{"id":1516,"date":"2017-04-27T17:44:35","date_gmt":"2017-04-27T17:44:35","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/04\/27\/27-04-2017\/"},"modified":"2017-04-27T17:44:35","modified_gmt":"2017-04-27T17:44:35","slug":"27-04-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/04\/27\/27-04-2017\/","title":{"rendered":"27\/04\/2017"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> &nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 27&nbsp;<\/em><\/strong><strong><em>de abril&nbsp;<\/em><\/strong><strong><em>de 2017. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.488<\/em><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Latic\u00ednios esclarecem d\u00favidas sobre Programa Mais Leite Saud\u00e1vel&nbsp;<\/strong><br \/> &nbsp;<br \/> Ind\u00fastrias do setor l\u00e1cteo esclareceram suas d\u00favidas referente ao Programa Mais Leite Saud\u00e1vel, criado pelo Minist\u00e9rio da Agricultura (Mapa), em reuni\u00e3o nessa quinta-feira (27\/4). O encontro, promovido pelo Mapa, Sindicato das Ind\u00fastrias dos Latic\u00ednios do RS (Sindilat) e com o apoio do Fundesa, foi realizado no audit\u00f3rio da superintend\u00eancia do Mapa, em Porto Alegre (RS). O fiscal federal agropecu\u00e1rio Roberto Lucena e o auditor fiscal federal Bruno Leite, representando o minist\u00e9rio, divulgaram os \u00faltimos relat\u00f3rios da iniciativa e apresentaram as etapas obrigat\u00f3rias para a execu\u00e7\u00e3o dos projetos.&nbsp;<br \/> &nbsp;<br \/> O presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, ressaltou a import\u00e2ncia do controle sanit\u00e1rio das propriedades rurais e das ind\u00fastrias. \"Se quisermos transformar nosso Estado em exportador, temos que estar com a sanidade controlada\", disse Guerra, lembrando que todos os associados s\u00e3o motivados a investir partes dos seus recursos contra brucelose e tuberculose. O secret\u00e1rio-executivo do sindicato, Darlan Palharini, destacou a relev\u00e2ncia do programa. \"Deve ser levado a s\u00e9rio, pois melhora a qualidade dos produtos e amplifica a competitividade da ind\u00fastria no estado\", concluiu.<br \/> &nbsp;<br \/> Conforme apontou Lucena, o encontro \u00e9 prop\u00edcio, j\u00e1 que o programa completou um ano de andamento. \"Entendemos que esse \u00e9 a hora de trabalhar a qualifica\u00e7\u00e3o e aprimoramento de projetos para potencializar resultados\", afirma. Em um ano, s\u00f3 no RS, j\u00e1 foram movimentados mais de R$ 32,6 milh\u00f5es, com 51 projetos apresentados e 20 mil produtores impactados direta e indiretamente pela iniciativa. Uma das preocupa\u00e7\u00f5es, agora, \u00e9 angariar mais ind\u00fastrias para participar do programa.&nbsp;<br \/> &nbsp;<br \/> Outro ponto destacado por Lucena \u00e9 a necessidade de cumprimento do prazo para os ajustes nos projetos das ind\u00fastrias. &nbsp;Os latic\u00ednios devem encaminhar o projeto ao Mapa, que protocola a documenta\u00e7\u00e3o e concede habilita\u00e7\u00f5es provis\u00f3rias \u00e0s empresas, verifica poss\u00edveis irregularidades nas solicita\u00e7\u00f5es e publica um parecer t\u00e9cnico no Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o (DOU), do Mapa. Diante disso, h\u00e1 30 dias para realizar mudan\u00e7as apontadas no relat\u00f3rio e enviar para a publica\u00e7\u00e3o no DOU da Receita Federal, que concede a habilita\u00e7\u00e3o definitiva para o andamento do projeto.<br \/> &nbsp;<br \/> As quest\u00f5es referentes \u00e0 coordena\u00e7\u00e3o de boas pr\u00e1ticas e bem-estar animal envolvidas foram explicadas pelo auditor Bruno Leite. Ele frisou que a assist\u00eancia t\u00e9cnica deve ser direcionada, principalmente, aos produtores que n\u00e3o t\u00eam esse benef\u00edcio, e complementar aqueles que j\u00e1 s\u00e3o assistidos em outras \u00e1reas de atua\u00e7\u00e3o, como a sanidade animal e o melhoramento gen\u00e9tico. Outro ponto levantado \u00e9 a comunica\u00e7\u00e3o entre os latic\u00ednios e o Minist\u00e9rio, que deve ser constante e antecipada. \"Se uma propriedade notar que um ant\u00edgeno vai faltar, deve nos notificar antes desse problema ocorrer, e n\u00e3o depois\", exemplificou.&nbsp;<br \/> &nbsp;<br \/> D\u00favidas sobre os recursos financeiros, tributos e prazos foram esclarecidos ao final da reuni\u00e3o com empresas presentes. O advogado Eduardo Plastina, que presta assist\u00eancia jur\u00eddica aos associados em nome do Sindilat, tamb\u00e9m ajudou nos esclarecimentos sobre legisla\u00e7\u00e3o. Na ocasi\u00e3o, uma reuni\u00e3o foi pr\u00e9-agendada para tratar sobre o novo Regulamento de Inspe\u00e7\u00e3o de Produtos de Origem Animal (Riispoa), na pr\u00f3xima quarta-feira (3\/5), tamb\u00e9m no audit\u00f3rio do Mapa. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/p>\n<p> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2226\" style=\"width: 500px; height: 281px;\" \/><br \/> Foto: Vit\u00f3rya da Cruz<br \/> &nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Altera\u00e7\u00e3o de cr\u00e9ditos no radar da ind\u00fastria do RS<\/strong><\/p>\n<p> A preocupa\u00e7\u00e3o de empresas do agroneg\u00f3cio do Rio Grande do Sul com a possibilidade da redu\u00e7\u00e3o de cr\u00e9ditos presumidos teve al\u00edvio de um lado, mas n\u00e3o de outro. Nesta semana, deputados estaduais aprovaram a retirada do regime de urg\u00eancia do projeto de lei 214 (prev\u00ea a diminui\u00e7\u00e3o em at\u00e9 30% do benef\u00edcio fiscal). Ou seja, n\u00e3o tranca mais a pauta. Na pr\u00e1tica, ganha-se tempo para voltar a apreciar o tema.<\/p>\n<p> Por outro lado, a proposta de lei complementar 343, que tramita na esfera federal, instituindo o regime de recupera\u00e7\u00e3o fiscal dos Estados e cobrando como contrapartida redu\u00e7\u00e3o de 10% de cr\u00e9ditos fiscais, segue tramitando no Congresso.<\/p>\n<p> - A retirada de urg\u00eancia do PL 214 fica sem efeito perante o 343. Mas n\u00e3o existe espa\u00e7o para a ind\u00fastria de leite ter redu\u00e7\u00e3o de cr\u00e9dito presumido. At\u00e9 porque o Estado vem perdendo a capacidade competitiva - argumenta Alexandre Guerra, presidente do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios e Produtos Derivados do RS (Sindilat-RS).<\/p>\n<p> O dirigente lembra que a participa\u00e7\u00e3o ga\u00facha vem encolhendo no cen\u00e1rio nacional. O Estado deixou de ser o segundo maior produtor de leite, posi\u00e7\u00e3o agora do Paran\u00e1.<\/p>\n<p> Os paranaenses tamb\u00e9m s\u00e3o apontados como um dos principais concorrentes na produ\u00e7\u00e3o de su\u00ednos e de aves. Rog\u00e9rio Kerber, diretor-executivo do Sindicato das Ind\u00fastrias de Produtos Su\u00ednos do Estado (Sips), lembra que eles t\u00eam \"um tratamento diferenciado em tributos\".<\/p>\n<p> - N\u00e3o entendemos o cr\u00e9dito presumido como um benef\u00edcio. \u00c9 uma equaliza\u00e7\u00e3o da carga tribut\u00e1ria com outros Estados. \u00c9 a recomposi\u00e7\u00e3o, de forma prec\u00e1ria, da isonomia de impostos - completa Kerber.<\/p>\n<p> Da mesma forma, as empresas de aves manifestam inquieta\u00e7\u00e3o com o tema.<\/p>\n<p> - A redu\u00e7\u00e3o dos benef\u00edcios aumenta a carga tribut\u00e1ria. E tira a nossa competitividade. Os setores est\u00e3o se movimentando para que isso n\u00e3o aconte\u00e7a - afirma Jos\u00e9 Eduardo dos Santos, diretor-executivo da Associa\u00e7\u00e3o Ga\u00facha de Avicultura (Asgav). (Zero Hora)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> <strong>Consumidores asi\u00e1ticos compreendem cada vez mais os benef\u00edcios das prote\u00ednas<\/strong><\/p>\n<p> O entendimento do consumidor sobre os benef\u00edcios nutricionais da prote\u00edna est\u00e1 crescendo na \u00c1sia, de acordo com a pesquisa da NZMP, a marca de ingredientes da Fonterra, da Nova Zel\u00e2ndia. A NZMP realizou pesquisas comparativas em cinco mercados: Indon\u00e9sia, China, Jap\u00e3o, Reino Unido e EUA. \"Quer\u00edamos entender como podemos operar neste mercado altamente fragmentado que a prote\u00edna est\u00e1 entrando\", disse Roshena de Leon, gerente global de insights da NZMP.<\/p>\n<p> Consumo de prote\u00ednas - \u00c1sia&nbsp;<br \/> Ela apresentou as principais descobertas da pesquisa da NZMP no recente evento da ind\u00fastria, Protein Now, que a empresa realizou em Cingapura. Dos cinco mercados pesquisados, a Indon\u00e9sia registrou o maior n\u00edvel de conscientiza\u00e7\u00e3o sobre prote\u00ednas, com 91%, seguida por Reino Unido, com 87%, Jap\u00e3o, com 85%, Estados Unidos, com 84% e China, com 75%.<\/p>\n<p> De Leon atribuiu a alta conscientiza\u00e7\u00e3o sobre prote\u00edna da Indon\u00e9sia aos programas de nutri\u00e7\u00e3o do governo, que destacam a import\u00e2ncia da prote\u00edna para a sa\u00fade. Ela ressaltou que 47% dos entrevistados entendiam a import\u00e2ncia da prote\u00edna na manuten\u00e7\u00e3o do bem-estar corporal.<\/p>\n<p> Na China, por outro lado, embora a prote\u00edna seja considerada positiva, ao lado de vitaminas e minerais, os participantes do estudo apresentaram vis\u00f5es fragmentadas sobre como ela beneficiava a sa\u00fade geral. Por exemplo, 20% disseram que a prote\u00edna deu energia e resist\u00eancia ao corpo, enquanto 14% disseram que a prote\u00edna era boa para manter o bem-estar corporal. Outras percep\u00e7\u00f5es da prote\u00edna inclu\u00edram tornar os corpos mais fortes (13%), os bons nutrientes que oferece (11%) e impulsionar o sistema imune (9%).<\/p>\n<p> No Jap\u00e3o, no Reino Unido e nos EUA, a prote\u00edna est\u00e1 fortemente ligada \u00e0 nutri\u00e7\u00e3o esportiva, e os consumidores a percebem como um nutriente crucial para fortalecer os m\u00fasculos. Por \u00faltimo, o estudo constatou que a maioria dos consumidores de todos os cinco mercados acreditava que a melhor fonte de prote\u00edna \u00e9 oriunda de animais - seja por meio de carne, l\u00e1cteos ou ovos.<\/p>\n<p> \"A robustez da prote\u00edna animal atrai consumidores\", disse de Leon. A textura e o sabor da prote\u00edna animal tamb\u00e9m foram preferidos. A demanda asi\u00e1tica por produtos de prote\u00edna tamb\u00e9m dever\u00e1 aumentar 11% at\u00e9 2021. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Dairy Reporter, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/p><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;&nbsp;<\/div>\n<p> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: center; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<div>&nbsp;<em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div><em>FUNRURAL - Frente prepara a\u00e7\u00e3o pol\u00edtica<br \/> A Frente Parlamentar da Agropecu\u00e1ria (FPA) anunciou ontem que vai utilizar todos os instrumentos legais, constitucionais e pol\u00edticos para resolver a quest\u00e3o das d\u00edvidas passadas e tamb\u00e9m o futuro do Funrural, que teve a constitucionalidade de sua cobran\u00e7a reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal em mar\u00e7o. Em nota divulgada \u00e0 imprensa, a entidade revelou que est\u00e1 articulando uma a\u00e7\u00e3o pol\u00edtica que pode se encaminhar para a apresenta\u00e7\u00e3o de um projeto de lei que trate do assunto. \"Lembramos que o pr\u00f3prio relat\u00f3rio da Reforma Previdenci\u00e1ria j\u00e1 extingue o Funrural, ao que somos favor\u00e1veis\", destaca um dos trechos do texto. (Correio do Povo)<\/em><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; line-height: 13.5pt; text-align: justify; width: 803px;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 27&nbsp;de abril&nbsp;de 2017. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.488 &nbsp; Latic\u00ednios esclarecem d\u00favidas sobre Programa Mais Leite Saud\u00e1vel&nbsp; &nbsp; Ind\u00fastrias do setor l\u00e1cteo esclareceram suas d\u00favidas referente ao Programa Mais Leite <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/04\/27\/27-04-2017\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"27\/04\/2017\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1516","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1516","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1516"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1516\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1516"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1516"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1516"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}