{"id":1492,"date":"2017-04-07T17:24:09","date_gmt":"2017-04-07T17:24:09","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/04\/07\/07-04-2017\/"},"modified":"2017-04-07T17:24:09","modified_gmt":"2017-04-07T17:24:09","slug":"07-04-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/04\/07\/07-04-2017\/","title":{"rendered":"07\/04\/2017"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> &nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"height: 82px; width: 643px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><strong><em>Porto Alegre, 07<\/em><\/strong><strong><em>&nbsp;de abril&nbsp;<\/em><\/strong><strong><em>de 2017. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.476<\/em><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: justify; width: 811px;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma,geneva,sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"float: left; height: 34px; width: 53px;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">&nbsp;<strong>Importa\u00e7\u00f5es acumuladas ainda s\u00e3o 55% maiores que em 2016<\/strong><\/p>\n<p> Nos tr\u00eas primeiros meses do ano as importa\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos somaram cerca de 404 milh\u00f5es de litros de leite equivalente, cerca de 55% a mais do que no mesmo per\u00edodo de 2016; no mesmo per\u00edodo, as exporta\u00e7\u00f5es, medidas em equivalente-leite, tiveram um aumento bastante modesto, de 2,6%, em rela\u00e7\u00e3o ao primeiro trimestre do ano passado.<\/p>\n<p> Apesar de tudo, o ritmo dos importados parece come\u00e7ar a cair, com o saldo da balan\u00e7a comercial apresentando a terceira queda consecutiva do ano. Em mar\u00e7o, em termos de volume, o d\u00e9ficit foi de 10,5 mil toneladas, valor 16% menor em rela\u00e7\u00e3o ao de fevereiro. J\u00e1 em termos de valores, o d\u00e9ficit foi de 38,5 milh\u00f5es de d\u00f3lares, apenas 1% menor em rela\u00e7\u00e3o ao \u00faltimo m\u00eas.<\/p>\n<p> Tabela 1. Exporta\u00e7\u00f5es e importa\u00e7\u00f5es por categoria de produto. Fonte: MDIC.&nbsp;<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2198\" style=\"width: 500px; height: 259px;\" \/><\/p>\n<p> Neste m\u00eas, o volume importado caiu 5% em rela\u00e7\u00e3o a fevereiro, totalizando 15,8 mil toneladas. Em termos de valores, a queda foi de 3% e o total foi de US$51,9 milh\u00f5es. &nbsp;A redu\u00e7\u00e3o foi observada, principalmente, no volume de leite em p\u00f3 integral e desnatado. O total das importa\u00e7\u00f5es do produto em p\u00f3 integral foi de 7,5 mil toneladas, enquanto que o do p\u00f3 desnatado foi de 2,6 mil toneladas. Estes valores s\u00e3o 23% e 4% menores que o volume adquirido em fevereiro, respectivamente.&nbsp;<\/p>\n<p> Vale ressaltar que a menor produ\u00e7\u00e3o nos principais pa\u00edses fornecedores do Brasil, a Argentina e o Uruguai, impactou na queda do volume adquirido de leites em p\u00f3. Do produto argentino o montante importado foi 16% menor e as importa\u00e7\u00f5es a partir do Uruguai foram 26% menores.&nbsp;<\/p>\n<p> Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s exporta\u00e7\u00f5es, as movimenta\u00e7\u00f5es foram positivas. Em mar\u00e7o, o volume exportado foi 29% maior em rela\u00e7\u00e3o a fevereiro, totalizando 5,2 mil toneladas. Por outro lado, o valor pago mostrou queda, de 8%, totalizando US$ 13,4 milh\u00f5es.<\/p>\n<p> Avaliando as importa\u00e7\u00f5es em equivalente-leite, o volume importado acumulou 117,8 milh\u00f5es de litros, valor 12% menor em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas passado. J\u00e1 comparado com o mesmo per\u00edodo do ano anterior, mar\u00e7o de 2016, as importa\u00e7\u00f5es apresentam uma queda maior, de 15%. As exporta\u00e7\u00f5es, por sua vez, totalizaram um volume em equivalente-leite de 27,9 milh\u00f5es de litros, que foi 8% maior em rela\u00e7\u00e3o a fevereiro. Mas, quando comparado com mar\u00e7o de 2016, esse volume \u00e9 86% superior.<\/p>\n<p> O saldo na balan\u00e7a comercial de l\u00e1cteos em equivalente-leite tamb\u00e9m apresentou queda no m\u00eas de mar\u00e7o. O d\u00e9ficit foi cerca de 90 milh\u00f5es de litros, 16% menor que o m\u00eas anterior e 27% menor que o mesmo per\u00edodo de 2016. Estes dados podem ser verificados no gr\u00e1fico 1 a seguir:<\/p>\n<p> Gr\u00e1fico 1. Saldo mensal da balan\u00e7a comercial de l\u00e1cteos em equivalente-leite (milh\u00f5es de litros\/m\u00eas). (MilkPoint)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2199\" style=\"width: 500px; height: 413px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">&nbsp;<\/div>\n<div><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; width: 811px;\" \/><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Diretor do Mapa \u00e9 eleito presidente de comiss\u00e3o de luta contra aftosa na Am\u00e9rica Latina<\/strong><\/p>\n<p> A erradica\u00e7\u00e3o da febre aftosa do continente americano \u00e9 o tema central da 44\u00aa Reuni\u00e3o Ordin\u00e1ria da Comiss\u00e3o Sul-Americana para a Luta contra a Febre Aftosa (Cosalfa), que come\u00e7ou nesta quinta (6) e termina hoje (7), em Piren\u00f3polis (GO). No primeiro dia do encontro, o diretor do Departamento de Sa\u00fade Animal do Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa), Guilherme Marques, foi eleito presidente da Cosalfa para o per\u00edodo 2017-2018. O secret\u00e1rio de Defesa Agropecu\u00e1ria do Mapa, Luis Rangel, representou o ministro Blairo Maggi na abertura do evento. Em seu discurso, Rangel destacou o trabalho de mais de 40 anos da comiss\u00e3o no combate \u00e0 aftosa na regi\u00e3o.<\/p>\n<p> Os participantes do evento est\u00e3o analisando a situa\u00e7\u00e3o do Programa Hemisf\u00e9rico de Erradica\u00e7\u00e3o da Febra Aftosa (PHEFA) e os desafios da pr\u00f3xima etapa, a partir do Plano de A\u00e7\u00e3o 2011-2020. Eles v\u00e3o propor a\u00e7\u00f5es voltadas ao projeto de cria\u00e7\u00e3o de um Banco Regional de Ant\u00edgenos\/Vacinas da Cosalfa (Banvaco), ao manejo das cepas de febre aftosa de fora da regi\u00e3o e \u00e0 necessidade de manter o sorotipo C nos programas de vacina\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica. O financiamento das atividades contra a doen\u00e7a, a fim de obter o status de zona livre sem vacina\u00e7\u00e3o, tamb\u00e9m est\u00e1 em discuss\u00e3o. Segundo Guilherme Marques, \u00e9 preciso criar e manter condi\u00e7\u00f5es sustent\u00e1veis para garantir o status do Brasil livre da febre aftosa sem vacina\u00e7\u00e3o. Para tanto, ressaltou, \u00e9 necess\u00e1rio implementar uma s\u00e9ria de a\u00e7\u00f5es. Entre elas, a melhoria do sistema de seguran\u00e7a, com resposta mais r\u00e1pida de todo servi\u00e7o veterin\u00e1rio, diagn\u00f3stico de forma \u00e1gil e a rea\u00e7\u00e3o do sistema com vista a debelar rapidamente eventuais focos.<\/p>\n<p> A manuten\u00e7\u00e3o do status de livre de aftosa, acrescentou Guilherme Marques, tamb\u00e9m exige o incremento de barreiras prim\u00e1rias para evitar os riscos externos de introdu\u00e7\u00e3o da doen\u00e7a. Entre eles, o bioterrorismo, que n\u00e3o pode ser desconsiderado nos pa\u00edses da Am\u00e9rica do Sul, tendo em vista o patrim\u00f4nio pecu\u00e1rio da regi\u00e3o e seu papel fundamental no fornecimento de alimentos para o mundo. O encontro re\u00fane 26 representantes dos 13 pa\u00edses que comp\u00f5e a Cosalfa: Argentina, Brasil, Bol\u00edvia, Chile, Col\u00f4mbia, Equador, Guiana, Panam\u00e1, Paraguai, Peru, Suriname, Venezuela e Uruguai. A reuni\u00e3o da Cosalfa \u00e9 promovida pelo Centro Pan-Americano de Febre Aftosa (Panaftosa), da Organiza\u00e7\u00e3o Pan-Americana da Sa\u00fade\/Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OPAS\/OMS), com apoio do governo do Brasil, por interm\u00e9dio do Mapa, e do governo de Goi\u00e1s. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Mapa)<\/p>\n<p> <strong>Criadores usam cevada na ra\u00e7\u00e3o de vacas leiteiras para reduzir custos<br \/> &nbsp;<\/strong><br \/> A cervejinha gelada apreciada pelos brasileiros ajudou produtores de leite a economizar em 2016, quando muitos pensaram em abandonar a atividade por n\u00e3o conseguirem bancar os custos de produ\u00e7\u00e3o. O res\u00edduo da cevada, mat\u00e9ria-prima das cervejarias, volta para o campo na forma de um ingrediente eficiente e barato para integrar a ra\u00e7\u00e3o das vacas leiteiras. Na ponta do l\u00e1pis, no ano passado, o subproduto se mostrou vantajoso, pois aliviou o bolso do produtor, que estava pagando caro pelos cereais. Os estudos do Centro de Estudos Avan\u00e7ados em Economia Aplicada (Cepea\/Esalq) mostram que os pre\u00e7os dos concentrados, que representam 40% do custo de produ\u00e7\u00e3o da pecu\u00e1ria leiteira, subiram 13,8% de janeiro a novembro do ano passado, impulsionados pela alta das cota\u00e7\u00f5es dos gr\u00e3os, principalmente do milho. Para quem n\u00e3o lembra, o cereal bateu recordes de pre\u00e7os, for\u00e7ando os pecuaristas a buscar alternativas mais baratas.<\/p>\n<p> A Fazenda Real, que fica em Cabr\u00e1lia Paulista (SP), encontrou uma solu\u00e7\u00e3o misturando o res\u00edduo de cervejaria na ra\u00e7\u00e3o. O gerente da propriedade, Laurival Santos Freitas, afirma que os custos foram reduzidos em 25%. \"\u00c9 o que tem segurado a dieta dos animais\", explica. O pre\u00e7o compensou: o funcion\u00e1rio da fazenda afirma que, no final do ano passado, comprou a tonelada da cevada \u00famida por, em m\u00e9dia, R$ 120, sem frete. J\u00e1 a tonelada de farelo de milho custava em torno de R$ 750 e a de soja R$ 1.350. Outro ponto importante \u00e9 que a fazenda consegue ensilar 2.000 toneladas de cevada, o que garante pre\u00e7os ainda mais baratos e o abastecimento o ano todo, mesmo em \u00e9pocas quando o brasileiro bebe menos cerveja, como no inverno.<\/p>\n<p> Al\u00e9m disso, houve incremento na produ\u00e7\u00e3o e Laurival atribui o resultado \u00e0 cevada. Cada uma das 450 vacas da fazenda est\u00e1 dando cerca de 5 litros de leite a mais na compara\u00e7\u00e3o com o ano passado. Juntas, fizeram a capta\u00e7\u00e3o saltar de cerca de 7.500 para 10.600 litros por dia. \"Se tiramos a cevada bruscamente, elas ficam estressadas e 'protestam' dando menos leite, algo em torno de 10% a menos logo no dia seguinte\", diz Laurival. Ele explica que essa rea\u00e7\u00e3o acontece porque os animais realmente adoram a \"cerveja s\u00f3lida\". Isso porque ela vem um pouco \u00famida, o que facilita a digest\u00e3o de outros farelos mais secos, al\u00e9m de deixar o res\u00edduo mais gostoso. Mas n\u00e3o pense que elas ficam b\u00eabadas: o l\u00edquido n\u00e3o \u00e9 fermentado, logo, n\u00e3o \u00e9 alco\u00f3lico. Elas s\u00f3 ficam mais gordinhas, iguais aos beberr\u00f5es humanos, pois acabam comendo mais a ra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p> A sobra do processo industrial da bebida tamb\u00e9m \u00e9 boa fonte de energia, podendo representar at\u00e9 um ter\u00e7o da mistura, sem perder a qualidade e produtividade do leite, j\u00e1 que tem de 30% a 40% de mat\u00e9ria seca. Tem ainda um excelente aproveitamento em termos de fermenta\u00e7\u00e3o ruminal, o que garante energia aos bovinos atrav\u00e9s de seus \u00e1cidos graxos vol\u00e1teis. O res\u00edduo garante tamb\u00e9m uma fermenta\u00e7\u00e3o mais est\u00e1vel, mantendo o pH ruminal em n\u00edveis mais favor\u00e1veis para o bom funcionamento da digest\u00e3o bovina. \u00c9 rico em prote\u00edna bruta n\u00e3o degrad\u00e1vel no r\u00famen, com cerca de 55% da composi\u00e7\u00e3o, aumentando a efici\u00eancia da alimenta\u00e7\u00e3o. O zootecnista S\u00e9rgio Roberto, que atende clientes da Cevatrans, empresa que comercializa o res\u00edduo, diz que o uso do produto \u00e9 muito oportuno, uma vez que nos primeiros 70 dias do p\u00f3s-parto a exig\u00eancia desse tipo de prote\u00edna aumenta em at\u00e9 45%. Por isso, melhora o desempenho produtivo nesse per\u00edodo.<\/p>\n<p> Balan\u00e7o energ\u00e9tico<br \/> E mais importante: ajuda ainda a controlar o desafio do balan\u00e7o energ\u00e9tico negativo que a vaca estar\u00e1 enfrentando nesse per\u00edodo, explica o zootecnista S\u00e9rgio Roberto. Entretanto, h\u00e1 um limite para incorporar a cevada \u00e0 ra\u00e7\u00e3o, pois ela n\u00e3o substitui totalmente os gr\u00e3os, s\u00f3 reduz sua depend\u00eancia. \"A cevada n\u00e3o pode substituir 100% da base concentrada da dieta de vacas leiteiras, principalmente de alta produ\u00e7\u00e3o, por conta de seu alto teor de fibras. Se tirar os gr\u00e3os, h\u00e1 defici\u00eancia energ\u00e9tica\", explica S\u00e9rgio.<\/p>\n<p> Se para os grandes a cevada j\u00e1 ajuda a continuar na pecu\u00e1ria leiteira, para os pequenos produtores a cevada significa resist\u00eancia. O pequeno produtor Jo\u00e3o Bueno, de Natividade da Serra (SP), s\u00f3 n\u00e3o desistiu de produzir leite por causa da cevada. \"Se n\u00e3o fosse isso, n\u00e3o teria condi\u00e7\u00f5es de continuar. Com o milho custando mais de R$ 60 a saca aqui na regi\u00e3o, eu ia desistir. Tenho de fazer conta de tudo, para tirar algum lucro. Se n\u00e3o fa\u00e7o isso, por ser pequeno produtor, eu deixo a atividade\", diz Jo\u00e3o. Por pouco, suas 15 vacas girolando n\u00e3o foram para o brejo. \"A seca foi muito brava em 2016. O pasto n\u00e3o vingou e, para minhas 'bichinhas' n\u00e3o morrerem, incrementei a dieta delas com cevada, que \u00e9 bem mais barata que o milho e ainda ajuda a aumentar a quantidade de leite\", explica.<\/p>\n<p> Ele tamb\u00e9m investiu no silo, com capacidade de 50 toneladas, para n\u00e3o correr mais riscos de ficar sem o subproduto. Mas em 2016 ele n\u00e3o teve dificuldades em comprar a cevada. \"Acho que os gringos que vieram para as Olimp\u00edadas ajudaram a beber a cerveja aqui no Brasil\", brinca. Apesar das vantagens de adotar a cevada na alimenta\u00e7\u00e3o bovina, o subproduto n\u00e3o vale para todo mundo. Certamente, o primeiro ponto \u00e9 o pre\u00e7o. \u00c9 preciso que seja mais barato que os produtos tradicionais, como os farelos de soja e milho, e tamb\u00e9m que outros subprodutos, como a polpa c\u00edtrica e o caro\u00e7o de algod\u00e3o. Outro ponto \u00e9 observar o retorno do animal quanto \u00e0 produtividade de leite. Se baixar a quantidade de litros, \u00e9 preciso fazer a conta para checar se a redu\u00e7\u00e3o dos custos compensa. A log\u00edstica \u00e9 um fator importante a ser considerado, visto que o frete precisa compensar a escolha. Por isso, o ideal \u00e9 que as fazendas estejam localizadas, em m\u00e9dia, at\u00e9 200 quil\u00f4metros de uma f\u00e1brica de cerveja. (Revista Globo Rural)<\/p>\n<p> <strong>Unilever anuncia reestrutura\u00e7\u00e3o e sa\u00edda do neg\u00f3cio de margarinas<\/strong><br \/> &nbsp;<br \/> A gigante anglo-holandesa de bens de consumo Unilever anunciou nesta quinta-feira (6) planos para sair da divis\u00e3o de margarinas, combinar duas de suas principais unidades de neg\u00f3cio e impulsionar os retornos para os acionistas com um maior dividendo e um programa de recompra de a\u00e7\u00f5es. As medidas s\u00e3o resultado de uma revis\u00e3o estrat\u00e9gica e surgem num momento em que o presidente Paul Polman tenta acalmar os investidores, depois de rejeitar uma oferta de aquisi\u00e7\u00e3o de US$ 143 bilh\u00f5es feita pela rival Kraft Heinz. A empresa, que inclui as marcas Hellmann's e Dove, disse que o futuro do neg\u00f3cio de margarinas - onde \u00e9 dona das marcas Becel e Flora, entre outras - est\u00e1 agora \"fora do grupo\" e ser\u00e1 vendido ou separado das opera\u00e7\u00f5es principais. Os analistas estimam que a unidade pode valer entre 7 bilh\u00f5es de euros e 8 bilh\u00f5es de euros. Apesar do crescimento lento, a unidade n\u00e3o \u00e9 apenas mais um neg\u00f3cio para a Unilever. A empresa foi formada em 1929 por meio de uma fus\u00e3o entre a fabricante de sab\u00e3o brit\u00e2nica Lever Brothers e a empresa holandesa de margarinas Unie, fundada em 1872.&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">A Unilever anunciou tamb\u00e9m que vai combinar as unidades dos alimentos e de bebidas, com o objetivo de impulsionar o crescimento e reduzir custos. No geral, a companhia disse que as v\u00e1rias iniciativas permitir\u00e3o reduzir os custos de 4 bilh\u00f5es de euros a 6 bilh\u00f5es de euros. A empresa tamb\u00e9m anunciou que pretende recomprar at\u00e9 5 bilh\u00f5es de euros em a\u00e7\u00f5es este ano e que vai aumentar os dividendos em 12%. A \u00faltima recompra de a\u00e7\u00f5es da Unilever ocorreu em 2007. Seu \u00faltimo dividendo especial foi em 1999. O objetivo da companhia, ap\u00f3s a reestrutura\u00e7\u00e3o, \u00e9 atingir uma margem operacional de 20% em 2020, em compara\u00e7\u00e3o com 16,4% em 2016. A empresa tem lutado para crescer volumes nos \u00faltimos trimestres, contando com aumentos de pre\u00e7os para aumentar a receita, algo que Polman considera insustent\u00e1vel. Nas bolsas, a cota\u00e7\u00e3o da Unilever recuou nos meses anteriores \u00e0 abordagem da Kraft, por conta de um crescimento mais lento das vendas em 2016, afetada por problemas em grandes mercados como a \u00cdndia e o Brasil. As a\u00e7\u00f5es da companhia sobem 1,15% em Londres na manh\u00e3 desta quinta-feira, para 39,85 libras. (Valor Econ\u00f4mico)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana, geneva, sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; text-align: center; width: 811px; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div>&nbsp;<em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 30px; width: 231px;\" \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div><em>Megafus\u00f5es de empresas de pesquisas agr\u00edcolas preocupam Blairo Maggi<br \/> Os governos deveriam intervir nas megafus\u00f5es de empresas de pesquisas agr\u00edcolas, a fim de garantir mais op\u00e7\u00f5es na \u00e1rea de tecnologia voltadas para o setor, alertou o ministro Blairo Maggi (Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento), ao participar do F\u00f3rum Mundial de Agricultura, em Buenos Aires. \"As grandes fus\u00f5es podem deixar o produtor rural dependente de poucas empresas, sem concorr\u00eancia. Isso pode provocar mais custos para a produ\u00e7\u00e3o de alimentos. \" Nos \u00faltimos 40 anos, destacou o ministro, o Brasil passou de importador de alimentos para um dos maiores exportadores do mundo, gra\u00e7as aos investimentos em pesquisa e em inova\u00e7\u00e3o. Ao enfatizar que a op\u00e7\u00e3o do pa\u00eds \u00e9 pela sustentabilidade, Maggi apresentou n\u00fameros da Embrapa Imagem mostrando que 61% do territ\u00f3rio brasileiro est\u00e3o preservados. \"Embora tenhamos o maior rebanho comercial do mundo, com 220 milh\u00f5es de cabe\u00e7as, a pecu\u00e1ria ocupa apenas 19% do territ\u00f3rio, e a agricultura, cerca de 8%\", ressaltou Maggi. Al\u00e9m do representante do governo brasileiro, o evento em Buenos Aires, na quarta-feira (5), contou com a participa\u00e7\u00e3o de ministros da Agricultura da Col\u00f4mbia e do M\u00e9xico. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Mapa)<\/em><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif; font-size: 12px; height: 16px; line-height: 13.5pt; text-align: justify; width: 803px;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 07&nbsp;de abril&nbsp;de 2017. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.476 &nbsp; &nbsp;Importa\u00e7\u00f5es acumuladas ainda s\u00e3o 55% maiores que em 2016 Nos tr\u00eas primeiros meses do ano as importa\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos somaram cerca <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/04\/07\/07-04-2017\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"07\/04\/2017\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1492","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1492","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1492"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1492\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1492"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1492"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1492"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}