{"id":1482,"date":"2017-03-31T17:59:24","date_gmt":"2017-03-31T17:59:24","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/03\/31\/31-03-2017\/"},"modified":"2017-03-31T17:59:24","modified_gmt":"2017-03-31T17:59:24","slug":"31-03-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/03\/31\/31-03-2017\/","title":{"rendered":"31\/03\/2017"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> &nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 31 de mar\u00e7o&nbsp;<\/i><\/b><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>de 2017. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.471<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\"><strong>Sindilat participa de reuni\u00e3o com Senai sobre tecnologias voltadas \u00e0 ind\u00fastria<\/strong><\/p>\n<p> O secret\u00e1rio-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, esteve presente em encontro t\u00e9cnico com o Instituto Senai de Tecnologia de Alimentos e Bebidas, nesta quinta-feira (30\/03). Na ocasi\u00e3o, foram apresentadas solu\u00e7\u00f5es em tecnologias que s\u00e3o ofertadas para a ind\u00fastria de alimentos e como elas podem ser aplicadas na qualifica\u00e7\u00e3o dos produtos de origem animal. Para Palharini, a iniciativa poderia prever programas voltados ao setor l\u00e1cteo como forma de incentivar os latic\u00ednios no aperfei\u00e7oamento de seus processos. O encontro foi organizado pelo Conselho da Agroind\u00fastria da Fiergs e tamb\u00e9m contou com a presen\u00e7a de representantes da Secretaria de Agricultura, Famurs, Asgav, Sips e Sicadergs.<\/p>\n<p> O programa Brasil Mais Produtivo foi o destaque da apresenta\u00e7\u00e3o. A iniciativa consiste em fornecer consultoria para empresas industriais de pequeno e m\u00e9dio porte em todo o Brasil, com objetivo de aumentar em pelo menos 20% a produtividade. Cada projeto \u00e9 subsidiado pelo Governo Federal em R$ 15 mil e as empresas devem desembolsar R$ 3 mil. O programa \u00e9 coordenado pelo Minist\u00e9rio da Ind\u00fastria, Com\u00e9rcio Exterior e Servi\u00e7os e executado em parceria com o Senai, a Ag\u00eancia Brasileira de Promo\u00e7\u00e3o de Exporta\u00e7\u00f5es e Investimentos (Apex-Brasil) e a Ag\u00eancia Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">&nbsp;<\/div>\n<div><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Pecuaristas produzem leite com ecologia<\/strong><\/p>\n<p> A preocupa\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o em ter a alimenta\u00e7\u00e3o cada vez mais saud\u00e1vel tem provocado modifica\u00e7\u00f5es que v\u00e3o da ind\u00fastria ao campo. Atentos \u00e0 necessidade suprir a demanda dos consumidores, os produtores t\u00eam procurado se adaptar. A produ\u00e7\u00e3o leiteira n\u00e3o foge a essa regra. Pensando nesse nicho de mercado, produtores familiares de Periquito, no Vale do Rio Doce, come\u00e7ar\u00e3o a produzir leite agroecol\u00f3gico - ou org\u00e2nico -, sem fertilizantes qu\u00edmicos e agrot\u00f3xicos na planta\u00e7\u00e3o que serve de alimento ao gado. A expectativa dos envolvidos com o projeto \u00e9 dobrar a produ\u00e7\u00e3o de leite nas propriedades que est\u00e3o inseridas do experimento inicial.<\/p>\n<p> Al\u00e9m da n\u00e3o utiliza\u00e7\u00e3o de agrot\u00f3xicos, o gado tamb\u00e9m passar\u00e1 a ser tratado com uso de medicamentos homeop\u00e1ticos. A metodologia adotada pela Acoal (Associa\u00e7\u00e3o de Coopera\u00e7\u00e3o Agr\u00edcola do Assentamento Liberdade), onde est\u00e1 sendo feito o experimento, \u00e9 conhecida por Pastoreio Racional Voisin (PRV). Inicialmente, a entidade pretende estruturar quatro propriedades que ser\u00e3o usadas como modelo. Ao todo, 33 associados participam do projeto, que j\u00e1 conseguiu recursos de R$ 178 mil da Funda\u00e7\u00e3o Banco do Brasil. No entanto, a produ\u00e7\u00e3o do leite agroecol\u00f3gico exige mudan\u00e7as profundas na forma de pensar a produ\u00e7\u00e3o. A t\u00e9cnica PRV, por exemplo, divide a \u00e1rea de pastagens em pequenas partes que v\u00e3o sendo revezadas pelo gado para evitar o desgaste do terreno. Essa medida tamb\u00e9m permite que o gado tenha alimento todo o tempo, mas sem prejudicar o crescimento da grama e, assim, evitando que o produtor recorra a outro tipo de alimenta\u00e7\u00e3o. E mais: ainda \u00e9 poss\u00edvel que os animais tenham o card\u00e1pio, digamos assim, mais variado com a diversifica\u00e7\u00e3o de vegetais. Isso traz ganho de nutri\u00e7\u00e3o e sa\u00fade.<br \/> &nbsp;<br \/> Se para os animais \u00e9 bom, para os produtores tamb\u00e9m h\u00e1 ganhos, j\u00e1 que a expectativa \u00e9 de que haja redu\u00e7\u00e3o de 70% nos custos com rem\u00e9dios e ra\u00e7\u00e3o. A inten\u00e7\u00e3o \u00e9 que a alimenta\u00e7\u00e3o seja toda natural. A secret\u00e1ria-geral da Acoal, V\u00e2nia Maria de Oliveira, espera que o volume de produ\u00e7\u00e3o tenha um salto com esse novo manejo. \"As t\u00e9cnicas v\u00e3o trazer melhor condi\u00e7\u00e3o de produzir o leite e mais economia. Estamos trabalhando com a meta de quase dobrar a produ\u00e7\u00e3o em dois anos, que em janeiro foi de 30 mil litros\", disse. &nbsp;Apesar disso, o assessor t\u00e9cnico da Secretaria de Agricultura do estado, Feliciano Oliveira, chama a aten\u00e7\u00e3o para os cuidados que envolvem todas as etapas da produ\u00e7\u00e3o. Ele conta que \u00e9 necess\u00e1rio que o produtor se assegure, mesmo diante de eventuais dificuldades. Ele cita como exemplo a eventualidade de alguma doen\u00e7a afetar o rebanho. \"O produtor, mesmo em casos mais s\u00e9rios como uma mastite (processo inflamat\u00f3rio que atinge a gl\u00e2ndula mam\u00e1ria das vacas), n\u00e3o pode usar rem\u00e9dios que s\u00e3o comumente utilizados. Ele deve sempre optar pelo tratamento homeop\u00e1tico. Caso contr\u00e1rio, o produto dele perde essa caracter\u00edstica de org\u00e2nico\", conta.<br \/> &nbsp;<br \/> O assessor t\u00e9cnico ressalta que o planejamento \u00e9 necess\u00e1rio para garantir que a produ\u00e7\u00e3o consiga ser escoada. \"\u00c9 importante que tudo seja muito bem pensado e que exista um planejamento de m\u00e9dio e longo prazo. O modo de produ\u00e7\u00e3o exige, inclusive, que tenham alguma marca sinalizando interesse, e a coleta, por exemplo, deve ser feita de outra forma, com outros cuidados\". A aten\u00e7\u00e3o dos consumidores \u00e0 necessidade de alimentos mais saud\u00e1veis j\u00e1 tem provocado mudan\u00e7as na forma de produ\u00e7\u00e3o. De acordo com Feliciano Oliveira, mesmo as propriedades n\u00e3o dedicadas \u00e0 produ\u00e7\u00e3o agroecol\u00f3gica j\u00e1 t\u00eam adotado t\u00e9cnicas mais saud\u00e1veis, digamos assim. \"A cada dia, mais os consumidores est\u00e3o preocupados com a qualidade do leite. Existe atualmente uma vigil\u00e2ncia maior em termos de orienta\u00e7\u00e3o, em termos de medica\u00e7\u00e3o em animais que estejam em produ\u00e7\u00e3o\", afirmou.<br \/> &nbsp;<br \/> Essa situa\u00e7\u00e3o \u00e9 confirmada pelo pecuarista Eduardo Furbino, de 69 anos, que tem uma propriedade em A\u00e7ucena, Vale do Rio Doce. De acordo com Furbino, mesmo sem estar oficialmente dentro do meio de produ\u00e7\u00e3o agroecol\u00f3gico, tanto ele quanto outros produtores de leite da regi\u00e3o t\u00eam se preocupado em ter a produ\u00e7\u00e3o mais criteriosa quanto ao manejo mais sadio. \"A gente sempre opta por tratamento com medicamentos homeop\u00e1ticos. Temos muito cuidado com o uso de antibi\u00f3ticos. Se for inevit\u00e1vel, a vaca fica de quarentena para n\u00e3o contaminar o leite\", afirmou. O produtor conta, contudo, que os produtores n\u00e3o est\u00e3o adaptados para atender a todas as exig\u00eancias. \"Para ser totalmente dentro desse tipo de produ\u00e7\u00e3o agroecol\u00f3gica a gente tem que mudar toda a produ\u00e7\u00e3o. A gente j\u00e1 usa alimenta\u00e7\u00e3o mais natural, sempre com pastagem, o que j\u00e1 deixa nosso leite mais saud\u00e1vel\", revela.<br \/> &nbsp;<br \/> RANKING&nbsp;<br \/> &nbsp;Minas Gerais \u00e9 o estado com a maior produ\u00e7\u00e3o de leite do pa\u00eds. Sozinho, responde por 26,1% de todo o leite brasileiro. Em 2015, foram produzidos 9,1 milh\u00f5es de litros. O Paran\u00e1, que est\u00e1 na segunda posi\u00e7\u00e3o, tem 13,3% de participa\u00e7\u00e3o no mercado com a produ\u00e7\u00e3o medida de 4,6 milh\u00f5es de litros da bebida. Ainda sobre Minas Gerais, a expectativa dos t\u00e9cnicos da Secretaria de Estado da Agricultura \u00e9 de que a produ\u00e7\u00e3o em 2017 seja de 9,5 milh\u00f5es de litros. O Sul de Minas \u00e9 a maior regi\u00e3o produtora do estado, respondendo por 17,1%. Na segunda coloca\u00e7\u00e3o est\u00e1 a Regi\u00e3o Central (15,9%), seguida bem de perto pelo Alto Parana\u00edba (15,7%). Na sequ\u00eancia v\u00eam o Centro-Oeste de Minas, que responde por 11%, e o Tri\u00e2ngulo, com 10,6%. Especificamente sobre o leite agroecol\u00f3gico ou org\u00e2nico n\u00e3o h\u00e1 dados sobre a produ\u00e7\u00e3o no estado. Enquanto isso...<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> ...PIB de R$ 204,4 bi em Minas Gerais<br \/> O PIB (Produto Interno Bruto) do agroneg\u00f3cio mineiro fechou 2016 com alta de 8,2% em rela\u00e7\u00e3o a 2015, alcan\u00e7ando o valor bruto de R$ 204,43 bilh\u00f5es (a pre\u00e7os de dezembro). O estado respondeu por 13,8% do PIB do agroneg\u00f3cio brasileiro. Os dados fazem parte do levantamento elaborado pelo Cepea (Centro de Estudos Avan\u00e7ados em Economia Aplicada) da Esalq\/USP, e foi analisado pela seapa (Secretaria de Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento de Minas Gerais) em parceria com a Faemg e o Senar\/MG. O PIB do agroneg\u00f3cio mineiro representa a soma das riquezas do setor de quatro grupos: produ\u00e7\u00e3o b\u00e1sica (setor prim\u00e1rio), que respondeu por 37,8% do montante; setor de servi\u00e7os (30,8%), ind\u00fastria (25,7%), e de insumos (5,7%). Em rela\u00e7\u00e3o ao segmento prim\u00e1rio, a agricultura teve um peso maior na composi\u00e7\u00e3o do PIB mineiro. Do valor total obtido estima-se que R$ 113,30 bilh\u00f5es (55,4%) sejam resultantes desse segmento e 44,6% obtidos pela pecu\u00e1ria, somando R$ 91,13 bilh\u00f5es. Na avalia\u00e7\u00e3o do secret\u00e1rio de Agricultura, Pedro Leit\u00e3o, o agroneg\u00f3cio contribuiu para que a retra\u00e7\u00e3o da economia n\u00e3o fosse ainda maior. \"O PIB nacional apresentou recuo de 3,6%, al\u00e9m da queda no n\u00edvel de emprego e, mais uma vez, o campo assume a sua responsabilidade na gera\u00e7\u00e3o de emprego e renda do pa\u00eds.\" (Agrolink)&nbsp;<\/p>\n<p> <strong>Por que a filantropia da Emater importa<\/strong><\/p>\n<p> - Foi a Emater que colocou uma profiss\u00e3o na minha vida. Ela \u00e9 tudo para o pequeno agricultor.<\/p>\n<p> Foi com esse depoimento, do produtor Antonio Carlotto, de S\u00e3o Jos\u00e9 do Sul, que se dimensionou o car\u00e1ter social do trabalho desenvolvido pela Emater no Estado na cerim\u00f4nia formal em que se confirmou a valida\u00e7\u00e3o do certificado de entidade beneficente de assist\u00eancia social por mais tr\u00eas anos. O ato, realizado ontem no Pal\u00e1cio Piratini, e que contou com a presen\u00e7a do ministro do Desenvolvimento Social e Agr\u00e1rio, Osmar Terra, foi mera formalidade - o governo federal j\u00e1 havia garantido a renova\u00e7\u00e3o da filantropia, como havia adiantado a coluna.<\/p>\n<p> Mas s\u00e3o hist\u00f3rias como a de Carlotto que refor\u00e7am o motivo pelo qual a Emater precisa manter a filantropia. Ele era diarista e procurou a institui\u00e7\u00e3o porque estava em dificuldades financeiras. Os t\u00e9cnicos apresentaram a ele um projeto de produ\u00e7\u00e3o de org\u00e2nicos. O trabalho, iniciado em 2013, hoje est\u00e1 rendendo frutos. Al\u00e9m do morango, que \u00e9 o carro-chefe, o agricultor produz tamb\u00e9m verduras e legumes vendidos em diferentes canais: para a merenda escolar, na vizinhan\u00e7a e em feiras. No ano passado, 222 mil fam\u00edlias foram amparadas pela Emater em 493 munic\u00edpios em que est\u00e1 presente.<\/p>\n<p> - O certificado representa a for\u00e7a de trabalho mantida. Se precis\u00e1ssemos come\u00e7ar a pagar os tributos, ter\u00edamos de reduzir o quadro de pessoal - afirma Clair Kuhn, presidente da Emater.<\/p>\n<p> O benef\u00edcio isenta a necessidade da contribui\u00e7\u00e3o patronal que, se tivesse de ser desembolsada, representaria, no caso da Emater, cerca de R$ 40 milh\u00f5es ao ano. Daqui a tr\u00eas anos, o certificado precisar\u00e1 ser renovado novamente. Decreto de maio de 2014, determina prazo de tr\u00eas anos para entidades que tenham receita bruta anual superior a R$ 1 milh\u00e3o. Para aquelas com renda igual ou inferior a R$ 1 milh\u00e3o, o per\u00edodo \u00e9 maior, de cinco anos.<\/p>\n<p> - A Emater presta um servi\u00e7o imensur\u00e1vel. Tem import\u00e2ncia, \u00e9 um trabalho social porque tira as pessoas da pobreza - garante Terra.<\/p>\n<p> Segundo o ministro, houve um avan\u00e7o na cria\u00e7\u00e3o de um conceito de assist\u00eancia social no campo a partir do caso ga\u00facho, que poder\u00e1 ser aplicado para \u00f3rg\u00e3os de outros Estados. (Zero Hora)&nbsp;<\/p>\n<p> <strong>Perspectivas do mercado l\u00e1cteo - Am\u00e9rica do Sul - Relat\u00f3rio 13\/2017<\/strong><\/p>\n<p> Leite\/Am\u00e9rica do Sul - Na Argentina, as condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis de seca prevaleceram em bacias leiteiras, como na prov\u00edncia de Buenos, C\u00f3rdoba, e Santa Fe. O clima ensolarado de outono nas \u00e1reas acima beneficiou o crescimento do milho e da soja no final da esta\u00e7\u00e3o, ajudando a aliviar a umidade de muitas fazendas leiteiras. &nbsp;Assim, em contraste com as semanas anteriores, a produ\u00e7\u00e3o de leite melhorou. Com uma das principais cooperativas de latic\u00ednios fechando algumas f\u00e1bricas por problemas financeiros, existe incertezas em rela\u00e7\u00e3o ao futuro da ind\u00fastria de latic\u00ednios da Argentina. No momento, o volume de leite \u00e9 suficiente para o processamento de queijos, mas, n\u00e3o \u00e9 adequando para a produ\u00e7\u00e3o de leite em p\u00f3. A demanda por produtos \u00e0 base de cremes como manteiga, doce de leite e leite condensado est\u00e1 melhorando com a aproxima\u00e7\u00e3o dos feriados de outono. No entanto, a oferta de cremes est\u00e1 sazonalmente fraca. Assim, as bonifica\u00e7\u00f5es para a mat\u00e9ria gorda permanecem elevadas. De acordo com as \u00faltimas informa\u00e7\u00f5es do Minist\u00e9rio da Agricultura, em 2016, a produ\u00e7\u00e3o de leite na Argentina totalizou 9.895 milh\u00f5es de litros, 1.418 milh\u00f5es de litros menos em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior, ou -13%. No Uruguai a produ\u00e7\u00e3o de leite melhorou ligeiramente, j\u00e1 que as temperaturas neste in\u00edcio de outono est\u00e3o ficando mais confort\u00e1veis para o rebanho leiteiro. O percentual de mat\u00e9ria gorda e prote\u00edna permanece est\u00e1vel. A demanda de cremes para manteiga e produ\u00e7\u00e3o de doce de leite continua forte, e o mercado em alta. De acordo com o Instituto Nacional do Leite (INALE), em fevereiro o volume de leite enviado das fazendas para as f\u00e1bricas atingiu 112,3 milh\u00f5es de litros, 23,5% menos que no m\u00eas anterior, e 2,3% menor que um ano atr\u00e1s.&nbsp;<\/p>\n<p> No acumulado do ano, janeiro e fevereiro, os embarques de l\u00e1cteos totalizaram 259,3 milh\u00f5es de litros, queda de 1,8% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2016. No Brasil, a produ\u00e7\u00e3o de leite est\u00e1 muito vari\u00e1vel, dependendo da regi\u00e3o e condi\u00e7\u00f5es meteorol\u00f3gicas mistas, em todo o pa\u00eds. Em algumas bacias leiteiras a produtividade animal permanece baixa diante dos efeitos prolongados da seca, que diminuem a qualidade e disponibilidade dos pastos, e plantas forrageiras. De um modo geral, a oferta de leite est\u00e1 bem abaixo das necessidades das ind\u00fastrias. Os pedidos de leite fluido\/UHT dos diversos segmentos do mercado, privado ou p\u00fablico, continuam fortes. Os fabricantes de queijos continuam relatando redu\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o, e elevados estoques. Consequentemente, a oferta de soro de leite \u00e9 baixa, mas, a demanda \u00e9 est\u00e1vel. (Usda - Tradu\u00e7\u00e3o Livre: Terra Viva)<\/p>\n<p> &nbsp;<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2193\" style=\"width: 496px; height: 234px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div><em>Cobran\u00e7a \u00e9 legal, diz STF<br \/> Em decis\u00e3o tomada ontem, por 6 votos a 5, o Supremo Tribunal Federal (STF) manteve a validade da cobran\u00e7a da contribui\u00e7\u00e3o ao Fundo de Assist\u00eancia ao Trabalhador Rural (Funrural) sobre a receita bruta da produ\u00e7\u00e3o dos empregadores rurais. Parte do valor arrecadado com o Funrural \u00e9 usada pelo governo para financiar os benef\u00edcios previdenci\u00e1rios dos trabalhadores rurais, como aux\u00edlio doen\u00e7a e aposentadoria. O Supremo julgou um recurso do governo federal contra decis\u00e3o proferida pela Justi\u00e7a Federal, que considerou a cobran\u00e7a ilegal. A controv\u00e9rsia foi provocada por uma lei que entrou em vigor em 2001. O texto trouxe nova regulamenta\u00e7\u00e3o para a contribui\u00e7\u00e3o ao fundo e reproduziu trechos de normas semelhantes, que foram declaradas inconstitucionais pelo Supremo. No entendimento dos ministros que formaram a maioria, houve uma emenda constitucional posterior ao julgamento que autorizou a cobran\u00e7a. A decis\u00e3o ter\u00e1 impacto em 15 mil processos que estavam suspensos em todo o Judici\u00e1rio e aguardavam a manifesta\u00e7\u00e3o da Corte. (Correio do Povo)&nbsp;<\/em><\/div>\n<div>&nbsp;<em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 31 de mar\u00e7o&nbsp;de 2017. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.471 &nbsp; Sindilat participa de reuni\u00e3o com Senai sobre tecnologias voltadas \u00e0 ind\u00fastria O secret\u00e1rio-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, esteve presente em <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/03\/31\/31-03-2017\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"31\/03\/2017\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1482","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1482","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1482"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1482\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1482"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1482"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1482"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}