{"id":1500,"date":"2017-04-13T17:28:48","date_gmt":"2017-04-13T17:28:48","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/04\/13\/13-04-2017\/"},"modified":"2017-04-13T17:28:48","modified_gmt":"2017-04-13T17:28:48","slug":"13-04-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/04\/13\/13-04-2017\/","title":{"rendered":"13\/04\/2017"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> &nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 13<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp;de abril&nbsp;<\/em><\/strong><strong><em>de 2017. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.480<\/em><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\"><strong>Capta\u00e7\u00e3o das grandes cai\u037e Lactalis mais perto da Nestl\u00e9<\/strong><\/p>\n<p> O decl\u00ednio da produ\u00e7\u00e3o de leite no pa\u00eds no ano passado, que gerou per\u00edodos de forte disputa pela mat\u00e9ria-prima no mercado, fez recuar a capta\u00e7\u00e3o de leite das 15 maiores empresas de l\u00e1cteos do Brasil em 2016. De acordo com o ranking da Leite Brasil associa\u00e7\u00e3o que re\u00fane produtores , as 15 maiores empresas de l\u00e1cteos captaram juntas 9,667 bilh\u00f5es de litros de leite em 2016, uma retra\u00e7\u00e3o de 1,9% sobre o ano anterior. Os primeiros lugares no ranking se mantiveram em 2016, mas a pesquisa mostrou que a francesa Lactalis ficou bem mais perto da su\u00ed\u00e7a Nestl\u00e9, a maior em capta\u00e7\u00e3o de leite no Brasil. O levantamento revelou ainda uma queda expressiva no n\u00famero de produtores que entregaram leite a essas 15 empresas no ano passado &nbsp;de 8,2%, para 56.452 fornecedores, num reflexo, em parte, da sa\u00edda de pecuaristas de pequeno porte da atividade e da decis\u00e3o de empresas de concentrarem as compras dos maiores e mais produtivos. Num ambiente de menor oferta de mat\u00e9ria-prima &nbsp;conforme o IBGE, o recuo da produ\u00e7\u00e3o de leite foi de 3,7% , a ociosidade das empresas de l\u00e1cteos no pa\u00eds aumentou em 2016. Segundo o ranking, considerando a estimativa de capacidade total instalada dessas empresas, a ociosidade ficou em 40% em 2016 &nbsp;havia sido de 38% no ano precedente.&nbsp;<\/p>\n<p> &nbsp;<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2205\" style=\"width: 500px; height: 445px;\" \/><\/p>\n<p> Das 15 empresas do ranking, 10 registraram queda na capta\u00e7\u00e3o de leite enquanto cinco ampliaram a recep\u00e7\u00e3o do produto para processamento. Para Jorge Rubez, presidente da Leite Brasil, o recuo na compra pelos maiores latic\u00ednios reflete tanto a restri\u00e7\u00e3o de mat\u00e9ria-prima quanto a da demanda por l\u00e1cteos. Segundo ele, a estimativa \u00e9 que o consumo per capita de l\u00e1cteos no pa\u00eds esteja pr\u00f3ximo de 170 litros, abaixo dos 180 litros de 2015. \"O desemprego e a falta de dinheiro afetam a capacidade de consumo\", lamenta Rubez. Primeira no ranking, a Nestl\u00e9 viu sua capta\u00e7\u00e3o cair 4,4% no ano passado, para 1,690 bilh\u00e3o de litros. Em nota, a empresa diz que \"esse movimento se explica pelo cen\u00e1rio mais dif\u00edcil da economia em 2016 aliado \u00e0 menor produ\u00e7\u00e3o de leite no Brasil\". Sobre a redu\u00e7\u00e3o do n\u00famero de produtores que forneceram \u00e0 empresa, afirma que \"muitos produtores est\u00e3o deixando a atividade leiteira no Brasil. Em contrapartida, houve um aumento na produtividade dos produtores que permanecem no setor\". Bem mais pr\u00f3xima da Nestl\u00e9 no ranking de 2016 que no levantamento anterior, a francesa Lactalis ampliou a capta\u00e7\u00e3o em quase 2% &nbsp;para 1,622 bilh\u00e3o de litros, embora o n\u00famero de produtores que entregam diretamente \u00e0 empresa tenha ca\u00eddo. \"Adquirimos conforme a necessidade que t\u00ednhamos em fun\u00e7\u00e3o da posi\u00e7\u00e3o de mercado\", afirma Guilherme Portella, diretor de rela\u00e7\u00f5es institucionais da companhia no Brasil.&nbsp;<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">Segundo ele, 2016 foi um \"ano bom\" para o leite longa vida. Diante das margens melhores do produto e para atender a demanda, a empresa ampliou as compras de leite no spot (negocia\u00e7\u00e3o entre empresas) de cooperativas no Rio Grande do Sul. Portella diz que a aproxima\u00e7\u00e3o da Nestl\u00e9 no ranking reflete a meta da companhia francesa de \"ser l\u00edder no Brasil, na capta\u00e7\u00e3o de leite e na produ\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos\". Das mudan\u00e7as mais significativas no ranking, duas se destacaram. A Vigor, controlada pela J&amp;F, caiu da oitava para a 11\u00aa posi\u00e7\u00e3o na lista ao reduzir a capta\u00e7\u00e3o de leite em 24,1% em 2016, para 311,3 milh\u00f5es de litros. Em nota, a empresa afirma \"que seus n\u00fameros est\u00e3o diretamente ligados ao comportamento do mercado no ano passado.&nbsp;Fatores como redu\u00e7\u00e3o das exporta\u00e7\u00f5es, diminui\u00e7\u00e3o da demanda interna e uma menor oferta de leite cru no mercado brasileiro contribu\u00edram para este cen\u00e1rio\". J\u00e1 o Latic\u00ednios Jussara subiu no ranking, exatamente para oitavo lugar antes ocupado pela Vigor. A empresa, com sede em Patroc\u00ednio Paulista (SP), ocupava o d\u00e9cimo posto no ranking da Leite Brasil no ano de 2015. A Jussara captou 377,521 milh\u00f5es em 2016, alta de 2,8% sobre o ano anterior. O n\u00famero de produtores que forneceu diretamente ao latic\u00ednio tamb\u00e9m caiu. \"Compensamos a queda da compra de produtores adquirindo leite no spot\", afirma La\u00e9rcio Barbosa, diretor da Jussara. Em tempos de escassez de oferta, os pre\u00e7os no spot s\u00e3o mais altos, mas Barbosa observa que em 2016 o custo de capta\u00e7\u00e3o do leite cresceu num momento em que o longa vida estava valorizado. Isso permitiu margens favor\u00e1veis. \"Foi positivo porque crescemos num ano que as vendas [de longa vida] ficaram praticamente estagnadas\", avalia. (Valor Econ\u00f4mico)<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Itamb\u00e9 prev\u00ea elevar receita em at\u00e9 15%&nbsp;<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> A Itamb\u00e9, controlada pela Vigor e pela Cooperativa Central dos Produtores Rurais de Minas Gerais (CCPR), tem vivido mudan\u00e7as importantes recentemente. Ap\u00f3s a sa\u00edda do CEO Alexandre Almeida da empresa de l\u00e1cteos, o ex-diretor comercial Antonio Magela assumiu interinamente o cargo. Na CCPR, Jacques Gontijo, que presidia a central, foi substitu\u00eddo na \u00faltima elei\u00e7\u00e3o, em mar\u00e7o, por Marcelo Candiotto, que chefiava a Cooperativa Regional de Produtores Rurais de Sete Lagoas (Coopersete), uma das filiadas \u00e0 CCPR. Na Itamb\u00e9 h\u00e1 cerca de 30 anos, Gontijo era presidente da empresa quando 50% de seu capital foi vendido \u00e0 Vigor, controlada pela J&amp;F, h\u00e1 quatro anos. N\u00e3o h\u00e1 sinais, contudo, de que essas mudan\u00e7as recentes na dire\u00e7\u00e3o devam afetar a estrat\u00e9gia de crescimento da Itamb\u00e9 no m\u00e9dio prazo. Se em 2016 o foco foi a melhoria de margem por meio da aposta em produtos de maior valor agregado, como refrigerados, neste ano a receita \u00e9 a mesma. No ano que passou, a empresa elevou o faturamento em 9%, para R$ 3,19 bilh\u00f5es e aumentou seu resultado l\u00edquido em 62% sobre o ano anterior, segundo Ricardo Cotta, diretor de rela\u00e7\u00f5es institucionais e novos neg\u00f3cios da Itamb\u00e9, sem divulgar o n\u00famero final.&nbsp;<\/p>\n<p> Esse desempenho foi poss\u00edvel, afirma, porque a empresa priorizou produtos com maior margem, como iogurtes, e diminuiu a produ\u00e7\u00e3o de itens como leite condensado e leite em p\u00f3, que t\u00eam margens baixas e demandam grandes volumes de mat\u00e9ria-prima. Um efeito disso foi que a empresa reduziu em 5,5% sua capta\u00e7\u00e3o de leite no pa\u00eds em 2016, que ficou em 1,104 bilh\u00e3o de litros (ver abaixo). \"Em 2015, tivemos uma exporta\u00e7\u00e3o significativa de leite em p\u00f3 para a Venezuela, e isso n\u00e3o ocorreu no ano passado\", acrescenta, para justificar a menor produ\u00e7\u00e3o do item. Ao concentrar esfor\u00e7os nos produtos de maior valor, a Itamb\u00e9 conseguiu crescer no mercado nacional de iogurte num ano em que houve queda nas vendas como um todo.&nbsp;<\/p>\n<p> Citando dados Nielsen, Cotta afirma que as vendas da companhia cresceram 5% em valor em 2016 ao passo que o mercado teve retra\u00e7\u00e3o de 15%. Uma explica\u00e7\u00e3o para o desempenho \u00e9 a diversifica\u00e7\u00e3o regional. \"Buscamos crescer em \u00e1reas onde t\u00ednhamos pouca presen\u00e7a\", observa o executivo. O resultado foi um avan\u00e7o de 50% nas vendas de iogurte no Estado de S\u00e3o Paulo e de 75% no Nordeste. Ao mesmo tempo, segundo ele, a empresa se blindou em Minas Gerais, onde tem uma fatia de 25% do mercado de iogurtes. Tamb\u00e9m contribu\u00edram para o desempenho da Itamb\u00e9 em 2016 o avan\u00e7o da linha de produtos sem lactose, o investimento em novos canais do food service e na comercializa\u00e7\u00e3o de itens como misturas l\u00e1cteas para os setores de panifica\u00e7\u00e3o e sorveterias. Ap\u00f3s o crescimento em 2016, o primeiro trimestre deste ano tamb\u00e9m foi positivo, segundo Cotta. \"O foco continua sendo melhorar o resultado l\u00edquido\", diz, acrescentando que a previs\u00e3o \u00e9 elevar o faturamento em 10% a 15% em 2017. Mais uma vez os novos canais de venda, os refrigerados e os leites especiais ser\u00e3o as prioridades da companhia. Dentro do segmento de leites especiais, a empresa vai ampliar a linha de l\u00e1cteos com mais prote\u00ednas, lan\u00e7ada em 2016. No ano passado, a Itamb\u00e9 investiu R$ 50 milh\u00f5es em Capex, para amplia\u00e7\u00e3o e moderniza\u00e7\u00e3o de linhas. Para este ano, segundo o executivo, a previs\u00e3o \u00e9 de aporte tamb\u00e9m na casa dos R$ 50 milh\u00f5es, sendo a maior parte disso na linha ampliada de l\u00e1cteos com maior teor de prote\u00edna.(Valor Econ\u00f4mico)&nbsp;<\/p>\n<p> <strong>Valor da produ\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria deve alcan\u00e7ar R$ 550 bi<\/strong><\/p>\n<p> Alavancado pelo bom desempenho das safras de soja e milho, o valor bruto da produ\u00e7\u00e3o (VBP) agropecu\u00e1ria do pa\u00eds caminha para se recuperar do tombo de 2016, quando adversidades clim\u00e1ticas prejudicaram a colheita desses gr\u00e3os e de diversas outras culturas, e bater um novo recorde hist\u00f3rico neste ano. Segundo levantamento divulgado ontem pelo Minist\u00e9rio da Agricultura, o VBP do setor dever\u00e1 somar R$ 550,4 bilh\u00f5es em 2017, R$ 2,5 bilh\u00f5es a mais que o projetado em fevereiro e montante 4,2% - ou R$ 22,1 bilh\u00f5es - superior ao calculado para 2016.&nbsp;<\/p>\n<p> &nbsp;<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2206\" style=\"width: 500px; height: 254px;\" \/><\/p>\n<p> Para os 21 produtos agr\u00edcolas que fazem parte da pesquisa, o minist\u00e9rio passou a prever um VBP de R$ 370,9 bilh\u00f5es, R$ 3,8 bilh\u00f5es acima da previs\u00e3o do m\u00eas passado. Se confirmado, esse total representar\u00e1 um aumento de 7,8%, ou R$ 26,7 bilh\u00f5es, em rela\u00e7\u00e3o a 2016. Para o VBP dos cinco principais produtos da pecu\u00e1ria brasileira, entretanto, a estimativa do minist\u00e9rio caiu para R$ 179,5 bilh\u00f5es, ante os R$ 180,8 bilh\u00f5es estimados em mar\u00e7o e os R$ 184,1 bilh\u00f5es de 2016.&nbsp;Entre todos os produtos que comp\u00f5em o levantamento, a soja \u00e9 o carro-chefe, com VBP agora projetado em R$ 127,3 bilh\u00f5es, incremento de 9,6% sobre 2016. Mas o grande destaque continua a ser a recupera\u00e7\u00e3o do milho depois das perdas observadas no ano passado. Para o cereal, o minist\u00e9rio elevou sua previs\u00e3o de VBP em 2017 para R$ 58,1 bilh\u00f5es, 39,7% mais que em 2016. Entre a soja e o milho est\u00e3o os bovinos, com VBP que passou a ser estimado em R$ 71,5 bilh\u00f5es, em queda de 2,2% na compara\u00e7\u00e3o com o ano passado. Na sequ\u00eancia vem a cana-de-a\u00e7\u00facar (R$ 54,3 bilh\u00f5es, alta de 2%) e o frango (R$ 48,9 bilh\u00f5es, baixa de 11,3%). Enquanto a cana continua a se recuperar de uma crise que marcou boa parte desta d\u00e9cada, bovinos e frango sentem a press\u00e3o, sobretudo, de um mercado dom\u00e9stico ainda retra\u00eddo para as carnes. (Valor Econ\u00f4mico)<\/p>\n<p> <strong>\u00cdndices IFCN do pre\u00e7o do leite e custos de produ\u00e7\u00e3o - mar\u00e7o\/2017<\/strong><\/p>\n<p> \u00cdndices IFCN - A rela\u00e7\u00e3o entre os \u00cdndices IFCN do pre\u00e7o do leite\/custo da ra\u00e7\u00e3o, no m\u00eas de mar\u00e7o de 2017 ficou em 1,63, caindo ligeiramente em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior.&nbsp;A queda de 4% no \u00edndice do pre\u00e7o do leite foi acompanhada pela redu\u00e7\u00e3o de 3% nos custos dos insumos para ra\u00e7\u00e3o, mantendo a rentabilidade do produtor praticamente est\u00e1vel nos \u00faltimos 7 meses. A varia\u00e7\u00e3o entre o maior e o menor \u00edndice de rentabilidade, em 2016, foi de 85%. De setembro de 2016 a mar\u00e7o de 2017, a varia\u00e7\u00e3o \u00e9 de 5%. O \u00edndice do pre\u00e7o do leite de mar\u00e7o de 2017 \u00e9 59% maior que o \u00edndice apurado em mar\u00e7o de 2016. J\u00e1 o \u00edndice do custo dos alimentos apresentou aumento de apenas 9%. Isto representa o ganho que o produtor vem tendo nos \u00faltimos meses. Nos \u00faltimos dois anos, a diferen\u00e7a entre o maior \u00edndice de pre\u00e7o do leite (37,20), ocorrida em fevereiro de 2017, e o menor valor apurado em maio de 2016 (22,10) \u00e9 de 68%. Enquanto isso, a varia\u00e7\u00e3o do custo da alimenta\u00e7\u00e3o no mesmo per\u00edodo, foi de 30%. Pelas previs\u00f5es da FAO (Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Alimenta\u00e7\u00e3o e Agricultura), este ano os estoques de cereais estar\u00e3o confort\u00e1veis, n\u00e3o havendo nenhuma previs\u00e3o de press\u00e3o extra sobre o custo da alimenta\u00e7\u00e3o animal. Portanto, para manter o mercado de latic\u00ednios longe da volatilidade que perdurou at\u00e9 oito meses atr\u00e1s, \u00e9 preciso focar na produ\u00e7\u00e3o de leite.&nbsp;<\/p>\n<p> Qualquer desequil\u00edbrio do lado da oferta implicar\u00e1 em press\u00f5es sobre os pre\u00e7os. Esta preocupa\u00e7\u00e3o foi demonstrada no \u00faltimo relat\u00f3rio do Rabobank, que prev\u00ea maior produ\u00e7\u00e3o na Europa, uma vez que os produtores querem aproveitar os bons pre\u00e7os. O mesmo poder\u00e1 ocorrer na Nova Zel\u00e2ndia, onde o clima melhorou nos \u00faltimos dois meses, e, embora o in\u00edcio da temporada tenha encontrado uma primavera adversa, os produtores querem aproveitar o tempo prop\u00edcio para compensar a perda inicial, inclusive postergando ao m\u00e1ximo o encerramento do ano produtivo que ocorre no final de maio.&nbsp;<br \/> &nbsp;&nbsp;<br \/> - O \u00cdndice IFCN dos pre\u00e7os do leite, \u00e9 uma combina\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os m\u00e9dios de uma cesta de commodities l\u00e1cteas negociadas no mercado mundial. Representa o quanto uma ind\u00fastria poderia, teoricamente, remunerar seus produtores, se os produtos l\u00e1cteos fossem vendidos com as cota\u00e7\u00f5es vigentes no per\u00edodo.<br \/> O indicador IFCN \u00e9 elaborado da seguinte forma: 1 - Leite em p\u00f3 desnatado &amp; Manteiga (35%); 2 - Queijos e Soros de leite (45%); e 3 - Leite em p\u00f3 integral (20%).<\/p>\n<p> - O \u00cdndice IFCN dos custos da alimenta\u00e7\u00e3o representa o n\u00edvel dos pre\u00e7os no mercado mundial de insumos para ra\u00e7\u00e3o, farelo de soja e milho.<\/p>\n<p> A rela\u00e7\u00e3o entre o pre\u00e7o do leite e a cota\u00e7\u00e3o da ra\u00e7\u00e3o, indica a rentabilidade. De uma forma simplificada, mostra quantos quilos de ra\u00e7\u00e3o o produtor pode comprar com a venda de um quilo de leite. A rela\u00e7\u00e3o leite\/ra\u00e7\u00e3o maior que 1,5 \u00e9 considerada favor\u00e1vel. Se o aumento da produ\u00e7\u00e3o se d\u00e1 via utiliza\u00e7\u00e3o de concentrados, e a raz\u00e3o continua subindo, o sistema \u00e9 recomend\u00e1vel.<br \/> Por outro lado, se a raz\u00e3o for caindo em dire\u00e7\u00e3o a 1, ou menos, o concentrado pode significar aumento do preju\u00edzo. (IFCN - Elabora\u00e7\u00e3o: Terra Viva)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2207\" style=\"width: 500px; height: 745px;\" \/><br \/> &nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: center; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div><em>Registro ou altera\u00e7\u00e3o de produtos devem ser feitos digitalmente a partir de maio<br \/> A Divis\u00e3o de Inspe\u00e7\u00e3o de Produtos de Origem Animal (Dipoa) da Secretaria da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Irriga\u00e7\u00e3o (Seapi) informa que o encaminhamento de documenta\u00e7\u00e3o relativa ao registro ou altera\u00e7\u00e3o de produtos e r\u00f3tulos atrav\u00e9s de formul\u00e1rio em papel deve ser feito at\u00e9 o dia 30 de abril. Ap\u00f3s essa data, s\u00f3 ser\u00e3o aceitos procedimentos via sistema informatizado. No entanto, documentos que j\u00e1 iniciaram sua tramita\u00e7\u00e3o em papel poder\u00e3o ainda ser conclu\u00eddos por esse meio. Mais informa\u00e7\u00f5es: <a href=\"http:\/\/www.agricultura.rs.gov.br\/ro\">http:\/\/www.agricultura.rs.gov.br\/rotulos<\/a> Telefone: 3288.6231 (SEAPI)<\/em><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; line-height: 13.5pt; text-align: justify; width: 803px;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 13&nbsp;de abril&nbsp;de 2017. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.480 &nbsp; Capta\u00e7\u00e3o das grandes cai\u037e Lactalis mais perto da Nestl\u00e9 O decl\u00ednio da produ\u00e7\u00e3o de leite no pa\u00eds no ano passado, que <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/04\/13\/13-04-2017\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"13\/04\/2017\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1500","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1500","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1500"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1500\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1500"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1500"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1500"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}