{"id":15302,"date":"2024-09-13T16:44:34","date_gmt":"2024-09-13T16:44:34","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=15302"},"modified":"2024-09-13T16:46:46","modified_gmt":"2024-09-13T16:46:46","slug":"13-09-2024","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2024\/09\/13\/13-09-2024\/","title":{"rendered":"13\/09\/2024"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 13 de setembro de 2024&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 18 - N\u00b0 4.222<\/p>\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Quase um quarto dos jovens brasileiros n\u00e3o estuda nem trabalha<br \/>\n<\/b><br \/>\nSegundo dados da Pnad, o porcentual \u00e9 ainda mais alto na faixa et\u00e1ria que vai dos 18 aos 24 anos, idade em que, teoricamente, deveriam estar na universidade, chegando a 27,7%<\/p>\n<p>A fam\u00edlia Santos conhece bem essa realidade. Naturais do Recife, os g\u00eameos Maur\u00edcio e Maur\u00edlio dos Santos, de 29 anos, j\u00e1 tiveram tr\u00eas filhos cada um. Por isso, suas mulheres tiveram que largar os estudos e os trabalhos para cuidar dos filhos e da casa. Elas ainda aceitaram morar em cima da casa da sogra, no bairro do Pina, zona sul da capital pernambucana, para se livrar do aluguel e fazer com que o pequeno rendimento dos maridos dure o m\u00eas inteiro.<\/p>\n<p>\"Moro aqui porque as contas s\u00e3o apertadas\", explicou Karla Campos da Silva, de 29 anos, admitindo que o que queria mesmo era trabalhar como enfermeira e ter uma casa pr\u00f3pria. Esse sonho, no entanto, ficou pelo caminho quando engravidou de Maur\u00edcio, sem planejar, aos 18 anos. \"Eu estava no segundo ano do col\u00e9gio, mas desisti porque n\u00e3o tinha com quem deixar a beb\u00ea\", conta a dona de casa, que, depois da gravidez, at\u00e9 chegou a concluir o ensino m\u00e9dio, mas nunca teve condi\u00e7\u00f5es de come\u00e7ar o curso de enfermagem que tanto queria.&nbsp;<\/p>\n<p>Com a primeira filha pequena, ela partiu, ent\u00e3o, para outras ocupa\u00e7\u00f5es. N\u00e3o demorou muito para sair do trabalho, pois engravidou novamente. \"Com tr\u00eas filhos, fica imposs\u00edvel arrumar um emprego. N\u00e3o d\u00e1 para pagar creche para tr\u00eas. E tamb\u00e9m n\u00e3o sobra tempo para estudar\", argumenta Karla, que hoje \u00e9 cuida dos filhos de 11, 7 e 4 anos e da casa.&nbsp;<\/p>\n<p>Ela depende do sal\u00e1rio do marido, que \u00e9 balconista de um supermercado, para pagar as contas. A cunhada J\u00e9ssica C\u00e2ndido de Souza, de 28 anos, por sua vez, n\u00e3o tem a mesma sorte, pois o marido n\u00e3o tem um emprego fixo. Maur\u00edlio vive de bicos. Por isso, nem sempre consegue pagar as contas de casa, onde J\u00e9ssica passa o dia cuidando dos tr\u00eas filhos, de 11, 4 e 1 ano de idade, e dos afazeres dom\u00e9sticos.<\/p>\n<p>\"Queria trabalhar para ajudar. Faria qualquer coisa. Mas n\u00e3o consigo. Minha vida \u00e9 cuidar dos meninos e limpar a casa\", diz J\u00e9ssica, admitindo que j\u00e1 teve que pedir ajuda \u00e0 fam\u00edlia e aos amigos nos dias mais cr\u00edticos, quando chegou a faltar at\u00e9 comida dentro de casa. \"N\u00e3o voltei para a escola, porque n\u00e3o tinha com quem deixar o beb\u00ea.\"<\/p>\n<p>Jovens<\/p>\n<p>A PNAD revela que o Brasil tem 47,3 milh\u00f5es de jovens, de 15 a 29 anos de idade. Desse total, 13,5% estavam ocupados e estudando; 28,6% n\u00e3o estavam ocupados, por\u00e9m estudavam; 34,9% estavam ocupados e n\u00e3o estudavam. Finalmente, 23% n\u00e3o estavam ocupados nem estudando. Os porcentuais aferidos em 2018, segundo os pesquisadores, s\u00e3o similares aos de 2017.&nbsp;<\/p>\n<p>\"\u00c9 importante ressaltar que elevar a instru\u00e7\u00e3o e a qualifica\u00e7\u00e3o dos jovens \u00e9 uma forma de combater a expressiva desigualdade educacional do pa\u00eds\", sustenta a pesquisa. \"Al\u00e9m disso, especialmente em um contexto econ\u00f4mico desfavor\u00e1vel, elevar a escolaridade dos jovens e ampliar sua qualifica\u00e7\u00e3o pode facilitar a inser\u00e7\u00e3o no mercado de trabalho, reduzir empregos de baixa qualidade e a alta rotatividade.\"<\/p>\n<p>A desigualdade se revela ainda mais acentuada quando aplicado o recorte por ra\u00e7a e g\u00eanero. Entre as pessoas brancas, 16,1% trabalhavam e estudavam \u2013 mais do que entre as pessoas autodeclaradas de cor preta ou parda (11,9%). Os porcentuais de pessoas brancas apenas trabalhando (36,1%) e apenas estudando (29,3%) tamb\u00e9m superou o de pessoas pretas e pardas, 34,2% e 28,1%, respectivamente. Consequentemente, o porcentual de pessoas pretas ou pardas que n\u00e3o trabalhavam nem investiam em educa\u00e7\u00e3o \u00e9 de 25,8%, 7 pontos porcentuais mais elevado que o de brancos.<\/p>\n<p>Comparando homens e mulheres, o problema se repete de forma ainda mais grave. Entre as mulheres, a pesquisa mostrou que o porcentual das que n\u00e3o trabalhavam nem estudavam era de 28,4%. O de homens \u00e9 bem menor: 17,6%.<\/p>\n<p>De acordo com a pesquisadora, parte da explica\u00e7\u00e3o para este fen\u00f4meno est\u00e1 nos trabalhos dom\u00e9sticos. A realiza\u00e7\u00e3o de afazeres dom\u00e9sticos ou o cuidado com outras pessoas foram os motivos alegados por 23,3% das mulheres para n\u00e3o estarem estudando nem trabalhando. Entre os homens, esse porcentual \u00e9 de meros 0,8%. Os n\u00fameros se mant\u00eam est\u00e1veis desde 2017.<\/p>\n<p>Aguas cita como exemplo um outro indicador levantado pela pesquisa. A PNAD cont\u00ednua divulgada nesta quarta aferiu pela primeira vez a frequ\u00eancia a creches, entre crian\u00e7as de at\u00e9 um ano de idade (a educa\u00e7\u00e3o \u00e9 obrigat\u00f3ria no Brasil a partir dos 4 anos). No total, somente 12,5% frequentavam a creche. E os piores \u00edndices estavam, justamente, no Norte (3,0%) e no Nordeste (4,6%) \u2013 lugares onde a participa\u00e7\u00e3o das mulheres no mercado de trabalho tamb\u00e9m \u00e9 mais baixa.<\/p>\n<p>Segundo a PNAD cont\u00ednua, o Brasil tem 11,3 milh\u00f5es de pessoas (com 15 anos ou mais) que s\u00e3o analfabetas \u2013 uma taxa de analfabetismo de 6,8%. Em rela\u00e7\u00e3o a 2017, houve uma queda de 0,1 ponto porcentual, o que corresponde a uma redu\u00e7\u00e3o de 121 mil analfabetos.Mais uma vez, os negros s\u00e3o mais afetados que os brancos: s\u00e3o 9,1% contra 3,9%.<\/p>\n<p>O analfabetismo no pa\u00eds est\u00e1 diretamente associado \u00e0 idade. Quanto mais velho o grupo populacional, maior a propor\u00e7\u00e3o de analfabetos; refletindo uma melhora da alfabetiza\u00e7\u00e3o ao longo dos anos. Segundo os n\u00fameros de 2018, eram quase 6 milh\u00f5es de analfabetos com 60 anos ou mais, o que equivale a uma taxa de analfabetismo de 18,6% para este grupo et\u00e1rio.&nbsp;<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/wOi4d6ABF0481\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/wOi4d6ABF0481\"><\/p>\n<\/div>\n<hr>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>EMATER\/RS: Informativo Conjuntural 1832 de 12 de setembro de 2024<br \/>\n<\/b><br \/>\nBOVINOCULTURA DE LEITE<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O cen\u00e1rio \u00e9 de estabilidade na produ\u00e7\u00e3o de leite. O bem-estar dos animais, em geral, foi favorecido pelo tempo seco e pelas temperaturas mais agrad\u00e1veis. A vacina\u00e7\u00e3o contra clostridioses e a dosifica\u00e7\u00e3o para o controle de verminoses ainda est\u00e3o em andamento em muitas propriedades. As insemina\u00e7\u00f5es artificiais est\u00e3o ocorrendo dentro da normalidade, e as pr\u00e1ticas de IATF est\u00e3o aumentando em muitos rebanhos mais tecnificados devido \u00e0 sua praticidade e ao planejamento da produ\u00e7\u00e3o das vacas para determinados per\u00edodos do ano. As vacinas contra Rinotraque\u00edte Infecciosa Bovina (IBR), Diarreia Viral Bovina (BVD) e leptospirose est\u00e3o sendo aplicadas nas novilhas e refor\u00e7adas nas vacas para evitar problemas reprodutivos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na regi\u00e3o administrativa da Emater\/RS-Ascar de Bag\u00e9, as pastagens de aveia e azev\u00e9m continuam com oferta inferior, se comparado a anos anteriores, impedindo o melhor desempenho das matrizes. Algumas \u00e1reas de trevo e cornich\u00e3o, que s\u00e3o normalmente destinadas \u00e0 fena\u00e7\u00e3o e \u00e0 silagem em setembro, est\u00e3o sendo utilizadas para complementar a alimenta\u00e7\u00e3o dos animais no pastejo direto ou com corte e fornecimento no cocho.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na de Caxias do Sul, a sanidade dos bovinos de leite seguiu dentro da normalidade, e os parasitas est\u00e3o controlados, principalmente carrapato. Os sistemas mais intensivos que utilizam silagens e fenos como base forrageira, apresentam estoques baixos. Nos sistemas \u00e0 base de pasto, aveia e azev\u00e9m apresentaram bom desenvolvimento. A qualidade do leite produzido foi favorecida pelas condi\u00e7\u00f5es de tempo seco, mantendo os \u00faberes mais limpos.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na de Erechim, o cen\u00e1rio clim\u00e1tico do per\u00edodo beneficiou a produ\u00e7\u00e3o de leite, o manejo dos animais e a alimenta\u00e7\u00e3o em pastejo. O rebanho leiteiro apresenta boas condi\u00e7\u00f5es nutricionais de modo geral.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na de Iju\u00ed, a diminui\u00e7\u00e3o da umidade tamb\u00e9m foi ben\u00e9fica para a redu\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as e facilitado a higieniza\u00e7\u00e3o dos animais no momento da ordenha e dos locais de alimenta\u00e7\u00e3o e descanso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na de Passo Fundo, o per\u00edodo de 02 a 08\/09 apresentou condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis para a produ\u00e7\u00e3o de leite. O estado nutricional est\u00e1 adequado, e as vacas t\u00eam recuperado o escore corporal em diferentes fases (lacta\u00e7\u00e3o, gesta\u00e7\u00e3o, novilhas e vacas secas), ficando dentro da normalidade para a \u00e9poca.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O manejo est\u00e1 sendo diferenciado para as vacas lactantes. Foi registrada a ocorr\u00eancia de aborto em novilhas de primeira cria; a suspeita \u00e9 de infec\u00e7\u00e3o por herpesv\u00edrus bovino, que deve ser prevenido com posterior vacina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na de Porto Alegre, a aten\u00e7\u00e3o tem sido redobrada em rela\u00e7\u00e3o ao estado sanit\u00e1rio para evitar problemas de casco e mastites. Os animais est\u00e3o recebendo suplementa\u00e7\u00e3o de silagem de milho e ra\u00e7\u00e3o formulada.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na de Pelotas, os produtores realizam o manejo de lota\u00e7\u00e3o nas pastagens e a aplica\u00e7\u00e3o&nbsp; de fertilizantes para otimizar o crescimento, propiciando um aporte nutricional adequado para o gado leiteiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na de Santa Rosa, a boa oferta de pasto aumentou a produ\u00e7\u00e3o de leite e reduziu a necessidade de alimentos conservados, melhorando a rentabilidade. As condi\u00e7\u00f5es sanit\u00e1rias est\u00e3o satisfat\u00f3rias, e o estado corporal dos rebanhos se manteve est\u00e1vel em virtude da oferta constante de forragem de qualidade. Em raz\u00e3o do clima mais seco das \u00faltimas semanas, diminu\u00edram os lama\u00e7ais, encontrados principalmente nas salas de espera, e consequentemente a incid\u00eancia de mastite nas propriedades.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As condi\u00e7\u00f5es ambientais tamb\u00e9m contribu\u00edram para melhorar o pastejo e a ingest\u00e3o de alimentos, resultando em boa produ\u00e7\u00e3o de leite. Observa-se que as infesta\u00e7\u00f5es por ectoparasitas, principalmente carrapatos, est\u00e3o come\u00e7ando a aumentar nas propriedades, exigindo aten\u00e7\u00e3o dos produtores.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na de Soledade, melhorou a oferta de pastagens anuais de inverno, que havia sido restrita neste ano pelo clima desfavor\u00e1vel, exigindo complementa\u00e7\u00e3o da oferta com alimentos conservados (silagem, pr\u00e9-secado e feno), produzidos ou adquiridos. (Emater adaptado pelo SINDILAT)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>PREVIS\u00c3O METEOROL\u00d3GICA DE 12 A 18\/09\/2024<br \/>\n<\/b><br \/>\nA previs\u00e3o para os pr\u00f3ximos quatro dias no RS \u00e9 de retorno do tempo est\u00e1vel e de decl\u00ednio gradativo nas temperaturas a partir do final de semana.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No s\u00e1bado (14\/09), a corrente de jatos em altos n\u00edveis se intensificar\u00e1 e atuar\u00e1 em conjunto com o cavado em n\u00edveis m\u00e9dios atmosf\u00e9ricos do dia anterior, formando um ciclone extratropical em superf\u00edcie (a partir do cavado j\u00e1 existente), que se deslocar\u00e1 sobre o RS em dire\u00e7\u00e3o ao sudeste do Oceano Atl\u00e2ntico, ainda durante a madrugada.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nesse sentido, haver\u00e1 maiores probabilidades para precipita\u00e7\u00e3o nas regi\u00f5es Metropolitana, Norte, Serra, Litoral Norte e Campos de Cima da Serra, onde as possibilidades para o desenvolvimento de nuvens isoladas que provocam trovoadas ser\u00e3o maiores. Al\u00e9m disso, sobre as regi\u00f5es Sul e Campanha, ventos mais intensos, associados \u00e0 passagem do ciclone extratropical, poder\u00e3o ser observados.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No decorrer do dia, as temperaturas devem ter um decl\u00ednio gradual \u00e0 medida que o anticiclone migrat\u00f3rio for ingressando no RS, deixando o tempo mais est\u00e1vel. No domingo (15\/10), com o deslocamento do anticiclone migrat\u00f3rio, em superf\u00edcie, sobre o RS em dire\u00e7\u00e3o ao Sudeste do Brasil, haver\u00e1 um decl\u00ednio nas temperaturas no decorrer do dia, o tempo dever\u00e1 permanecer est\u00e1vel na maior parte do Estado, com exce\u00e7\u00e3o das regi\u00f5es Norte e Campos de Cima da Serra, onde haver\u00e1 mais nebulosidade e probabilidade de precipita\u00e7\u00e3o de intensidade fraca.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Apesar do retorno do tempo firme, poder\u00e3o ser observados nevoeiros na faixa litor\u00e2nea do RS, em fun\u00e7\u00e3o do vento oce\u00e2nico e \u00famido no setor oeste do anticiclone migrat\u00f3rio, e sobre \u00e1reas de encostas e baixadas nas regi\u00f5es Sul e Campanha devido \u00e0 perda radiativa ao amanhecer. A tend\u00eancia para os pr\u00f3ximos tr\u00eas dias no RS ser\u00e1 de estabilidade, marcada por temperaturas em eleva\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na segunda-feira (16\/09), a mesma configura\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica do dia anterior dever\u00e1 se repetir \u00e0 medida que o anticiclone migrat\u00f3rio avan\u00e7ar em dire\u00e7\u00e3o ao Oceano Atl\u00e2ntico, o que mant\u00e9m a probabilidade para a ocorr\u00eancia de nevoeiros na faixa litor\u00e2nea, nas proximidades da Laguna dos Patos e Lagoa Mirim e em \u00e1reas de baixadas e encostas, principalmente nas regi\u00f5es Sul e Campanha.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No geral, o tempo dever\u00e1 ficar est\u00e1vel com leve decl\u00ednio nas temperaturas no decorrer do dia. Na ter\u00e7a-feira (17\/09), com o deslocamento total do anticiclone migrat\u00f3rio para o Oceano Atl\u00e2ntico, o setor oeste desse sistema de alta press\u00e3o transportar\u00e1 vento \u00famido e mais aquecido do quadrante norte, tornando as temperaturas mais amenas no decorrer do dia, aumentando a nebulosidade, apesar do tempo est\u00e1vel, e intensificando os ventos ao longo da faixa litor\u00e2nea do RS e nas proximidades da Laguna dos Patos e da Lagoa Mirim.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na quarta-feira (18\/09), mesmo que a configura\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica do dia anterior se repita, a intensidade dos ventos na faixa litor\u00e2nea diminuir\u00e1, e as temperaturas se elevar\u00e3o gradualmente at\u00e9 o final da tarde, mantendo o tempo est\u00e1vel com poucas nuvens, sem probabilidades de precipita\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os progn\u00f3sticos indicam chuvas para a pr\u00f3xima semana em todo o Estado, com exce\u00e7\u00e3o da Regi\u00e3o Noroeste. Os maiores acumulados est\u00e3o previstos para o Nordeste e Sul do Estado, especialmente na regi\u00e3o ao sul da Lagoa dos Patos, com volumes entre 30 e 100 mm.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No litoral, Regi\u00e3o Metropolitana e Centro-Sul do Estado, esperam-se acumulados de at\u00e9 20 mm. Na Campanha, os volumes podem variar entre 10 e 30 mm. Na Regi\u00e3o Central e na Fronteira Oeste, as chuvas devem ser mais escassas, com volumes entre 2 e 10 mm. (Boletim agrometerol\u00f3gico)<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><em>Jogo R\u00e1pido<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em><b>Audi\u00eancia P\u00fablica - Plant Based<br \/>\n<\/b>Audi\u00eancia P\u00fablica - Para discutir a proposta de Regulamenta\u00e7\u00e3o dos Produtos Vegetais, An\u00e1logos a Produtos de Origem Animal,&nbsp; no dia 24 de setembro de 2024, das 9 \u00e0s 18 horas, no audit\u00f3rio Olacyr de Moraes, no Minist\u00e9rio da Agricultura e Pecu\u00e1ria, em Bras\u00edlia\/ DF, ser\u00e1 realizada uma Audi\u00eancia P\u00fablica, a reuni\u00e3o ser\u00e1 realizada na modalidade presencial, veja portaria PORTARIA SDA\/MAPA N\u00ba 1.176, DE 4 DE SETEMBRO DE 2024.&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.in.gov.br\/web\/dou\/-\/portaria-sda\/mapa-n-1.176-de-4-de-setembro-de-2024-582929249#:~:text=de%20Defesa%20Agropecu%C3%A1ria-,PORTARIA%20SDA\/MAPA%20N%C2%BA%201.176%2C%20DE%204%20DE%20SETEMBRO%20DE%202024,-O%20SECRET%C3%81RIO%20DE\" data-cke-saved-href=\"https:\/\/www.in.gov.br\/web\/dou\/-\/portaria-sda\/mapa-n-1.176-de-4-de-setembro-de-2024-582929249#:~:text=de%20Defesa%20Agropecu%C3%A1ria-,PORTARIA%20SDA\/MAPA%20N%C2%BA%201.176%2C%20DE%204%20DE%20SETEMBRO%20DE%202024,-O%20SECRET%C3%81RIO%20DE\">Acesse aqui<\/a>. (Fonte:&nbsp; Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o)<\/em><\/p>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 13 de setembro de 2024&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 18 - N\u00b0 4.222 Quase um quarto dos jovens brasileiros n\u00e3o estuda nem trabalha Segundo dados da Pnad, o porcentual \u00e9 ainda mais <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2024\/09\/13\/13-09-2024\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"13\/09\/2024\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[24],"tags":[],"class_list":{"0":"post-15302","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-legislacao","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15302","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15302"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15302\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":15309,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15302\/revisions\/15309"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15302"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15302"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15302"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}