{"id":1503,"date":"2017-04-17T18:11:38","date_gmt":"2017-04-17T18:11:38","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/04\/17\/17-04-2017\/"},"modified":"2017-04-17T18:11:38","modified_gmt":"2017-04-17T18:11:38","slug":"17-04-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/04\/17\/17-04-2017\/","title":{"rendered":"17\/04\/2017"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> &nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 17<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp;de abril&nbsp;<\/em><\/strong><strong><em>de 2017. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.481<\/em><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\"><strong>POR POL\u00cdTICAS INTELIGENTES<\/strong><\/p>\n<p> A produ\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria brasileira vive um momento \u00edmpar. Se deum lado o agroneg\u00f3cio est\u00e1 prestes a colher a maior safra de sua hist\u00f3ria, de outro h\u00e1 segmentos produtivos operando com margens extremamente apertadas. \u00c9 o caso das ind\u00fastrias ga\u00fachas de leite e derivados, que v\u00eam enfrentando um contexto complexo de lucratividade reduzida, freio do consumo e competi\u00e7\u00e3o ferrenha no campo pelos tambos mais produtivos. A situa\u00e7\u00e3o \u00e9 cr\u00edtica, reportam os executivos das companhias. Muito porque a guerra fiscal entre estados cria desequil\u00edbrios comerciais. Outro agravante \u00e9 a importa\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos, cujos custos acabam<br \/> sendo menores do que os dos produtos locais. O setor produtivo precisa de a\u00e7\u00f5es efetivas que garantam sua competitividade frente ao leite importado e aquele processado em outras regi\u00f5es onde a log\u00edstica n\u00e3o imp\u00f5e \u00f4nus t\u00e3o pesado \u00e0s contas. Precisamos de pol\u00edticas p\u00fablicas inteligentes que fomentem a produ\u00e7\u00e3o de leite no campo. Um dos assuntos em negocia\u00e7\u00e3o junto ao governo ga\u00facho nas \u00faltimas semanas \u00e9 a renova\u00e7\u00e3o do decreto que concedeu cr\u00e9dito para a industrializa\u00e7\u00e3o de soro de leite, medida que venceu no final de 2016. O benef\u00edcio ajudar\u00e1 a fomentar um novo tipo de atividade produtiva nas empresas, movimentando outras \u00e1reas. Uma a\u00e7\u00e3o que o setor julga acertada e que deve trazer novos empregos e desenvolvimento ao Rio Grande do Sul.&nbsp;<\/p>\n<p> Em contrapartida, os latic\u00ednios temem a aprova\u00e7\u00e3o do PLP 343, que trata da prorroga\u00e7\u00e3o da d\u00edvida dos estados. A medida, que est\u00e1 sendo negociada em Bras\u00edlia, prev\u00ea cortes de 20% ao ano nos incentivos fiscais. Sem eles, as ind\u00fastrias hoje situadas em solo ga\u00facho ser\u00e3o obrigadas a rever todos os seus projetos, muitos deles relacionados a centenas de munic\u00edpios espalhados pelas mais diferentes regi\u00f5es desse Rio Grande. N\u00e3o h\u00e1 d\u00favida de que o caminho do desenvolvimento econ\u00f4mico do Brasil e a retomada do Rio Grande do Sul vir\u00e3o pela m\u00e3o do agroneg\u00f3cio. O que precisa ser dito \u00e9 que esse crescimento s\u00f3 ser\u00e1 vi\u00e1vel se o setor p\u00fablico estiver ao lado do produtor. Em \u00e2mbito estadual, h\u00e1 bons exemplos em curso: a Lei do Leite, o programa Agro+ e os investimentos conjuntos em sanidade e a\u00e7\u00f5es de fomento ao setor leiteiro.<\/p>\n<p> Em \u00e2mbito federal, temos convic\u00e7\u00e3o que muito j\u00e1 se fez, como o Programa Mais Leite Saud\u00e1vel, que prev\u00ea investimento de parte dos cr\u00e9ditos de Pis\/Cofin sem assist\u00eancia t\u00e9cnica. Mas ainda h\u00e1 mais a ser planejado. Mudan\u00e7as nas rela\u00e7\u00f5es comerciais no Mercosul e um freio \u00e0s importa\u00e7\u00f5es desregradas s\u00e3o essenciais para equilibrar o mercado. Revisar os padr\u00f5es da normativa que regula a contagem de c\u00e9lulas som\u00e1ticas e bacteriana no leite tamb\u00e9m \u00e9 um pontoa ser trabalhado. N\u00e3o podemos editar normas e engessar o setor produtivo em compromissos que n\u00e3o condizem com a realidade do campo. Devemos planejar o futuro de olho no hoje, no que \u00e9 poss\u00edvel e eficiente. Enfim, pol\u00edticas p\u00fablicas precisam considerar interesse social. E n\u00e3o h\u00e1 como pensar em sociedade sem renda, assim como n\u00e3o existe justi\u00e7a social sem desenvolvimento. (Por Alexandre Guerra \/Correio do Povo)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">&nbsp;<\/div>\n<div><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\"> <strong>Produtores de leite receberam mais de R$ 1 milh\u00e3o em indeniza\u00e7\u00e3o do Fundesa<\/strong><\/p>\n<p> No primeiro trimestre de 2017, 109 produtores de gado leiteiro foram indenizados pelo Fundo de Desenvolvimento e Defesa do Saneamento Animal do Rio Grande do Sul (Fundesa), totalizando R$ 1.017.565,73. Neste per\u00edodo, foram descartados 752 animais. O principal motivo \u00e9 a ocorr\u00eancia de tuberculose.&nbsp;<\/p>\n<p> \"No caso da brucelose, a incid\u00eancia \u00e9 pequena e eventual em raz\u00e3o de que a vacina\u00e7\u00e3o \u00e9 obrigat\u00f3ria. \u00c9 um compromisso compuls\u00f3rio dos produtores\", avalia o presidente do Fundesa, Rogerio Kerber. O dirigente destaca que a indeniza\u00e7\u00e3o por ocorr\u00eancia de brucelose n\u00e3o \u00e9 obrigat\u00f3ria mas que o Fundesa considera a iniciativa um est\u00edmulo para que os produtores fa\u00e7am o controle da doen\u00e7a para que a erradica\u00e7\u00e3o ocorra em um futuro pr\u00f3ximo.<\/p>\n<p> \"As indeniza\u00e7\u00f5es do Fundesa s\u00e3o importantes para a melhoria dos rebanhos e para que possamos ter acesso a mercados internacionais\", avalia o secret\u00e1rio-executivo do Sindilat, Darlan Palharini.<\/p>\n<p> O dados foram apresentados na tarde desta segunda-feira (17\/04), em reuni\u00e3o ocorrida na sede do Sindicato das Ind\u00fastrias de Produtores de Su\u00ednos (Sips), em Porto Alegre. Durante o primeiro trimestre de 2017, o Fundesa superou R$ 70 milh\u00f5es em recursos arrecadados para a carne bovina, su\u00edna, aves e de leite. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2208\" style=\"width: 500px;\" \/><br \/> Cr\u00e9dito foto: vwalakte\/iStock<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Lei divide opini\u00f5es no campo<\/strong><\/p>\n<p> Sancionada parcialmente pelo presidente Michel Temer no final de mar\u00e7o, a Lei da Terceiriza\u00e7\u00e3o (13.429\/2017) divide opini\u00f5es nomeio rural. Com a regulamenta\u00e7\u00e3o, as empresas poder\u00e3o contratar trabalhadores terceirizados para exercerem cargos na atividade-fim. O texto provoca impacto no campo, em especial na contrata\u00e7\u00e3o de safristas. Para o presidente da Federa\u00e7\u00e3o dos Trabalhadores Assalariados Rurais do Rio Grande do Sul (Fetar), Nelson Wild, a lei \u00e9 nociva e fragiliza a situa\u00e7\u00e3o dos trabalhadores, favorecendo o empregador. \"Os avan\u00e7os que o trabalhador rural obteve em conven\u00e7\u00f5es coletivas negociadas por suas entidades de representa\u00e7\u00e3o v\u00e3o ser precarizados, desde o sal\u00e1rio at\u00e9 quest\u00f5es relacionadas \u00e0 seguran\u00e7a do trabalho.<\/p>\n<p> Como saber se trabalhadores terceirizados ter\u00e3o equipamentos de prote\u00e7\u00e3o, por exemplo?\", questiona Wild. A Fetar contabiliza 190 mil trabalhadores rurais formalizados no Rio Grande do Sul, 60% dos quais exercendo suas fun\u00e7\u00f5es com carteira assinada. O diretor jur\u00eddico da Farsul, Nestor Hein, acredita que a lei pode beneficiar atividades como a dos safristas, esquiladores e alambradores, mas defende que ela necessita de regulamenta\u00e7\u00e3o mais clara e menos beligerante que o texto aprovado. \"A lei \u00e9 necess\u00e1ria, mas acabou sendo aprovada em condi\u00e7\u00f5es em que ningu\u00e9m tem muita simpatia por ela.\" Hein lembra, no entanto, que por mais que o regramento revise as rela\u00e7\u00f5es de trabalho, uma quest\u00e3o b\u00e1sica n\u00e3o deve mudar: a da rela\u00e7\u00e3o de confian\u00e7a do produtor com aqueles trabalhadores que o acompanham durante todo o ano nas atividades fundamentais da propriedade.<\/p>\n<p> Do ponto de vista de contrata\u00e7\u00e3o de m\u00e3o de obra tempor\u00e1ria, a lei surge como uma sa\u00edda para normatizar um territ\u00f3rio onde as rela\u00e7\u00f5es s\u00e3o confusas. O presidente da Associa\u00e7\u00e3o Ga\u00facha dos Produtores de Ma\u00e7\u00e3<br \/> (Agapomi), Eliseu Zardo, afirma que o setor, a cada safra, contrata pelo menos 10 mil trabalhadores<br \/> tempor\u00e1rios, utilizando empreiteiras no recrutamento, mas fazendo o contrato por carteira assinada de cada um dos trabalhadores. \"Isto d\u00e1 um trabalho muito grande, que ser\u00e1 facilitado pela s empresas d e terceiriza\u00e7\u00e3o que v\u00e3o arcar com as tarefas burocr\u00e1ticas e c\u00e1lculo de encargos. Neste ponto, a lei vai facilitar\", pondera Zardo. Outra atividade com grande contrata\u00e7\u00e3o de safristas \u00e9 a cultura do tabaco. No Estado, as lavouras mobilizam 76 mil fam\u00edlias. O \u00edndice de m\u00e3o de obra contratada a cada safra \u00e9 de 8%. O diretor secret\u00e1rio da Associa\u00e7\u00e3o dos Fumicultores do Brasil (Afubra), Romeu Schneider, acredita que a lei \u00e9 um paliativo para corrigir um problema hist\u00f3rico do setor agr\u00edcola. \"A contrata\u00e7\u00e3o sazonal precisa ser disciplinada por uma futura reforma trabalhista. A lei ajuda, mas n\u00e3o resolve\", conclui o dirigente. (Correio do Povo)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Pesquisa: redu\u00e7\u00e3o no consumo de l\u00e1cteos prejudica a sa\u00fade dos ossos no fim da vida<\/strong><\/p>\n<p> O afastamento dos produtos l\u00e1cteos tradicionais deixa milh\u00f5es de pessoas sem c\u00e1lcio suficiente e pode afetar a sa\u00fade \u00f3ssea do consumidor na vida adulta, alertou uma institui\u00e7\u00e3o de caridade do Reino Unido. Uma pesquisa da Sociedade Nacional de Osteoporose descobriu que quase um quinto dos consumidores com menos de 25 anos tinha procurado reduzir a quantidade de produtos l\u00e1cteos em suas dietas. Isso se soma a pesquisas recentes da Food Standards Agency, que descobriu que quase um quinto dos jovens de 16 a 24 anos alegava ser intolerante ao leite de vaca e aos produtos l\u00e1cteos, apesar de menos de um quarto desses terem tido sua intoler\u00e2ncia diagnosticada por um m\u00e9dico. Uma queda no consumo de l\u00e1cteos poderia deixar os consumidores mais vulner\u00e1veis a quebras e fraturas, disse a institui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p> consumo de l\u00e1cteos - osteoporose&nbsp;<br \/> A professora Susan Lanham-New, chefe de ci\u00eancias nutricionais da Universidade de Surrey e consultora cl\u00ednica da Sociedade Nacional de Osteoporose, disse ao programa BBC Today que estava preocupada com o fato de que os consumidores jovens estavam sendo influenciados a evitar l\u00e1cteos sem substituir importantes nutrientes em suas dietas.<\/p>\n<p> \"Acredito que a pesquisa que da Sociedade Nacional de Osteoporose apoia os achados da Pesquisa Nacional de Dieta e Nutri\u00e7\u00e3o, que \u00e9 uma pesquisa governamental e que analisa as dietas. Esta \u00faltima apontou que quase 20% das meninas t\u00eam ingest\u00e3o de c\u00e1lcio bem abaixo de 400mg por dia, o que significa uma ingest\u00e3o muito baixa de c\u00e1lcio\".&nbsp;<\/p>\n<p> An\u00e1lise: por que os consumidores est\u00e3o se afastando dos produtos l\u00e1cteos?<br \/> Este alerta da Sociedade Nacional de Osteoporose aponta que os consumidores mais jovens est\u00e3o correndo maior risco de comprometer a sua sa\u00fade \u00f3ssea no futuro. O afastamento dos produtos l\u00e1cteos tem sido motivado pelo aumento da popularidade e pela disponibilidade de leites alternativos como leite de am\u00eandoa e leite de coco. Tamb\u00e9m \u00e9 poss\u00edvel que influenciadores de m\u00eddia social tiveram participa\u00e7\u00e3o nisso, com a sociedade advertindo que os consumidores jovens s\u00e3o propensos aderir a modas alimentares n\u00e3o saud\u00e1veis. A especialista em sa\u00fade, Liz Earle, que lidera uma campanha para aumentar a conscientiza\u00e7\u00e3o sobre os riscos das dietas de moda, disse que havia menos press\u00e3o sobre a alimenta\u00e7\u00e3o nas gera\u00e7\u00f5es anteriores. \"Quando eu estava crescendo, minhas refei\u00e7\u00f5es n\u00e3o eram fotografadas e compartilhadas nas m\u00eddias sociais. A press\u00e3o que as mulheres jovens est\u00e3o sofrendo para se adequar ao que seus \u00eddolos no Instagram est\u00e3o comendo est\u00e1 realmente alta\".<\/p>\n<p> No caso dos produtos l\u00e1cteos, as consequ\u00eancias s\u00e3o tamb\u00e9m significativas. A falta de c\u00e1lcio na vida mais cedo aumenta os riscos de os consumidores se tornarem mais propensos a rupturas e fraturas, com Lanham-New alertando que isso poderia tornar-se apenas um modo de vida. Al\u00e9m do c\u00e1lcio, um copo de leite tamb\u00e9m oferece uma boa fonte de prote\u00edna, pot\u00e1ssio, magn\u00e9sio e vitamina B12, o que poderia ajudar a combater o aparecimento da dem\u00eancia.<\/p>\n<p> \"A dieta no in\u00edcio da idade adulta \u00e9 muito importante. No momento em que chegarmos aos nossos 20 anos, \u00e9 tarde demais para reverter os danos causados pela m\u00e1 alimenta\u00e7\u00e3o e defici\u00eancias nutricionais; a oportunidade de construir ossos fortes passou\".&nbsp;<\/p>\n<p> \"Sem medidas urgentes para incentivar os jovens adultos a incorporar todos os grupos alimentares em suas dietas e evitar regimes particulares de 'consumo limpo', estamos diante de um futuro no qual a fratura de ossos ser\u00e1 rotineira\".&nbsp;<\/p>\n<p> \"Sabemos que a osteoporose \u00e9 uma condi\u00e7\u00e3o dolorosa e debilitante e os adultos jovens t\u00eam apenas uma chance de construir ossos fortes e reduzir o risco de desenvolverem graves problemas na vida adulta\". Um porta-voz da Funda\u00e7\u00e3o Brit\u00e2nica de Nutri\u00e7\u00e3o salientou que n\u00e3o foi a falta de produtos l\u00e1cteos que levou \u00e0 m\u00e1 sa\u00fade dos ossos, mas sim uma falha em substitu\u00ed-los com fontes alternativas de c\u00e1lcio, como vegetais em folhas e peixe com ossos comest\u00edveis.<\/p>\n<p> \"Embora n\u00e3o seja necessariamente perigoso, para cortar leite de sua dieta \u00e9 importante garantir que voc\u00ea obtenha c\u00e1lcio suficiente de outras fontes. Os l\u00e1cteos tendem a dar a maior contribui\u00e7\u00e3o para a nossa ingest\u00e3o de c\u00e1lcio e, assim, precisam ser substitu\u00eddos por outras fontes, como p\u00e3o, cereais, conservas de peixe, nozes, sementes e vegetais verdes folhosos, bem como a escolha de leites alternativos que sejam fortificadas com c\u00e1lcio\".&nbsp;<\/p>\n<p> Rick Miller, porta-voz da Associa\u00e7\u00e3o Diet\u00e9tica Brit\u00e2nica e gerente de nutri\u00e7\u00e3o da The a2 Milk Company, afirmou: \"H\u00e1 um n\u00edvel assustador de mal-entendidos em torno dos l\u00e1cteos como dietas do tipo 'consumo limpo', liderada por celebridades, e modismos de se evitar alimentos. Isso vem aumentando em popularidade e, como resultado, nossos adolescentes est\u00e3o potencialmente enfrentando uma crise futura de sa\u00fade\".&nbsp;<\/p>\n<p> \"As alternativas ao leite e as bebidas \u00e0 base de plantas, como os leites de soja, am\u00eandoa, aveia e arroz, n\u00e3o s\u00e3o naturalmente ricas em nutrientes e t\u00eam de ser enriquecidas com vitaminas, minerais e prote\u00ednas artificiais que s\u00e3o muitas vezes menos bem absorvidas do que as encontradas naturalmente no leite de vaca\".&nbsp;<\/p>\n<p> No leite A2, a prote\u00edna beta-case\u00edna A2 \u00e9 isolada e a prote\u00edna A1, que \u00e0s vezes leva a uma rea\u00e7\u00e3o ruim dos consumidores, \u00e9 removida.<\/p>\n<p> \"O verdadeiro leite de vaca realmente \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o\", continuou Miller. \"\u00c9 incrivelmente nutritivo e uma fonte vital de c\u00e1lcio - apenas um \u00fanico copo fornece mais de um ter\u00e7o das nossas necessidades de c\u00e1lcio e a nossa necessidade completa de vitamina B12, al\u00e9m de ser uma fonte de prote\u00ednas facilmente absorvida. V\u00e1rias op\u00e7\u00f5es est\u00e3o sendo lan\u00e7adas no mercado, como por exemplo, o leite A2, que tem todas as vantagens nutricionais e pode ser a solu\u00e7\u00e3o para aqueles que t\u00eam problemas ao digerir o leite comum\". (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do FoodBev.com, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: center; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div><em>Exporta\u00e7\u00e3o registra alta<br \/> As exporta\u00e7\u00f5es de s\u00eamen bovino cresceram 33,1% no ano passado na compara\u00e7\u00e3o com 2015, com um total de 296,3 mil doses. No entanto, segundo a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Insemina\u00e7\u00e3o Artificial (Asbia), as vendas internas recuaram 7%. Para o presidente da Asbia, S\u00e9rgio Saud, a alta da exporta\u00e7\u00e3o mostra que o mercado externo continua interessado na gen\u00e9tica bovina brasileira. J\u00e1 a queda no mercado interno \u00e9 atribu\u00edda aos estoques grandes em muitas propriedades e \u00e0 seca em algumas regi\u00f5es do pa\u00eds. No Rio Grande do Sul,o \u00edndice de vacas leiteiras inseminadas passou de 35%, sobretudo da ra\u00e7a Holand\u00eas. No gado de corte, o \u00edndice \u00e9 de pouco mais de 10%, principalmente da ra\u00e7a Angus. Saud diz que a expectativa para 2017 em rela\u00e7\u00e3o ao mercado interno \u00e9 animadora, uma vez que no segundo semestre de 2016 j\u00e1 houve rea\u00e7\u00e3o. (Correio do Povo)<\/em><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; line-height: 13.5pt; text-align: justify; width: 803px;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 17&nbsp;de abril&nbsp;de 2017. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.481 &nbsp; POR POL\u00cdTICAS INTELIGENTES A produ\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria brasileira vive um momento \u00edmpar. 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