{"id":1473,"date":"2017-03-24T16:36:39","date_gmt":"2017-03-24T16:36:39","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/03\/24\/24-03-2017\/"},"modified":"2017-03-24T16:36:39","modified_gmt":"2017-03-24T16:36:39","slug":"24-03-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/03\/24\/24-03-2017\/","title":{"rendered":"24\/03\/2017"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> &nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 24 de mar\u00e7o&nbsp;<\/i><\/b><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>de 2017. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.467<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><strong>Venda de leite dos EUA dever\u00e1 cair at\u00e9 2020, segundo relat\u00f3rio da Mintel<\/strong><\/p>\n<p> Um relat\u00f3rio recente do Mintel diz que a categoria de l\u00e1cteos dos EUA ver\u00e1 um decl\u00ednio cont\u00ednuo nas vendas, em contraste com seu forte crescimento em 2014, quando houve uma combina\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os elevados do leite, aumento da demanda internacional e reposicionamento dos l\u00e1cteos para alinhar com as tend\u00eancias de sa\u00fade. A empresa de pesquisa de mercado prev\u00ea que o total de vendas de l\u00e1cteos dos EUA caia para US$ 15,9 bilh\u00f5es, uma queda de 11% durante o per\u00edodo de 2015 a 2020.<\/p>\n<p> \"O consumo de leite l\u00edquido nos Estados Unidos vem decaindo h\u00e1 d\u00e9cadas. O consumo mais baixo vem \u00e0 medida que os consumidores aumentam o consumo de outras bebidas, desafiando a ind\u00fastria l\u00e1ctea a oferecer produtos para serem consumidos em m\u00faltiplas ocasi\u00f5es, com uma variedade de benef\u00edcios e aplica\u00e7\u00f5es\".<\/p>\n<p> O crescimento da categoria de \"leites n\u00e3o derivados do leite bovino\" continuar\u00e1 a amea\u00e7ar o consumo de leite dos Estados Unidos, acrescentou o relat\u00f3rio. \"O crescimento de leites n\u00e3o derivados do leite bovino continuar\u00e1 j\u00e1 que muitos consumidores est\u00e3o se tornando adeptos aos leites vegetais. A maioria dos consumidores de leite tamb\u00e9m diz ter consumido esses leites alternativos nos \u00faltimos tr\u00eas meses\".&nbsp;<\/p>\n<p> Leite vegetal&nbsp;<br \/> A inova\u00e7\u00e3o dentro da categoria mant\u00e9m os consumidores interessados e a grande variedade de leites vegetais ajuda a atender a uma variedade de necessidades de sa\u00fade dos consumidores e prefer\u00eancias de sabor. As vendas totais de leites n\u00e3o derivados do leite bovino nos EUA totalizam atualmente cerca de US$ 2 bilh\u00f5es, mas o Mintel previu que a categoria atingir\u00e1 quase US$ 3 bilh\u00f5es at\u00e9 2020, com crescimento interanual cont\u00ednuo. No entanto, a crescente tend\u00eancia alimentar sobre a adi\u00e7\u00e3o de prote\u00edna fez com que alguns consumidores questionassem a quantidade do nutriente nos leites alternativos em compara\u00e7\u00e3o com o leite de vaca.<\/p>\n<p> A fabricante de leite \u00e0 base de gr\u00e3os, Ripple, disse que o leite de am\u00eandoa, que \u00e9 o leite mais popular dentre os alternativos, cont\u00e9m apenas um grama de prote\u00edna por 30 mL, enquanto que a bebida de coco cont\u00e9m zero. Os produtos da Ripple oferecem oito gramas de prote\u00edna por 30 mL, a mesma quantidade que o leite. Apesar de enfrentar a concorr\u00eancia direta de alternativas de produtos a base de vegetais, o Mintel disse que os fabricantes de l\u00e1cteos t\u00eam outras oportunidades de espa\u00e7o em branco para aproveitar.<\/p>\n<p> \"O leite \u00e9 conhecido por beneficiar a sa\u00fade \u00f3ssea, mas h\u00e1 uma porcentagem muito menor de consumidores bebendo leite pelos benef\u00edcios para o cora\u00e7\u00e3o ou para perda de peso. H\u00e1 uma oportunidade de destacar melhor esses atributos e expandir as percep\u00e7\u00f5es dos consumidores sobre os benef\u00edcios do leite para a sa\u00fade. No entanto, com a maioria dos consumidores bebendo leite porque gostam do sabor, tamb\u00e9m deve haver uma maior \u00eanfase no perfil do sabor do leite. Gostar do gosto \u00e9 uma das principais raz\u00f5es pelas quais os consumidores bebem as bebidas que consomem\". (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Dairy Reporter, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>A proposta \u00e9 que produtos n\u00e3o l\u00e1cteos deixem de ser chamados de \"leite\"<\/strong><\/p>\n<p> O congresso dos Estados Unidos considera proibir produtos alternativos. Defendem nos Estados Unidos os valores nutricionais \u00fanicos do leite. O Congresso dos Estados Unidos expressou sua preocupa\u00e7\u00e3o em um assunto de interesse popular como o leite. Tratam por via legal de que se preservem seus valores nutricionais e de que se pro\u00edba que tamb\u00e9m se chame como tal, produtos alternativos. O senador Tammy Baldwin de Wisconsin e o representante de Vermont, Peter Welch, ambos do partido democrata, prop\u00f5em uma lei que pro\u00edba que se denomine \"leite\" a produtos n\u00e3o l\u00e1cteos alternativos elaborados com am\u00eandoa, soja, aveia, avel\u00e3, ou c\u00e2nhamo, publicou La Vanguardia da Espanha. O conjunto de agricultores que se dedicam a abastecer as ind\u00fastrias de latic\u00ednios, se re\u00fanem contra estes produtos n\u00e3o l\u00e1cteos, pois consideram que sofrem com esta concorr\u00eancia desleal, j\u00e1 que enganam o consumidor. O produto n\u00e3o leva leite e \u00e9 comercializado com este nome, diz a publica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p> Benef\u00edcios<br \/> Segundo Baldwin, o fato de alternativas n\u00e3o l\u00e1cteas serem vendidas com esta denomina\u00e7\u00e3o, \"\u00e9 uma afronta aos produtores que trabalham duro a cada dia para elaborar um produto nutritivo\". \"Estas imita\u00e7\u00f5es que usam o bom nome do produto l\u00e1cteo em benef\u00edcio pr\u00f3prio, s\u00e3o contra a lei\", acrescenta o senador de Wisconsin. Ainda mais neste momento que o veganismo e o leite a base de plantas est\u00e1 em pleno auge, os pecuaristas norte-americanos se juntam para evitar que o nome \"leite\" passe a representar uma c\u00f3pia do original. \"As c\u00f3pias se apresentam como uma adula\u00e7\u00e3o, mas produtos chamados leite, que evidentemente n\u00e3o o s\u00e3o, aumentam, est\u00e3o mal classificados e representam uma engana\u00e7\u00e3o\", afirma brad Nevin, produtor de leite membro da Associa\u00e7\u00e3o de produtores de Leite de Wisconsin. (El Observador - Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/p>\n<p> <strong>Uruguai tem a oportunidade de se inserir em cadeia global de valor<\/strong><\/p>\n<p> Um estudo do Banco Mundial (BM) afirma que \u00e9 poss\u00edvel que a ind\u00fastria de latic\u00ednios e a Tecnologia de Comunica\u00e7\u00f5es e Informa\u00e7\u00f5es (TICs) do Uruguai tenham a oportunidade de serem incoporadas \u00e0s cadeias globais de valor (CGV), que \u00e9 a forma predominante do com\u00e9rcio mundial, adiantou a El Observador, Gonzalo Varela, um dos autores do trabalho. T\u00e9cnicos do BM trabalharam em ambos os setores. Os l\u00e1cteos como \"um setor tradicional com problemas, que exporta ou deixa de exportar, mas, que n\u00e3o ganha tudo o que poderia\", explicou Varela. Em contrapartida, as TICs \"\u00e9 um setor novo e inovador\". Para o BM, o problema do setor l\u00e1cteo uruguaio \u00e9 que \"tem experi\u00eancia mas, foca em determinados produtos de baixo pre\u00e7o devido a pouca ou nenhuma diferencia\u00e7\u00e3o\". No estudo s\u00e3o visualizados \"subsetores\" que podem melhorar, como o caso dos queijos artesanais. Os t\u00e9cnicos do BM realizaram uma an\u00e1lise quantitativa, o que quer dizer, ao n\u00edvel de valor agregado da cadeia l\u00e1ctea, com a ideia de \"ver como podemos ajudar o Uruguai a estar mais perto dos consumidores, j\u00e1 que hoje vende os produtos a multinacionais e n\u00e3o ao consumidor final\", disse Varela.&nbsp;<\/p>\n<p> O caminho \u00e9 \"diferenciar\" e tender a \"produtos Premium\", que habitualmente come\u00e7am por desenvolver em mercados locais e logo se movem para nichos de alto valor. A ideia \u00e9 como intervir nesse processo\". Varela explicou que as CVG \"d\u00e3o oportunidades de ser provedores de empresas grandes que t\u00eam poder de inser\u00e7\u00e3o\" nos mercados, como o caso da Conaprole, ao mesmo tempo em analisam quais as pol\u00edticas p\u00fablicas utilizar. Existem temas chaves como redu\u00e7\u00e3o de custos na cadeia, a especializa\u00e7\u00e3o, por exemplo em alguns dos componentes da cadeia, e os avan\u00e7os em infraestrutura e log\u00edstica. Est\u00e1 comprovado que a melhora de 10% em rodovias aumenta 23% o valor agregado no Uruguai. O setor p\u00fablico e o privado devem identificar qual a fase da cadeia \u00e9 competitiva. (El Observador - Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div><em>Previs\u00e3o de aumento da produ\u00e7\u00e3o de leite na EU em 2017 depender\u00e1 da evolu\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os<br \/> A produ\u00e7\u00e3o de leite na Uni\u00e3o Europeia (28 pa\u00edses membros) em 2017 poder\u00e1 aumentar 0,6% em rela\u00e7\u00e3o a 2016. Este aumento seria consequ\u00eancia dos melhores rendimentos, que se espera que aumentem em 2%, apesar de as fazendas leiteiras poderem cair em 1,6% em 2017, de acordo com estimativas da Comiss\u00e3o Europeia. Especificamente, prev\u00ea-se uma redu\u00e7\u00e3o em 380 mil cabe\u00e7as, especialmente de fazendas holandesas, como resultado do Plano de Redu\u00e7\u00e3o de Fosfato. As entregas na UE-28 podem aumentar na primavera e chegar a um n\u00edvel semelhante ao de 2016 no final do segundo trimestre. Na segunda metade do ano, as entregas poderiam ser acima dos n\u00edveis do ano anterior, desde que os pre\u00e7os n\u00e3o caiam. Um fator que pode ter um impacto sobre os pre\u00e7os \u00e9 o crescimento na oferta mundial de leite. A produ\u00e7\u00e3o nos EUA e na Nova Zel\u00e2ndia provavelmente aumentar\u00e3o durante todo o ano, embora a demanda por manteiga e queijo permane\u00e7a forte. \u00c9 necess\u00e1rio ver se o crescimento da demanda \u00e9 suficiente para equilibrar qualquer aumento na produ\u00e7\u00e3o de leite. Outra inc\u00f3gnita \u00e9 o impacto que os volumes de interven\u00e7\u00e3o da Uni\u00e3o Europeia de leite em p\u00f3 desnatado ter\u00e3o sobre os pre\u00e7os do leite. N\u00e3o devemos esquecer que atualmente est\u00e3o armazenadas 350 mil toneladas, representando 30% da produ\u00e7\u00e3o anual. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Agrodigital, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/em><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 24 de mar\u00e7o&nbsp;de 2017. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.467 &nbsp; Venda de leite dos EUA dever\u00e1 cair at\u00e9 2020, segundo relat\u00f3rio da Mintel Um relat\u00f3rio recente do Mintel diz que <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/03\/24\/24-03-2017\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"24\/03\/2017\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1473","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1473","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1473"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1473\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1473"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1473"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1473"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}