{"id":15089,"date":"2024-08-15T17:09:11","date_gmt":"2024-08-15T17:09:11","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=15089"},"modified":"2024-08-15T17:21:00","modified_gmt":"2024-08-15T17:21:00","slug":"15-08-2024","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2024\/08\/15\/15-08-2024\/","title":{"rendered":"15\/08\/2024"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 15 de agosto de 2024&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 18 - N\u00b0 4.202<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<hr>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>China \u00e9 o principal destino de exporta\u00e7\u00f5es brasileiras<br \/>\n<\/b><\/p>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entre junho de 2023 e julho de 2024, o Brasil exportou mais de US$ 57 bilh\u00f5es para o pa\u00eds asi\u00e1tico, um aumento de 8,9% em compara\u00e7\u00e3o ao per\u00edodo anterior<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 15 de agosto de 1974, Brasil e China davam in\u00edcio as rela\u00e7\u00f5es diplom\u00e1ticas que anos depois faria do pa\u00eds asi\u00e1tico o principal parceiro comercial do Brasil. Nesta quinta-feira (15), comemora-se 50 anos de diplomacia entre os dois pa\u00edses.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201c\u00c9 determina\u00e7\u00e3o do presidente Lula que retomemos as boas rela\u00e7\u00f5es diplom\u00e1ticas com os pa\u00edses. Nestes 50 anos, tivemos muitas oportunidades comerciais com a China, tanto que ela se tornou nosso maior parceiro. Aqui no Mapa trabalhamos para que tenhamos mais progressos bilaterais econ\u00f4micos\u201d, destacou o ministro da Agricultura e Pecu\u00e1ria, Carlos F\u00e1varo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo o Minist\u00e9rio de Rela\u00e7\u00f5es Exteriores (MRE), a rela\u00e7\u00e3o bilateral est\u00e1 estruturada na Comiss\u00e3o Sino-Brasileira de Alto N\u00edvel de Concerta\u00e7\u00e3o e Coopera\u00e7\u00e3o (COSBAN), criada em 2004, foi al\u00e7ada ao n\u00edvel de parceria estrat\u00e9gica global em 2012 e neste ano comemora-se 20 anos da cria\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo a Secretaria de Com\u00e9rcio e Rela\u00e7\u00f5es Internacionais do Mapa (SCRI), entre julho de 2023 e julho de 2024, a China foi o principal destino das exporta\u00e7\u00f5es brasileiras do agroneg\u00f3cio, totalizando US$ 57,94 bilh\u00f5es. Houve um aumento de 8,9% em compara\u00e7\u00e3o ao per\u00edodo anterior. Houve recorde em 2023 com as exporta\u00e7\u00f5es de mais de US$ 60 bilh\u00f5es, um aumento de mais de US$ 9 bilh\u00f5es em rela\u00e7\u00e3o a 2022.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Brasil exportou US$ 28,44 bilh\u00f5es em produtos agr\u00edcolas para a China no primeiro semestre de 2024.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os principais produtos exportados para a China s\u00e3o soja, milho, a\u00e7\u00facar, carne bovina, carne de frango, celulose, algod\u00e3o e carne su\u00edna in natura.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sendo uma rela\u00e7\u00e3o bilateral, assim como exportou, o Brasil tamb\u00e9m importou produtos do pa\u00eds asi\u00e1tico, como produtos florestais e t\u00eaxteis. As importa\u00e7\u00f5es somam aproximadamente US$ 1,18 bilh\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\"As rela\u00e7\u00f5es diplom\u00e1ticas entre Brasil e China, especialmente sob a gest\u00e3o do presidente Lula e do ministro Carlos F\u00e1varo, alcan\u00e7aram um patamar sem precedentes. Da diplomacia bem-sucedida, colhemos os frutos de negocia\u00e7\u00f5es comerciais robustas, que consolidaram a China como o nosso principal parceiro estrat\u00e9gico no agroneg\u00f3cio\u201d, ressaltou o secret\u00e1rio da SCRI, Roberto Perosa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O ministro Carlos F\u00e1varo j\u00e1 realizou duas miss\u00f5es ministeriais a China. A \u00faltima foi realizada em junho deste ano em comitiva com o vice-presidente da Rep\u00fablica, Geraldo Alckmin. Durante a miss\u00e3o, o Governo Federal fechou um acordo para promover o caf\u00e9 brasileiro na maior rede de cafeterias chinesa, prevendo a compra de aproximadamente 120 mil toneladas de Caf\u00e9.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para manter o di\u00e1logo e as boas rela\u00e7\u00f5es comerciais, atualmente a China \u00e9 o \u00fanico pa\u00eds que conta com dois postos de adidos agr\u00edcolas brasileiras em Pequim.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Perosa ainda afirma que a restaura\u00e7\u00e3o de um di\u00e1logo frut\u00edfero com o pa\u00eds asi\u00e1tico permite avan\u00e7os significativos, como expans\u00e3o de exporta\u00e7\u00f5es de produtos-chave, fortalecendo ainda mais o papel do Brasil no cen\u00e1rio global. (Mapa)<\/p>\n<hr>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><strong>Livro conta hist\u00f3ria de 100 anos da pesquisa agropecu\u00e1ria oficial no Rio Grande do Sul<\/strong><\/p>\n<p>Foram 15 anos de dedica\u00e7\u00e3o a uma pesquisa hist\u00f3rica em busca de documentos, fotos, registros e relat\u00f3rios, em dezenas de centros de pesquisa e esta\u00e7\u00f5es experimentais que auxiliaram a impulsionar o agroneg\u00f3cio ga\u00facho nos \u00faltimos 105 anos. O fruto deste trabalho \u00e9 o livro Os 100 anos da pesquisa agropecu\u00e1ria oficial do Rio Grande do Sul, dispon\u00edvel para <a href=\"https:\/\/www.agricultura.rs.gov.br\/livro-conta-historia-de-100-anos-da-pesquisa-agropecuaria-oficial-no-rio-grande-do-sul\">download gratuito<\/a> e editado pelo Departamento de Diagn\u00f3stico e Pesquisa Agropecu\u00e1ria da Secretaria da Agricultura, Pecu\u00e1ria, Produ\u00e7\u00e3o Sustent\u00e1vel e Irriga\u00e7\u00e3o (DDPA\/Seapi).<\/p>\n<p>A publica\u00e7\u00e3o \u00e9 organizada pela pesquisadora aposentada S\u00f4nia Lobato que, em 2009, iniciou, quase por acaso, um movimento de resgate da mem\u00f3ria da pesquisa agropecu\u00e1ria oficial ga\u00facha.<\/p>\n<p>\u201cNa \u00e9poca, fui chamada a fazer um resumo para uma publica\u00e7\u00e3o sobre os 90 anos da pesquisa agropecu\u00e1ria estadual. Ao buscar informa\u00e7\u00f5es para elaborar esse resumo, encontrei muitos registros dispersos. Diante disso, surgiu a vontade de reunir e organizar essas informa\u00e7\u00f5es, o que foi realizado nesse livro\u201d, conta S\u00f4nia.A pesquisa agropecu\u00e1ria oficial do Estado iniciou em 1919, com a cria\u00e7\u00e3o da Esta\u00e7\u00e3o de Sele\u00e7\u00e3o das Col\u00f4nias em Alfredo Chaves (hoje Veran\u00f3polis), pelo Departamento de Agricultura do Governo Federal. Na d\u00e9cada seguinte, outras unidades de pesquisa foram criadas no Rio Grande do Sul pelo governo federal, em \u00e1reas doadas pelo Estado. Em 1929, as esta\u00e7\u00f5es experimentais foram transferidas para o governo estadual e, a partir da\u00ed, novas unidades de pesquisa foram criadas, ficando sob a coordena\u00e7\u00e3o de quatro institutos de pesquisa vinculados ao Departamento de Pesquisa da Secretaria da Agricultura.<\/p>\n<p>A partir da fus\u00e3o dos institutos de pesquisa estaduais, em 1994, surgiu a Funda\u00e7\u00e3o Estadual de Pesquisa Agropecu\u00e1ria (Fepagro), unificando a pesquisa agropecu\u00e1ria p\u00fablica no Estado. Em 2017, com sua extin\u00e7\u00e3o, a Funda\u00e7\u00e3o foi novamente absorvida pela Secretaria da Agricultura, dando origem ao DDPA.<\/p>\n<p>\u201cA Fepagro foi extinta no per\u00edodo em que j\u00e1 havia reunido todas as informa\u00e7\u00f5es para o livro e estava me aposentando. Mesmo assim, considerei que precisava levar adiante a proposta de publica\u00e7\u00e3o. E conseguimos, agora em 2024, terminar de contar nossa hist\u00f3ria\u201d, finaliza S\u00f4nia.<\/p>\n<p>\u201cA pesquisa estadual hoje \u00e9 representada pelo Departamento de Diagn\u00f3stico e Pesquisa Agropecu\u00e1ria, DDPA. Apesar das mudan\u00e7as organizacionais e administrativas ao longo do tempo, o objetivo sempre foi o mesmo: desenvolver pesquisas que contribuam para o desenvolvimento do setor agropecu\u00e1rio e do estado do Rio Grande do Sul\u201d, destaca o diretor do DDPA, Caio Efrom.<\/p>\n<p>Segundo o diretor, al\u00e9m do registro hist\u00f3rico, a obra tamb\u00e9m enaltece as realiza\u00e7\u00f5es e o fruto do trabalho de in\u00fameras pessoas que serviram \u00e0 ci\u00eancia ga\u00facha, entre pesquisadores, t\u00e9cnicos, agentes e auxiliares.<\/p>\n<p>\u201cConvidamos o leitor para conhecer essa hist\u00f3ria, desde seus prim\u00f3rdios, valorizando o legado dos que nos antecederam e a dedica\u00e7\u00e3o que temos em prosseguir escrevendo novos cap\u00edtulos atrav\u00e9s de nossa contribui\u00e7\u00e3o, com um lema: a ci\u00eancia a servi\u00e7o do Rio Grande do Sul\u201d, conclui Caio.<\/p>\n<p>Uma vers\u00e3o impressa exclusiva do livro foi entregue ao governador Eduardo Leite, no lan\u00e7amento da 47\u00aa Expointer. Durante a feira agropecu\u00e1ria, tamb\u00e9m haver\u00e1 o lan\u00e7amento oficial da publica\u00e7\u00e3o, que ser\u00e1 apresentada ao p\u00fablico do Parque de Exposi\u00e7\u00f5es Assis Brasil. O gesto marca a celebra\u00e7\u00e3o, em 2024, dos 105 anos da pesquisa agropecu\u00e1ria no Rio Grande do Sul. (Seapi)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Infla\u00e7\u00e3o desacelera para fam\u00edlias de rendas mais baixas em julho<br \/>\n<\/b><br \/>\nRendas mais baixas - A infla\u00e7\u00e3o desacelerou para as fam\u00edlias de renda baixa e muito baixa em julho, mas voltou a registrar alta entre as demais classes, na compara\u00e7\u00e3o com junho. A taxa de infla\u00e7\u00e3o para as fam\u00edlias de renda alta ficou em 0,80% no m\u00eas passado, frente a 0,04% em junho. Entre as fam\u00edlias de renda muito baixa e baixa, as taxas foram, respectivamente, de 0,09% e 0,18% no m\u00eas passado, recuando em rela\u00e7\u00e3o ao percentual de 0,29% observado em junho.<\/p>\n<p>Os dados comp\u00f5em o Indicador Ipea de Infla\u00e7\u00e3o por Faixa de Renda referente a julho, divulgado nesta quarta-feira (14) pelo Instituto de Pesquisa Econ\u00f4mica Aplicada. As fam\u00edlias de renda muito baixa seguem apresentando a menor taxa de infla\u00e7\u00e3o acumulada em 12 meses (4,05%), enquanto a faixa de renda alta tem a taxa mais elevada (5,09%), conforme a tabela abaixo:<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/qnOhc5ABF0435\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/qnOhc5ABF0435\"><\/p>\n<p>O grupo \u201calimentos e bebidas\u201d foi o principal ponto de descompress\u00e3o inflacion\u00e1ria para todas as faixas de renda, tendo em vista a queda de pre\u00e7os observada em 10 dos 16 segmentos que formam esse conjunto de produtos. As defla\u00e7\u00f5es registradas em itens importantes como cereais (-0,77%), tub\u00e9rculos (-16,3%), frutas (-2,8%), aves e ovos (-0,65%) e leites e derivados (-0,41%), entre outros, causaram um forte al\u00edvio inflacion\u00e1rio, sobretudo para as fam\u00edlias de menor poder aquisitivo, dada a parcela proporcionalmente maior do seu or\u00e7amento gasta com a compra desses bens. Por sua vez, os reajustes de 1,9% no pre\u00e7o da energia el\u00e9trica, impactado pela ado\u00e7\u00e3o da bandeira tarif\u00e1ria amarela, e de 1,2% do g\u00e1s de botij\u00e3o explicam a contribui\u00e7\u00e3o positiva do grupo \u201chabita\u00e7\u00e3o\u201d para a infla\u00e7\u00e3o de julho, especialmente entre as fam\u00edlias de renda mais baixa.<\/p>\n<p>Os reajustes de 3,3% dos combust\u00edveis, de 4,4% do seguro veicular e de 19,4% das passagens a\u00e9reas s\u00e3o as principais causas do forte impacto exercido pelo grupo \u201ctransportes\u201d para a infla\u00e7\u00e3o das fam\u00edlias de renda alta em julho. O aumento dos servi\u00e7os pessoais (0,55%) e de lazer (0,52%) tamb\u00e9m ajuda a explicar o quadro de press\u00e3o inflacion\u00e1ria mais intensa para os segmentos de maior renda.<\/p>\n<p>Na compara\u00e7\u00e3o com julho de 2023, os dados revelam um avan\u00e7o da infla\u00e7\u00e3o corrente para todas as faixas de renda, com impacto mais intenso entre as fam\u00edlias de renda muito baixa \u2013 que observaram um aumento de 0,09% na taxa em julho deste ano e uma defla\u00e7\u00e3o de 0,28% no mesmo per\u00edodo de 2023.<\/p>\n<p>Mesmo diante da melhora no desempenho dos alimentos no domic\u00edlio, cuja defla\u00e7\u00e3o em julho de 2024 (-1,5%) foi mais acentuada que a observada em julho de 2023 (-0,72%), o aumento da infla\u00e7\u00e3o corrente \u00e9 explicado, em grande parte, pela piora no desempenho dos grupos \u201chabita\u00e7\u00e3o\u201d e \u201cartigos de resid\u00eancia\u201d, al\u00e9m de uma defla\u00e7\u00e3o menos intensa do grupo \u201cvestu\u00e1rio\u201d. No primeiro caso, as altas nos pre\u00e7os da energia el\u00e9trica (1,9%) e do g\u00e1s de botij\u00e3o (1,2%), em 2024, ficaram bem acima das quedas apontadas em 2023: -3,9% e -1,0%, respectivamente.<\/p>\n<p>J\u00e1 para o grupo \u201cartigos de resid\u00eancia\u201d, a queda de 0,29% dos pre\u00e7os dos produtos eletroeletr\u00f4nicos, registrada em 2023, contrasta com o reajuste de 0,62% em julho de 2024. Por fim, em rela\u00e7\u00e3o ao grupo vestu\u00e1rio, nota-se que a defla\u00e7\u00e3o de 0,02% observada em julho de 2024 ficou aqu\u00e9m da apontada no mesmo per\u00edodo de 2023 (-0,24%).<\/p>\n<p>A infla\u00e7\u00e3o acumulada em doze meses, j\u00e1 com os dados de julho de 2024 incorporados, mostra que todas as classes de renda registraram acelera\u00e7\u00e3o de sua curva de crescimento. Em termos absolutos, o segmento de renda baixa \u00e9 o que apresenta a menor taxa de infla\u00e7\u00e3o (4,1%), enquanto a faixa de renda alta \u00e9 a que aponta a taxa mais elevada no per\u00edodo considerado (5,1%).&nbsp;Fonte: Ipea<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><em>Jogo R\u00e1pido<\/em><\/strong><\/p>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i>O Minist\u00e9rio da Agricultura lan\u00e7ou um v\u00eddeo informativo que detalha o passo a passo para que ind\u00fastrias e cooperativas possam se habilitar no Programa Mais Leite Saud\u00e1vel. O conte\u00fado do v\u00eddeo oferece orienta\u00e7\u00f5es claras sobre os procedimentos necess\u00e1rios para ades\u00e3o ao programa, que tem como objetivo promover a melhoria da qualidade do leite e a sustentabilidade da produ\u00e7\u00e3o. A iniciativa busca facilitar o acesso das empresas ao programa, incentivando a ado\u00e7\u00e3o de pr\u00e1ticas que elevem os padr\u00f5es de qualidade e fortale\u00e7am o setor l\u00e1cteo no Brasil.&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=Bx4GeRiecTw\" data-cke-saved-href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=Bx4GeRiecTw\">Assista o v\u00eddeo clicando aqui.<\/a>&nbsp;(Mapa via youtube)<\/i><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 15 de agosto de 2024&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 18 - N\u00b0 4.202 China \u00e9 o principal destino de exporta\u00e7\u00f5es brasileiras Entre junho de 2023 e julho de 2024, o <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2024\/08\/15\/15-08-2024\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"15\/08\/2024\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-15089","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15089","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15089"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15089\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":15092,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15089\/revisions\/15092"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15089"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15089"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15089"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}