{"id":14902,"date":"2024-07-10T19:37:59","date_gmt":"2024-07-10T19:37:59","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=14902"},"modified":"2024-07-10T19:38:33","modified_gmt":"2024-07-10T19:38:33","slug":"14902","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2024\/07\/10\/14902\/","title":{"rendered":"10\/07\/2024"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 10 de julho de 2024&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 18 - N\u00b0 4.176<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<hr>\n<div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><b>Oferta menor e custo maior ao leite<br \/>\n<\/b><br \/>\nA redu\u00e7\u00e3o na oferta de leite e o aumento dos custos de produ\u00e7\u00e3o amargados ap\u00f3s a enchente come\u00e7am a ser percebidos nos supermercados. A alta \u00e9 evidenciada, principalmente, nos itens beneficiados.Conforme \u00faltimo Boletim de Pre\u00e7os do Centro de Intelig\u00eancia do Leite da Embrapa (Cileite), s\u00f3 a mu\u00e7arela, em n\u00edvel nacional, subiu 6,3% em junho, ante o mesmo m\u00eas do ano passado. J\u00e1 o leite UHT subiu 3,7% no per\u00edodo.\u201cNo mercado consumidor, os repasses seguem ocorrendo, com varejistas buscando melhores margens\", destaca o documento, que atribui parte do cen\u00e1rio \u00e0 trag\u00e9dia clim\u00e1tica ga\u00facha.<\/p>\n<p>Pasto n\u00e3o germina e insumos demoram a chegar ao campo<\/p>\n<p>O presidente da Federa\u00e7\u00e3o dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag), Carlos Joel da Silva, relata que muitas vias seguem sem condi\u00e7\u00f5es de trafegabilidade, tanto para a chegada dos insumos \u00e0s propriedades como para a coleta da mat\u00e9ria-prima.<\/p>\n<p>O custo ainda \u00e9 onerado pela falta de estoques de comida para alimentar os planteis.<\/p>\n<p>\u201cA enchente levou o milho da silagem e a silagem que j\u00e1 estava pronta para esta \u00e9poca do ano\u201d, diz Carlos Joel.<\/p>\n<p>Com a terra encharcada tanto pela cat\u00e1strofe como pela continuidade das chuvas, as novas pastagens, por sua vez, n\u00e3o germinam. E as que brotam n\u00e3o recebem luminosidade suficiente para crescer.<\/p>\n<p>\u201cO produtor n\u00e3o \u00e9 o culpado. Tem que comprar alimento para o gado e isso t\u00e1 saindo muito caro. H\u00e1 uma dificuldade enorme para tratar os animais\u201d, compartilha Silva.<\/p>\n<p>Momento coincide com entressafra de leite no Brasil<\/p>\n<p>Segundo o secret\u00e1rio-executivo do Sindicato das Ind\u00fastrias de Latic\u00ednios e Produtos Derivados do Rio Grande do Sul (Sindilat\/RS), Darlan Palharini, o conjunto de desafios come\u00e7a com a entressafra de leite no resto do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Como terceiro maior produtor nacional da mat\u00e9ria-prima, o Estado contribui com o abastecimento de regi\u00f5es que, de maio a outubro, enfrentam a seca e a diminui\u00e7\u00e3o na oferta de leite e de l\u00e1cteos.<\/p>\n<p>\u201cEsse per\u00edodo seria, justamente, o \u00e1pice da produ\u00e7\u00e3o leiteira do RS, de Santa Catarina e do Paran\u00e1\u201d, lembra o secret\u00e1rio-executivo.<\/p>\n<p>Para os latic\u00ednios, os percal\u00e7os log\u00edsticos ainda ampliam o tempo das viagens ao interior e aos centros de distribui\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos. Entre os munic\u00edpios que ainda apresentam dificuldades, o executivo cita Serafina Corr\u00eaa, Casca e os localizados no Vale do Taquari.<\/p>\n<p>\u201cT\u00eam, ainda, muitas pontes ou estradas que est\u00e3o intransit\u00e1veis, fazendo com que a gente tenha que aumentar a rota\u201d, explica Palharini. (Correio do Povo)<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<div>\n<p><strong>Como a an\u00e1lise do solo vai ajudar na recupera\u00e7\u00e3o da terra f\u00e9rtil no RS<\/strong><\/p>\n<p>Equipes do Senar-RS est\u00e3o a campo coletando amostras que v\u00e3o apontar os caminhos para a reconstru\u00e7\u00e3o das \u00e1reas produtivas levadas pela \u00e1gua. Em propriedade no interior de Estrela, no Vale do Taquari, inunda\u00e7\u00e3o deixou ac\u00famulo de areia, lodo e mat\u00e9ria org\u00e2nica<\/p>\n<p>Dentre as frentes que trabalham pela recupera\u00e7\u00e3o das \u00e1reas devastadas pela enchente no Rio Grande do Sul, uma for\u00e7a-tarefa de mais de 300 profissionais est\u00e1 a campo para elaborar um raio X da condi\u00e7\u00e3o das terras produtivas no Estado. O objetivo \u00e9 que o diagn\u00f3stico dos solos ajude no processo de reconstru\u00e7\u00e3o de \u00e1reas que tiveram suas camadas f\u00e9rteis totalmente arrancadas pela \u00e1gua.<\/p>\n<p>Mais de 10 mil an\u00e1lises devem ser coletadas at\u00e9 o fim dos trabalhos, liderados por equipes do Servi\u00e7o Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-RS) e com apoio de t\u00e9cnicos do pa\u00eds todo. As amostras ser\u00e3o analisadas em laborat\u00f3rio da Universidade de Caxias do Sul (UCS), na Serra.<\/p>\n<p>\u2014 \u00c9 como um exame de sangue. Primeiro se faz a coleta, depois a an\u00e1lise laboratorial, a interpreta\u00e7\u00e3o deste exame e ent\u00e3o a recomenda\u00e7\u00e3o do que precisar\u00e1 ser reposto \u2014 compara o superintendente do Senar-RS, Eduardo Condorelli, sobre o trabalho que est\u00e1 sendo feito.<\/p>\n<p>Com base na mancha de inunda\u00e7\u00e3o identificada pela Embrapa, foram mapeados os 120 munic\u00edpios com a piores condi\u00e7\u00f5es de solo para se aprofundarem os estudos, integrando a chamada emerg\u00eancia em rota, onde os trabalhos est\u00e3o concentrados.<\/p>\n<p>S\u00e3o mais de 6 mil locais com dificuldades de solo identificados \u2014 estes os \u201cno olho do furac\u00e3o\u201d, ou seja, onde as \u00e1guas afetaram desde as lavouras at\u00e9 as casas dos produtores e todas as demais estruturas produtivas desses locais.<\/p>\n<p>Em grande parte das \u00e1reas, al\u00e9m do que foi lavado pela \u00e1gua, h\u00e1 ac\u00famulo de mat\u00e9ria org\u00e2nica e de sedimentos que vieram de outras regi\u00f5es, represando nos locais.<\/p>\n<p>O trabalho ser\u00e1 fundamental para marcar o recome\u00e7o dos produtores na atividade, diz o coordenador da equipe de solos do Senar-RS, Diego Coimbra. Junto com colegas de equipe, o coordenador \u00e9 um dos que percorre as \u00e1reas afetadas para demonstrar n\u00e3o s\u00f3 apoio t\u00e9cnico, mas tamb\u00e9m suporte emocional aos agricultores:<\/p>\n<p>\u2014 Vamos interpretar (os resultados) com os nossos agr\u00f4nomos e dar uma devolutiva para j\u00e1 providenciar alguma ajuda de corre\u00e7\u00e3o. Enquanto pudermos, n\u00f3s vamos ajudar. O que nos interessa \u00e9 o produtor permanecer aqui.<\/p>\n<p>\u201cCoisa de filme\u201d<\/p>\n<p>Fincada no Vale do Taquari, epicentro das enchentes, a propriedade de Jorge Dienstmann, 52 anos, \u00e9 uma das mais afetadas pelos \u00faltimos epis\u00f3dios clim\u00e1ticos. Em abril, a \u00e1gua acabou por arrastar o que rec\u00e9m havia sido recuperado das inunda\u00e7\u00f5es de setembro e de novembro do ano passado. No evento mais recente, por\u00e9m, o impacto sobre solos se mostrou ainda mais severo.<\/p>\n<p>S\u00e3o pelo menos tr\u00eas situa\u00e7\u00f5es vis\u00edveis no terreno da propriedade. Al\u00e9m das destrui\u00e7\u00f5es em infraestrutura de galp\u00f5es e avi\u00e1rios, h\u00e1 partes das lavouras que foram tomadas por areia depositada do Rio Taquari, outras com ac\u00famulo denso de lodo e outras em que o solo foi totalmente lavado.<\/p>\n<p>T\u00e9cnico de campo do Senar, Andr\u00e9 Makio Kusano veio do Mato Grosso do Sul para auxiliar nas coletas de solo. Enquanto retirava as amostras de terra na \u00e1rea de Dienstmann, relatava com espanto o que via pelas propriedades visitadas:<\/p>\n<p>\u2014 O impacto foi absurdo, coisa de filme. S\u00f3 vendo de perto para acreditar.<\/p>\n<p>Na quarta-feira (3), mais 15 colegas vindos de Estados como Mato Grosso, Alagoas e Goi\u00e1s se juntaram ao grupo. Ao todo, 35 profissionais de fora do RS v\u00e3o atuar no trabalho.<\/p>\n<p>A esperan\u00e7a de recuperar a terra \u00e9 para reerguer a produ\u00e7\u00e3o. Antes da cheia, o local produzia 500 mil litros de leite e 500 mil aves ao ano. Com a devasta\u00e7\u00e3o, Dienstmann diz que vai abandonar as atividades pecu\u00e1rias e focar somente na agricultura. Ele espera estar com as terras prontas j\u00e1 para a pr\u00f3xima safra de ver\u00e3o, que come\u00e7a a ser preparada ainda na primavera.<\/p>\n<p>\u2014 A gente optou por parar (a pecu\u00e1ria) e tocar s\u00f3 com o gr\u00e3o. Somos a quarta gera\u00e7\u00e3o nesta propriedade. N\u00e3o era desta forma que era para parar... \u2014 lamenta o produtor.<\/p>\n<p>O impacto sobre os solos<\/p>\n<p>Estudo feito por pesquisadores da UFRGS e membros da Associa\u00e7\u00e3o de Conserva\u00e7\u00e3o de Solo e \u00c1gua estima preju\u00edzo de R$ 6 bilh\u00f5es nas \u00e1reas devastadas.<\/p>\n<p>Os danos calculados se d\u00e3o em solos e nutrientes. A enxurrada atingiu, principalmente, a camada que concentra o maior ac\u00famulo de mat\u00e9ria org\u00e2nica, e, portanto, a parte mais f\u00e9rtil desses terrenos. Recupera\u00e7\u00e3o das \u00e1reas vai exigir corre\u00e7\u00e3o de solo e adapta\u00e7\u00e3o dos modelos produtivos. (Zero Hora)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Linha de R$ 15 bilh\u00f5es do BNDES para empres\u00e1rios do RS ser\u00e1 aprimorada, diz Nelson Barbosa<\/strong><\/p>\n<p>Cr\u00e9dito foi disponibilizado para empresas que est\u00e3o localizadas em \u00e1reas diretamente afetadas pelas inunda\u00e7\u00f5es, mas empreendedores do Estado reivindicam o atendimento estendido para os neg\u00f3cios afetados indiretamente<\/p>\n<p>O diretor de Planejamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social (BNDES), Nelson Barbosa, afirmou nesta quarta-feira (10) que os crit\u00e9rios para concess\u00e3o do cr\u00e9dito emergencial de R$ 15 bilh\u00f5es para o Rio Grande do Sul ser\u00e3o aprimorados.<\/p>\n<p>O BNDES disponibilizou nesta quarta-feira as primeiras contrata\u00e7\u00f5es do cr\u00e9dito emergencial para empresas ga\u00fachas de todos os tamanhos, desde que localizadas em \u00e1reas diretamente afetadas pelas inunda\u00e7\u00f5es. Empreendedores ga\u00fachos, por\u00e9m, reivindicam que o financiamento seja estendido para os neg\u00f3cios afetados indiretamente pela queda de arrecada\u00e7\u00e3o no Estado.<\/p>\n<p>Segundo Barbosa, o crit\u00e9rio geogr\u00e1fico segue mantido. Ele n\u00e3o descartou, por\u00e9m, uma revis\u00e3o por parte do governo federal. \u201cA linha foi restrita inicialmente \u00e0 mancha azul da inunda\u00e7\u00e3o para priorizar os mais afetados. Isso \u00e9 decis\u00e3o de governo que vai ser monitorada e aprimorada com as demandas da popula\u00e7\u00e3o\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>Barbosa conversou com jornalistas ap\u00f3s uma reuni\u00e3o com governadores do Cons\u00f3rcio Brasil Verde, na sede da institui\u00e7\u00e3o, no Rio de Janeiro. Ele lembrou que a linha de R$ 15 bilh\u00f5es, anunciada em 29 de maio, \u00e9 destinada para a reconstru\u00e7\u00e3o do Estado.<\/p>\n<p>O diretor do banco de fomento destacou que o BNDES j\u00e1 adotou outras medidas em prol do Sul, como a suspens\u00e3o completa de pagamentos por 12 meses e o alongamento, pelo mesmo prazo, dos financiamentos para clientes de cidades ga\u00fachas atingidas.<\/p>\n<p>O cr\u00e9dito emergencial conta com tr\u00eas linhas de financiamento que oferecem condi\u00e7\u00f5es especiais para os beneficiados. As taxas de juros variam de 0,6% a 0,9% e os prazos de pagamento s\u00e3o de at\u00e9 dez anos com previs\u00e3o de per\u00edodos de car\u00eancia. (Valor Economico)<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><em>Jogo R\u00e1pido<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Reforma tribut\u00e1ria: Relator far\u00e1 novo parecer com trava para manter al\u00edquota em 26,5%<br \/>\n<\/b>Reginaldo Lopes (PT-MG) reitera que continuar\u00e1 de fora do texto a inclus\u00e3o de carne na cesta b\u00e1sica. O relator do principal projeto de regulamenta\u00e7\u00e3o da reforma tribut\u00e1ria, Reginaldo Lopes (PT-MG), confirmou nesta quarta-feira (10) que apresentar\u00e1 um novo parecer com mudan\u00e7as no texto. Ele, contudo, n\u00e3o quis cravar o hor\u00e1rio que o novo documento ser\u00e1 apresentado. A previs\u00e3o \u00e9 que o texto-base seja votado ainda hoje, no plen\u00e1rio da C\u00e2mara dos Deputados. Lopes confirmou que vai incluir no parecer uma trava para garantir que a al\u00edquota padr\u00e3o de refer\u00eancia da reforma fique em, no m\u00e1ximo, 26,5%, informa\u00e7\u00e3o revelada pelo Valor nessa ter\u00e7a-feira (9). Ele disse que o dispositivo ainda est\u00e1 sendo desenhado, mas o Valor apurou que a inten\u00e7\u00e3o \u00e9 que o governo fa\u00e7a um corte em itens se a al\u00edquota ficar maior Com isso, a al\u00edquota ficaria sempre em 26,5% ou menos, nunca maior que isso. O Valor apurou tamb\u00e9m que o valor da al\u00edquota dever\u00e1 constar no texto, ao contr\u00e1rio do projeto encaminhado pelo governo, que continha somente a metodologia de c\u00e1lculo. Com isso, caso algum futuro governo queira aumentar a al\u00edquota padr\u00e3o, ter\u00e1 de aprovar no Congresso Nacional um projeto de lei complementar. O relator tamb\u00e9m confirmou que n\u00e3o vai atender ao pedido da bancada ruralista para incluir as carnes na cesta b\u00e1sica desonerada, que n\u00e3o paga imposto. Com isso, o tema ser\u00e1 apreciado por meio de destaque. Pelo texto do governo, as carnes ter\u00e3o al\u00edquota de 40% da padr\u00e3o. (Valor Econ\u00f4mico)<\/i><\/p>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 10 de julho de 2024&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 18 - N\u00b0 4.176 Oferta menor e custo maior ao leite A redu\u00e7\u00e3o na oferta de leite e o aumento <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2024\/07\/10\/14902\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"10\/07\/2024\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-14902","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14902","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=14902"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14902\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":14905,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14902\/revisions\/14905"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14902"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=14902"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=14902"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}