{"id":1462,"date":"2017-03-16T17:10:16","date_gmt":"2017-03-16T17:10:16","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/03\/16\/16-03-2016\/"},"modified":"2017-03-16T17:10:16","modified_gmt":"2017-03-16T17:10:16","slug":"16-03-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/03\/16\/16-03-2016\/","title":{"rendered":"16\/03\/2016"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> &nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 16 de mar\u00e7o&nbsp;<\/i><\/b><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>de 2017. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.461<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><strong>Criado grupo de acompanhamento para implanta\u00e7\u00e3o da NF-e<\/strong><\/p>\n<p> Para solucionar os entraves e discuss\u00f5es que a implanta\u00e7\u00e3o da Nota Fiscal Eletr\u00f4nica (NF-E) para os produtores ga\u00fachos tem causado, a Comiss\u00e3o de Agricultura, Pecu\u00e1ria e Cooperativismo da Assembleia Legislativa, a Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz) e entidades do setor decidiram formar um grupo de acompanhamento. A decis\u00e3o foi tomada em audi\u00eancia p\u00fablica realizada na manh\u00e3 desta quinta-feira (16\/3), no Plenarinho da Assembleia.&nbsp;<\/p>\n<p> A cria\u00e7\u00e3o do grupo foi uma sugest\u00e3o do deputado estadual Elton Weber, por achar que a prorroga\u00e7\u00e3o da data de implanta\u00e7\u00e3o da NF-e na zona rural \u00e9 a decis\u00e3o mais acertada enquanto n\u00e3o houver sinal de Internet adequado. Assim como o parlamentar, muitos representantes do campo tamb\u00e9m manifestaram esta mesma apreens\u00e3o.<\/p>\n<p> A gerente administrativa do Sindilat, Julia Bastiani, reafirmou na reuni\u00e3o a posi\u00e7\u00e3o tomada pelo sindicato de que a emiss\u00e3o de notas pelo produtor deve ser extinta, j\u00e1 que ele entrega o leite diariamente e s\u00f3 remete o documento fiscal no final do m\u00eas. O subsecret\u00e1rio adjunto da Receita Estadual, Paulo Cestari, afirmou que ir\u00e1 avaliar esta sugest\u00e3o.<\/p>\n<p> O assessor da Anatel, Sidnei Ochmann, disse que conforme base legal est\u00e1 disponibilizada a todos os munic\u00edpios ga\u00fachos, desde 2016, o atendimento por acesso individual por telefonia fixa para usu\u00e1rios at\u00e9 30 quil\u00f4metros contados a partir do limite urbano da localidade-sede do munic\u00edpio.&nbsp;<\/p>\n<p> Nesta semana, ap\u00f3s press\u00e3o da Fetag-RS e de Weber, o secret\u00e1rio Estadual da Fazenda, Giovani Feltes, anunciou a prorroga\u00e7\u00e3o da entrada em vigor da NF-e de 1\u00ba de abril deste ano para 1\u00ba de janeiro de 2019. (Assessoria de Imprensa Sindilat com informa\u00e7\u00f5es da Assembleia Legislativa)<\/p><\/div>\n<p> &nbsp; <\/p>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Latic\u00ednios sugere alinhamento com a Seapi para controle de vacina\u00e7\u00e3o de brucelose<\/strong><\/p>\n<p> &nbsp;<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2173\" style=\"width: 500px; height: 374px;\" \/><\/p>\n<p> O Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do RS (Sindilat) pretende pedir o apoio da Secretaria de Agricultura, Pecu\u00e1ria e Irriga\u00e7\u00e3o (Seapi) para operacionalizar o controle de vacina\u00e7\u00e3o contra brucelose, conforme exig\u00eancia da IN 19\/MAPA, pelas ind\u00fastrias de latic\u00ednios. A proposta \u00e9 encaminhar um documento \u00e0 Seapi solicitando que Inspetorias de Defesa Agropecu\u00e1ria (IDA) possam emitir comprovantes da regularidade com a vacina\u00e7\u00e3o dos fornecedores de leite cadastrados diretamente aos latic\u00ednios. De posse desses certificados, as empresas conseguiriam cumprir o regramento previsto no artigo 19 da referida IN.<\/p>\n<p> A decis\u00e3o foi tomada nesta ter\u00e7a-feira (14\/3) na primeira reuni\u00e3o do Grupo de Qualidade do Sindilat, criado para alinhar com os latic\u00ednios associados quest\u00f5es referentes aos processos ligados \u00e0 garantia da qualidade. No encontro, os dirigentes t\u00e9cnicos das empresas tamb\u00e9m avaliaram as resolu\u00e7\u00f5es que alteram a rotulagem de produtos em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 informa\u00e7\u00e3o sobre lactose. Publicadas em fevereiro, as resolu\u00e7\u00f5es RDC 135\/2017 e RDC 136\/2017 obrigam que todo produto l\u00e1cteo que possuir mais de 0,1% lactose traga alerta no r\u00f3tulo.<\/p>\n<p> Segundo a consultora t\u00e9cnica do Sindilat, Let\u00edcia Cappiello, muitas ind\u00fastrias j\u00e1 est\u00e3o aptas a atender \u00e0s normas de rotulagem dos produtos que cont\u00eam lactose. Contudo, os 24 meses de adapta\u00e7\u00e3o estabelecidos pela Anvisa dar\u00e3o tranquilidade ao processo para as demais. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/p>\n<p> <strong>A \u00cdndia, o maior produtor de leite, \u00e9 respons\u00e1vel por 18,5% de toda produ\u00e7\u00e3o mundial<\/strong><\/p>\n<p> A \u00cdndia ocupa o primeiro lugar na produ\u00e7\u00e3o de leite, representando 18,5% da produ\u00e7\u00e3o mundial, alcan\u00e7ando uma produ\u00e7\u00e3o anual de 146,3 milh\u00f5es de toneladas na temporada 2014\/15, contra 137,69 milh\u00f5es de toneladas na temporada 2013\/14, crescimento de 6,26%. Considerando que a Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para Alimenta\u00e7\u00e3o e Agricultura (FAO) registrou crescimento de 3,1% na produ\u00e7\u00e3o mundial de leite de 765 milh\u00f5es de toneladas em 2013 para 789 milh\u00f5es de toneladas em 2014. A disponibilidade per capita de leite na \u00cdndia aumentou de 176 gramas por dia em 1990-91 para 322 gramas por dia em 2014-15. \u00c9 mais do que a m\u00e9dia mundial de 294 gramas por dia durante 2013.<\/p>\n<p> Isto representa um crescimento sustentado na disponibilidade de leite e produtos l\u00e1cteos para a popula\u00e7\u00e3o crescente, e a produ\u00e7\u00e3o de leite se transforma em uma importante fonte secund\u00e1ria de renda para milh\u00f5es de fam\u00edlias do meio rural envolvidas na agricultura. O sucesso da ind\u00fastria de latic\u00ednios \u00e9 resultado de um sistema integrado de cooperativas de coleta de leite, transporte, processamento e distribui\u00e7\u00e3o. A transforma\u00e7\u00e3o em leite em p\u00f3 e outros produtos, permite minimizar o impacto sazonal sobre os fornecedores e compradores, a distribui\u00e7\u00e3o no varejo de produtos l\u00e1cteos, proporcionando a partilha dos lucros com os agricultores, que investem no aumento da produtividade. Um modelo que pode ser utilizado por outros produtos agr\u00edcolas, ou cadeia de produtores.<\/p>\n<p> De acordo com o Ministro da Agricultura, Radaha Mohan Singh a \u00cdndia continua sendo o maior produtor de leite do mundo, com 155 milh\u00f5es de toneladas em 2015\/16. Ele disse que a produ\u00e7\u00e3o total de leite subiu 4,3% entre julho e outubro de 2016, em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2015. \"Pelas \u00faltimas informa\u00e7\u00f5es dispon\u00edveis, o total da produ\u00e7\u00e3o de leite at\u00e9 outubro foi de 105,41 milh\u00f5es de toneladas\", nos oito primeiros meses da temporada. (News18.com\/The Dairy Site - Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/p>\n<p> <strong>Mercado chin\u00eas de restaurantes atrai latic\u00ednios estrangeiros<\/strong><\/p>\n<p> Em uma cozinha industrial em um arborizado sub\u00farbio residencial da regi\u00e3o central de Xangai h\u00e1 uma silenciosa evolu\u00e7\u00e3o culin\u00e1ria em andamento. Ao lado de prateleiras lotadas de montanhas de manteiga do tamanho de p\u00e3es de forma e pe\u00e7as de queijos de cinco quilos, chefs est\u00e3o fazendo experi\u00eancias com ingredientes ex\u00f3ticos que sua fornecedora da Nova Zel\u00e2ndia, a Fonterra Cooperative Group, quer tornar onipresentes na China: os l\u00e1cteos.&nbsp;<\/p>\n<p> Comuns nas dietas ocidentais, o creme de leite, o queijo e a manteiga s\u00e3o itens raramente utilizados nas cozinhas comerciais chinesas. Os exportadores de l\u00e1cteos est\u00e3o trabalhando para mudar isso.<\/p>\n<p> A cooperativa de l\u00e1cteos holandesa Royal FrieslandCampina abriu uma cozinha para treinamento em Xangai em janeiro, unindo-se \u00e0 Fonterra na estrat\u00e9gia de ensinar os cozinheiros chineses a usar produtos \u00e0 base de leite e a incorpor\u00e1-los a pratos populares. Em Hong Kong, onde mais de um s\u00e9culo de controle brit\u00e2nico ajudou a inspirar pratos como o arroz de forno com queijo e p\u00e3es de manteiga e abacaxi, os l\u00e1cteos representam cerca de 5% dos ingredientes usados nas refei\u00e7\u00f5es, segundo a FrieslandCampina. Se essa propor\u00e7\u00e3o fosse igualada, se criaria um mercado de US$ 7,5 bilh\u00f5es por ano na China.<\/p>\n<p> L\u00e1cteos - China&nbsp;<br \/> \"Podemos ver a ascens\u00e3o da classe m\u00e9dia e a abertura e o ajuste aos alimentos ocidentais\", disse Batthew Pang, vice-presidente de servi\u00e7os aliment\u00edcios da FrieslandCampina na China. \"N\u00e3o tivemos essa escala de crescimento potencial em servi\u00e7os aliment\u00edcios em nenhum outro lugar.\"<\/p>\n<p> A US$ 150 bilh\u00f5es por ano, o setor de servi\u00e7os aliment\u00edcios da China \u00e9 o maior do mundo depois do dos EUA e o do Jap\u00e3o, e a culin\u00e1ria estilo ocidental est\u00e1 ganhando popularidade, disse Sally Peng, gerente de contas s\u00eanior da empresa de pesquisa NPD Group em Xangai.<\/p>\n<p> A Fonterra, maior exportadora de l\u00e1cteos do mundo, come\u00e7ou a treinar chefs chineses em 2015 e atualmente realiza workshops em Xangai, Pequim, Guangzhou e Chengdu para os clientes, entre os quais as redes locais de padarias Hoililand e de pizzarias Champion.<\/p>\n<p> A Fonterra vendeu o equivalente a 271 milh\u00f5es de litros de leite em produtos de consumo e de servi\u00e7os aliment\u00edcios para a China no trimestre que terminou em 31 de outubro, um aumento de 36% em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior. A margem bruta na China nas duas categorias subiu de 32% para 39%, informou a companhia em novembro. \"Uma nova gera\u00e7\u00e3o de chineses da parte continental do pa\u00eds passou a admirar mais a cultura ocidental - ou est\u00e1 mais adaptada a ela -, especialmente no que diz respeito \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o\", disse Pang, da FrieslandCampina.<\/p>\n<p> Estudos mostram que uma alta propor\u00e7\u00e3o de chineses \u00e9 incapaz de absorver a lactose, o principal carboidrato do leite, que lhes provoca incha\u00e7o, flatul\u00eancia, c\u00f3licas e n\u00e1useas. No entanto, a intoler\u00e2ncia \u00e0 lactose est\u00e1 se tornando um problema menor \u00e0 medida que mais pessoas s\u00e3o expostas a produtos \u00e0 base de leite desde os primeiros anos de vida, disse Pang. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Bloomberg)<br \/> &nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div><em>Crise\/Uruguai<br \/> O Instituto Nacional de la Leche (Inale) aposta no crescimento do setor l\u00e1cteo para superar as limita\u00e7\u00f5es provocadas pela crise nos \u00faltimos tr\u00eas anos. Um fator especial \u00e9 o financiamento de longo prazo para enfrentar o elevado endividamento de mais de US$ 300 milh\u00f5es. As solu\u00e7\u00f5es para o endividamento de curto prazo come\u00e7aram com renegocia\u00e7\u00f5es, e outros com gerenciamento. Mas, tamb\u00e9m a solu\u00e7\u00e3o para as d\u00edvidas de longo prazo est\u00e1 no crescimento da produ\u00e7\u00e3o, mediante aumento de produtividade, destacou a El Observador o presidente do Inale, Ricardo de Izaguirre. Ele destaca a\u00e7\u00f5es fundamentais: de um lado o aumento da produtividade das fazendas de leite com um servi\u00e7o de extens\u00e3o adequado em projetos de cinco anos, e, por outro lado, conseguir um financiamento de longo prazo e amortiza\u00e7\u00f5es flex\u00edveis. Nessas duas dire\u00e7\u00f5es est\u00e3o conseguindo avan\u00e7os importantes, sustentou Izaguirre. \u00c9 preciso investir no desenvolvimento de tecnologias, mas, tamb\u00e9m no tratamento de efluentes e irriga\u00e7\u00e3o, o que requer apoio financeiro no curto prazo. Os projetos nessas duas linhas est\u00e3o avan\u00e7ando e devem dinamizar o setor. A cada 15 dias s\u00e3o realizadas reuni\u00f5es com diversos atores vinculados \u00e0 assist\u00eancia t\u00e9cnica. Espera-se atingir impactos essenciais com a visita dos pr\u00f3prios t\u00e9cnicos \u00e0s fazendas. No que se refere ao aspecto financeiro, \u00e9 preciso analisar cada produtor individualmente. Para isso est\u00e3o sendo realizadas reuni\u00f5es com o Instituto Nacional de Pesquisa Agropecu\u00e1ria (NIA) o Instituto Nacional de Coloniza\u00e7\u00e3o (INC), e o Instituto de Plano Agropecu\u00e1rio (IPA) e com a Universidad da Rep\u00fablica (Udelar). Antes foram realizadas reuni\u00f5es com os industriais e com entidades dos produtores de leite. (Fonte da Not\u00edcia:El Observador - Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/em>&nbsp;<\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 16 de mar\u00e7o&nbsp;de 2017. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.461 &nbsp; Criado grupo de acompanhamento para implanta\u00e7\u00e3o da NF-e Para solucionar os entraves e discuss\u00f5es que a implanta\u00e7\u00e3o da Nota Fiscal <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/03\/16\/16-03-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"16\/03\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1462","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1462","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1462"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1462\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1462"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1462"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1462"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}