{"id":14803,"date":"2024-06-27T20:14:53","date_gmt":"2024-06-27T20:14:53","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=14803"},"modified":"2024-06-27T20:17:54","modified_gmt":"2024-06-27T20:17:54","slug":"27-06-2024","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2024\/06\/27\/27-06-2024\/","title":{"rendered":"27\/06\/2024"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 27 de junho de 2024&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 18 - N\u00b0 4.167<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<hr>\n<div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Como se comporta a produ\u00e7\u00e3o de leite em anos de El Ni\u00f1o ou La Ni\u00f1a?<br \/>\n<\/b><br \/>\nLogo que as preocupa\u00e7\u00f5es em torno do El Ni\u00f1o encerraram neste in\u00edcio de 2024, outro fator surgiu trazendo d\u00favidas e apreens\u00f5es para o agro brasileiro: a presen\u00e7a da La Ni\u00f1a neste mesmo ano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E dentro da produ\u00e7\u00e3o de leite n\u00e3o \u00e9 diferente, afinal, os fen\u00f4menos clim\u00e1ticos impactam pelo menos na oferta de alimentos para os animais, isso sem considerar quando o fen\u00f4meno acontece em maior intensidade e gera at\u00e9 mesmo impactos ambientais e log\u00edsticos na cadeia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No entanto, o qu\u00e3o grande \u00e9 esse impacto? E o que podemos esperar para este segundo semestre de 2024 frente a presen\u00e7a quase certa da La Ni\u00f1a?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para responder esses questionamentos, primeiro \u00e9 preciso ter em mente quais os efeitos da La Ni\u00f1a nas diferentes regi\u00f5es. Enquanto no Norte e Nordeste o efeito clim\u00e1tico gera um aumento das precipita\u00e7\u00f5es, no Sul o efeito \u00e9 o contr\u00e1rio, com uma diminui\u00e7\u00e3o das chuvas, com os efeitos no Sudeste e Centro-Oeste podendo ser variados, mas com tend\u00eancia de um sutil aumento nas chuvas nas regi\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo a Administra\u00e7\u00e3o Nacional de Oceanos e Atmosfera dos Estados Unidos (NOAA), a probabilidade de ocorr\u00eancia da La Ni\u00f1a \u00e9 acima de 70% a partir do m\u00eas de agosto, aumentando para 85% entre os meses de novembro e janeiro de 2025, ou seja, podemos dizer que est\u00e1 praticamente confirmada a presen\u00e7a da La Ni\u00f1a neste ano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Diante disto, podemos dizer que a La Nina trar\u00e1 impactos para a produ\u00e7\u00e3o de leite brasileira em 2024. Por\u00e9m, esses fen\u00f4menos como La Ni\u00f1a e El Ni\u00f1o s\u00e3o determinantes para uma queda ou aumento da produ\u00e7\u00e3o de leite?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A resposta \u00e9 n\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Apesar dos impactos claros no fornecimento de alimentos e na log\u00edstica da cadeia, esses efeitos clim\u00e1ticos influenciam, mas n\u00e3o s\u00e3o determinantes para uma tend\u00eancia na produ\u00e7\u00e3o de leite, tendo outros fatores como, custo de produ\u00e7\u00e3o, rentabilidade do produtor, nutri\u00e7\u00e3o, gen\u00e9tica e sanidade, sendo outros fatores mais importantes para ditar a produ\u00e7\u00e3o de leite do que o efeito clim\u00e1tico por si s\u00f3. E o gr\u00e1fico abaixo ilustra exatamente isso. \u00c9 poss\u00edvel perceber que existem crescimentos, estabilidade ou at\u00e9 queda tanto em anos de El Ni\u00f1o, anos de La Ni\u00f1a ou anos neutros, sem a presen\u00e7a de um dos fen\u00f4menos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/oijw8fABF0281\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/oijw8fABF0281\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ou seja, \u00e9 preciso estar atento para os efeitos que a La Ni\u00f1a deve causar na cadeia leiteira neste ano, especialmente em suas influ\u00eancias regionais, no entanto, n\u00e3o podemos dizer que a produ\u00e7\u00e3o de leite ser\u00e1 maior ou menor em decorr\u00eancia deste fato. (Milkpoint)<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<p><b>PIB do Estado cresce 4,1% no primeiro trimestre de 2024 puxado pela agropecu\u00e1ria<br \/>\n<\/b><br \/>\n<i>Resultados s\u00e3o anteriores \u00e0s enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul em abril e maio<br \/>\n<\/i><br \/>\nAp\u00f3s as estiagens de 2022 e 2023 e o excesso de chuvas no ano passado, a agropecu\u00e1ria recuperou espa\u00e7o na economia do Rio Grande do Sul no primeiro trimestre de 2024. O Produto Interno Bruto (PIB) do Estado nesse per\u00edodo \u2013 ou seja, antes das inunda\u00e7\u00f5es que atingiram o territ\u00f3rio ga\u00facho \u2013 registrou alta de 4,1% na compara\u00e7\u00e3o com o quarto trimestre de 2023.&nbsp;<\/p>\n<p>O resultado foi puxado principalmente pelo avan\u00e7o no segmento do campo, que apresentou expans\u00e3o de 59,1%. Na mesma base de compara\u00e7\u00e3o, a ind\u00fastria (+0,5%) e os servi\u00e7os (+1,2%) tamb\u00e9m avan\u00e7aram. No Brasil, a alta no PIB no primeiro trimestre foi de 0,8%, com crescimento de 11,3% na agropecu\u00e1ria e de 1,4% nos servi\u00e7os, enquanto a ind\u00fastria registrou queda de 0,1%.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>Os n\u00fameros foram divulgados nesta ter\u00e7a-feira (25\/6) pelo Departamento de Economia e Estat\u00edstica, vinculado \u00e0 Secretaria de Planejamento, Governan\u00e7a e Gest\u00e3o (DEE\/SPGG). Elaborado pelo pesquisador Martinho Lazzari, o documento foi apresentado com a presen\u00e7a do secret\u00e1rio adjunto da SPGG, Bruno Silveira, da subsecret\u00e1ria de Planejamento, Carolina Scarparo, e do diretor do DEE, Pedro Zuanazzi.<\/p>\n<p>Na ind\u00fastria, as quatro atividades que comp\u00f5em o segmento apresentaram alta \u2013 entre elas a ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o, a principal do setor, com expans\u00e3o de 0,1%; a atividade de eletricidade e g\u00e1s, \u00e1gua, esgoto e limpeza urbana (0,4%); a constru\u00e7\u00e3o (0,2%); e a ind\u00fastria extrativa (1,5%), a de menor representatividade industrial no RS.<\/p>\n<p>Nos servi\u00e7os, o destaque positivo ficou por conta do com\u00e9rcio, com crescimento de 3,5% no primeiro trimestre de 2024 em rela\u00e7\u00e3o aos \u00faltimos tr\u00eas meses do ano passado. As atividades de transportes, armazenagem e correio (1,5%) e servi\u00e7os da informa\u00e7\u00e3o (1,3%) tamb\u00e9m avan\u00e7aram, enquanto a atividade de intermedia\u00e7\u00e3o financeira e seguros foi a \u00fanica do segmento a apresentar queda (-1,7%).<\/p>\n<p>Quando a compara\u00e7\u00e3o \u00e9 o primeiro trimestre de 2023, a economia ga\u00facha apresentou crescimento de 6,4%. O Brasil, na mesma base, cresceu 2,5% no per\u00edodo.<\/p>\n<p>\"Os n\u00fameros do primeiro trimestre indicam que est\u00e1vamos no caminho certo. Com a ocorr\u00eancia dos fen\u00f4menos de maio, o governo est\u00e1 focado em todas as a\u00e7\u00f5es para rea\u00e7\u00e3o da economia a partir de medidas estruturantes que possam nos guiar neste desafio\", avalia Silveira.<\/p>\n<p>Compara\u00e7\u00e3o anual<br \/>\nO crescimento nas lavouras de soja (71,2%) e de milho (26,4%), ambas afetadas pela estiagem em 2022 e 2023, puxaram a alta da agropecu\u00e1ria no primeiro trimestre de 2024 na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo per\u00edodo do ano passado. Entre as principais culturas agr\u00edcolas do trimestre no Estado, o arroz tamb\u00e9m teve avan\u00e7o na produ\u00e7\u00e3o (4,3%), enquanto o fumo (-2,6%) e a uva (-22,2%) registraram queda.<\/p>\n<p>Na ind\u00fastria, a alta de 2,6% entre janeiro e mar\u00e7o foi influenciada principalmente pela atividade de eletricidade e g\u00e1s, \u00e1gua, esgoto e limpeza urbana, com crescimento de 40,7%. \u201cA estiagem registrada nos primeiros meses de 2023 restringiu a produ\u00e7\u00e3o de energia hidroel\u00e9trica, o que impactou no resultado econ\u00f4mico da \u00e1rea. As chuvas dentro da normalidade no in\u00edcio deste ano reverteram o quadro\u201d, explica Lazzari.<\/p>\n<p>A ind\u00fastria extrativa mineral teve alta de 2,1% no per\u00edodo em rela\u00e7\u00e3o ao ano passado, enquanto a ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o, principal atividade industrial do Estado, registrou queda de 1%. Constru\u00e7\u00e3o caiu 0,4% no per\u00edodo.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<p>Entre as 14 atividades monitoradas da ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o, a queda nos n\u00fameros \u00e9 explicada, principalmente, pelo desempenho da fabrica\u00e7\u00e3o de m\u00e1quinas e equipamentos (-26,8%), de ve\u00edculos automotores, reboques e carrocerias (-13,5%) e produtos aliment\u00edcios (-4,9%). Entre as altas mais expressivas, se destacaram as atividades de produtos derivados de petr\u00f3leo e biocombust\u00edveis (+93,9%) e produtos do fumo (+19,4%).&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cNo primeiro trimestre de 2023, a Refinaria Alberto Pasqualini esteve com a produ\u00e7\u00e3o pausada para manuten\u00e7\u00e3o e realiza\u00e7\u00e3o de investimentos. Com a retomada neste ano, a produ\u00e7\u00e3o voltou aos padr\u00f5es habituais\", conta Lazzari.<\/p>\n<p>Nos servi\u00e7os, a eleva\u00e7\u00e3o de 3,2% foi influenciada especialmente pelo com\u00e9rcio (4,7%), outros servi\u00e7os (5,1%) e servi\u00e7os de informa\u00e7\u00e3o (5,1%). Entre as atividades do com\u00e9rcio, os principais destaques foram os aumentos nas vendas nos hipermercados, supermercados, produtos aliment\u00edcios, bebidas e fumo (14,1%), no com\u00e9rcio de ve\u00edculos (18,8%) e nos artigos farmac\u00eauticos, m\u00e9dicos, ortop\u00e9dicos, de perfumaria e cosm\u00e9ticos (10,2%). Entre as baixas, as mais significativas foram nas vendas de combust\u00edveis e lubrificantes (-5,2%) e de material de constru\u00e7\u00e3o (-2,5%).<\/p>\n<p>Com o resultado de janeiro a mar\u00e7o, no acumulado de quatro trimestres o PIB do RS apresenta crescimento de 3%. No pa\u00eds, a alta \u00e9 de 2,5%. (SEAPI)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b>China \u2013 Importa\u00e7\u00f5es de produtos l\u00e1cteos de janeiro a maio de 2024<\/b><\/p>\n<p>Importa\u00e7\u00f5es\/China \u2013 As importa\u00e7\u00f5es de produtos l\u00e1cteos da China vinham crescendo significativamente entre 2013-2021 (exceto na crise de 2015) a uma taxa anual acumulada de 10,6%, com queda de 16,5% em 2022 e de 10% em 2023, resultando em uma taxa negativa de 5,3% ao ano. De qualquer forma, a China continua sendo o grande motor da demanda mundial de l\u00e1cteos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/z0DA88ABF0466\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/z0DA88ABF0466\"><\/p>\n<p>As compras da China chegaram a 20 bilh\u00f5es de litros equivalente leite no ano de 2021, muito perto de 25% do que foi comercializado no mercado internacional, excluindo as transa\u00e7\u00f5es intra bloco da Uni\u00e3o Europeia (UE). Da\u00ed seu comportamento ser muito relevante para a determina\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os. Em 2022 houve uma queda de 17,1% das vendas mundiais para a China. Em 2023, as compras chinesas, em litros equivalente leite, ca\u00edram 20,5%. Com isso, sobraram entre 3 e 4% da oferta mundial que se deparou com um crescimento da produ\u00e7\u00e3o mundial em torno de 1% e uma demanda dom\u00e9stica retra\u00edda nos pa\u00edses exportadores. Tudo junto constituiu a principal causa da queda de pre\u00e7os observada durante quase todo o ano de 2023.<\/p>\n<p>As baixas compras da China foram decorrentes, em princ\u00edpio, de uma maior produ\u00e7\u00e3o interna, e altos estoques gerados com as grandes compras de 2021. Outros problemas se seguiram, como as dificuldades log\u00edsticas que provocaram o isolamento de algumas cidades em decorr\u00eancia de surtos do Covid-19, efeitos colaterais da Guerra na Ucr\u00e2nia e o processo inflacion\u00e1rio que vem ocorrendo nas economias mundiais com impacto recessivo sobre a demanda. A expectativa \u00e9 de que a demanda come\u00e7aria a ser revigorada (ao revisar v\u00e1rias publica\u00e7\u00f5es de organismos especializados), mas at\u00e9 agora n\u00e3o existem ind\u00edcios disso.<\/p>\n<p>No m\u00eas de maio houve baixas generalizadas das importa\u00e7\u00f5es, com aumento em produtos de baixa relev\u00e2ncia sobre o total. O mesmo ocorreu no acumulado dos primeiros cinco meses do ano.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/4gsPc1ABesQ0417\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/4gsPc1ABesQ0417\"><\/p>\n<p>O total das importa\u00e7\u00f5es em d\u00f3lares de janeiro a maio de 2024 foi 23,5% inferior ao registrado no mesmo per\u00edodo de 2023, e o valor m\u00e9dio dos produtos caiu de US$ 4.552 a tonelada, para US$ 4.108 a tonelada, um recuo de 9,8%. A redu\u00e7\u00e3o das compras foi uma combina\u00e7\u00e3o da queda dos pre\u00e7os, e dos volumes que diminu\u00edram 15,2%.<\/p>\n<p>O valor do litro equivalente leite das importa\u00e7\u00f5es da China de janeiro a maio de 2024 foi de US$ 0,88 (caindo 11,7%). O valor por litro equivalente leite das exporta\u00e7\u00f5es totais da Argentina para todos os destinos em igual per\u00edodo foi de US$ 0,54.<\/p>\n<p>A China \u00e9 o principal importador de leite em p\u00f3 integral e seu principal fornecedor \u00e9 a Nova Zel\u00e2ndia que ostentou 90,6% de participa\u00e7\u00e3o desse produto no gigante asi\u00e1tico no ano de 2024, at\u00e9 aqui. A participa\u00e7\u00e3o nos cinco primeiros meses de 2023 foi de 91,3%, muito perto do \u00edndice deste ano.&nbsp; &nbsp; Fonte: OCLA Tradu\u00e7\u00e3o livre: www.terraviva.com.br<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><em>Jogo R\u00e1pido<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>RS teve um outono de maior estresse t\u00e9rmico na produ\u00e7\u00e3o de leite<br \/>\n<\/b>A combina\u00e7\u00e3o de umidade, temperatura e amplitude t\u00e9rmica afetou o volume de forma mais prolongada do que o ano passado; efeitos se somaram aos da cat\u00e1strofe clim\u00e1tica. A combina\u00e7\u00e3o de temperatura, umidade e amplitude t\u00e9rmica trouxe um outono de maior estresse t\u00e9rmico para os animais em rela\u00e7\u00e3o ao do ano passado, com impacto direto sobre a produ\u00e7\u00e3o de leite do Estado. \u00c9 o que mostram os dados do Departamento de&nbsp; Diagn\u00f3stico e Pesquisa Agropecu\u00e1ria, da Secretaria da Agricultura. E esse fator se soma aos efeitos trazidos \u00e0 atividade pela cat\u00e1strofe clim\u00e1tica registrada em maio \u2014 como a dificuldade inicial de capta\u00e7\u00e3o nas propriedades e a perda de rebanho. No quesito conforto t\u00e9rmico dos animais, o maior desafio veio em mar\u00e7o: essa condi\u00e7\u00e3o s\u00f3 esteve presente em 49,7% do per\u00edodo \u2014 quando o ideal seria acima de 80%. E inclu\u00edram situa\u00e7\u00f5es consideradas perigosas durante 6,6% do m\u00eas. \u2014 Foi um outono mais complicado porque o estresse persistiu por um per\u00edodo maior do que no ano passado \u2014 observa a pesquisadora Adriana Kroef Tarouco, uma das respons\u00e1veis pelo Comunicado Agrometeorol\u00f3gico - Biometeorologia Aplicada \u00e0 Bovinocultura de Leite no outono de 2024. Conduzido em 16 munic\u00edpios, o estudo mostra ainda que quanto maior a produtividade da vaca, maior tamb\u00e9m foi a redu\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o em situa\u00e7\u00f5es de estresse t\u00e9rmico. Adriana explica que as altera\u00e7\u00f5es sobre o volume aparecem ap\u00f3s a condi\u00e7\u00e3o do ambiente se tornar cr\u00f4nica \u2014 em torno de tr\u00eas dias: \u2014 Com umidade e temperatura altas, o animal n\u00e3o consegue perder calor. Isso acontece principalmente acima de 35\u00baC. A vaca para de comer, busca sombra, caminha menos. Isso l\u00e1 na frente afeta a produ\u00e7\u00e3o de leite dela. (Zero Hora)<\/i><\/p>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 27 de junho de 2024&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 18 - N\u00b0 4.167 Como se comporta a produ\u00e7\u00e3o de leite em anos de El Ni\u00f1o ou La Ni\u00f1a? Logo <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2024\/06\/27\/27-06-2024\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"27\/06\/2024\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-14803","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14803","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=14803"}],"version-history":[{"count":7,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14803\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":14810,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14803\/revisions\/14810"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14803"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=14803"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=14803"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}