{"id":1508,"date":"2017-04-19T16:56:24","date_gmt":"2017-04-19T16:56:24","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/04\/19\/19-04-2017\/"},"modified":"2017-04-19T16:56:24","modified_gmt":"2017-04-19T16:56:24","slug":"19-04-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/04\/19\/19-04-2017\/","title":{"rendered":"19\/04\/2017"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> &nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 19<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp;de abril&nbsp;<\/em><\/strong><strong><em>de 2017. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.483<\/em><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp;<strong>Sindilat e Mapa apresentam resultados do Programa Mais Leite Saud\u00e1vel<\/strong><\/p>\n<p> Para esclarecer d\u00favidas e apresentar os relat\u00f3rios do Programa Mais Leite Saud\u00e1vel, tanto por parte do Minist\u00e9rio da Agricultura (Mapa) quanto das ind\u00fastrias de latic\u00ednios, uma reuni\u00e3o ser\u00e1 realizada na quinta-feira (27\/04), \u00e0s 10h, no audit\u00f3rio da superintend\u00eancia do Mapa no Rio Grande do Sul, em Porto Alegre. O encontro conta com o apoio do Sindicato das Ind\u00fastrias dos Latic\u00ednios do RS (Sindilat), que convidar\u00e1 empresas do setor a participarem do encontro para relatar os resultados j\u00e1 obtidos com o programa.&nbsp;<\/p>\n<p> A iniciativa j\u00e1 beneficiou mais de 16 mil produtores. At\u00e9 o momento, foram realizados testes de tuberculose e brucelose em animais de 3 mil propriedades, conforme adianta o auditor fiscal federal agropecu\u00e1rio do Mapa, Roberto Lucena. No total, j\u00e1 foram investidos R$ 30 milh\u00f5es, recurso advindo de cr\u00e9dito de Pis\/Cofins, em 50 projetos que envolvem a\u00e7\u00f5es para os produtores rurais em tr\u00eas \u00e1reas: melhoria da qualidade do leite, melhoramento gen\u00e9tico e educa\u00e7\u00e3o sanit\u00e1ria.<\/p>\n<p> Lucena chama a aten\u00e7\u00e3o para a boa disponibilidade de recursos a serem investidos por meio do programa. Neste sentido, o t\u00e9cnico destaca que o momento de instabilidade econ\u00f4mica contrasta com as oportunidades oferecidas pelo projeto. \"O que entendemos, no meio da crise, \u00e9 que temos recursos volumosos para investimento no produtor rural e no fomento \u00e0 qualidade do leite\", conclui, ressaltando a import\u00e2ncia do engajamento das ind\u00fastrias na iniciativa.&nbsp;<\/p>\n<p> O secret\u00e1rio executivo do Sindilat, Darlan Palharini, destaca a import\u00e2ncia das a\u00e7\u00f5es que podem ser viabilizadas pelo programa.<\/p>\n<p> O Programa Mais Leite Saud\u00e1vel trata dos cr\u00e9ditos presumidos do Pis\/Cofins para as empresas l\u00e1cteas e cooperativas. Conforme o decreto n. 8.533 do Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o, a lei 13.137\/2015 prev\u00ea a concess\u00e3o de cr\u00e9dito presumido de 50% para os latic\u00ednios que apresentarem propostas de melhoria da qualidade do leite com investimento de 5% do benef\u00edcio. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Disparada nas importa\u00e7\u00f5es&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p> O Brasil importou, de janeiro a mar\u00e7o deste ano, 50,8 mil toneladas de produtos l\u00e1cteos, um incremento de 57,6% na compara\u00e7\u00e3o com o primeiro trimestre do ano passado, quando o volume que entrou no Pa\u00eds foi de 32,2 mil toneladas. Os principais produtos importados no per\u00edodo, segundo dados do Minist\u00e9rio do Desenvolvimento, Ind\u00fastria e Com\u00e9rcio Exterior (MDIC), foram o leite em p\u00f3 integral e desnatado, queijos e soro de leite. Como as exporta\u00e7\u00f5es, no trimestre, foram de 13,2 mil toneladas, o saldo negativo foi de 37,6 mil toneladas. H\u00e1 pelo menos tr\u00eas anos o pa\u00eds registra um movimento crescente de importa\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos, com volume de 109 mil toneladas em 2014, 134,8 mil toneladas em 2015 e 241 mil toneladas em 2016, quando o saldo negativo foi de 185 mil toneladas. Para o secret\u00e1rio executivo do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios e Produtos Derivados do Estado (Sindilat\/RS), Darlan Palharini, o pre\u00e7o competitivo de outros pa\u00edses \u00e9 uma das explica\u00e7\u00f5es. Dados do MDIC apontam que, em janeiro, a cota\u00e7\u00e3o do quilo do leite em p\u00f3 integral estava a 11,91 d\u00f3lares na exporta\u00e7\u00e3o e 3,19 d\u00f3lares na importa\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n<p> Em fevereiro, o quilo de leite desnatado foi vendido ao exterior por 5,60 d\u00f3lares e importado a 2,72 d\u00f3lares. Na opini\u00e3o de Palharini, a baixa competitividade dos produtos brasileiros \u00e9 reflexo do chamado Custo Brasil. \"Os tributos, a infraestrutura prec\u00e1ria das estradas, tudo contribui para que o nosso produto fique mais caro. Este \u00e9 o grande desafio que temos para fazer frente \u00e0s importa\u00e7\u00f5es\", afirma. Preocupados com a situa\u00e7\u00e3o, produtores e entidades ligadas ao setor pediram ao Minist\u00e9rio da Agricultura, em dezembro, que reavaliasse as regras para a compra de pa\u00edses do Mercosul. \"O ministro Blairo Maggi at\u00e9 tentou negocia\u00e7\u00f5es com o Uruguai, mas eles foram irredut\u00edveis, n\u00e3o aceitaram imposi\u00e7\u00e3o de cotas\", lembra Palharini. O assessor de Pol\u00edtica Agr\u00edcola da Fetag, M\u00e1rcio Langer, diz que n\u00e3o v\u00ea justificativa, atualmente, para que as importa\u00e7\u00f5es continuem no mesmo ritmo. \"No ano passado havia uma escassez na produ\u00e7\u00e3o nacional e se importou mais para haver um equil\u00edbrio entre a oferta e a demanda\", lembra. \"Mas as importa\u00e7\u00f5es continuam elevadas demais.\" (Correio do Povo)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Perspectivas do mercado l\u00e1cteo - Am\u00e9rica do Sul - Relat\u00f3rio 15\/2017<\/strong><\/p>\n<p> Leite\/Am\u00e9rica do Sul - A produ\u00e7\u00e3o de leite na fazenda est\u00e1 mista na Argentina, em decorr\u00eancia das condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas vari\u00e1veis atrav\u00e9s do pa\u00eds nas \u00faltimas duas semanas. Nas Prov\u00edncias de Buenos Aires e C\u00f3rdoba fortes chuvas inundaram diversas regi\u00f5es prejudicando a produ\u00e7\u00e3o de leite e causando problemas com o transporte. &nbsp;Por outro lado, em importantes bacias leiteiras, como Entre Rios, o clima seco melhorou a produtividade animal. De um modo geral a capta\u00e7\u00e3o de leite est\u00e1 adequada \u00e0s necessidades da ind\u00fastria. No entanto, o fornecimento de mat\u00e9ria gorda permanece baixo diante de um mercado com aumento da demanda.<\/p>\n<p> Para elevar a oferta de manteiga, muitos processadores intensificam a produ\u00e7\u00e3o de leite em p\u00f3 desnatado. As bonifica\u00e7\u00f5es para a mat\u00e9ria gorda do leite continuam altas, o que faz aumentar o custo operacional de muitas f\u00e1bricas de queijo, ao ponto, de afetar a demanda dom\u00e9stica do produto. No Uruguai a produ\u00e7\u00e3o de leite encontra-se est\u00e1vel, dentro da tend\u00eancia sazonal, e a capta\u00e7\u00e3o adequada \u00e0s necessidades das ind\u00fastrias. Houve queda na demanda por leite fluido\/UHT por parte das institui\u00e7\u00f5es de ensino, diante dos feriados de P\u00e1scoa, quando os estabelecimentos estiveram fechados. A encomenda de leite fluido para supermercados e restaurantes est\u00e3o normais. A concorr\u00eancia por mat\u00e9ria gorda entre as ind\u00fastrias \u00e9 intensa, diante da oferta apertada.<\/p>\n<p> No Brasil as chuvas sazonais foram favor\u00e1veis \u00e0 segunda safra de milho e algod\u00e3o nas principais bacias leiteiras do Brasil Central e Nordeste, encerrando v\u00e1rias semanas de seca. Contudo, a produ\u00e7\u00e3o de leite caiu, como \u00e9 normal acontecer nesta \u00e9poca do ano. Com isto a redu\u00e7\u00e3o da oferta o pre\u00e7o do leite ao produtor \u00e9 pressionado para cima. A demanda por leite fluido\/UHT de v\u00e1rios canais est\u00e1 fraca. O maior custo do leite cru reflete no aumento nos pre\u00e7os do queijo, prejudicando as vendas, e elevando os estoques. De acordo com o Centro de Estudos em Economia Aplicada (CEPEA), o \u00cdndice de Capta\u00e7\u00e3o de Leite (ICALP-L\/Cepea), em fevereiro, no Brasil foi de 176 pontos, apresentando queda de 3,1% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior e 0,7% quando comparado com um ano atr\u00e1s. Este \u00edndice tem o objetivo de monitorar a capta\u00e7\u00e3o de leite pela ind\u00fastria. (Usda - Tradu\u00e7\u00e3o Livre: Terra Viva)<\/p>\n<p> &nbsp;<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2215\" style=\"width: 600px; height: 283px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2216\" style=\"height: 368px; width: 600px;\" \/>&nbsp;<\/p>\n<p> <strong>Cooperativa Languiru corrige capital social de seus associados em 12% ao ano<\/strong><\/p>\n<p> Durante assembleia, realizada no dia 31 de mar\u00e7o, a Cooperativa Languiru apresentou o novo modelo de capitaliza\u00e7\u00e3o do seu associado em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 corre\u00e7\u00e3o do capital social. Na oportunidade o presidente Dirceu Bayer e a contadora Carla Gregory detalharam o processo, que corrige as quotas-partes dos associados da Languiru em 12% ao ano, o que representa, hoje, aproximadamente R$ 6 milh\u00f5es do capital social. Como consta na Lei 5.764\/71, que define a pol\u00edtica nacional de cooperativismo, a quota-parte \u00e9 uma quantia em dinheiro que os associados depositam no momento em que ingressam no quadro social de uma cooperativa. Na Languiru, por exemplo, o estatuto social prev\u00ea que, ao ser admitido, cada associado dever\u00e1 subscrever, no m\u00ednimo, cem quotas-partes, cada uma delas com valor equivalente a um litro de leite do pre\u00e7o base pago ao produtor no m\u00eas de seu ingresso ao quadro social. &nbsp;O somat\u00f3rio das quotas-partes dos associados comp\u00f5e o capital social de uma cooperativa, recurso que contribui para o suporte de desenvolvimento da institui\u00e7\u00e3o. Em outras palavras, \u00e9 o capital social que d\u00e1 ao associado a sua participa\u00e7\u00e3o na entidade cooperativa que integra, o que lhe permite usufruir dos produtos e servi\u00e7os oferecidos pela organiza\u00e7\u00e3o cooperativa, com direitos e deveres. O incremento do capital social de uma cooperativa ocorre pela ades\u00e3o de novos associados e, neste caso da Languiru a partir da \u00faltima assembleia, com o novo modelo de capitaliza\u00e7\u00e3o e corre\u00e7\u00e3o das quotas-partes de seus associados.<\/p>\n<p> <span style=\"text-decoration: underline;\">Valoriza\u00e7\u00e3o do associado<\/span><br \/> A grave crise econ\u00f4mica e pol\u00edtica brasileira, aliada ao aumento dos custos de produ\u00e7\u00e3o, afeta a imensa maioria das empresas instaladas no Brasil, e nisso tamb\u00e9m se enquadram as cooperativas, especialmente as do agroneg\u00f3cio e do ramo de produ\u00e7\u00e3o. Nesse contexto, a Languiru tamb\u00e9m sentiu os reflexos e, principalmente nos anos de 2015 e 2016, enfrentou dificuldades financeiras. \"Em termos econ\u00f4micos, nossos balan\u00e7os est\u00e3o muito bons, em termos financeiros, nem tanto. O ano de 2016 ainda foi melhor que o ano de 2015, ao contr\u00e1rio do que muitos diziam. Felizmente, cumprimos nossas obriga\u00e7\u00f5es e, para o ano de 2017, j\u00e1 existem sinais de melhora na economia, especialmente no segmento do agroneg\u00f3cio. Entendemos que este ser\u00e1 um ano bom para o setor\", avalia Bayer. Na assembleia, o presidente refor\u00e7ou a import\u00e2ncia do novo modelo de capitaliza\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 corre\u00e7\u00e3o do capital social dos associados. \"Se por um lado n\u00e3o houve a possibilidade de distribui\u00e7\u00e3o de sobras, considerando que n\u00e3o houve sobras no ato cooperativo, por outro lado estamos implementando a corre\u00e7\u00e3o do capital social de cada associado em 12% ao ano\", explica. Bayer avalia que em 61 anos de exist\u00eancia da cooperativa, nunca ocorreu essa corre\u00e7\u00e3o do capital, juros sobre capital pr\u00f3prio. \"A corre\u00e7\u00e3o foi maior do que a pr\u00f3pria poupan\u00e7a. \u00c9 algo in\u00e9dito e, no global da Languiru, isso representa R$ 6 milh\u00f5es de corre\u00e7\u00e3o do capital social da cooperativa\", enaltece, mencionando que essa remunera\u00e7\u00e3o segue o padr\u00e3o adotado por outras cooperativas, especialmente de cr\u00e9dito. Para ele, a iniciativa se trata de \"uma forma de reconhecimento ao associado, que sempre esteve ao lado da sua cooperativa, com a valoriza\u00e7\u00e3o da sua conta capital, o que possibilita \u00e0 Languiru o acesso \u00e0 recursos financeiros no longo prazo\". Inclusive, extrato das quotas-partes de cada associado est\u00e1 sendo disponibilizado pela Languiru, em documento entregue junto \u00e0s contas de leite do produtor, e d\u00favidas podem ser esclarecidas junto ao Departamento T\u00e9cnico da cooperativa. \"Esse extrato deve ser usado pelos produtores na declara\u00e7\u00e3o do Imposto de Renda, com valores j\u00e1 pagos pela Languiru e a serem restitu\u00eddos pelos associados\", acrescenta o presidente.<\/p>\n<p> <span style=\"text-decoration: underline;\">Retorno<\/span><br \/> Em 2016 a Languiru desenvolveu programa de subscri\u00e7\u00e3o de quotas-partes junto ao seu quadro social, iniciativa que contribui para o desempenho econ\u00f4mico da Languiru e acesso ao cr\u00e9dito de longo prazo junto aos entes financeiros. Nesse momento, com a corre\u00e7\u00e3o do capital em 12% ao ano, Bayer usa exemplo de associado que participou do procedimento no \u00faltimo exerc\u00edcio. \"Para quem assinou quotas-partes de R$ 40 mil, por exemplo, ter\u00e1 na sua conta capital a corre\u00e7\u00e3o de 12% sobre este valor do qual s\u00e3o avalistas de empr\u00e9stimo financeiro, com valor pago at\u00e9 o presente momento e com bens em garantia de propriedade da Languiru, preservando o nosso produtor. A partir desse novo modelo, o associado \u00e9 valorizado financeiramente na sua conta capital\" exemplifica. Bayer justifica a implanta\u00e7\u00e3o do novo modelo considerando que atualmente o capital social da cooperativa est\u00e1 em cerca de R$ 52 milh\u00f5es, dos quais R$ 50 milh\u00f5es s\u00e3o dos produtores de leite e dos integrados de aves e su\u00ednos que assinaram quotas-partes. \"Se n\u00e3o adot\u00e1ssemos esse modelo, em oito anos ter\u00edamos apenas R$ 2 milh\u00f5es como capital social da Languiru, o que \u00e9 muito pouco e preocupante. Dessa forma como est\u00e1 sendo contabilizado, a Languiru preserva esse total de R$ 52 milh\u00f5es. \" Ele ainda destaca que a medida tamb\u00e9m busca incrementar o n\u00famero de associados produtores ativos da Languiru. \"\u00c9 um movimento muito forte por novos associados. Estamos contentes em poder compartilhar isso com os associados produtores, uma forma de reconhecimento ao esfor\u00e7o e dedica\u00e7\u00e3o \u00e0 Languiru\", conclui Bayer, agradecendo o apoio e motiva\u00e7\u00e3o de associados e colaboradores. Nesse mesmo contexto de amplia\u00e7\u00e3o do quadro social, o presidente tamb\u00e9m cita a cria\u00e7\u00e3o do Cart\u00e3o Verde, para produtores de milho, e o projeto de inclus\u00e3o social e produtiva, idealizado pela Cooperativa Languiru, com apoio e envolvimento da Emater, de Sindicatos de Trabalhadores Rurais, de Secretarias Municipais da Agricultura de Teut\u00f4nia, Estrela e Westf\u00e1lia, do Centro de Apoio e Promo\u00e7\u00e3o da Agroecologia (CAPA) e da Sicredi Ouro Branco. (Assessoria de Imprensa Languiru)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: center; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div><em>Fonterra quer vender mussarela para o Brasil<\/em><\/div>\n<div><em>A gigante de l\u00e1cteos da Nova Zel\u00e2ndia, Fonterra, dever\u00e1 entrar para o mercado de mussarela no Brasil com &nbsp;a marca Quick Frozen (IQK). O gerente de servi\u00e7os de alimentos da empresa, o brasileiro Hugo Melo, diz que o potencial do mercado \u00e9 enorme, j\u00e1 que o produto economizar\u00e1 o tempo dos pizzaiolos, dinheiro, custos de m\u00e3o de obra e reduzir\u00e1 o desperd\u00edcio. Para atender a esse projeto, a Fonterra anunciou que est\u00e1 construindo uma nova f\u00e1brica, que permitir\u00e1 que a empresa dobre a capacidade de produ\u00e7\u00e3o de mussarela. Ela ser\u00e1 inaugurada em setembro de 2018. Uma vez conclu\u00edda, a f\u00e1brica de Clandeboye da Fonterra passar\u00e1 a ser a maior produtora de mussarela natural do Hemisf\u00e9rio Sul e aposta nos brasileiros como consumidores. (Revista Balde Branco)<\/em><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; line-height: 13.5pt; text-align: justify; width: 803px;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 19&nbsp;de abril&nbsp;de 2017. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.483 &nbsp; &nbsp; &nbsp;Sindilat e Mapa apresentam resultados do Programa Mais Leite Saud\u00e1vel Para esclarecer d\u00favidas e apresentar os relat\u00f3rios do Programa Mais <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/04\/19\/19-04-2017\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"19\/04\/2017\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1508","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1508","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1508"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1508\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1508"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1508"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1508"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}