{"id":1477,"date":"2017-03-28T17:17:06","date_gmt":"2017-03-28T17:17:06","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/03\/28\/28-03-2017\/"},"modified":"2017-03-28T17:17:06","modified_gmt":"2017-03-28T17:17:06","slug":"28-03-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/03\/28\/28-03-2017\/","title":{"rendered":"28\/03\/2017"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> &nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 28 de mar\u00e7o&nbsp;<\/i><\/b><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>de 2017. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.469<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\"><strong>Sindilat discorda da redu\u00e7\u00e3o de incentivos previstas no PLP 343\/17<\/strong><br \/> &nbsp;<br \/> O presidente do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios (Sindilat), Alexandre Guerra, defendeu a prorroga\u00e7\u00e3o do pagamento da d\u00edvida do Estado junto \u00e0 Uni\u00e3o, em reuni\u00e3o que ocorreu na tarde desta segunda-feira (27\/03) na Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs). Entretanto, o dirigente ressaltou que a entidade n\u00e3o concorda com a condicionante de reduzir os incentivos, medida prevista no PLP 343, por considerar que ela prejudica a competitividade da ind\u00fastria ga\u00facha. A reuni\u00e3o foi composta por representantes da ind\u00fastria, deputados estaduais e federais para discutir temas nacionais em tramita\u00e7\u00e3o que repercutem no Estado. Na ocasi\u00e3o, a Agenda da Ind\u00fastria Ga\u00facha, um documento de 26 p\u00e1ginas com a Pauta M\u00ednima e Projetos Priorit\u00e1rios, elaborado pela Fiergs, foi entregue aos parlamentares.<\/p>\n<p> Guerra alerta que os estados que institu\u00edrem o Regime de Recupera\u00e7\u00e3o Fiscal, dever\u00e3o adotar contrapartidas que ir\u00e3o prejudicar a competitividade da ind\u00fastria do Rio Grande do Sul. \"Com a redu\u00e7\u00e3o de 20% ao ano dos benef\u00edcios fiscais em vigor, o Rio Grande do Sul ter\u00e1 que cortar os incentivos e, consequentemente, cr\u00e9ditos. Assim, o ICM ir\u00e1 diminuir e o desemprego aumentar\", avalia. Para o dirigente, \"a ind\u00fastria n\u00e3o \u00e9 o problema, mas a solu\u00e7\u00e3o\". Guerra afirma que, como n\u00e3o ser\u00e3o todos os Estados que dever\u00e3o aderir ao programa e, por conseguinte, n\u00e3o ir\u00e3o rever seus incentivos, haver\u00e1 um desequil\u00edbrio concorrencial, com a fuga de empresas do Rio Grande do Sul. \"O Estado j\u00e1 fez muito, n\u00e3o podemos deixar que o setor produtivo que sustenta a economia quebre\", salienta.<\/p>\n<p> A Pauta M\u00ednima apontada pela Fiergs inclui quatro itens: Valoriza\u00e7\u00e3o das Negocia\u00e7\u00f5es Coletivas, Regime de Recupera\u00e7\u00e3o Fiscal dos Estados, Reforma da Previd\u00eancia e Regulariza\u00e7\u00e3o Tribut\u00e1ria. Para cada um destes pontos, foram apresentados, por representantes da ind\u00fastria, como os projetos ir\u00e3o influenciar o setor industrial. Al\u00e9m da Pauta M\u00ednima, foram encaminhados ainda Projetos Priorit\u00e1rios da Ind\u00fastria envolvendo Rela\u00e7\u00f5es do Trabalho, Sistema Tribut\u00e1rio, Regulamenta\u00e7\u00e3o da Economia, Infraestrutura e Meio Ambiente. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>A oferta de leite na Europa continuar\u00e1 est\u00e1vel em 2017<\/strong><\/p>\n<p> Em 2017 a produ\u00e7\u00e3o de leite na Uni\u00e3o Europeia (UE) crescer\u00e1 0,6% apesar de uma nova redu\u00e7\u00e3o do rebanho, o que ser\u00e1 compensado por maior rendimento por animal. No \u00faltimo relat\u00f3rio sobre perspectivas, a Comiss\u00e3o Europeia (CE) previu que o estoque de gado leiteiro cair\u00e1 1,6% este ano, mas a produtividade animal aumentar\u00e1 2%.&nbsp;<\/p>\n<p> No ano passado a capta\u00e7\u00e3o de leite dos 28 pa\u00edses integrantes do bloco avan\u00e7ou apenas 0,4% em rela\u00e7\u00e3o a 2015. Na segunda metade de 2016 as autoridades europeias lan\u00e7aram medidas para apoiar o setor l\u00e1cteo, desde a compra de produtos industrializados at\u00e9 um programa para desestimular a oferta. Em 2015 houve aumento na produ\u00e7\u00e3o logo depois da elimina\u00e7\u00e3o das cotas. Segundo estimativas preliminares, o plano de redu\u00e7\u00e3o da oferta conseguiu um alto percentual de cumprimento. O corte chegou a 850.000 toneladas, cerca de 80% do objetivo inicial de 1,06 milh\u00f5es de toneladas. No primeiro trimestre de 2017 a produ\u00e7\u00e3o ficar\u00e1 abaixo da de igual per\u00edodo do ano passado, mas, j\u00e1 haver\u00e1 incremento entre abril e junho, se aproximando da oferta do segundo trimestre de 2016. \"Se os pre\u00e7os do leite continuarem est\u00e1veis, pode-se esperar um aumento significativo da produ\u00e7\u00e3o no segundo semestre de 2017\", disse o relat\u00f3rio da CE. A produ\u00e7\u00e3o animal crescer\u00e1 2%, chegando a 7.065 quilos por vaca, enquanto o rebanho cair\u00e1 1,6%, ou 380.000 cabe\u00e7as. No final do ano passado o n\u00famero de vacas leiteiras na UE foi estimado em 23,3 milh\u00f5es de cabe\u00e7as, 0,4% menos que um ano antes. No relat\u00f3rio foram destacados os principais fatores que incidir\u00e3o nos pre\u00e7os do leite este ano: a evolu\u00e7\u00e3o da oferta global; e os altos n\u00edveis de estoques de leite em p\u00f3 desnatado na Europa. \"A capta\u00e7\u00e3o nos Estados Unidos e Nova Zel\u00e2ndia provavelmente crescer\u00e1 este ano, principalmente com a forte demanda por queijo e manteiga. A d\u00favida \u00e9 em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 expans\u00e3o da demanda. Se ser\u00e1 suficiente para equilibrar qualquer aumento da produ\u00e7\u00e3o sem afetar negativamente os pre\u00e7os\", diz o relat\u00f3rio. Para 2018 a CE diz que haver\u00e1 margem para maior aumento da produ\u00e7\u00e3o de leite do bloco, \"especialmente se a demanda mundial continuar crescendo e se a R\u00fassia suspender o embargo \u00e0s importa\u00e7\u00f5es\" de produtos da UE. No seu \u00faltimo relat\u00f3rio de oferta e demanda o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), ajustou marginalmente para mais a proje\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de leite em 2017, de 98.818 milh\u00f5es para 98.863 milh\u00f5es de toneladas, um incremento de 2,3% em rela\u00e7\u00e3o ao ano passado. O USDA elevou o n\u00famero de vacas em produ\u00e7\u00e3o, mas reduziu a previs\u00e3o da produtividade animal. (El Observador - Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> <strong>Granarolo adquire 60% da Allfood<\/strong><\/p>\n<p> Granarolo, o maior operador agroindustrial da It\u00e1lia, de capital italiano, adquiriu 60% da Allfood, o primeiro importador e distribuidor de produtos t\u00edpicos europeus para o Brasil. Trata-se da segunda opera\u00e7\u00e3o no Brasil nos \u00faltimos dois anos por parte do Grupo: no final de 2015, de fato, a Granarolo adquiriu 60% de participa\u00e7\u00e3o na Yema, sociedade especializada na produ\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o de uma vasta gama de produtos caseiros.&nbsp;<\/p>\n<p> Allfood, com sede em S\u00e3o Paulo, tem um portf\u00f3lio de 200 outros produtos, dos quais 48% s\u00e3o italianos (25% queijo e 75% salame), e 33% de marca pr\u00f3pria. A Sociedade conta com um centro log\u00edstico de 2.000 metros quadrados e um estabelecimento de duas linhas produtivas, respectivamente, de salame e queijo. \"O Brasil - disse Gianpiero Calzolaria, presidente do Grupo Granarolo - representa um mercado estrat\u00e9gico pela presen\u00e7a de uma grande comunidade italiana de 25 milh\u00f5es de pessoas, que est\u00e3o, naturalmente, interessadas em produtos italianos; somente o segmento de l\u00e1cteos vale 23 milh\u00f5es de euros. \u00c9 um pa\u00eds com grande potencial: A Yema, em um ano registrou um incremento de 25% em seu faturamento. A atividade da Allfood - conclui Calzolari - se integra perfeitamente com a da Yema; a primeira prevalece a venda para a grande distribui\u00e7\u00e3o, enquanto, a Yema vende para os canais foodservice\". A transa\u00e7\u00e3o proporcionar\u00e1 \u00e0 Granarolo, atrav\u00e9s de sinergias entre Yema e Allfood, tornar-se l\u00edder na importa\u00e7\u00e3o de alimentos italianos e europeus para o Brasil, cobrindo todos os canais de distribui\u00e7\u00e3o e ter economia de escala. \"A escolha desta parceria de um lado d\u00e1 \u00e0 Granarolo a oportunidade de entrar mais fortemente no mercado brasileiro, e por outro, refor\u00e7a a estrat\u00e9gia da Allfood que quer consolidar sua lideran\u00e7a na importa\u00e7\u00e3o de alimentos europeus para o Brasil\", comentou Luciano Almendary, presidente da Allfood Importa\u00e7\u00e3o, Ind\u00fastria, e Com\u00e9rcio S.A. O acesso a novos produtos italianos ir\u00e1 enriquecer nosso portf\u00f3lio e a nossa oferta ao mercado. Crescer\u00e1 tamb\u00e9m a nossa capacidade de servir os s\u00f3cios brasileiros em todos os canais, tanto no varejo, no com\u00e9rcio normal ou marcas\". (Grupo Granarolo - Tradu\u00e7\u00e3o Livre: Terra Viva)<br \/> &nbsp;<\/p>\n<p> <strong>Maggi: governo vai apresentar programa de retirada da vacina\u00e7\u00e3o de febre aftosa<\/strong><\/p>\n<p> O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, confirmou nesta segunda-feira, 27, que o governo vai apresentar um programa de retirada gradual da vacina\u00e7\u00e3o de febre aftosa em bovinos, diante da expectativa dele de que o Brasil seja declarado livre de aftosa com vacina\u00e7\u00e3o em maio do ano que vem. Maggi frisou, no entanto, que um plano ainda est\u00e1 em elabora\u00e7\u00e3o e ser\u00e1 discutido \"com a sociedade\" antes de ser apresentado.<\/p>\n<p> Em fevereiro, o governo anunciou a inten\u00e7\u00e3o de lan\u00e7ar o plano de retirada gradual da vacina\u00e7\u00e3o contra a febre aftosa no Pa\u00eds a partir de 2018 e ainda uma mudan\u00e7a na vacina aplicada atualmente, com a exclus\u00e3o da imuniza\u00e7\u00e3o contra o v\u00edrus tipo C, um dos tr\u00eas presentes no medicamento. \u00c0 \u00e9poca, o diretor do Departamento de Sa\u00fade Animal do Minist\u00e9rio da Agricultura, Guilherme Marques, informou ao Broadcast Agro, servi\u00e7o de not\u00edcias em tempo real do Grupo Estado, que o governo pretendia autorizar a retirada da vacina\u00e7\u00e3o na campanha de novembro de 2018 para cerca de 80 milh\u00f5es, dos 220 milh\u00f5es de cabe\u00e7as do rebanho bovino brasileiro.<\/p>\n<p> Maggi confirmou ainda que o governo far\u00e1 um estudo sobre quais circuitos (Estados e regi\u00f5es) devem, juntos, pleitear a retirada da vacina\u00e7\u00e3o. Atualmente, apenas Santa Catarina \u00e9 Estado reconhecido como livre de aftosa sem vacina\u00e7\u00e3o. Para o reconhecimento de Estados e regi\u00f5es livres de aftosa pela Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade Animal (OIE), como o Estado do Sul, \u00e9 preciso antes o reconhecimento nacional.<\/p>\n<p> Segundo o ministro, outra medida \u00e9 assegurar, por exemplo, que animais vacinados n\u00e3o entrem em regi\u00f5es livres de vacina\u00e7\u00e3o. Paralelamente, o governo prepara a modifica\u00e7\u00e3o da vacina aplicada atualmente, com a retirada o v\u00edrus tipo C (inativado) da composi\u00e7\u00e3o do produto. Esse tipo de v\u00edrus foi erradicado h\u00e1 mais de 13 anos, n\u00e3o sendo mais necess\u00e1ria a imuniza\u00e7\u00e3o, na avalia\u00e7\u00e3o do Minist\u00e9rio da Agricultura. A vacina\u00e7\u00e3o com o novo medicamento est\u00e1 prevista para mar\u00e7o de 2018, quando ocorre a primeira etapa nacional de imuniza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p> O produto atual, que \u00e9 trivalente e protege o rebanho dos v\u00edrus A, C e O, passaria, a partir do pr\u00f3ximo ano, a ser bivalente, contendo apenas as cepas A e O do v\u00edrus. Com a nova vacina, o governo prev\u00ea redu\u00e7\u00e3o no custo do transporte, no armazenamento e na conserva\u00e7\u00e3o das doses, bem como no processo de fabrica\u00e7\u00e3o, distribui\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o. Tamb\u00e9m haver\u00e1 menor gasto com o manejo nas propriedades e menos rea\u00e7\u00f5es nos animais, como os eventuais caro\u00e7os no couro, que podem provocar perda de at\u00e9 2 quilos na prepara\u00e7\u00e3o dos cortes. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do jornal O Estado de S\u00e3o Paulo)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div>C<em>ompanhia de l\u00e1cteos do Vietn\u00e3, TH True Milk, vai investir US$ 1,7 bilh\u00e3o na R\u00fassia<\/em><\/div>\n<div><em>A companhia de l\u00e1cteos do Vietn\u00e3, TH True Milk, vai investir mais US$ 1,7 bilh\u00e3o no estabelecimento de uma f\u00e1brica de latic\u00ednios no leste da R\u00fassia. O investimento ajudar\u00e1 a empresa a atender a demanda na China e no Jap\u00e3o por produtos l\u00e1cteos org\u00e2nicos, onde a disponibilidade \u00e9 \"escassa\". Isso permitir\u00e1 que o TH True Milk estabele\u00e7a um sistema de produ\u00e7\u00e3o de leite no distrito federal de Far Eastern, da R\u00fassia - uma regi\u00e3o de 6 milh\u00f5es de quil\u00f4metros quadrados da R\u00fassia que est\u00e1 inteiramente dentro do continente asi\u00e1tico. Apesar de sua popula\u00e7\u00e3o esparsa, a \u00e1rea fornece a terceira maior contribui\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica por cabe\u00e7a de todos os distritos federais da R\u00fassia e est\u00e1 estrategicamente localizada para ajudar a TH True Milk a aumentar seus neg\u00f3cios na \u00c1sia. A companhia j\u00e1 investiu em dois projetos de produ\u00e7\u00e3o de leite na R\u00fassia - um na regi\u00e3o de Moscou e outro na vizinha, Kaluga. \"O valor total de projetos na R\u00fassia que a nossa companhia planeja \u00e9 de aproximadamente US$ 2,7 bilh\u00f5es. Deste montante, cerca de US$ 1 bilh\u00e3o j\u00e1 foi investido\", disse a presidente da TH True Milk, Thai Huong. O mercado dom\u00e9stico de l\u00e1cteos da R\u00fassia se beneficiou de investimentos asi\u00e1ticos, depois que as importa\u00e7\u00f5es ocidentais foram banidas em 2014. Os detalhes do investimento adicional da TH True Milk foram dados pelo vice-primeiro-ministro da R\u00fassia, Yury Trutnev. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do FoodBev.com, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/em><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n<p> <center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"> <\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px;\"><\/span><\/p>\n<p> <\/center><\/center><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 28 de mar\u00e7o&nbsp;de 2017. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.469 &nbsp; Sindilat discorda da redu\u00e7\u00e3o de incentivos previstas no PLP 343\/17 &nbsp; O presidente do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios (Sindilat), <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/03\/28\/28-03-2017\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"28\/03\/2017\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1477","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1477","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1477"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1477\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1477"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1477"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1477"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}