{"id":1513,"date":"2017-04-25T17:39:45","date_gmt":"2017-04-25T17:39:45","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/04\/25\/25-04-2017\/"},"modified":"2017-04-25T17:39:45","modified_gmt":"2017-04-25T17:39:45","slug":"25-04-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/04\/25\/25-04-2017\/","title":{"rendered":"25\/04\/2017"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> &nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 25&nbsp;<\/em><\/strong><strong><em>de abril&nbsp;<\/em><\/strong><strong><em>de 2017. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.486<\/em><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Falta de gordura afeta produ\u00e7\u00e3o de manteiga<\/strong><\/p>\n<p> \u00c9 vis\u00edvel nas prateleiras refrigeradas dos supermercados. Nos \u00faltimos meses, os tabletes e potes de manteiga que disputam espa\u00e7o com as margarinas se tornaram artigo de luxo. N\u00e3o s\u00f3 porque est\u00e3o bem mais caros, mas tamb\u00e9m porque est\u00e3o mais dif\u00edceis de encontrar. A menor oferta do produto pode ser explicada por um conjunto de fatores, mas o mais importante deles \u00e9 a falta de mat\u00e9ria gorda no pa\u00eds para a fabrica\u00e7\u00e3o de manteiga, segundo ind\u00fastrias e analistas do setor de l\u00e1cteos. Nesse cen\u00e1rio, os pre\u00e7os da manteiga negociada entre empresas subiram 27% (j\u00e1 em valores deflacionados) em 12 meses. No varejo, a alta foi de 19% no per\u00edodo (ver infogr\u00e1fico). A mat\u00e9ria-prima para a produ\u00e7\u00e3o da manteiga \u00e9 a gordura do leite. Quando o leite \u00e9 retirado da vaca tem, em geral, um teor de 3,5% de gordura. A produ\u00e7\u00e3o de leite desnatado gera um excedente de gordura, que \u00e9 usado para a fabrica\u00e7\u00e3o de manteiga, creme de leite, requeij\u00e3o e cream cheese. Mesmo a produ\u00e7\u00e3o de leite longa vida integral gera gordura, uma vez que h\u00e1 uma padroniza\u00e7\u00e3o do produto, que fica com teor de gordura de 3%, explica Valter Galan, especialista da MilkPoint, consultoria especializada no mercado de l\u00e1cteos.&nbsp;<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2220\" style=\"width: 500px; height: 277px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">No entanto, o pa\u00eds produz volumes pequenos de leite desnatado. \"Aqui no Brasil, 75% do leite [longa vida] consumido \u00e9 integral\", observa Guilherme Portella, diretor de rela\u00e7\u00f5es institucionais da Lactalis no Brasil. No pa\u00eds, a empresa francesa fabrica manteiga com as marcas Batavo e Eleg\u00ea. Como a produ\u00e7\u00e3o de leite desnatado \u00e9 pequena, a oferta de mat\u00e9ria gorda para fabrica\u00e7\u00e3o de manteiga e outros itens \u00e9 restrita. Ademais, o pa\u00eds est\u00e1 produzindo menos leite em p\u00f3 desnatado, que \u00e9 uma \"grande fonte de gordura\", observa Ricardo Cotta, diretor de rela\u00e7\u00f5es institucionais e novos neg\u00f3cios da Itamb\u00e9. Gustavo Beduschi, assessor t\u00e9cnico da Viva L\u00e1cteos, que re\u00fane empresas do setor, afirma que h\u00e1 uma disputa por mat\u00e9ria gorda pelas ind\u00fastrias de latic\u00ednios para a produ\u00e7\u00e3o dos diferentes itens, mas a oferta de gordura n\u00e3o cresceu, da\u00ed o atual quadro. O fato de a produ\u00e7\u00e3o de leite ter ca\u00eddo nos dois \u00faltimos anos no pa\u00eds tamb\u00e9m pode ter agravado a situa\u00e7\u00e3o. \"H\u00e1 uma demanda por mat\u00e9ria gorda muito maior do que se consegue suprir\", diz. O aumento da demanda por manteiga tamb\u00e9m \u00e9 uma das raz\u00f5es apontadas por analistas e ind\u00fastrias para a oferta mais restrita. De acordo com Galan, assim como na Europa e nos EUA, nos \u00faltimos tr\u00eas anos, tem havido no Brasil uma migra\u00e7\u00e3o das gorduras vegetais para as gorduras l\u00e1cteas. Isso decorre da mudan\u00e7a de percep\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o aos efeitos da manteiga para a sa\u00fade. \"A demanda \u00e9 maior porque a ideia de que a manteiga faria mal \u00e0 sa\u00fade est\u00e1 sendo desmistificada\", observa Cotta, da Itamb\u00e9. \"At\u00e9 uns tr\u00eas anos atr\u00e1s, a manteiga era vil\u00e3. Mas houve uma mudan\u00e7a no padr\u00e3o de consumo\", concorda Portella, da Lactalis. Dados da empresa de pesquisa de mercado Kantar WorldPanel mostram que em 2016, o consumo de manteiga cresceu 1%, para 29.978 toneladas, um mercado de R$ 721,581 milh\u00f5es.&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">A pesquisa da Kantar \u00e9 realizada numa amostra de 11.300 domic\u00edlios, que representam um universo de 52 milh\u00f5es de lares, respons\u00e1veis por 91% do potencial de consumo do pa\u00eds. Entre 2015 e 2014, o consumo de manteiga j\u00e1 havia subido 5,4%. Danielle Rossi, gerente de contas da Kantar Worldpanel, afirma que o crescimento \"mais t\u00edmido\" do consumo do que o visto em anos anteriores \u00ac quando mudou a percep\u00e7\u00e3o sobre o efeito da manteiga para a sa\u00fade \u00ac \u00e9 um reflexo da recess\u00e3o no pa\u00eds, que leva consumidores a migrarem para produtos de menor valor. No caso da manteiga, o principal substituto \u00e9 a margarina. Dados da consultoria Euromonitor, referentes a vendas de manteiga no varejo no pa\u00eds, mostram um volume de 77,7 mil toneladas em 2016, pouco abaixo das 77,9 mil toneladas de 2015. Tanto Itamb\u00e9 quanto Lactalis informam que poderiam estar produzindo mais manteiga do que o fazem atualmente se houvesse mat\u00e9ria\u00acprima porque h\u00e1 demanda, apesar dos pre\u00e7os mais altos. \"O que produzimos, estamos vendendo\", afirma Cotta. Guilherme Portella, da Lactalis, diz que a empresa chegou a produzir mais leite em p\u00f3 desnatado para poder gerar mat\u00e9ria gorda para a produ\u00e7\u00e3o de manteiga. \"Temos mais demanda do que conseguimos produzir\", acrescenta o executivo. Beduschi e Galan lembram que a recess\u00e3o tamb\u00e9m levou a uma redu\u00e7\u00e3o do consumo fora de casa, o que acabou estimulando muitas pessoas a cozinharem, demandando mais manteiga. Outro sinal de que a oferta dom\u00e9stica de manteiga \u00e9 restrita \u00e9 o aumento das importa\u00e7\u00f5es do produto. No primeiro trimestre deste ano, as compras no exterior somaram 1.500 toneladas, 68% acima das 890 toneladas de igual per\u00edodo de 2016, de acordo com dados da Secex compilados pela MilkPoint. Como observa La\u00e9rcio Barbosa, diretor do Latic\u00ednios Jussara, a falta de mat\u00e9ria\u00acprima para produ\u00e7\u00e3o de manteiga n\u00e3o se restringe ao Brasil. \"Est\u00e1 faltando no mundo\", afirma. Segundo ele, estimativas indicam que os estoques de leite em p\u00f3 desnatado est\u00e3o mais altos na Europa e nos EUA \u00ac assim, os pa\u00edses est\u00e3o produzindo menos, o que leva \u00e0 falta de mat\u00e9ria gorda (Valor Econ\u00f4mico)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp; <strong>&nbsp;<\/strong><\/div>\n<div><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Importa\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos perdem f\u00f4lego, mas d\u00e9ficit na balan\u00e7a do pa\u00eds persiste<\/strong><\/p>\n<p> O Brasil encerrou mar\u00e7o com um d\u00e9ficit de US$ 38,5 milh\u00f5es na balan\u00e7a comercial de l\u00e1cteos. O valor ainda \u00e9 expressivo, mas vem caindo desde o in\u00edcio do ano. Em mar\u00e7o, as importa\u00e7\u00f5es custaram US$ 51,979 milh\u00f5es (alta de 21,2%) e as exporta\u00e7\u00f5es renderam US$ 13,432 milh\u00f5es (aumento de 149%), conforme dados da Secex, compilados pela Viva L\u00e1cteos, que representa empresas do setor. Em volume, houve uma queda de 7,3% nas importa\u00e7\u00f5es em mar\u00e7o na compara\u00e7\u00e3o com igual m\u00eas de 2016, para 15,719 mil toneladas. J\u00e1 as exporta\u00e7\u00f5es subiram 86,8%, para 5,192 mil toneladas. \"As importa\u00e7\u00f5es est\u00e3o caindo h\u00e1 cinco meses\", observa Gustavo Beduschi, assessor t\u00e9cnico da Viva L\u00e1cteos. Em novembro de 2016, custaram US$ 62,4 milh\u00f5es e em dezembro ficaram em US$ 61,8 milh\u00f5es. (ver gr\u00e1fico) Para ele, uma das raz\u00f5es para essa queda das compras \u00e9 a valoriza\u00e7\u00e3o, ainda que pequena, dos pre\u00e7os internacionais dos l\u00e1cteos. Afora isso, a produ\u00e7\u00e3o de leite tamb\u00e9m come\u00e7a a reagir no mercado brasileiro, afirma.&nbsp;<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2221\" style=\"width: 500px; height: 205px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> No primeiro trimestre do ano, o Brasil importou 51, 287 mil toneladas de l\u00e1cteos, um aumento de 54,2% sobre igual per\u00edodo de 2016. Os gastos com as compras de l\u00e1cteos no exterior subiram 91% em rela\u00e7\u00e3o ao primeiro trimestre do ano passado, para US$ 164,310 milh\u00f5es. No mesmo per\u00edodo, as exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos totalizaram 13,367 mil toneladas, com alta de 12,8% sobre os tr\u00eas primeiros meses de 2016. A receita com as vendas externas teve aumento semelhante, de 12,6%, para US$ 38,963 milh\u00f5es. Um destaque nas exporta\u00e7\u00f5es em mar\u00e7o, segundo Beduschi, foram os queijos.&nbsp;<\/p>\n<p> As vendas cresceram 66,5%, para 342,6 toneladas. A receita com os embarques de queijo subiu 111,8%, para US$ 1,660 milh\u00f5es. Ainda que os volumes de queijo exportados sejam pequenos s\u00e3o importantes porque fazem parte da estrat\u00e9gia de diversifica\u00e7\u00e3o das exporta\u00e7\u00f5es pelo setor, que ainda dependem bastante dos embarques de leite em p\u00f3 e condensado. Os exportadores tamb\u00e9m tentam diversificar os destinos para reduzir a \"venezuelodepend\u00eancia\", que \u00e9 verdade, diminuiu em decorr\u00eancia da crise no pa\u00eds vizinho. Em 2015, as importa\u00e7\u00f5es do pa\u00eds absorviam 75% das exporta\u00e7\u00f5es brasileiras de l\u00e1cteos em valor. No ano passado, essa participa\u00e7\u00e3o caiu para 48%, segundo Beduschi. No primeiro trimestre deste ano, ficou em 21%. De acordo com o assessor t\u00e9cnico da Viva L\u00e1cteos, o Brasil tem conseguido ampliar suas exporta\u00e7\u00f5es para pa\u00edses \u00e1rabes e tamb\u00e9m na Am\u00e9rica Latina. (Valor Econ\u00f4mico)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> <strong>M\u00e9xico<\/strong><\/p>\n<p> Em meio \u00e0s incertezas do futuro do NAFTA com o Presidente dos Estados Unidos da Am\u00e9rica (EUA), Donald Trump, prometendo encerrar a parceria comercial, o M\u00e9xico procura diversificar seus parceiros. O professor de economia agr\u00edcola da Escola de Economia e Administra\u00e7\u00e3o Aplicada da Cornell University, Andrew M. Novakovic, PhD, disse ao DairyReporter que o M\u00e9xico procurar parcerias fora dos EUA n\u00e3o \u00e9 um movimento surpreendente. \"O mais assustador \u00e9 que com a ret\u00f3rica econ\u00f4mica e de imigra\u00e7\u00e3o, o M\u00e9xico explora fornecedores alternativos para todos os produtos, e os l\u00e1cteos s\u00e3o muito importantes pra n\u00f3s\", disse Novakovic. Desde que o NAFTA foi criado, em 1994, as exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos dos EUA para o M\u00e9xico mais que quadruplicaram, chegando a 1,2 bilh\u00f5es de d\u00f3lares, fazendo com que o mercado mexicano seja o n\u00famero 1.&nbsp;<\/p>\n<p> No \u00faltimo ano, as exporta\u00e7\u00f5es para o M\u00e9xico foram quase um quarto de todos os l\u00e1cteos exportados pelos EUA, de acordo com o USDEC. \"Muitas pessoas dir\u00e3o que o M\u00e9xico procura diversificar suas fontes de suprimento mesmo que nada tenha mudado ainda, porque eles est\u00e3o preocupados com a ret\u00f3rica e n\u00e3o querem ser pegos de surpresa\", acrescentou. \"De certa forma os danos j\u00e1 come\u00e7aram a ocorrer\". No \u00faltimo m\u00eas, Os l\u00edderes do setor de latic\u00ednios dos EUA foram \u00e0 Cidade do M\u00e9xico para reafirmarem a import\u00e2ncia de manuten\u00e7\u00e3o da parceria comercial, e ao mesmo tempo recomendaram cautela em rela\u00e7\u00e3o a novos acordos comerciais com outras na\u00e7\u00f5es. \"Eu acredito que o M\u00e9xico precisa ser cuidadoso ao abrir seu mercado para outros fornecedores de l\u00e1cteos que estejam mais interessados em vendas no mercado spot do que parcerias de longo prazo\", disse o presidente do USDEC, Tom Vilsack, durante o F\u00f3rum Nacional de L\u00e1cteos realizado na cidade do M\u00e9xico.<br \/> &nbsp;<br \/> A Argentina ser\u00e1 o pr\u00f3ximo parceiro comercial&nbsp;<br \/> No entanto, o M\u00e9xico estar\u00e1 finalizando um tratado comercial com a Argentina at\u00e9 o final do ano, disse o Ministro de Com\u00e9rcio Exterior, Juan Carlos Baker, em entrevista \u00e0 Reuters. O Presidente da Argentina, Mauricio Macri, tamb\u00e9m prometeu abrir a economia e o com\u00e9rcio de seu pa\u00eds para o M\u00e9xico, at\u00e9 o final de 2017. \"Existe grande potencial l\u00e1\", disse Baker. \"A Argentina poder\u00e1 exportar em condi\u00e7\u00f5es atrativas para o M\u00e9xico\". Baker falou \u00e0 Reuters M\u00e9xico que seu pa\u00eds n\u00e3o voltaria a pagar impostos de exporta\u00e7\u00f5es se os EUA restringirem suas vendas. (Dairy Reporter - Tradu\u00e7\u00e3o Livre: Terra Viva)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: center; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div><em>Pre\u00e7o ao produtor, em mar\u00e7o, foi o mais alto em tr\u00eas anos<br \/> Pre\u00e7os\/Uruguai - O pre\u00e7o m\u00e9dio do leite que receberam os produtores no m\u00eas de mar\u00e7o foi o mais alto dos \u00faltimos tr\u00eas anos. Segundo o Instituto Nacional do Leite (INALE), o valor estimado foi de 9,91 pesos, [R$ 1,10\/litro], sendo o maior valor desde julho de 2014, quando o pre\u00e7o m\u00e9dio foi de 10,08 pesos. O dado representa um aumento mensal de 3%, considerando que em fevereiro, o pre\u00e7o m\u00e9dio do litro foi de 9,58 pesos, [R$ 1,06\/litro]. Comparando com mar\u00e7o de 2016, o pre\u00e7o foi reajustado em 26%, quando o valor pago foi de 7,86 pesos. Em d\u00f3lares, o pre\u00e7o do litro de leite ao produtor em mar\u00e7o atingiu US$ 0,35, [R$ 1,10\/litro], e neste caso, \u00e9 o maior valor m\u00e9dio desde mar\u00e7o de 2015. A diferen\u00e7a \u00e9 muito grande quando se compara com mar\u00e7o de 2016. Naquele m\u00eas, o valor do litro de leite, era de US$ 0,24. A eleva\u00e7\u00e3o anual alcan\u00e7ou 43%. Na compara\u00e7\u00e3o em d\u00f3lares \u00e9 importante levar em considera\u00e7\u00e3o a varia\u00e7\u00e3o cambial no per\u00edodo. Em mar\u00e7o, o valor m\u00e9dio do d\u00f3lar foi de 28,42 pesos, sofrendo uma queda de 11% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo m\u00eas do ano passado, quando o valor foi de 31,16 pesos. &nbsp;(El Observador - Tradu\u00e7\u00e3o Livre: Terra Viva)<\/em><\/div>\n<div>&nbsp;<em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; line-height: 13.5pt; text-align: justify; width: 803px;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 25&nbsp;de abril&nbsp;de 2017. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.486 &nbsp; Falta de gordura afeta produ\u00e7\u00e3o de manteiga \u00c9 vis\u00edvel nas prateleiras refrigeradas dos supermercados. Nos \u00faltimos meses, os tabletes e potes <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/04\/25\/25-04-2017\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"25\/04\/2017\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1513","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1513","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1513"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1513\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1513"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1513"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1513"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}