{"id":1481,"date":"2017-03-30T20:39:00","date_gmt":"2017-03-30T20:39:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/03\/30\/30-03-2017\/"},"modified":"2017-03-30T20:39:00","modified_gmt":"2017-03-30T20:39:00","slug":"30-03-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/03\/30\/30-03-2017\/","title":{"rendered":"30\/03\/2017"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> &nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 30 de mar\u00e7o&nbsp;<\/i><\/b><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>de 2017. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.471<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\"><strong>Jovem agricultora do Paran\u00e1 muda o perfil da propriedade da fam\u00edlia<\/strong><br \/> &nbsp;<br \/> Uma jovem agricultora do Paran\u00e1 mudou o perfil da fazenda da fam\u00edlia. Ela era dona de casa, mas decidiu enfrentar o marido para manter a cria\u00e7\u00e3o de gado de leite, que ele queria abandonar.<\/p>\n<p> Da gen\u00e9tica dos animais \u00e0 qualidade do leite, tudo \u00e9 de primeira. Uma propriedade modelo, que investe em tecnologia de ponta para produzir 2.200 litros de leite por dia, em duas ordenhas.<\/p>\n<p> H\u00e1 pouco mais de cinco anos, os donos da propriedade pensavam em desistir do neg\u00f3cio, queriam fechar a leiteria. Anselmo e Marlene Kaiut tocam o s\u00edtio que pertence \u00e0 fam\u00edlia h\u00e1 mais de 60 anos. S\u00e3o 46 hectares no munic\u00edpio de Carambe\u00ed. \"A gente estava passando por um momento de dificuldade financeira e, na \u00e9poca, o pre\u00e7o do leite estava baixo\", conta Anselmo.<\/p>\n<p> Foi quando Marlene, que na \u00e9poca tinha 24 anos e cuidava da casa, decidiu mudar o rumo dessa hist\u00f3ria. \"Eu n\u00e3o tinha envolvimento com as vacas, mas eu gostava. Ent\u00e3o eu sabia que se conseguisse uma boa administra\u00e7\u00e3o, uma administra\u00e7\u00e3o melhor e com pouco mais de dedica\u00e7\u00e3o, a gente conseguia mudar, reverter um pouco quadro que a gente estava\".<\/p>\n<p> Marlene assumiu o neg\u00f3cio, mas no primeiro dia descobriu que n\u00e3o seria f\u00e1cil. \"Eu j\u00e1 n\u00e3o sabia fazer o trabalho e quando cheguei aqui e falei para o funcion\u00e1rio que era eu que ia tomar conta agora da leiteria, a primeira coisa que ele me disse j\u00e1 \u00e9 que ele n\u00e3o aceitava receber ordem de mulheres. Ent\u00e3o esse funcion\u00e1rio j\u00e1 foi demitido, foi para casa. Quando foi umas 10h da manh\u00e3, chegou novo funcion\u00e1rio me pedindo trabalho e esse funcion\u00e1rio n\u00e3o teve problema nenhum em me ensinar e ser mandado por uma mulher. N\u00e3o teve dificuldade nenhuma\".<\/p>\n<p> Marlene, que \u00e9 formada em administra\u00e7\u00e3o de empresas, montou um plano de trabalho, foi atr\u00e1s de assist\u00eancia t\u00e9cnica e de financiamento para melhorar a qualidade do rebanho e modernizar as instala\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p> A primeira a\u00e7\u00e3o foi reformar o galp\u00e3o e o passo seguinte foi melhorar a alimenta\u00e7\u00e3o do rebanho. Para isso, Marlene contou com a ajuda do Fernando Solano, nutricionista da F\u00edrizia, cooperativa onde entrega o leite. \"Essas vacas aqui hoje est\u00e3o comendo na faixa de sete quilos de ra\u00e7\u00e3o, um quilo de concentrado proteico, que seria concentrado a base de farelo de soja, e mais dois quilos de fub\u00e1, al\u00e9m da silagem\", explica Solano. Outra mudan\u00e7a importante: as vacas passaram a comer tr\u00eas vezes por dia.<\/p>\n<p> S\u00f3 comida boa n\u00e3o garante alta produ\u00e7\u00e3o. \u00c9 preciso, tamb\u00e9m, ter vacas de qualidade, que respondam bem ao trato. Quando Marlene assumiu o neg\u00f3cio, o rebanho do s\u00edtio tinha 60 animais. Hoje, de mamando a caducando, s\u00e3o 200. Mais de 100 em lacta\u00e7\u00e3o, quase tudo da ra\u00e7a Jersey.<\/p>\n<p> Para n\u00e3o perder tempo, depois da cobertura, as vacas fazem exame de ultrassom periodicamente. Assim d\u00e1 para confirmar a prenhes e conferir o desenvolvimento do feto. O resultado \u00e9 visto na hora da ordenha, que come\u00e7a cedo.<\/p>\n<p> A produ\u00e7\u00e3o das vacas \u00e9 pesada individualmente, uma por uma. A higiene \u00e9 impec\u00e1vel. Desinfec\u00e7\u00e3o de \u00faberes, teste para mastite e equipamento lavado depois de cada animal ordenhado.<\/p>\n<p> Al\u00e9m de economizar tempo, como tem um \u00edndice muito baixo de contamina\u00e7\u00e3o, Marlene recebe mais pelo leite que entrega na cooperativa. Um b\u00f4nus, que leva em conta tamb\u00e9m o teor de gordura, que \u00e9 naturalmente maior nas vacas da ra\u00e7a Jersey. S\u00e3o 20 centavos a mais por litro.<\/p>\n<p> O marido, Anselmo, faz hoje o que realmente gosta. T\u00e9cnico em agropecu\u00e1ria, toca a parte agr\u00edcola da propriedade. Inclusive, produz toda a silagem que as vacas consomem.<\/p>\n<p> Anselmo tamb\u00e9m participa de todas as decis\u00f5es e ajuda na administra\u00e7\u00e3o da propriedade, que tamb\u00e9m passou por uma grande mudan\u00e7a. Hoje, os gastos, rendimentos, compras tudo vai para o computador.<\/p>\n<p> Hoje, Marlene \u00e9 quase uma celebridade no universo das mulheres do agroneg\u00f3cio. J\u00e1 ganhou v\u00e1rios pr\u00eamios e d\u00e1 palestras para criadores e empreendedores pelo Brasil afora. Por isso, muitos estudantes v\u00e3o at\u00e9 l\u00e1 em busca de est\u00e1gio.<\/p>\n<p> A produtora tem dois funcion\u00e1rios que vivem no s\u00edtio e n\u00e3o se incomodam nem um pouco em ter uma mulher no comando. Com coragem, ousadia e muito trabalho, Marlene ultrapassa obst\u00e1culos, vence desafios e ainda educa duas filhas, Yohana, de 12 anos, e Eibelim, de um ano, mas ela ainda tem muitos outros projetos para concretizar. \"Quero fazer um confinamento um composto. Vamos ver futuramente o que vai ser melhor. Vamos chegar a 140 animais em lacta\u00e7\u00e3o, que j\u00e1 \u00e9 o nosso projeto, porque o nosso barrac\u00e3o j\u00e1 est\u00e1 pronto para o futuro, para 140 animais em lacta\u00e7\u00e3o\". (Fonte: G1)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">&nbsp;<\/div>\n<div><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Fecoagro Leite Minas quer frear importa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p> O setor leiteiro de Minas Gerais h\u00e1 anos vem enfrentando oscila\u00e7\u00f5es de pre\u00e7os provocadas pelas importa\u00e7\u00f5es de leite em p\u00f3, principalmente, proveniente do Uruguai. Buscar apoio junto aos governos para suspender as negocia\u00e7\u00f5es ser\u00e1 uma das frentes de trabalho da Federa\u00e7\u00e3o das Cooperativas Agropecu\u00e1rias de Leite em Minas Gerais (Fecoagro Leite Minas), institui\u00e7\u00e3o criada no final de 2016, e que hoje re\u00fane em torno de 22 cooperativas leiteiras do Estado. De acordo com o presidente da Fecoagro Leite Minas, Vasco Pra\u00e7a Filho, a uni\u00e3o das cooperativas em uma federa\u00e7\u00e3o \u00e9 importante para que o setor se organize e ganhe for\u00e7a frente as negocia\u00e7\u00f5es junto ao governo. A expectativa \u00e9 que o n\u00famero de cooperativas integrantes passe das atuais 22 para 50 nos pr\u00f3ximos meses, o que fortalecer\u00e1 ainda mais o setor mineiro. As cooperativas associadas s\u00e3o de portes variados, do pequeno ao grande. Entre elas est\u00e3o a Cooperativa Central Mineira de Latic\u00ednios (Cemil), Itamb\u00e9 e a Cooperativa Agropecu\u00e1ria de Uberl\u00e2ndia (Calu), por exemplo. \"O sofrimento une as pessoas. Ao fundar a federa\u00e7\u00e3o pretendemos nos unir para buscar benef\u00edcios e resolver problemas comuns entre as cooperativas. Acreditamos que ao reunir as cooperativas vamos ganhar for\u00e7as para que o setor leiteiro avance\", explicou. Um dos principais gargalos enfrentados pela cadeia produtiva do leite \u00e9 a importa\u00e7\u00e3o de leite em p\u00f3 do Uruguai, que chega ao mercado brasileiro com pre\u00e7os menores que os praticados pela produ\u00e7\u00e3o local.<\/p>\n<p> A perda da competitividade do leite nacional \u00e9 provocada pela alta carga tribut\u00e1ria, custos elevados, problemas estes que n\u00e3o s\u00e3o enfrentados pelos concorrentes. Pra\u00e7a Filho destaca que a produ\u00e7\u00e3o e a negocia\u00e7\u00e3o do leite uruguaio est\u00e3o sendo avaliadas para verificar se o Uruguai est\u00e1 praticando a triangula\u00e7\u00e3o, ou seja, comprando a produ\u00e7\u00e3o de outro pa\u00eds e exportando para o Brasil. \"O produtor de leite j\u00e1 sofre com as varia\u00e7\u00f5es sazonais muito grandes de pre\u00e7os e de custos, que s\u00e3o dif\u00edceis de administrar, mas s\u00e3o normais da atividade. O que n\u00e3o \u00e9 natural \u00e9 o Pa\u00eds ser autossuficiente na produ\u00e7\u00e3o de leite de excelente qualidade e importar o produto gerando grande desequil\u00edbrio no setor. Enfrentamos uma concorr\u00eancia desleal, j\u00e1 que as cooperativas nacionais pagam milh\u00f5es de reais de tributos municipais, estaduais e federais e o leite importado, principalmente do Uruguai, chega ao mercado sem tributa\u00e7\u00e3o. \u00c9 um problema antigo que estamos lutando para resolver e acreditamos que unidos teremos mais for\u00e7a\", disse Pra\u00e7a Filho. Ainda segundo Pra\u00e7a Filho, a Fecoagro Leite Minas tamb\u00e9m buscar\u00e1 junto ao governo solu\u00e7\u00f5es para a guerra fiscal entre os estados e a carga tribut\u00e1ria incidente sobre a cadeia produtiva, que \u00e9 considerada elevada e acaba comprometendo a competitividade dos produtos.&nbsp;<\/p>\n<p> Outro objetivo \u00e9 fomentar a capacita\u00e7\u00e3o do setor e o planejamento estrat\u00e9gico, a\u00e7\u00f5es que podem melhorar a gest\u00e3o das cooperativas. \"Vamos fazer visitas t\u00e9cnicas em outros estados, onde h\u00e1 um desenvolvimento forte no cooperativismo, como no Sul do Brasil, para conhecermos o sistema, os resultados positivos e aprender\". Para o presidente da Organiza\u00e7\u00e3o das Cooperativas do Estado de Minas Gerais (Ocemg), Ronaldo Scucato, a cria\u00e7\u00e3o de federa\u00e7\u00f5es que re\u00fanam cooperativas \u00e9 fundamental para o fortalecimento do agroneg\u00f3cio de Minas Gerais, ideia que sempre foi defendida por Scucato. \"H\u00e1 d\u00e9cadas venho pregando a necessidade do setor agropecu\u00e1rio, nas suas diversas atua\u00e7\u00f5es, se verticalizar, porque as cooperativas v\u00eam trabalhando individualmente as demandas e reivindica\u00e7\u00f5es que s\u00e3o comuns a quase todas e, por isso, \u00e9 preciso unir. At\u00e9 que enfim se conscientizaram com a crise atual e viram que \u00e9 preciso se unir. A federa\u00e7\u00e3o tem como principal objetivo o fortalecimento das cooperativas frente ao mercado que, a cada dia, est\u00e1 mais competitivo. (Di\u00e1rio do Com\u00e9rcio)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>EUA: snacks l\u00e1cteos lideram crescimento das exporta\u00e7\u00f5es de processados<\/strong><\/p>\n<p> Os produtos l\u00e1cteos dever\u00e3o ser o segmento de mais r\u00e1pido crescimento de envios de alimentos processados dos EUA devido \u00e0 crescente demanda dos consumidores por snacks (lanches) com ingredientes mais naturais e maiores quantidades de prote\u00edna, de acordo com um relat\u00f3rio divulgado pela Freedonia Focus Reports. Entre 2006 e 2016, a produ\u00e7\u00e3o dos EUA de produtos l\u00e1cteos aumentou 4,9% ao ano e as exporta\u00e7\u00f5es devem subir em uma taxa de crescimento composta (CAGR) de 3%, para US$ 95,5 bilh\u00f5es em 2021.<\/p>\n<p> De acordo com o Conselho de L\u00e1cteos dos Estados Unidos (USDEC), a China aumentou as importa\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos dos EUA em 73% nos \u00faltimos oito meses. Durante a \u00faltima d\u00e9cada, os produtores dos EUA expandiram sua presen\u00e7a nos mercados de exporta\u00e7\u00e3o, impulsionados pela sua reputa\u00e7\u00e3o de seguran\u00e7a e qualidade do produto.<\/p>\n<p> \"As exporta\u00e7\u00f5es de produtos l\u00e1cteos para a China cresceram vigorosamente \u00e0 medida que os esc\u00e2ndalos de seguran\u00e7a alimentar naquele pa\u00eds tornaram os consumidores cautelosos com as marcas chinesas\", diz o relat\u00f3rio. Devido a isso, a China passou a confiar em marcas internacionais de l\u00e1cteos para atender a demanda dos consumidores por produtos l\u00e1cteos, como queijo e iogurte.<\/p>\n<p> A neozelandesa Fonterra vendeu 272,5 milh\u00f5es de litros de leite em produtos de consumo e alimentos para a China no terceiro trimestre de 2016, representando 36% de aumento com rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano passado. Os subsegmentos de l\u00e1cteos, como iogurte, substitutos de produtos l\u00e1cteos e queijos registraram crescimento robusto, de acordo com o relat\u00f3rio.<\/p>\n<p> \"A ubiquidade cultural do queijo como um componente de refei\u00e7\u00f5es e lanches vai apoiar os avan\u00e7os \u00e0 medida que popula\u00e7\u00e3o continua crescendo\", diz o relat\u00f3rio. O iogurte tamb\u00e9m est\u00e1 liderando a tend\u00eancia das exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos dos Estados Unidos para o resto do mundo, \u00e0 medida que os consumidores buscam produtos mais saud\u00e1veis para comer ao longo do dia, especialmente aqueles com prote\u00edna. O relat\u00f3rio indicou forte oportunidade para o iogurte grego em outros pa\u00edses fora dos EUA.<\/p>\n<p> De acordo com Kristi Saitama, vice-presidente de marketing de exporta\u00e7\u00e3o de ingredientes no USDEC, adultos e idosos conscientes com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sa\u00fade, bem como \"entusiastas de atividades f\u00edsicas da classe m\u00e9dia\" na China est\u00e3o impulsionando a demanda por produtos l\u00e1cteos com benef\u00edcios funcionais como prote\u00edna. Por essa mesma raz\u00e3o, os produtores de leite dos Estados Unidos tiveram que lidar com o decl\u00ednio do consumo per capita de certos produtos, como o sorvete. (Fonte: Dairy Reporter, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/p>\n<p> <strong>FONTERRA \"CAUTELOSAMENTE OTIMISTA\" SOBRE OS PRE\u00c7OS DOS L\u00c1CTEOS<\/strong><\/p>\n<p> A Fonterra afirmou estar \"cautelosamente otimista\" em rela\u00e7\u00e3o aos pre\u00e7os dos l\u00e1cteos, mesmo com a prevista volatilidade do mercado, e eleva\u00e7\u00e3o da estimativa para a produ\u00e7\u00e3o de leite na Nova Zel\u00e2ndia. Com sede em Auckland, a Fonterra, maior exportadora de l\u00e1cteos do mundo, disse que houve um \"rebalanceamento impulsionado pela oferta\" no mercado mundial de l\u00e1cteos, acentuando o decl\u00ednio da produ\u00e7\u00e3o em muitos dos principais pa\u00edses exportadores. A produ\u00e7\u00e3o na Uni\u00e3o Europeia (UE) estagnou no ano passado, enquanto na Nova Zel\u00e2ndia caiu 4% e na Austr\u00e1lia 7%. As importa\u00e7\u00f5es chinesas subiram 12% e as do resto da \u00c1sia 5%. E \"os mercados para os quais exportamos devem continuar crescendo suas importa\u00e7\u00f5es de produtos l\u00e1cteos no restante do ano\", disse a Fonterra.<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \"Cautelosamente otimista\"<br \/> De fato, estamos \"cautelosamente otimistas\" sobre os pre\u00e7os, afirmou a cooperativa. Isso refletiu na decis\u00e3o de manter a previs\u00e3o dos pre\u00e7os do leite ao produtor em NZ$6,00\/kgMS para 2016-17, e aumentar os adiantamentos. Contudo, advertiu que \"a volatilidade nos pre\u00e7os globais continuar\u00e1\", com sinais de interrup\u00e7\u00f5es potenciais com os movimentos protecionistas de muitos pa\u00edses.\"A volatilidade tem sido uma companheira constante nos \u00faltimos anos e o mutante cen\u00e1rio pol\u00edtico apresenta desafios ao livre com\u00e9rcio\".<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> \"As condi\u00e7\u00f5es melhoraram\"<br \/> Tamb\u00e9m houve otimismo em rela\u00e7\u00e3o aos pre\u00e7os do leite quando a Fonterra aumentou novamente a previs\u00e3o para a produ\u00e7\u00e3o de leite da Nova Zel\u00e2ndia na temporada 2016-17, que termina em maio. \"A fraca primavera nos fez prever queda de 7% na temporada\", disse o grupo, que processa a maior parte da produ\u00e7\u00e3o do pa\u00eds. As chuvas frequentes do outono, no entanto, melhoraram as condi\u00e7\u00f5es nas fazendas, o que significa que agora esperamos pela queda de 3% na capita\u00e7\u00e3o nessa temporada em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 \u00faltima\", disse John Wilson, presidente da Fonterra. O grupo afirmou que as \"condi\u00e7\u00f5es s\u00e3o melhores na maior parte do pa\u00eds\", aumentando o volume de fevereiro para 140,9 milh\u00f5es de kgMS, 2,2% menor do que um ano atr\u00e1s, reduzindo a taxa de queda nos primeiros nove meses de 2016-17 para 4,6%.<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> Recupera\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o na pr\u00f3xima temporada?<br \/> A Fonterra tamb\u00e9m observou que, em meio \u00e0s condi\u00e7\u00f5es de mercado mais vigorosas, os produtores da Nova Zel\u00e2ndia estavam \"restaurando o equil\u00edbrio financeiro de seus neg\u00f3cios.\" \"O pre\u00e7o de US$6\/kgMS injetar\u00e1 US$3 bilh\u00f5es a mais na economia da Nova Zel\u00e2ndia em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 campanha passada\". Maiores rendimentos tamb\u00e9m incentivam boas perspectivas futuras para a produ\u00e7\u00e3o de leite, fator destacado no relat\u00f3rio do banco da Nova Zel\u00e2ndia no m\u00eas passado, ao constatar redu\u00e7\u00e3o nas taxas de abate de vacas \"dando suporte \u00e0 tese de que a atual queda de produ\u00e7\u00e3o \u00e9 decorrente da perda de rentabilidade animal, associada com um menor uso de alimenta\u00e7\u00e3o suplementar. \"Isso aumenta a probabilidade de recupera\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o na pr\u00f3xima temporada, com tempo bom.\"<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> Os pre\u00e7os futuros sobem<br \/> As observa\u00e7\u00f5es da Fonterra foram feitas por ocasi\u00e3o da apresenta\u00e7\u00e3o dos resultados financeiros do semestre fiscal encerrado em janeiro. Aumento de 2,2% no lucro, que atingiu NZ$418 milh\u00f5es e crescimento de 4,6% nas receitas, que totalizou NZ$9,24 bilh\u00f5es. O an\u00fancio foi acompanhado pelo de 1,7% nos pre\u00e7os do \u00faltimo leil\u00e3o - GlobalDairyTrade -, na ter\u00e7a-feira, denominado por Tobin Gorey do Banco Commonwealth of Australia como \"um balan\u00e7o a mais para o mercado de latic\u00ednios.\" (Agrimoney - Tradu\u00e7\u00e3o Livre: Terra Viva)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div>&nbsp;<em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div><em>Vacina deve cair at\u00e9 2023<br \/> O Minist\u00e9rio da Agricultura (Mapa) apresentou ontem, em reuni\u00e3o com o Conselho Nacional de Secret\u00e1rios de Estado da Agricultura (Conseagri), o plano de a\u00e7\u00e3o para tornar todo o pa\u00eds \u00e1rea livre de febre aftosa sem vacina\u00e7\u00e3o. Hoje, apenas Santa Catarina det\u00e9m tal status. Conforme o plano do Mapa, de 2019 a 2023, o reconhecimento deve chegar aos demais estados. \"Pelo escalonamento, o Rio Grande do Sul ser\u00e1 o \u00faltimo Estado a ser declarado \u00e1rea livre sem vacina\u00e7\u00e3o, em raz\u00e3o de sua posi\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica. Temos tempo para viabilizar medidas que fa\u00e7am essa transi\u00e7\u00e3o com seguran\u00e7a\", disse o secret\u00e1rio da Agricultura e presidente do Conseagri, Ernani Polo. Os secret\u00e1rios entregaram uma pauta de reivindica\u00e7\u00f5es ao ministro Blairo Maggi para que sejam aumentados os recursos destinados ao seguro rural e \u00e0 armazenagem no Plano Safra 2017\/2018. (Correio do Povo)<\/em><\/div>\n<div>&nbsp;<em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 30 de mar\u00e7o&nbsp;de 2017. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.471 &nbsp; Jovem agricultora do Paran\u00e1 muda o perfil da propriedade da fam\u00edlia &nbsp; Uma jovem agricultora do Paran\u00e1 mudou o perfil <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/03\/30\/30-03-2017\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"30\/03\/2017\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1481","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1481","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1481"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1481\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1481"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1481"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1481"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}