{"id":1455,"date":"2017-03-14T16:18:22","date_gmt":"2017-03-14T16:18:22","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/03\/14\/14-03-2017\/"},"modified":"2017-03-14T16:18:22","modified_gmt":"2017-03-14T16:18:22","slug":"14-03-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/03\/14\/14-03-2017\/","title":{"rendered":"14\/03\/2017"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"> <title><\/title> &nbsp;<a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 14 de mar\u00e7o&nbsp;<\/i><\/b><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>de 2017. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.459<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><strong>&nbsp; NOTA OFICIAL<\/strong><\/p>\n<p> O Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do RS (Sindilat) vem a p\u00fablico manifestar-se sobre a 12\u00ba fase da Opera\u00e7\u00e3o Leite Compensado deflagrada nesta ter\u00e7a-feira (14\/3) nas cidades de Nova Ara\u00e7\u00e1, Casca, Marau, Estrela e Travesseiro.<\/p>\n<p> O Sindilat repudia qualquer tipo de adultera\u00e7\u00e3o no leite e defende, assim como seus associados, uma postura \u00e9tica e respeitosa perante os consumidores. &nbsp;Desta forma, o sindicato apoia integralmente a opera\u00e7\u00e3o deflagrada pelo Minist\u00e9rio P\u00fablico do RS, Minist\u00e9rio da Agricultura, Receita Estadual e Funda\u00e7\u00e3o Estadual de Prote\u00e7\u00e3o Ambiental (Fepam) no intuito de assegurar a qualidade dos produtos l\u00e1cteos produzidos em todos os munic\u00edpios do Estado do Rio Grande do Sul.<\/p>\n<p> O Sindilat recomenda aos consumidores que continuem buscando marcas de sua confian\u00e7a. A a\u00e7\u00e3o de supostos malfeitores no setor, al\u00e9m de por em risco a sa\u00fade dos consumidores, imp\u00f5e uma concorr\u00eancia desleal ao mercado e \u00e0s centenas de latic\u00ednios que atuam com alto rigor e controle de qualidade, comprometidos com a sanidade e integridade dos alimentos que fabricam. &nbsp;<\/p>\n<p> Os latic\u00ednios tamb\u00e9m entendem que, com a implementa\u00e7\u00e3o completa da Lei do Leite, fraudes dever\u00e3o ser ainda mais coibidas. O Sindilat vem trabalhando com afinco na legisla\u00e7\u00e3o e operacionaliza\u00e7\u00e3o dos regramentos propostos e defende medidas que evitem que cargas rejeitadas por uma empresa possam chegar a outras.&nbsp;<\/p>\n<p> O Rio Grande do Sul \u00e9 o estado da federa\u00e7\u00e3o onde a produ\u00e7\u00e3o l\u00e1ctea \u00e9 a mais fiscalizada no pa\u00eds. \u00c9 importante ressaltar que o leite e seus derivados s\u00e3o alimentos de alto valor nutricional e utilizados na alimenta\u00e7\u00e3o de milhares de pessoas. Qualquer a\u00e7\u00e3o de adultera\u00e7\u00e3o deve ser vista como um ato de agress\u00e3o \u00e0 sa\u00fade humana e punida com o rigor da lei.<\/p>\n<p> Sem mais no momento,<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">Alexandre Guerra<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">Presidente do Sindilat\/RS<\/p>\n<p> Porto Alegre, 14 de mar\u00e7o de 2017<\/p><\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Conseleite\/PR<\/strong><\/p>\n<p> A diretoria do Conseleite-Paran\u00e1 reunida no dia 14 de Mar\u00e7o de 2017 na sede da FAEP na cidade de Curitiba, atendendo os dispositivos disciplinados no Cap\u00edtulo II do T\u00edtulo II do seu Regulamento, aprova e divulga os valores de refer\u00eancia para a mat\u00e9ria-prima leite realizados em Fevereiro de 2017 e a proje\u00e7\u00e3o dos valores de refer\u00eancia para o m\u00eas de Mar\u00e7o 2017, calculados por metodologia definida pelo Conseleite-Paran\u00e1, a partir dos pre\u00e7os m\u00e9dios e do mix de comercializa\u00e7\u00e3o dos derivados l\u00e1cteos praticados pelas empresas participantes<\/p>\n<p> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2170\" style=\"width: 493px; height: 128px;\" \/>&nbsp;<\/p>\n<p> Os valores de refer\u00eancia indicados nesta resolu\u00e7\u00e3o para a mat\u00e9ria-prima leite denominada \"Leite Padr\u00e3o\", se refere ao leite analisado que cont\u00e9m 3,50% de gordura, 3,10% de prote\u00edna, 400 mil c\u00e9lulas som\u00e1ticas \/ml e 300 mil ufc\/ml de contagem bacteriana. Para o leite pasteurizado o valor projetado para o m\u00eas de Mar\u00e7o de 2017 \u00e9 de R$ 2,3111\/litro. Visando apoiar pol\u00edticas de pagamento da mat\u00e9ria-prima leite conforme a qualidade, o Conseleite-Paran\u00e1 disponibiliza um simulador para o c\u00e1lculo de valores de refer\u00eancia para o leite analisado em fun\u00e7\u00e3o de seus teores de gordura, prote\u00edna, contagem de c\u00e9lulas som\u00e1ticas e contagem bacteriana. O simulador est\u00e1 dispon\u00edvel no seguinte endere\u00e7o eletr\u00f4nico: www.conseleitepr.com.br. (Conseleite\/PR)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Fran\u00e7a busca alian\u00e7as estrat\u00e9gicas para expandir setor l\u00e1cteo; Brasil tamb\u00e9m \u00e9 alvo<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> A Fran\u00e7a, um pa\u00eds que \u00e9 do tamanho do Estado de Minas Gerais, produz 1,9 milh\u00e3o de toneladas de 1,2 mil tipos de queijo por ano. N\u00e3o h\u00e1 uma \u00fanica regi\u00e3o na qual a atividade queijeira n\u00e3o fa\u00e7a parte da cultura e da economia local.&nbsp;<\/p>\n<p> O brie, de pasta mole e crosta branca, \u00e9 produzido na regi\u00e3o de Seine-et-Marne. J\u00e1 o comt\u00e9, um dos mais populares, \u00e9 produzido nas montanhas da Franche-Comt\u00e9, na regi\u00e3o do Jura, por pequenas cooperativas conhecidas como fruiti\u00e8res. Na categoria dos queijos de cheiro forte est\u00e1 o maroilles, da regi\u00e3o de Picardie. Mas os que fazem mesmo sucesso, em mat\u00e9ria de produto gourmet, s\u00e3o os da Normandia.&nbsp;<\/p>\n<p> Tr\u00eas s\u00e3o considerados pelos mestres queijeiros de todo o mundo como soberbos: o camembert, o livarot e o pont-l'\u00eaveque. O camembert, por exemplo, uma cria\u00e7\u00e3o da \u00e9poca da Revolu\u00e7\u00e3o Francesa, no final dos anos de 1790, \u00e9 feito de leite cru. N\u00e3o por acaso, o queijo conta a hist\u00f3ria da Fran\u00e7a e ajuda a economia do pa\u00eds a movimentar \u20ac 26 bilh\u00f5es por ano, principalmente no mercado interno. Agora, os produtores franceses e a sua ind\u00fastria de l\u00e1cteos querem aumentar a presen\u00e7a no Brasil. \"Com certeza, vamos ter mais queijos franceses na mesa dos brasileiros. Isso \u00e9 bastante claro para n\u00f3s\", diz Laurent Damiens, 52 anos, diretor de marketing do Centro Nacional Interprofissional de Economia Leiteira (CNIEL), organismo fundado nos anos 1970, que re\u00fane federa\u00e7\u00f5es de produtores, cooperativas de latic\u00ednios e ind\u00fastrias daquele pa\u00eds.<\/p>\n<p> Damiens esteve no Brasil com uma miss\u00e3o de executivos franceses. Ele se reuniu com importadores e participou do Bonjour French Food em S\u00e3o Paulo, evento que vem sendo realizado em alguns pa\u00edses, entre eles Jap\u00e3o e Austr\u00e1lia, com o objetivo de apresentar o agroneg\u00f3cio franc\u00eas. De acordo com Michel Bianchi, consul geral da Fran\u00e7a em S\u00e3o Paulo, o Brasil faz parte de um bloco de pa\u00edses nos quais a expectativa \u00e9 de expans\u00e3o do com\u00e9rcio.&nbsp;<\/p>\n<p> \"Hoje, das a\u00e7\u00f5es dos organismos de com\u00e9rcio exterior, cerca 40% se concentram na Am\u00e9rica Latina, como M\u00e9xico, Cuba, Argentina e Brasil\". No entanto, o Pa\u00eds ainda importa pouqu\u00edssimos produtos l\u00e1cteos franceses. Na \u00faltima d\u00e9cada, as compras variaram entre 1,6 mil toneladas por ano a 1,9 mil toneladas. Para os Estados Unidos, a Fran\u00e7a vende 25 mil toneladas de 400 tipos. No caso das importa\u00e7\u00f5es brasileiras, a exce\u00e7\u00e3o foi 2013, ano em que o Pa\u00eds importou 3,4 mil toneladas, por US$ 20,5 milh\u00f5es.&nbsp;<\/p>\n<p> Aumentar a presen\u00e7a no mundo tamb\u00e9m \u00e9 uma quest\u00e3o de sobreviv\u00eancia para os produtores de leite da Fran\u00e7a e faz parte da estrat\u00e9gia de neg\u00f3cios dessa cadeia produtiva. Isso porque atualmente o pa\u00eds produz mais do que consome e est\u00e1 se preparando para produzir muito mais nos pr\u00f3ximos anos. A meta do setor \u00e9 chegar em 2020 processando anualmente at\u00e9 27 bilh\u00f5es de litros de leite de vaca. Atualmente s\u00e3o 24,5 bilh\u00f5es de litros por ano. O volume extra, de cerca de tr\u00eas bilh\u00f5es, devem ser dedicados exclusivamente \u00e0 exporta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p> A cadeia leiteira na Fran\u00e7a passou por uma radical transforma\u00e7\u00e3o nas \u00faltimas duas d\u00e9cadas, baseada na concentra\u00e7\u00e3o em todos os setores. De 150 mil produtores daquela \u00e9poca, hoje h\u00e1 67 mil. Por\u00e9m, o n\u00famero de vacas leiteiras permanece praticamente inalterado: 3,7 milh\u00f5es, principalmente das ra\u00e7as holandesa, montb\u00e9liarde e normanda. \"Antes, a m\u00e9dia era de 25 vacas por produtor, agora \u00e9 de 55 vacas\", diz Damiens. \"Em dez anos, 35 mil produtores passaram a ter 100 vacas ou mais.\" A produ\u00e7\u00e3o m\u00e9dia anual tem sido de 370 mil litros por fazenda.<\/p>\n<p> Al\u00e9m da concentra\u00e7\u00e3o, nos \u00faltimos cinco anos, as fazendas francesas investiram \u20ac 4 bilh\u00f5es para se modernizar, principalmente em instala\u00e7\u00f5es visando o conforto e o bem estar dos animais. De acordo com Damiens, isso \u00e9 reflexo de uma nova gera\u00e7\u00e3o de pecuaristas que est\u00e3o indo para o campo. \"Temos como certo que 90% dos produtores que deixaram o leite por se aposentarem, os filhos n\u00e3o herdaram a atividade\", diz ele. \"Hoje, quem est\u00e1 indo para o campo produzir leite s\u00e3o profissionais da cidade em busca de qualidade de vida, como administradores, publicit\u00e1rios, advogados, com uma super forma\u00e7\u00e3o e que pensam em economia de escala.\"<\/p>\n<p> A contrapartida de alian\u00e7as que visam a venda de produtos l\u00e1cteos processados tem um motivo. A ind\u00fastria francesa do setor tamb\u00e9m tem passado por transforma\u00e7\u00f5es profundas. Isso porque, com a globaliza\u00e7\u00e3o, o modelo americano de neg\u00f3cio repercutiu em todas as economias do mundo. Em paralelo \u00e0 concentra\u00e7\u00e3o de fazendas houve tamb\u00e9m uma concentra\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria de l\u00e1cteos. At\u00e9 o final dos anos 1990, havia cerca de mil ind\u00fastrias, hoje h\u00e1 300 empresas operando 650 f\u00e1bricas no pa\u00eds. Entre elas est\u00e3o cinco grandes grupos mundiais: Lactalis, que chegou ao Brasil em 2013, e Danone, no Pa\u00eds desde os anos 1970, al\u00e9m de Bel, Savencia e Sodiaal.<\/p>\n<p> A pesquisa \u00e9 um dos pilares dessas gigantes. Somente a Lactalis, por exemplo, possui uma equipe 200 engenheiros em seus laborat\u00f3rios franceses. De acordo com Damiens, a concentra\u00e7\u00e3o no setor gerou uma maior competitividade no segmento. \"O setor de latic\u00ednios \u00e9 onde tem ocorrido uma maior variedade de novos produtos no mundo inteiro e a Fran\u00e7a n\u00e3o fugiu \u00e0 regra\", afirma ele. \"No ano de 2014, por exemplo, chegamos a lan\u00e7ar no mercado cerca de 450 novas variedades de queijos, entre eles os aromatizados, por exemplo.\"<\/p>\n<p> Mas, em um segmento de neg\u00f3cios maduros como \u00e9 o de queijos, o pa\u00eds mant\u00e9m intactas algumas diretrizes que est\u00e3o mais para a tradi\u00e7\u00e3o que para os modismos. Como os produtos de Denomina\u00e7\u00e3o de Origem Protegida (DOP), um selo de qualidade regulamentado pela Uni\u00e3o Europeia nos anos 1990. Hoje, do total de 186 latic\u00ednios com o selo, 50 est\u00e3o na Fran\u00e7a: 45 para queijos, tr\u00eas para manteiga e dois para creme de leite. \"Esses produtos s\u00e3o ainda mais refinados\", diz Damiens. \"Podemos trazer ao Brasil o que os brasileiros quiserem.\"&nbsp;<\/p>\n<p> A Fran\u00e7a exporta l\u00e1cteos para cerca de 140 pa\u00edses. Mas, de acordo com Ren\u00e9 Quirin, conselheiro agr\u00edcola do Minist\u00e9rio dos Neg\u00f3cios Estrangeiros e Desenvolvimento Internacional, poderia ser mais. \"Exportamos \u20ac 9,6 bilh\u00f5es em l\u00e1cteos, como queijos, creme e nata. Os queijos representam \u20ac 4,2 bilh\u00f5es da receita\", afirma Quirin. \"Podemos exportar mais porque temos qualidade sanit\u00e1ria e rastreabilidade em toda a cadeia.\" Em volume, a Fran\u00e7a exportou 671,8 mil toneladas de queijos em 2015.<\/p>\n<p> No segmento dos l\u00e1cteos, a expans\u00e3o das vendas externas ganhou impulso nos \u00faltimos 15 anos, muito em fun\u00e7\u00e3o de programas oficiais do governo para incrementar o com\u00e9rcio internacional. Al\u00e9m dos Estados Unidos, que \u00e9 o maior cliente fora da Europa, os franceses vendem dez mil toneladas somente para o Jap\u00e3o. O maior atrativo dos queijos franceses \u00e9 justamente a variedade. S\u00f3 para compara\u00e7\u00e3o, a It\u00e1lia possui cerca de 650 tipos, quase a metade da Fran\u00e7a. A Espanha possui 450 tipos. Al\u00e9m dos queijos, a Fran\u00e7a possui outros produtos, como manteiga, creme de leite, leite em p\u00f3, leite flu\u00eddo, iogurte e sobremesas \u00e0 base de leite. Eles ajudam a engordar o volume das exporta\u00e7\u00f5es de 1,6 milh\u00e3o de toneladas, mas ainda restritas aos pa\u00edses europeus.<\/p>\n<p> Benoit Trivulce, consul comercial do governo franc\u00eas para a Am\u00e9rica Latina, diz que o seu pa\u00eds est\u00e1 aberto ao mundo. \"Estamos em busca de alian\u00e7as estrat\u00e9gicas em pesquisa, seguran\u00e7a alimentar e tamb\u00e9m ao com\u00e9rcio\", afirma Trivulce. \"Na \u00faltima d\u00e9cada, o Brasil se tornou um pa\u00eds estrat\u00e9gico n\u00e3o apenas para os l\u00e1cteos franceses\", diz ele. \"N\u00f3s temos uma variedade de produtos que v\u00e3o dos tradicionais vinhos a frutas frescas, como ma\u00e7\u00e3, damasco e kiwi.\"&nbsp;<\/p>\n<p> Trivulce \u00e9 um dos encarregados do governo em encontrar lugar no mundo para os produtos franceses, em troca de parcerias. As exporta\u00e7\u00f5es do agroneg\u00f3cio franc\u00eas chegaram a \u20ac 63 bilh\u00f5es em 2015, dos quais 67% foram para os pa\u00edses da pr\u00f3pria Europa. \"Acreditamos no Brasil porque o Pa\u00eds teve dois anos de turbul\u00eancias econ\u00f4micas e pol\u00edticas e no entanto continua muito forte na agroind\u00fastria e pujante como mercado consumidor\", diz Trivulce. \"A Fran\u00e7a pode servir ao Brasil de plataforma para acessar mercados na pr\u00f3pria Uni\u00e3o Europeia, regi\u00e3o com um potencial de 160 milh\u00f5es de consumidores de produtos sofisticados, como por exemplo pe\u00e7as de couro. Ou mesmo acessar outros mercados, como o continente africano.\" (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Dinheiro Rural)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2171\" \/><\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div><em>Conaprole aumenta pre\u00e7o do leite aos produtores no Uruguai<br \/> A Cooperativa Nacional de Produtores de Leite do Uruguai (Conaprole) subiu em 50 centavos de peso (1,74 centavos de d\u00f3lar) por litro o valor do leite pago aos produtores pelo produto enviado durante o m\u00eas de fevereiro. Dessa forma, o pre\u00e7o desse per\u00edodo foi de $ 9,80 (US$ 0,34) por litro, informou o diretor da cooperativa, Jos\u00e9 Alpuin. Esse valor \u00e9 para leite com 3,83% de gordura e 3,30% de prote\u00edna. Uma boa contribui\u00e7\u00e3o \u00e9 feita atrav\u00e9s do pre\u00e7o quando o produtor enfrenta pesadas despesas preparando reservas de forragem para o pr\u00f3ximo outono e inverno. Al\u00e9m disso, as capta\u00e7\u00f5es de leite em fevereiro passado ca\u00edram em m\u00e9dia 4% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2016. A queda deveu-se principalmente ao forte decl\u00ednio nos \u00faltimos 10 dias do m\u00eas devido \u00e0s temperaturas muito elevadas que afetaram a produ\u00e7\u00e3o das vacas.&nbsp;<\/em><\/div>\n<div><em>Em 09\/03\/17 - 1 Peso Uruguaio = US$ 0,03493<br \/> 27,8471 Peso Uruguaio = US$ 1 (Fonte: Oanda.com) (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do El Observador, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/em><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2058\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<p> <center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"> <\/p>\n<p><span style=\"font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px;\"><\/span><\/p>\n<p> <\/center><\/center><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 14 de mar\u00e7o&nbsp;de 2017. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.459 &nbsp; &nbsp; NOTA OFICIAL O Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do RS (Sindilat) vem a p\u00fablico manifestar-se sobre a 12\u00ba fase <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/03\/14\/14-03-2017\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"14\/03\/2017\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1455","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1455","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1455"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1455\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1455"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1455"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1455"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}