objetivo de preservar a sa\u00fade e a produtividade do \u00fabere para a pr\u00f3xima lacta\u00e7\u00e3o. Os casos de mastite, que foram altos durante o per\u00edodo chuvoso e \u00famido, est\u00e3o come\u00e7ando a se normalizar. A vacina\u00e7\u00e3o contra clostridioses e a dosifica\u00e7\u00e3o para o controle de verminoses ainda est\u00e3o em andamento em muitas propriedades. As insemina\u00e7\u00f5es artificiais ocorrem dentro da normalidade, e as pr\u00e1ticas de IATF est\u00e3o aumentando. As vacinas reprodutivas, como para rinotraque\u00edte infecciosa bovina (IBR), diarreia viral bovina (BVD) e leptospirose, t\u00eam sido aplicadas nas novilhas e refor\u00e7adas nas vacas, visando melhorar a imunidade do rebanho, conforme os protocolos estabelecidos para cada propriedade. O estado sanit\u00e1rio dos rebanhos \u00e9 considerado adequado.<\/p>\n<p>Na de Frederico Westphalen, dias secos e ensolarados e a chuva facilitaram o desenvolvimento das culturas e o aumento do pastejo. A produ\u00e7\u00e3o de leite est\u00e1 est\u00e1vel.<\/p>\n<p>Na de Iju\u00ed, o clima mais ameno com baixa umidade tem auxiliado no manejo dos animais a campo e contribu\u00eddo para o controle da umidade no substrato utilizado nas instala\u00e7\u00f5es de acomoda\u00e7\u00e3o dos animais confinados. A dieta das vacas ainda \u00e9 de pastagens e silagem, que respondem por aproximadamente 65% do alimento consumido; ra\u00e7\u00e3o representa 24%; e o restante entre fenos e suplementos.<\/p>\n<p>Na de Porto Alegre, a aten\u00e7\u00e3o tem sido redobrada em rela\u00e7\u00e3o ao estado sanit\u00e1rio para evitar problemas de casco e mastites. A produ\u00e7\u00e3o de leite ainda est\u00e1 abaixo do normal. H\u00e1 melhora no estado corporal, nutricional e sanit\u00e1rio do rebanho em raz\u00e3o da suplementa\u00e7\u00e3o alimentar com ra\u00e7\u00e3o e silagem de milho e de maior aten\u00e7\u00e3o sanit\u00e1ria, mas essas pr\u00e1ticas refletem em aumento no custo de produ\u00e7\u00e3o. N\u00e3o h\u00e1 registros de infesta\u00e7\u00e3o por mosca ou carrapato. \u00c9 realizado agendamento de diagn\u00f3sticos de gesta\u00e7\u00e3o nos rebanhos.&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Pelotas, observa-se a retomada na produ\u00e7\u00e3o de leite na propor\u00e7\u00e3o da melhoria das pastagens cultivadas de inverno e pastejo. Conforme relatos de empresa compradora, o volume de produ\u00e7\u00e3o est\u00e1 em n\u00edveis ajustados para a \u00e9poca; destaca-se que, desde junho, os&nbsp;<br \/>\nvolumes n\u00e3o atingiam n\u00edveis compat\u00edveis.<\/p>\n<p>Na de Santa Maria, a maior parte do rebanho leiteiro recebe boa oferta de pastos de aveia e azev\u00e9m. Em Pinhal Grande, h\u00e1 necessidade de complementa\u00e7\u00e3o da dieta das vacas com silagem e ra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Na de Santa Rosa, mant\u00e9m-se a tend\u00eancia de aumento da produ\u00e7\u00e3o de leite, potencializada pelas condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas para o desenvolvimento das pastagens. Na maioria das an\u00e1lises de leite, houve melhora da qualidade. Al\u00e9m das pastagens de inverno, come\u00e7am a entrar, na dieta das vacas, as forrageiras de ver\u00e3o, como Tifton, Jiggs, e as braqui\u00e1rias, como Aruana, que apresentam qualidade nutricional, diminuindo o uso de prote\u00edna na ra\u00e7\u00e3o. Os produtores realizam a suplementa\u00e7\u00e3o no cocho com ra\u00e7\u00e3o e com alimentos conservados, como silagem, pr\u00e9-secado e principalmente feno. Entre os dias 12 e 13\/09, as chuvas causaram a forma\u00e7\u00e3o de barro nos arredores das salas de espera, reduzindo o pastejo. Nos demais dias, o tempo seco colaborou para o bem-estar das vacas e para sua produtividade.&nbsp;<\/p>\n<p>Na de Soledade, em decorr\u00eancia da restri\u00e7\u00e3o da oferta de pastagens anuais de inverno, os bovinocultores de leite buscaram a complementa\u00e7\u00e3o da oferta de volumosos com alimentos conservados (silagem, pr\u00e9-secado e feno) produzidos ou adquiridos. (Emater\/RS adaptado pelo SINDILAT\/RS)<\/p>\n<hr>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><em>Jogo R\u00e1pido<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Previs\u00e3o do tempo para o Rio Grande do Sul: Chuvas distribu\u00eddas e eleva\u00e7\u00e3o de temperatura<br \/>\n<\/b>A semana entre os dias 23 e 25 de setembro de 2024 trar\u00e1 mudan\u00e7as clim\u00e1ticas significativas ao Rio Grande do Sul, com temperaturas em eleva\u00e7\u00e3o e volumes expressivos de chuva em diversas regi\u00f5es. A atmosfera repetir\u00e1 o comportamento do final de semana anterior, favorecendo uma eleva\u00e7\u00e3o gradativa nas temperaturas e a possibilidade de precipita\u00e7\u00f5es fracas em \u00e1reas do Sul, Campanha, Fronteira Oeste e parte da Regi\u00e3o Metropolitana. Na segunda-feira (23\/09), espera-se que o cen\u00e1rio se mantenha est\u00e1vel, com o calor crescente ao longo do dia e pancadas leves em regi\u00f5es isoladas. J\u00e1 na ter\u00e7a-feira (24\/09), a presen\u00e7a do Jato de Baixos N\u00edveis (JBN) intensificar\u00e1 o movimento do cavado em superf\u00edcie, que se deslocar\u00e1 do Paraguai at\u00e9 o Rio Grande do Sul. Isso aumentar\u00e1 a nebulosidade e continuar\u00e1 elevando as temperaturas, preparando o Estado para um quadro mais \u00famido. O destaque ser\u00e1 na quarta-feira (25\/09), quando a propaga\u00e7\u00e3o de uma frente estacion\u00e1ria no Oceano Atl\u00e2ntico dever\u00e1 provocar chuvas de moderada a forte intensidade nas regi\u00f5es Sul e parte da Campanha. Esse aumento nas precipita\u00e7\u00f5es ser\u00e1 uma constante durante a semana, com volumes acumulados de chuva significativos. De acordo com os progn\u00f3sticos meteorol\u00f3gicos, h\u00e1 previs\u00e3o de chuvas bem distribu\u00eddas em todo o Estado ao longo da pr\u00f3xima semana, com volumes que podem variar de 30 a 50 mm na maioria das regi\u00f5es. No entanto, algumas \u00e1reas, como a Campanha, Fronteira Oeste, Extremo Sul, Regi\u00e3o Central e Vales, poder\u00e3o registrar acumulados superiores a 50 mm. Em contrapartida, nas fronteiras com Argentina e Santa Catarina, al\u00e9m da Regi\u00e3o Metropolitana, Litoral Norte e \u00e1reas pr\u00f3ximas \u00e0 Laguna dos Patos, os volumes de chuva devem ser menores, entre 20 e 30 mm. Essas condi\u00e7\u00f5es demandam aten\u00e7\u00e3o, especialmente em regi\u00f5es propensas a alagamentos e enchentes, como \u00e1reas ribeirinhas e zonas mais baixas. A eleva\u00e7\u00e3o das temperaturas, combinada com a umidade, pode gerar instabilidades que agravam os riscos de temporais localizados e trovoadas intensas. Os ga\u00fachos devem se preparar para dias quentes, mas acompanhados por chuvas em momentos estrat\u00e9gicos, o que poder\u00e1 aliviar parcialmente o impacto do calor intenso, mas exige cautela em \u00e1reas mais vulner\u00e1veis. (Boletim agrometeorol\u00f3gico)<\/i><\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 23 de setembro de 2024&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 18 - N\u00b0 4.228 Fundoleite busca R$ 15 milh\u00f5es para projetos At\u00e9 julho deste ano, a cadeia leiteira tinha obtido a libera\u00e7\u00e3o de <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2024\/09\/23\/23-09-2024\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"23\/09\/2024\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-15405","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15405","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15405"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15405\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":15408,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15405\/revisions\/15408"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15405"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15405"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15405"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}