{"id":1512,"date":"2017-04-24T16:57:32","date_gmt":"2017-04-24T16:57:32","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/04\/24\/24-04-2016\/"},"modified":"2017-04-24T16:57:32","modified_gmt":"2017-04-24T16:57:32","slug":"24-04-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/04\/24\/24-04-2016\/","title":{"rendered":"24\/04\/2016"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"> <title><\/title> &nbsp;<a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" \/><\/a><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 24&nbsp;<\/em><\/strong><strong><em>de abril&nbsp;<\/em><\/strong><strong><em>de 2017. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.485<\/em><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp; <strong>&nbsp;Importa\u00e7\u00f5es\/China&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p> As importa\u00e7\u00f5es de produtos l\u00e1cteos pela China continuar\u00e3o subindo nos pr\u00f3ximos 10 anos, embora em um ritmo mais lento. Este ano, a expectativa \u00e9 de que ser\u00e3o compradas 14,2 milh\u00f5es de toneladas, aumento de 11% em rela\u00e7\u00e3o ao \u00faltimo ano, de acordo com o relat\u00f3rio, Perspectivas Agr\u00edcolas da China (2017-26), que foi elaborado pelo Minist\u00e9rio da Agricultura. Impulsionadas por fatores diversos, como o crescimento da demanda e os elevados custos da produ\u00e7\u00e3o dom\u00e9stica, as importa\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos devem superar 19 milh\u00f5es de toneladas em 2026, um aumento de 50% em rela\u00e7\u00e3o a 2016, diz o relat\u00f3rio. Na d\u00e9cada passada, as importa\u00e7\u00f5es cresceram 14% anual, em m\u00e9dia. A produ\u00e7\u00e3o dom\u00e9stica deve atingir 44,7 milh\u00f5es de toneladas em 2026, crescendo 19% em rela\u00e7\u00e3o a 2016, prev\u00ea o relat\u00f3rio.&nbsp;<\/p>\n<p> A demanda por leite em p\u00f3 e leite fluido na China - produ\u00e7\u00e3o dom\u00e9stica e no exterior - dever\u00e1 dar um salto diante da expectativa no aumento do n\u00famero de nascimentos que vir\u00e1 em decorr\u00eancia da pol\u00edtica do segundo filho, e o crescimento da popula\u00e7\u00e3o com mais de 60 anos. A demanda por leite em p\u00f3 importado pode aumentar em taxas menores porque o governo chin\u00eas est\u00e1 incentivando a recupera\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria de latic\u00ednios dom\u00e9stica, diz o relat\u00f3rio. A previs\u00e3o \u00e9 de que haja aumento constante na produ\u00e7\u00e3o de outros produtos agr\u00edcolas na China nos pr\u00f3ximos anos, incluindo trigo, legumes, frutas, e produtos aqu\u00e1ticos. A importa\u00e7\u00e3o de leite em p\u00f3 ocupava um ter\u00e7o do mercado da China em 2007, mas, atingiu 60% em 2012, de acordo com o relat\u00f3rio.&nbsp;<\/p>\n<p> As autoridades tomaram muitas medidas para restabelecer a confian\u00e7a no mercado dom\u00e9stico de leite, depois do esc\u00e2ndalo da melamina adicionada \u00e0s f\u00f3rmulas infantis, que causaram a morte de pelos menos seis crian\u00e7as, e intoxicaram seriamente outras 300.000, em 2008. A Lei de Seguran\u00e7a Alimentar foi revisada em 2015, passando a exigir inspe\u00e7\u00e3o dos lotes de alimentos para beb\u00eas, antes de serem comercializados. No ano passado o Departamento de Fiscaliza\u00e7\u00e3o de Alimentos e Drogas da China inspecionou 2.532 lotes de f\u00f3rmulas para beb\u00eas, e apenas 1,3% ficaram fora dos padr\u00f5es estabelecidos, disse Bi Jingquan, chefe da Administra\u00e7\u00e3o de Alimentos e Medicamentos da China, em fevereiro. (The Dairy Site - Tradu\u00e7\u00e3o Livre: Terra Viva)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Produ\u00e7\u00e3o de leite<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> A produ\u00e7\u00e3o brasileira de leite mais que dobrou nas \u00faltimas duas d\u00e9cadas, ao saltar de 15,7 bilh\u00f5es de litros em 1994, para 35 bilh\u00f5es, em 2014, conforme dados mais recentes da Pesquisa Pecu\u00e1ria Municipal do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). O desempenho da produ\u00e7\u00e3o nacional de leite, ainda assim, fica bem aqu\u00e9m em compara\u00e7\u00e3o \u00e0 m\u00e9dia mundial: 1,6 mil litros contra 3,5 mil litros por vaca ao ano. Nos Estados Unidos, de acordo com o Sistema de Intelig\u00eancia Setorial (SIS) do Servi\u00e7o de Apoio a Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), algumas f\u00eameas bovinas alcan\u00e7am uma m\u00e9dia anual de 10,4 mil litros.<\/p>\n<p> Conforme Renata Magalh\u00e3es Schneider Simone, analista de Intelig\u00eancia do SIS\/Sebrae, em entrevista \u00e0 equipe SNA\/RJ, essa discrep\u00e2ncia se deve a fatores relacionados ao clima e \u00e0s ra\u00e7as mais produtivas, mas principalmente \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o. \"A quantidade de leite produzido por vaca est\u00e1 diretamente relacionada com as condi\u00e7\u00f5es as quais o animal est\u00e1 submetido, ou seja, fatores como a alimenta\u00e7\u00e3o, clima ou at\u00e9 mesmo a tecnologia no manejo influenciam a produtividade\", comenta a especialista.<\/p>\n<p> Diretor da Sociedade Nacional de Agricultura e representante da SNA na C\u00e2mara Setorial do Leite e Derivados do Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa), Alberto Figueiredo ressalta que a \"maior parte do rebanho bovino nacional n\u00e3o tem especializa\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica para produ\u00e7\u00e3o de leite\". \"Tamb\u00e9m n\u00e3o s\u00e3o observados os requisitos m\u00ednimos de conforto animal e alimenta\u00e7\u00e3o adequada, sendo essas as principais causas da baixa produtividade m\u00e9dia\". Segundo Figueiredo, que tamb\u00e9m \u00e9 secret\u00e1rio Municipal de Agricultura de Resende (RJ), \"pelo fato de essas tecnologias exigirem maior comprometimento financeiro por parte do produtor, aumentam os riscos de insucesso, se n\u00e3o forem observados conceitos t\u00e9cnicos indispens\u00e1veis, o que leva uma grande maioria de produtores a submeter seus rebanhos a condi\u00e7\u00f5es inadequadas de alimenta\u00e7\u00e3o, trazendo, como consequ\u00eancia, a redu\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o m\u00e9dia\". A analista de Intelig\u00eancia do SIS\/Sebrae refor\u00e7a que o \"Brasil \u00e9 um pa\u00eds extenso, com regi\u00f5es bastantes distintas uma das outras\". \"Por conta disso, alguns Estados possuem caracter\u00edsticas mais ou menos prop\u00edcias \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de leite\", comenta Renata.<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> Ela cita que no Sul do pa\u00eds, por exemplo, est\u00e3o os maiores produtores de leite, \"provavelmente pelo fato de l\u00e1 existir um clima mais adequado para a atividade\". \"J\u00e1 na regi\u00e3o Sudeste, principalmente acima do Estado de S\u00e3o Paulo, o animal sofre um estresse t\u00e9rmico que prejudica a produ\u00e7\u00e3o de leite.\" A analista comenta que tamb\u00e9m \"\u00e9 importante ressaltar que a m\u00e9dia brasileira de produ\u00e7\u00e3o de leite considera produtores rurais que n\u00e3o investem o suficiente na modernidade do campo e, consequentemente, possuem baixo n\u00edvel t\u00e9cnico e controle de custos, logo, possuem baixa produtividade\". Conforme Renata, \"mesmo &nbsp;com condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas at\u00edpicas, \u00e9 poss\u00edvel aumentar a produ\u00e7\u00e3o de leite investindo na alimenta\u00e7\u00e3o do animal, fornecendo uma nutri\u00e7\u00e3o espec\u00edfica, de acordo com a fase em que ele se encontra\".<\/p>\n<p> <span style=\"text-decoration: underline;\">DIETAS<\/span><br \/> A alimenta\u00e7\u00e3o bovina representa o maior custo da produ\u00e7\u00e3o leiteira e, por isso, o desenvolvimento de dietas adequadas \u00e9 primordial para que os pecuaristas reduzam esses custos e possam ampliar suas margens de lucros. Esse \u00e9 o foco do relat\u00f3rio \"Dieta para bovinos leiteiros: a import\u00e2ncia da alimenta\u00e7\u00e3o\" do SIS\/Sebrae, que ainda apresenta fatores que impactam na dieta, tecnologias e cases de sucesso para orientar produtores rurais. Atualmente, o Brasil conta com aproximadamente 1,3 milh\u00e3o de pecuaristas de leite, atuando em fazendas que, por sua vez, s\u00e3o respons\u00e1veis pela ordenha de 23 milh\u00f5es de vacas. Para a formula\u00e7\u00e3o de ra\u00e7\u00f5es para as vacas leiteiras, o pa\u00eds utiliza o modelo do National Research Council (NRC), com foco na melhoria da efici\u00eancia alimentar, por meio da avalia\u00e7\u00e3o da dieta dos bovinos.<\/p>\n<p> \"Em 2001, o Conselho Nacional de Pesquisas (dos EUA) apresentou um estudo, com informa\u00e7\u00f5es suficientes para gerar c\u00e1lculos de exig\u00eancia nutricional e de avalia\u00e7\u00e3o de alimentos, al\u00e9m de um software que permite formular ra\u00e7\u00f5es baseadas nesses c\u00e1lculos\", conta Renata. Segundo a analista de Intelig\u00eancia do SIS\/Sebrae, por causa da simplicidade e praticidade, esse modelo \u00e9 o mais utilizado no mundo para formular ra\u00e7\u00f5es para vacas leiteiras: \"Ele \u00e9 refer\u00eancia no Brasil e, inclusive, outros softwares foram criados baseados nos c\u00e1lculos do modelo NRC - 2001\". \"O modelo NRC \u00e9 o mais utilizado no mundo, mas com o avan\u00e7o da tecnologia existem diversos outros modelos no mercado, que podem ser t\u00e3o bons quanto ele. O indicado \u00e9 avaliar, testar e analisar quais op\u00e7\u00f5es atendem melhor \u00e0 necessidade do neg\u00f3cio\", diz Renata. A analista acrescenta que \"alguns modelos s\u00e3o mais complexos e exigem mais informa\u00e7\u00f5es do usu\u00e1rio, enquanto outros s\u00e3o mais simples e f\u00e1ceis de utilizar, e isso deve ser levado em considera\u00e7\u00e3o na avalia\u00e7\u00e3o\".<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> <span style=\"text-decoration: underline;\">MODELO NRC<\/span><br \/> Diretor da SNA, Alberto Figueiredo explica que \"o NRC \u00e9 um comp\u00eandio de acredita\u00e7\u00e3o mundial, que registra as necessidades nutricionais dos animais em cada fase da vida e em cada condi\u00e7\u00e3o de produ\u00e7\u00e3o\". \"A maioria dos formuladores de ra\u00e7\u00e3o adota esses dados para o c\u00e1lculo das necessidades nutricionais dos animais. No entanto, na hora de escolher as op\u00e7\u00f5es de ingredientes, a serem utilizados para a dieta, s\u00e3o usadas informa\u00e7\u00f5es de pesquisas nacionais, sendo que alguns produtores j\u00e1 utilizam a an\u00e1lise laboratorial dos vegetais e gr\u00e3os da pr\u00f3pria propriedade, com o objetivo de fazer com que esse c\u00e1lculo fique o mais pr\u00f3ximo poss\u00edvel da realidade\", relata Figueiredo.<\/p>\n<p> Por conta de exaustivas pesquisas, continua o diretor da SNA, \"o NRC apresenta as necessidades nutricionais absolutamente confi\u00e1veis e confirmadas nas pesquisas nacionais\". \"A diferen\u00e7a dos n\u00edveis de produ\u00e7\u00e3o de leite entre outros pa\u00edses e o Brasil est\u00e1 mais relacionada ao custo da terra, que \u00e9 maior l\u00e1 fora, portanto, precisa ter maior produtividade para que o neg\u00f3cio seja econ\u00f4mico, menor contingente de pessoas envolvidas com as atividades produtivas, necessitando ter maior produtividade por homem ocupado, al\u00e9m dos programas de subs\u00eddios ainda presentes em parte dos pa\u00edses que estimulam o processo produtivo\", cita Figueiredo.<\/p>\n<p> <span style=\"text-decoration: underline;\">TECNOLOGIAS<\/span><br \/> Algumas tecnologias associadas \u00e0 atividade leiteira podem contribuir para o aumento da produ\u00e7\u00e3o, como softwares de gest\u00e3o de rebanhos. \"Sem sombra de d\u00favida, o controle sobre os resultados, tanto de \u00edndices de produtividade quanto, principalmente, de custos, \u00e9 fundamental para o constante aprimoramento do processo produtivo. Nesse caso, os softwares existentes no mercado, e\/ou produzidos nas pr\u00f3prias propriedades, com base em planilhas simples, s\u00e3o fundamentais, uma vez que o n\u00famero de dados a ser considerado dificulta esse controle por m\u00e9todos manuais\", salienta o diretor da SNA.<\/p>\n<p> Segundo Figueiredo, que apresenta ampla experi\u00eancia como pecuarista, \"o problema \u00e9 que a maioria dos produtores sequer anota as informa\u00e7\u00f5es di\u00e1rias, chegando ao ponto de n\u00e3o saber a data prevista para o parto ou a necessidade de encerramento de lacta\u00e7\u00e3o\". \"As cinco prioridades para o aumento da produ\u00e7\u00e3o de leite s\u00e3o: 1. alimenta\u00e7\u00e3o adequada; 2. alimenta\u00e7\u00e3o adequada; 3. alimenta\u00e7\u00e3o adequada; 4. alimenta\u00e7\u00e3o adequada; 5. alimenta\u00e7\u00e3o adequada. Depois que se consegue esse par\u00e2metro, pode-se pensar em conforto animal e em gen\u00e9tica, para melhorar as condi\u00e7\u00f5es de produ\u00e7\u00e3o dos animais\", sentencia.<\/p>\n<p> <span style=\"text-decoration: underline;\">NANOTECNOLOGIA E APPS<\/span><br \/> Conforme a analista de Intelig\u00eancia do SIS\/Sebrae a utiliza\u00e7\u00e3o de tecnologias mais avan\u00e7adas na pecu\u00e1ria veio para ficar. \"A nanotecnologia, por exemplo, pode ser utilizada para enfrentar diversos desafios na atividade leiteira, como na identifica\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as, por meio de nanossensores capazes de permitir mais acur\u00e1cia nos diagn\u00f3sticos laboratoriais; e no tratamento contra a mastite, inflama\u00e7\u00e3o que pode reduzir a qualidade e a produ\u00e7\u00e3o de leite, por meio de nanoc\u00e1psulas que direcionam o antibi\u00f3tico no interior da gl\u00e2ndula mam\u00e1ria\", informa Renata Magalh\u00e3es. Segundo a analista, os aplicativos rurais tamb\u00e9m auxiliam - e muito - a atividade, podendo ser utilizados para monitorar animais, gerenciar rebanhos, avaliar a qualidade do leite, avaliar a produtividade individual do animal, controlar a vacina\u00e7\u00e3o, analisar os dados da sa\u00fade, gerenciar custos e lucros, entre outros.<\/p>\n<p> \"A tecnologia tamb\u00e9m est\u00e1 presente na inova\u00e7\u00e3o de t\u00e9cnicas, m\u00e1quinas e equipamentos utilizados na atividade.\" De acordo com o SIS\/Sebrae, s\u00e3o diversas as tecnologias associadas \u00e0 atividade leiteira que podem contribuir para o aumento da produ\u00e7\u00e3o.&nbsp;<br \/> * Software de gest\u00e3o de rebanhos: existem softwares no mercado que contribuem para que o produtor obtenha informa\u00e7\u00f5es sobre rendimento e desempenho t\u00e9cnico. Esses softwares emitem relat\u00f3rios e fornecem estat\u00edsticas para melhor gerenciamento.<br \/> * Software de formula\u00e7\u00e3o de dietas: existem programas que formulam dietas, concentrados e suplementos para vacas leiteiras. Alguns, inclusive, oferecem a op\u00e7\u00e3o de desenvolver dietas tropicalizadas.<br \/> * Novos equipamentos: s\u00e3o diversos os equipamentos necess\u00e1rios para a manuten\u00e7\u00e3o e melhoria da atividade leiteira. Por exemplo, cocho, bebedouro, equipamento para mistura do alimento, dentre outros. (SNA)<\/p>\n<p> <strong>Custos\/Alemanha&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p> De acordo com o \u00faltimo estudo elaborado pelo Departamento Alem\u00e3o para Agricultura e Sociologia Rural, em janeiro de 2017, o pre\u00e7o m\u00e9dio do leite ao produtor de 33,76 centavos de euros por quilo de leite cobre apenas 77% dos custos de produ\u00e7\u00e3o (43,74 centavos). O estudo, em parceria com o Comit\u00ea Europeu de Latic\u00ednios (EMB) e do Comit\u00ea do Leite da Alemanha (MEG), calculou os custos correntes da produ\u00e7\u00e3o de leite a partir de dados da produ\u00e7\u00e3o da Uni\u00e3o Europeia (UE) e publicados em uma base trimestral. Considerando que a situa\u00e7\u00e3o dos custos na Alemanha alterou apenas ligeiramente nos \u00faltimos meses, e os pre\u00e7os em toda a UE aumentaram ligeiramente, \"o programa volunt\u00e1rio de redu\u00e7\u00e3o da oferta de leite da UE reduziu o crescimento do leite excedente, interrompendo a tend\u00eancia de queda dos pre\u00e7os\", disse Romuald Schaber, presidente da EMB. Por exemplo, quando os pre\u00e7os do leite na Alemanha ainda estavam abaixo de 25 centavos, em julho do ano passado, a situa\u00e7\u00e3o em outros pa\u00edses era muito mais dram\u00e1tica. Em julho de 2016, os pre\u00e7os na Litu\u00e2nia ficaram abaixo de 17 centavos e em torno de 22 centavos na B\u00e9lgica. Mas, \u00e9 pouco prov\u00e1vel que a recupera\u00e7\u00e3o atual, de 30 e 34 centavos, respectivamente, no in\u00edcio de 2017 gra\u00e7as \u00e0 redu\u00e7\u00e3o volunt\u00e1ria de produ\u00e7\u00e3o que ocorreu no \u00faltimo trimestre de 2016, se mantenha por muito tempo.&nbsp;<\/p>\n<p> Sinais de queda prolongada j\u00e1 est\u00e3o sendo observados, embora novos aumentos de pre\u00e7os sejam essenciais. De acordo com Schaber, \"\u00e9 importante que se estabele\u00e7a, rapidamente, normas na UE que permitam aos agricultores produzirem com responsabilidade\". Sem isto, a situa\u00e7\u00e3o cr\u00edtica far\u00e1 com que os produtores tenham que intensificar a produ\u00e7\u00e3o, prejudicando todo o mercado. A EMB solicita ao Comiss\u00e1rio Europeu, Phil Hogan, e aos Ministros da Agricultura dos pa\u00edses membros, que introduzam instrumentos de crise do mercado do leite, com base no Programa de Responsabilidade do Mercado (MRP). Schaber disse: \"nos \u00faltimos anos os agricultores e as autoridades perceberam que um mercado com leite excedente \u00e9 extremamente prejudicial para muitas \u00e1reas\". Com um instrumento de crise, que libera, automaticamente, medidas estabilizadoras, como restri\u00e7\u00e3o volunt\u00e1ria de produ\u00e7\u00e3o em momentos de turbul\u00eancias no mercado, a UE pode finalmente lidar com as crises cr\u00f4nicas do mercado de leite. (The Dairy Site - Tradu\u00e7\u00e3o Livre: Terra Viva)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2218\" style=\"width: 500px; height: 220px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: center; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div><em>Alta do pre\u00e7o do leite no mercado spot em abril<br \/> &nbsp;No mercado spot, ou seja, o leite comercializado entre as ind\u00fastrias, os pre\u00e7os subiram na primeira quinzena de abril. Segundo levantamento da Scot Consultoria, em S\u00e3o Paulo, os neg\u00f3cios ocorreram, em m\u00e9dia, em R$1,579 por litro, posto na plataforma. Os maiores valores chegaram a R$1,60 por litro. Houve alta de 3,4% na compara\u00e7\u00e3o com a quinzena anterior. Em Minas Gerais e em Goi\u00e1s, os pre\u00e7os m\u00e9dios ficaram em R$1,575 e R$1,415 por litro, respectivamente. A produ\u00e7\u00e3o nacional em queda aumenta a concorr\u00eancia por mat\u00e9ria-prima pelos latic\u00ednios. Em curto e m\u00e9dio prazos, a expectativa \u00e9 de alta do leite no mercado spot. Por\u00e9m, os incrementos dever\u00e3o ser menores na compara\u00e7\u00e3o com as quinzenas anteriores. Algumas ind\u00fastrias j\u00e1 falam em manuten\u00e7\u00e3o das cota\u00e7\u00f5es no mercado spot. Apesar da produ\u00e7\u00e3o caindo, alguns fatores chamam a aten\u00e7\u00e3o e podem limitar as altas tamb\u00e9m para o produtor em curto e m\u00e9dio prazos. S\u00e3o eles: as importa\u00e7\u00f5es em alta, a produ\u00e7\u00e3o aumentando no Sul do pa\u00eds a partir de abril\/maio e a demanda interna patinando. (Fonte: Scot Consultoria)<\/em><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; line-height: 13.5pt; text-align: justify; width: 803px;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 24&nbsp;de abril&nbsp;de 2017. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.485 &nbsp; &nbsp; &nbsp;Importa\u00e7\u00f5es\/China&nbsp; As importa\u00e7\u00f5es de produtos l\u00e1cteos pela China continuar\u00e3o subindo nos pr\u00f3ximos 10 anos, embora em um ritmo mais lento. <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/04\/24\/24-04-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"24\/04\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1512","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1512","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1512"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1512\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1512"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1512"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1512"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}