{"id":1474,"date":"2017-03-27T17:00:03","date_gmt":"2017-03-27T17:00:03","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/03\/27\/27-03-2017\/"},"modified":"2017-03-27T17:00:03","modified_gmt":"2017-03-27T17:00:03","slug":"27-03-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/03\/27\/27-03-2017\/","title":{"rendered":"27\/03\/\/2017"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p> <title><\/title> <\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 27 de mar\u00e7o&nbsp;<\/i><\/b><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>de 2017. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.468<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\"><strong>Programa\u00e7\u00e3o e capta\u00e7\u00e3o de recursos para a Expoleite\/Fenasul ser\u00e1 tema de reuni\u00e3o<\/strong><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: left;\"><b><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2188\" style=\"width: 500px; height: 281px;\" \/><\/b><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">Para acertar os detalhes da 40\u00ba Expoleite e na 17\u00aa Fenasul, previstos para ocorrer entre os dias 24 e 28 de maio, no Parque Estadual de Exposi\u00e7\u00f5es Assis Brasil, em Esteio (RS), a comiss\u00e3o executiva respons\u00e1vel pelo evento esteve reunida na manh\u00e3 desta segunda-feira (27\/03) na sede da Federa\u00e7\u00e3o da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul). A programa\u00e7\u00e3o e a capta\u00e7\u00e3o de recursos para o evento foram os temas que pautaram o encontro. O secret\u00e1rio-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, representou o sindicato. As entidades presentes decidiram organizar uma reuni\u00e3o com o secret\u00e1rio estadual de Agricultura, Ernani Polo, na quinta-feira (30\/03), \u00e0s 9h, na Farsul, para discutir os recursos que financiar\u00e3o os eventos, assim como a sua log\u00edstica.&nbsp;<\/p>\n<p> A Expoleite\/Fenasul ser\u00e1 realizada com o apoio do Sindilat\/RS, Farsul, Secretaria da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Irriga\u00e7\u00e3o (Seapi), Associa\u00e7\u00e3o das Pequenas Ind\u00fastrias de Latic\u00ednios (Apil), Sindicato e Organiza\u00e7\u00e3o das Cooperativas (Ocergs), Federa\u00e7\u00e3o dos Trabalhadores na Agricultura (Fetag), Federa\u00e7\u00e3o Brasileira das Associa\u00e7\u00f5es de Criadores de Animais de Ra\u00e7a (Febrac), Associa\u00e7\u00e3o dos Criadores de Gado Holand\u00eas (Gadolando), Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC) e Federa\u00e7\u00e3o Ga\u00facha de La\u00e7o. (Assessoria de Imprensa Sindilat)&nbsp;<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Desejo do filho de modernizar<\/strong><\/p>\n<p> H\u00e1 pouco menos de um ano, a fam\u00edlia de Ivanei de Souza instalou um sistema de ordenhadeira canalizada para o manejo do rebanho de 20 animais no munic\u00edpio de Segredo, no Vale do Rio Pardo. Desde ent\u00e3o, o tempo das ordenhas di\u00e1rias foi reduzido de uma hora e meia para 35 minutos cada. Al\u00e9m da agilidade, a limpeza dos equipamentos foi facilitada. Durante a Expoagro Afubra, o filho Ressan de Souza, 25 anos, tentava convencer o pai a instalar agora um painel de medi\u00e7\u00e3o eletr\u00f4nica no sistema.&nbsp;<\/p>\n<p> - Com o equipamento vamos conseguir medir a produtividade de cada animal e tamb\u00e9m a temperatura do leite - detalhava Ressan, empolgado.<\/p>\n<p> A m\u00e1quina, desenvolvida pela ga\u00facha Ordemax, controla tamb\u00e9m o tempo de ordenha e estimula o animal em caso de demora no processo. A fam\u00edlia resolveu n\u00e3o fechar o neg\u00f3cio na feira, mas se depender do desejo do filho, n\u00e3o vai demorar para o equipamento ser instalado na propriedade.<\/p>\n<p> - Foi ele (o filho) que quis modernizar tudo - conta a m\u00e3e Vera Eliane C\u00e2ndido de Souza, 51 anos, professora aposentada.<\/p>\n<p> Al\u00e9m da produ\u00e7\u00e3o leiteira, a fam\u00edlia cultiva 20 hectares de soja e quatro de tabaco A inten\u00e7\u00e3o da fam\u00edlia, no futuro, \u00e9 abandonar a fumicultura e aumentar o rebanho de animais com a ordenha automatizada.<\/p>\n<p> - O fumo precisa de mais m\u00e3o de obra. A produ\u00e7\u00e3o de leite pode aumentar sem a necessidade de mais gente - calcula Vera Elaine.<\/p>\n<p> A resposta mais r\u00e1pida da tecnologia em \u00e1reas menores \u00e9 outro est\u00edmulo para investimentos na agricultura familiar, destaca o secret\u00e1rio estadual de Desenvolvimento Rural, Tarc\u00edsio Minetto:<\/p>\n<p> - O \u00fanico limitante ainda \u00e9 a capacidade de endividamento do pequeno, evidentemente menor do que a dos grandes produtores. (Zero Hora)<\/p>\n<p> <strong>Produ\u00e7\u00e3o cai no pa\u00eds, mas l\u00edderes em leite elevam oferta&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p> Depois de um cen\u00e1rio adverso em 2015, as 100 maiores fazendas de leite do Brasil voltaram a acelerar o ritmo de crescimento da produ\u00e7\u00e3o no ano passado. A produ\u00e7\u00e3o m\u00e9dia do grupo ficou em 16.179 litros por dia em 2016, aumento de 4,5% em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 m\u00e9dia das 100 maiores de 2015 (15.486 litros), conforme o Levantamento Top 100 MilkPoint. Marcelo Pereira de Carvalho, coordenador do levantamento da consultoria, afirma ser \"dif\u00edcil dizer se [o movimento] \u00e9 uma retomada\". Mas acrescenta que \u00e9 importante destacar que a produ\u00e7\u00e3o dessas propriedades \"vem crescendo continuamente, s\u00e3o projetos com Al\u00e9m disso, o desempenho \u00e9 muito diferente do visto na produ\u00e7\u00e3o brasileira nos \u00faltimos anos. Em 2016, por exemplo, houve queda de 3,7% na produ\u00e7\u00e3o de leite inspecionada no pa\u00eds, que somou 23,17 bilh\u00f5es de litros. No ano anterior, a produ\u00e7\u00e3o nacional j\u00e1 havia recuado. Em sua 16\u00aa edi\u00e7\u00e3o, a pesquisa da MilkPoint obteve informa\u00e7\u00f5es dos 100 maiores produtores de leite do Brasil sobre o desempenho de 2016, comparando-as com as do ano anterior.&nbsp;<\/p>\n<p> Mais uma vez, a maior propriedade produtora de leite do Brasil em 2016 entre a 100 maiores foi a Fazenda Colorado, dona da marca de leite Xand\u00f4. A fazenda, que no ano anterior tinha reduzido em 3,4% sua produ\u00e7\u00e3o di\u00e1ria, elevou o volume em 4,2% em 2016, para 63.133 litros por dia.&nbsp;<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2189\" style=\"width: 500px; height: 295px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Entre as dez maiores produtoras de leite, houve mudan\u00e7as no ranking em rela\u00e7\u00e3o ao levantamento anterior. Os destaques de crescimento entre os dez maiores foram a Sekita Agroneg\u00f3cios, que ampliou a produ\u00e7\u00e3o di\u00e1ria em 32% em rela\u00e7\u00e3o a 2015 e manteve o quarto posto no ranking. Outro destaque foi o Grupo Melkstad, de Carambe\u00ed\/PR, que elevou a produ\u00e7\u00e3o di\u00e1ria em 63,1% e saiu da 24 posi\u00e7\u00e3o para o nono lugar (ver Uni\u00e3o de for\u00e7as embala crescimento do Grupo Melkstad). Tamb\u00e9m houve mudan\u00e7as no ranking geral em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior: 13 produtores deixaram de participar, tr\u00eas ficaram abaixo dos 100 maiores, tr\u00eas sa\u00edram da atividade e 13 entraram na listagem. Os pre\u00e7os mais favor\u00e1veis que os recebidos por outros produtores de leite de menor porte no pa\u00eds explicam, em parte, o incremento dos volumes dos 100 maiores, de acordo com Carvalho.&nbsp;<\/p>\n<p> Esse \u00e9 um cen\u00e1rio que estimula o investimento em tecnologia, o que resulta em maior produ\u00e7\u00e3o. \"O mercado precisa de volumes e quem tem escala obt\u00e9m pre\u00e7os mais altos\", explica. E no ano passado, quando houve queda na oferta de leite como um todo no pa\u00eds, as grandes fazendas de leite foram beneficiadas. \"Na falta de leite, quem tem volume passa a valer mais no mercado\", acrescenta o analista. O maior valor recebido por litro de leite permite a esses grandes produtores margens maiores comparativamente, embora tamb\u00e9m tenham sido afetados pela eleva\u00e7\u00e3o dos custos de produ\u00e7\u00e3o no ano passado, em decorr\u00eancia da alta dos gr\u00e3os. \"A margem boa \u00e9 um est\u00edmulo para o aumento da produ\u00e7\u00e3o\", diz. O levantamento mostrou que o custo operacional m\u00e9dio entre os 100 maiores do pa\u00eds cresceu no \u00faltimo ano, para R$ 1,06 por litro, acima dos R$ 1,01 de 2015 (dados j\u00e1 deflacionados pelo IPCA). Segundo o estudo, o valor \u00e9 o maior dos \u00faltimos oito anos. Apesar dos custos maiores, a pesquisa mostrou produtores mais satisfeitos com a rentabilidade no neg\u00f3cio em 2016. Entre os 100 maiores, 54% consideraram a rentabilidade da atividade melhor em 2016 do que a m\u00e9dia de outros anos\u037e 36% disseram que ficou na m\u00e9dia e s\u00f3 10% a consideraram pior que a m\u00e9dia.&nbsp;<\/p>\n<p> Marcelo Pereira de Carvalho destaca que uma caracter\u00edstica dos maiores \u00e9 o foco na continuidade do crescimento. Essa tend\u00eancia ganha for\u00e7a diante do fato de que esses produtores obt\u00eam pre\u00e7os mais atrativos do que a m\u00e9dia do mercado. Assim, quando questionados se pretendem ampliar a produ\u00e7\u00e3o nos pr\u00f3ximos tr\u00eas anos, s\u00f3 uma fatia de 10% dos 100 maiores diz que n\u00e3o t\u00eam a inten\u00e7\u00e3o de faz\u00ea-lo. Outros 38% pretendem ampliar em at\u00e9 20% a produ\u00e7\u00e3o\u037e 35% de 20% a 50% e 17% afirmam ter a inten\u00e7\u00e3o de elevar em mais de 50%.&nbsp;<\/p>\n<p> Entre os maiores desafios da atividade apontados pelo levantamento custo de produ\u00e7\u00e3o \u00e9 o item mais citado pelos pecuaristas (24,8%). Em segundo lugar, 17,4% dos produtores apontam como desafio a m\u00e3o de obra, e em terceiro, o pre\u00e7o do leite, que recebeu 10,1% das cita\u00e7\u00f5es. Conforme o levantamento, a produ\u00e7\u00e3o m\u00e9dia de leite por vaca em lacta\u00e7\u00e3o no ano passado nas 100 maiores subiu para 24,9 litros por dia (considerando uma m\u00e9dia nacional). No ano anterior havia sido de 22, 9 litros. Para se ter uma ideia, a produ\u00e7\u00e3o m\u00e9dia estimada pela MilkPoint para o Brasil como um todo, levando em conta dado de 2015 do IBGE, \u00e9 de cerca de 7,6 litros por vaca por dia. Em 76 das 100 maiores fazendas, a ra\u00e7a holandesa \u00e9 a mais utilizada em 2016. A ra\u00e7a girolando est\u00e1 em 29 propriedades e 26 fazendas utilizam mais de uma ra\u00e7a, segundo o levantamento. Al\u00e9m disso, 53% das propriedades trabalhavam com confinamento total, enquanto 15% t\u00eam sistemas baseados em pastagens e cerca de 33%, sistemas mistos. (Valor Econ\u00f4mico)&nbsp;<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Dr\u00e1uzio Varella explica porque recomenda o consumo de leite<\/strong><\/p>\n<p> O consumo de leite faz algum mal? O homem \u00e9 o \u00fanico animal adulto que consome leite? O que \u00e9 intoler\u00e2ncia \u00e0 lactose? Muitas d\u00favidas e mitos surgiram em rela\u00e7\u00e3o ao consumo do leite. Segundo o m\u00e9dico Dr\u00e1uzio Varella, h\u00e1 uma confus\u00e3o na \u00e1rea da nutri\u00e7\u00e3o que levantou estas e outras quest\u00f5es sobre o uso do leite nas dietas humanas.&nbsp;<\/p>\n<p> \"Na realidade, apenas 5% da popula\u00e7\u00e3o do Brasil tem real intoler\u00e2ncia \u00e0 lactose. A import\u00e2ncia do leite est\u00e1 no seu valor nutritivo e na quantidade de c\u00e1lcio que possui. Essa \u00e9 a for\u00e7a do leite como alimento barato e acess\u00edvel \u00e0 popula\u00e7\u00e3o\", afirma o renomado m\u00e9dico. Para desmitificar e explicar porque recomenda o consumo de leite, Dr\u00e1uzio Varella ministrar\u00e1 a palestra \"Sa\u00fade, nutri\u00e7\u00e3o e os benef\u00edcios do consumo do leite e seus derivados como parte de uma dieta saud\u00e1vel\", durante o I Simp\u00f3sio Leite Integral, em Curitiba, no dia 30\/03 (quinta-feira). Ao contr\u00e1rio de uma parte da classe m\u00e9dica, Dr\u00e1uzio Varella sugere o consumo de l\u00e1cteos como parte de uma dieta saud\u00e1vel e equilibrada para crian\u00e7as, adultos e idosos. Por isso, ele foi o convidado pelo #movimentobebamaisleite para palestrar sobre o tema.<\/p>\n<p> Diante de um excesso de desinforma\u00e7\u00e3o e informa\u00e7\u00e3o errada sobre o consumo de leite, as idealizadoras do movimento, as veterin\u00e1rias Fl\u00e1via Fontes e Ana Paula Menegatti, decidiram promover a palestra com o m\u00e9dico mais conhecido e respeitado do Brasil para informar a popula\u00e7\u00e3o e derrubar os mitos que barram o consumo de leite e seus derivados. \"Queremos ressaltar a convic\u00e7\u00e3o que temos de que a nutri\u00e7\u00e3o \u00e9 uma ci\u00eancia e n\u00e3o uma quest\u00e3o de ponto de vista, disse Fl\u00e1via Fontes. \"\u00c9 fundamental mostrar os benef\u00edcios do leite como parte de uma dieta saud\u00e1vel, seja para m\u00e3es, pais, pediatras e p\u00fablico em geral\", reafirmou. (Faemg\/Terra Viva)<br \/>&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div>C<em>apta\u00e7\u00e3o de leite de fevereiro cai 2,3%<br \/> Produ\u00e7\u00e3o\/Uruguai - A capta\u00e7\u00e3o de leite pelas ind\u00fastrias de todo o pa\u00eds, em fevereiro, caiu 2,3% em rela\u00e7\u00e3o ao igual m\u00eas do ano passado, informou o Instituto Nacional do Leite (INALE). No m\u00eas passado os produtores enviaram para as ind\u00fastrias 112,3 milh\u00f5es de litros de leite. &nbsp;Por outro lado, a capta\u00e7\u00e3o de leite nos dois primeiros meses do ano caiu 1,8% em rela\u00e7\u00e3o a janeiro e fevereiro de 2016, chegando a 259,3 milh\u00f5es de litros. (El Observador - Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/em><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; &nbsp; Porto Alegre, 27 de mar\u00e7o&nbsp;de 2017. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.468 &nbsp; Programa\u00e7\u00e3o e capta\u00e7\u00e3o de recursos para a Expoleite\/Fenasul ser\u00e1 tema de reuni\u00e3o &nbsp; &nbsp; Para acertar os detalhes da <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/03\/27\/27-03-2017\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"27\/03\/\/2017\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1474","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1474","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1474"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1474\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1474"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1474"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1474"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}