{"id":14698,"date":"2024-06-10T20:05:13","date_gmt":"2024-06-10T20:05:13","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=14698"},"modified":"2024-06-11T12:04:02","modified_gmt":"2024-06-11T12:04:02","slug":"10-06-2024","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2024\/06\/10\/10-06-2024\/","title":{"rendered":"10\/06\/2024"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 10 de junho de 2024&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 18 - N\u00b0 4.154<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<hr>\n<div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Emater\/RS-Ascar auxilia no repasse de doa\u00e7\u00f5es para bovinos de leite no RS<br \/>\n<\/b><br \/>\nAp\u00f3s os preju\u00edzos causados pelas enchentes no Rio Grande do Sul, que atingiram diversos setores produtivos, a Emater\/RS-Ascar contribui com a distribui\u00e7\u00e3o de alimentos destinados ao rebanho leiteiro ga\u00facho. Os produtos s\u00e3o doa\u00e7\u00f5es vindas de outras regi\u00f5es do RS e de outros estados do Brasil, como Paran\u00e1 e Santa Catarina, e incluem feno pr\u00e9-secado e silagem.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As enchentes e as chuvas intensas ocorreram no per\u00edodo em que os produtores rurais do RS realizam o cultivo das plantas forrageiras de inverno, como a alfafa e o azev\u00e9m, que servem como alimento espec\u00edfico para o gado leiteiro. O extensionista Jaime Ries, zootecnista e assistente t\u00e9cnico estadual em Bovinocultura de Leite da Emater\/RS-Ascar, destaca a import\u00e2ncia das doa\u00e7\u00f5es, ao afirmar que as forrageiras s\u00e3o a base da produ\u00e7\u00e3o de leite ga\u00facha.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As doa\u00e7\u00f5es s\u00e3o de car\u00e1ter emergencial e priorizam produtores e rebanhos afetados e em situa\u00e7\u00e3o cr\u00edtica. Ries explica que alguns produtores n\u00e3o conseguiram realizar o plantio das forrageiras a tempo, e que outros conseguiram, mas n\u00e3o obtiveram o desenvolvimento esperado ou n\u00e3o puderam soltar seus rebanhos para o pastejo por conta do barro. Muitos ter\u00e3o de refazer o plantio de suas pastagens e lidar com os problemas causados \u00e0 sa\u00fade dos animais durante os eventos clim\u00e1ticos ocorridos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cTememos que esse seja, talvez, o empurr\u00e3ozinho que faltava para que mais pessoas desistam da bovinocultura leiteira\u201d, pontua Ries.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O zootecnista estima um atraso de 45 dias na produ\u00e7\u00e3o leiteira do Estado, j\u00e1 impactada pela estiagem h\u00e1 tr\u00eas anos, e que tamb\u00e9m foi atingida por enchentes e chuvas no segundo semestre do ano passado. Nos \u00faltimos oito anos, 51% dos produtores de leite vinculados \u00e0s ind\u00fastrias do RS deixaram a atividade, insatisfeitos pela rentabilidade. As regi\u00f5es mais afetadas em termos de coleta de leite s\u00e3o o Vale do Taquari, a Quarta Col\u00f4nia, o Vale do Rio dos Sinos e o Alto da Serra do Botucara\u00ed, muitas ainda sem luz e com dificuldade de tr\u00e1fego pelas estradas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Emater\/RS-Ascar realiza levantamentos de dados para embasar os laudos de perdas dos munic\u00edpios, al\u00e9m de operacionalizar as pol\u00edticas p\u00fablicas das secretarias estaduais de Desenvolvimento Rural (SDR) e da Agricultura, Pecu\u00e1ria, Produ\u00e7\u00e3o Sustent\u00e1vel e Irriga\u00e7\u00e3o (Seapi). A Institui\u00e7\u00e3o est\u00e1 aberta ao produtor rural para ajud\u00e1-lo a planejar e reorganizar suas estrat\u00e9gias de produ\u00e7\u00e3o e investimento. (Not\u00edcias Agricolas)<\/p>\n<\/div>\n<div>\n<hr>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Chocolate, salgadinho e sorvete deviam estar no \u2018Imposto do Pecado\u2019, defende o Banco Mundial<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Organiza\u00e7\u00e3o afirma que incluir alimentos ultraprocessados no Imposto Seletivo da reforma tribut\u00e1ria reduz consumo, traz ganhos de renda e diminui despesas com sa\u00fade<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">BRAS\u00cdLIA - Cobrar mais impostos sobre chocolate, pacote de salgadinho, sorvete e outros alimentos ultraprocessados pode trazer benef\u00edcios para a popula\u00e7\u00e3o e para o governo, de acordo com estudo do Banco Mundial. A organiza\u00e7\u00e3o afirma que a inclus\u00e3o desses produtos no Imposto Seletivo da reforma tribut\u00e1ria tem o potencial de reduzir o consumo desses itens - considerados prejudiciais \u00e0 sa\u00fade -, liberando renda para produtos mais saud\u00e1veis e diminuindo os gastos com o sistema de sa\u00fade, principalmente entre a popula\u00e7\u00e3o mais pobre.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A reforma tribut\u00e1ria, aprovada pelo Congresso no ano passado, institui o Imposto Seletivo (apelidado de \u201cImposto do Pecado\u201d) para aumentar a tributa\u00e7\u00e3o de produtos que fazem mal \u00e0 sa\u00fade e causam danos ao meio ambiente. O projeto enviado pelo governo do presidente Luiz In\u00e1cio Lula da Silva (PT) para regulamentar a mudan\u00e7a neste ano incluiu alguns itens nessa rela\u00e7\u00e3o, como cigarros, bebidas alco\u00f3licas e refrigerantes, mas deixou de fora a maioria dos alimentos ultraprocessados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em vez de incluir os ultraprocessados no Imposto Seletivo, o governo decidiu cobrar a al\u00edquota cheia do IVA (Imposto sobre Valor Agregado), uma m\u00e9dia de 26,5%, sobre esses produtos. Na pr\u00e1tica, a cobran\u00e7a ser\u00e1 maior do que a aplicada em alimentos da cesta b\u00e1sica e produtos in natura, como arroz, feij\u00e3o e frutas, mas ser\u00e1 menor do que se estivesse inclu\u00eddo no Imposto Seletivo. A exce\u00e7\u00e3o s\u00e3o os refrigerantes, que ficaram no Seletivo, e a margarina, que ficou com imposto zero.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O assunto \u00e9 pol\u00eamico. Cobrar impostos mais caros sobre salgadinhos, doces, barras de cereal, chocolates, sorvetes, bolachas ou biscoitos pode dar a entender que o governo quer que esses produtos sejam consumidos apenas pelas classes mais favorecidas. O projeto ainda vai passar pelo Congresso e pode ser alterado. O setor de refrigerantes, por exemplo, pressiona ela retirada do item do Imposto Seletivo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Aumento de 20% no pre\u00e7o dos ultraprocessados reduz o consumo em 30%, diz Banco Mundial<br \/>\nUm aumento de pre\u00e7o de 20% nos alimentos ultraprocessados reduz o consumo em 30%, calcula o Banco Mundial. Os mais pobres sentem mais quando algo aumenta de pre\u00e7o e reduzem o consumo desse item, de acordo com a institui\u00e7\u00e3o. O estudo indica que os 10% mais pobres do Brasil reduziriam o consumo de ultraprocessados tr\u00eas vezes mais do que os 10% mais ricos, abrindo a possibilidade da substitui\u00e7\u00e3o por alimentos mais saud\u00e1veis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201c\u00c9 estimado que as camadas mais ricas passem a gastar mais, mas consumir menos esses produtos, enquanto os mais pobres, que j\u00e1 consomem menos ultraprocessados como propor\u00e7\u00e3o da sua dieta, v\u00e3o tamb\u00e9m substituir esse consumo por produtos mais saud\u00e1veis, e isso leva a ganhos na sa\u00fade\u201d, diz a especialista s\u00eanior em Sa\u00fade do Banco Mundial, Courtney Price.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Banco Mundial n\u00e3o calculou qual seria o aumento de pre\u00e7o com o projeto da reforma tribut\u00e1ria. Empresas tendem a deixar os itens mais caros quando pagam um imposto maior. A simula\u00e7\u00e3o de 20%, no entanto, aproxima o cen\u00e1rio da realidade de inclus\u00e3o desses alimentos no Imposto Seletivo, de acordo com os pesquisadores.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Banco Mundial estima que a popula\u00e7\u00e3o brasileira teria ganhos de renda com a redu\u00e7\u00e3o de anos de vida perdidos, uma medida que estima o tempo de vida que uma pessoa perde por problemas de sa\u00fade. De acordo com o estudo, os 10% mais pobres teriam um ganho de renda de 3,5% com a redu\u00e7\u00e3o de anos de vida perdidos relacionados a riscos alimentares. O aumento \u00e9 nove vezes maior do que na parcela mais rica da popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m disso, haveria redu\u00e7\u00e3o nas despesas m\u00e9dicas para todas as faixas de renda. A parcela mais carente da popula\u00e7\u00e3o diminuiria esses gastos em 6,82%, 55 vezes mais que o grupo mais rico, diminuindo inclusive a press\u00e3o sobre o Sistema \u00danico de Sa\u00fade (SUS).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cHoje, quem paga o custo da sa\u00fade somos n\u00f3s, ent\u00e3o esse custo tem de entrar no Imposto Seletivo. A popula\u00e7\u00e3o e o governo se beneficiariam muito com a redu\u00e7\u00e3o desses custos. A tributa\u00e7\u00e3o \u00e9 boa para a sa\u00fade, para o meio ambiente e para a economia\u201d, diz Bruna Hassan, nutricionista da ACT Promo\u00e7\u00e3o da Sa\u00fade, organiza\u00e7\u00e3o que defende a inclus\u00e3o dos ultraprocessados no Imposto Seletivo. Estad\u00e3o<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Governo argumenta que ultraprocessados s\u00e3o consumidos pelos mais pobres e, por isso, ficaram fora do Imposto Seletivo<br \/>\n<\/b><br \/>\nO governo Lula argumenta que os alimentos ultraprocessados s\u00e3o consumidos pelas pessoas mais pobres e, portanto, uma tributa\u00e7\u00e3o excessiva iria prejudicar essa parcela da popula\u00e7\u00e3o. Apesar disso, a maioria dos produtos classificados dessa forma ainda \u00e9 consumida em n\u00edveis mais elevados pelos mais ricos e ter\u00e1 uma tributa\u00e7\u00e3o cheia do IVA, sem descontos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cA maior parte dos alimentos que ficaram na al\u00edquota cheia s\u00e3o os ultraprocessados e que hoje majoritariamente s\u00e3o consumidos por ricos. Isso foi definido por crit\u00e9rios objetivos, n\u00e3o foi feito no chute\u201d, afirmou o secret\u00e1rio extraordin\u00e1rio da reforma tribut\u00e1ria do Minist\u00e9rio da Fazenda, Bernard Appy, ao enviar o projeto de regulamenta\u00e7\u00e3o, em abril.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Banco Mundial concorda com o diagn\u00f3stico, mas afirma que a proposta do governo n\u00e3o \u00e9 suficiente. A institui\u00e7\u00e3o alerta para o aumento do consumo desses alimentos por grupos da popula\u00e7\u00e3o rural, mais pobre e de menor escolaridade. Isso indica que o Brasil deveria aproveitar uma \u201cjanela de oportunidade\u201d para aumentar a tributa\u00e7\u00e3o e impedir que o Pa\u00eds consuma tantos alimentos prejudiciais \u00e0 sa\u00fade e se aproxime de outras na\u00e7\u00f5es onde isso ocorreu.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cO que se quer \u00e9 que esses alimentos n\u00e3o sejam consumidos\u201d, afirma o economista s\u00eanior em Sa\u00fade do Banco Mundial, Roberto Iunes. \u201cO ideal \u00e9 que os ultraprocessados fossem inclu\u00eddos no Imposto Seletivo. O que a reforma faz de positivo \u00e9 que esses alimentos devem ficar mais caros que os itens in natura, ent\u00e3o, resolve parcialmente o problema.\u201d Estad\u00e3o<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><em>Jogo R\u00e1pido<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Leite: mercado interno enfrenta menor disponibilidade<br \/>\n<\/b><\/i>Vamos falar sobre o mercado dos l\u00e1cteos? Os derivados registram alta com menor disponibilidade interna. N\u00f3s conversamos com Glauco Carvalho, economista e pesquisador da Embrapa Gado de Leite. Assista&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=IDoQLgDXIOs\" data-cke-saved-href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=IDoQLgDXIOs\">aqui<\/a>. (AgroMais)&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 10 de junho de 2024&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 18 - N\u00b0 4.154 Emater\/RS-Ascar auxilia no repasse de doa\u00e7\u00f5es para bovinos de leite no RS Ap\u00f3s os preju\u00edzos causados <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2024\/06\/10\/10-06-2024\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"10\/06\/2024\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-14698","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14698","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=14698"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14698\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":14703,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14698\/revisions\/14703"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14698"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=14698"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=14698"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}