{"id":14543,"date":"2024-05-15T19:32:49","date_gmt":"2024-05-15T19:32:49","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=14543"},"modified":"2024-06-05T12:18:47","modified_gmt":"2024-06-05T12:18:47","slug":"30-04-2024","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2024\/05\/15\/30-04-2024\/","title":{"rendered":"15\/05\/2024"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone\" style=\"text-align: justify; font-size: 1rem;\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 15 de maio de 2024&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 18 - N\u00b0 4.138<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<hr>\n<div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Governo Leite retira projeto que previa aumento do ICMS; decretos com cortes de benef\u00edcios fiscais entram em vigor nesta quarta-feira<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Piratini pretendia elevar al\u00edquota b\u00e1sica dos atuais 17% para 19%, como forma de aumentar a arrecada\u00e7\u00e3o e fazer frente a despesas do Estado. Diante da resist\u00eancia \u00e0 proposta e de grande rejei\u00e7\u00e3o ao fim de parte dos incentivos, sa\u00edda foi atenuar essa redu\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O governo do Rio Grande do Sul confirmou, no in\u00edcio da tarde desta ter\u00e7a-feira (30), a retirada do projeto que previa o aumento do Imposto sobre Circula\u00e7\u00e3o de Mercadorias e Servi\u00e7os (ICMS) de 17% para 19% no Estado. Com isso, os decretos com cortes de benef\u00edcios fiscais voltam a ser empregados a partir desta quarta-feira (1\u00ba) pelo Piratini.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Principal tributo estadual, que impacta diretamente o valor de itens de consumo da popula\u00e7\u00e3o, o ICMS foi o centro de um conflito entre entidades, bancadas e governo do Estado. O Piratini pretendia elevar a al\u00edquota b\u00e1sica dos atuais 17% para 19%, como forma de aumentar a arrecada\u00e7\u00e3o e fazer frente a despesas do Estado. Diante de duras cr\u00edticas e resist\u00eancia \u00e0 aprova\u00e7\u00e3o da proposta, a alternativa apresentada pelo governo ga\u00facho foi o corte de incentivos fiscais concedidos a alguns setores e a itens da cesta b\u00e1sica \u2014 o que passou a ser chamado de \"plano B\" e que voltar\u00e1 a ser empregado a partir da decis\u00e3o anunciada pelo Piratini.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O secret\u00e1rio-chefe da Casa Civil, Artur Lemos, afirmou que n\u00e3o existe ambiente pol\u00edtico para seguir com a pauta no Legislativo:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u2014 Diante das manifesta\u00e7\u00f5es p\u00fablicas que tivemos de algumas bancadas na Assembleia Legislativa, que n\u00e3o tem ainda a compreens\u00e3o suficiente de que isso seja efetivamente o caminho mais adequado para esta realidade. Ent\u00e3o, estamos anunciando hoje a retirada do projeto de lei.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A sa\u00edda achada pelo governo, com a falta de tra\u00e7\u00e3o para aprovar o aumento da al\u00edquota modal e grande rejei\u00e7\u00e3o ao fim de parte dos incentivos, foi atenuar em parte o corte nos benef\u00edcios concedidos a diversos setores.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Adiamento do in\u00edcio do Fator de Ajuste de Frui\u00e7\u00e3o (FAF) e do corte dos benef\u00edcios de alguns alimentos da cesta b\u00e1sica, como frutas, legumes e ovos para 2025 est\u00e3o nesse ajuste anunciado pelo governo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u2014 Os demais itens de cesta b\u00e1sica passam a ser majorados \u2014 pontuou a secret\u00e1ria de Estado da Fazenda, Pricilla Santana. (Gaucha ZH)<\/p>\n<hr>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Argentina: fazendas leiteiras menores sentem mais a queda da produ\u00e7\u00e3o<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Apesar de algumas luzes que acenderam uma leve esperan\u00e7a para o setor de l\u00e1cteos da Argentina, os dados em geral ainda s\u00e3o negativos para a atividade das fazendas leiteiras. Em termos de produ\u00e7\u00e3o, por exemplo, o primeiro trimestre fechou com um dos piores registros dos \u00faltimos anos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com um relat\u00f3rio do Observat\u00f3rio da Cadeia L\u00e1ctea Argentina (OCLA), com base nos dados publicados mensalmente pela Dire\u00e7\u00e3o Nacional de Latic\u00ednios, entre janeiro e mar\u00e7o, a produ\u00e7\u00e3o total caiu 13,9% e 14,9% se for levada em conta a m\u00e9dia di\u00e1ria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E em um relat\u00f3rio adicional, a OCLA confirmou um fato mais do que preocupante: essa queda tem um impacto fundamental nos estabelecimentos menores, como o que recentemente teve de fechar em Ca\u00f1ada Rosqu\u00edn (Santa F\u00e9).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Produ\u00e7\u00e3o nas fazendas leiteiras argentinas, por escala<br \/>\n\u201cSe analisarmos o comportamento da produ\u00e7\u00e3o por estrato produtivo, podemos observar que o estrato de mais de 6.000 litros por dia de produ\u00e7\u00e3o teve uma queda muito menor do que o restante dos estratos (-4,7%)\u201d, menciona o estudo da OCLA.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nesse contexto, as menores fazendas leiteiras (menos de 2.000 litros por dia) acumularam uma queda de 16,5% no ano, enquanto o estrato intermedi\u00e1rio (entre 2.000 e 6.000 litros) caiu 12,1%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Isso \u00e9 consequ\u00eancia principalmente do estresse t\u00e9rmico sofrido no final de janeiro e in\u00edcio de fevereiro, e tamb\u00e9m devido aos problemas de disponibilidade financeira de muitos produtores para arcar com os custos mais altos da ra\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de aspectos relacionados a perdas de escore corporal, abortos, desequil\u00edbrios metab\u00f3licos p\u00f3s-parto, descartes acima do normal, entre outros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/W1UI19ABF0241\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/W1UI19ABF0241\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Estimativa de varia\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de leite por estrato na Argentina<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cSe ponderarmos de acordo com a estratifica\u00e7\u00e3o publicada pela Dire\u00e7\u00e3o Nacional de L\u00e1cteos, a queda na produ\u00e7\u00e3o no primeiro trimestre do ano (a leite constante) foi de 10,5% quando a queda total na produ\u00e7\u00e3o nacional foi de 15,1% no acumulado do ano (m\u00e9dia di\u00e1ria). A diferen\u00e7a de 4,6 pontos percentuais pode ser atribu\u00edda principalmente \u00e0 produ\u00e7\u00e3o que existia no ano passado e n\u00e3o existe neste ano, ou seja, menos unidades de produ\u00e7\u00e3o e\/ou menos vacas em unidades de produ\u00e7\u00e3o que continuam hoje\", continua o relat\u00f3rio da OCLA.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas esclarece: \u201c\u00c9 essencial n\u00e3o vincular diretamente essa diferen\u00e7a de 4,6% como menos fazendas leiteiras ou menos vacas de um ano para outro, pois certamente as fazendas leiteiras e\/ou vacas que deixaram o sistema est\u00e3o abaixo da produ\u00e7\u00e3o m\u00e9dia e, portanto, o n\u00famero de \u00eaxodo pode ser maior\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Produ\u00e7\u00e3o de leite por prov\u00edncia<br \/>\nEnquanto isso, a pesquisa da OCLA tamb\u00e9m analisa a situa\u00e7\u00e3o por prov\u00edncias e destaca a queda acentuada em C\u00f3rdoba e Santa F\u00e9, onde est\u00e3o localizadas as maiores fazendas leiteiras do pa\u00eds.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cA produ\u00e7\u00e3o nas prov\u00edncias apresentou grandes diferen\u00e7as em sua varia\u00e7\u00e3o anual no primeiro trimestre de 2024, em compara\u00e7\u00e3o com o mesmo per\u00edodo de 2023. Devido \u00e0 sua participa\u00e7\u00e3o relativa na produ\u00e7\u00e3o total (2\/3 da produ\u00e7\u00e3o nacional total) e \u00e0 alta porcentagem de queda, C\u00f3rdoba e Santa F\u00e9 definem a queda acentuada na produ\u00e7\u00e3o no trimestre\", explica o Observat\u00f3rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Boas not\u00edcias: lucratividade<br \/>\nPor fim, um terceiro relat\u00f3rio divulgado pelo OCLA analisa a rentabilidade da atividade leiteira e a boa not\u00edcia \u00e9 que o m\u00eas de mar\u00e7o terminou, pelo menos do c\u00e1lculo te\u00f3rico, com um resultado positivo para os produtores de 3,5%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cComo v\u00ednhamos informando em ocasi\u00f5es anteriores, houve um forte desacoplamento em dezembro de 2023 (devido \u00e0 desvaloriza\u00e7\u00e3o e \u00e0 alta infla\u00e7\u00e3o), entre pre\u00e7os e custos e apontamos que os pre\u00e7os do leite vinham crescendo acima da infla\u00e7\u00e3o e que em breve haveria converg\u00eancia, raz\u00e3o pela qual j\u00e1 em fevereiro pode ser observada uma taxa de rentabilidade positiva que se acentua em mar\u00e7o.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas esclarece que, \u201capesar disso, o Pre\u00e7o de Equil\u00edbrio (US$ 352,22 para mar\u00e7o\/24), que exige uma rentabilidade m\u00ednima de 5% como Custo de Oportunidade do Capital Investido, n\u00e3o foi alcan\u00e7ado\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Infocampo, traduzidas e adaptadas pela equipe MilkPoint.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>ALEMANHA: 2.400 produtores de leite desistem em 2023<br \/>\n<\/b><br \/>\nOs produtores de leite alem\u00e3es, tal como os seus hom\u00f3logos em muitos outros pa\u00edses, enfrentam um decl\u00ednio constante no consumo dos seus produtos. A Alemanha tem 50.581 explora\u00e7\u00f5es leiteiras, uma queda de cerca de 2.400 (ou 4,4%) em rela\u00e7\u00e3o a Dezembro de 2022.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Num ano, o n\u00famero de vacas leiteiras diminuiu 2,5%, para 3,7 milh\u00f5es de animais , informa o centro de informa\u00e7\u00e3o agr\u00edcola BZL. O decl\u00ednio do rebanho leiteiro alem\u00e3o, iniciado h\u00e1 10 anos, continua, acrescenta o BZL.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No entanto, a produ\u00e7\u00e3o anual de leite por vaca no ano passado aumentou para 8.780 kg, em compara\u00e7\u00e3o com 8.504 kg em 2022.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os produtores de leite alem\u00e3es, tal como os seus colegas em muitos outros pa\u00edses, enfrentam um decl\u00ednio constante no consumo dos seus produtos. No ano passado, o consumo de leite na Alemanha atingiu um novo m\u00ednimo de 46 litros per capita, mais 1% abaixo do m\u00ednimo hist\u00f3rico de 2022, segundo o BZL. Al\u00e9m disso, os alem\u00e3es compraram e consumiram 23,8 kg de queijo per capita, acima dos 24,6 kg do ano anterior, enquanto o uso de manteiga e gordura do leite diminuiu 1,4%, para 5,56 kg per capita.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O lento decl\u00ednio dos pre\u00e7os do leite e dos produtos l\u00e1cteos nas lojas, juntamente com o aumento das vendas de alternativas \u00e0 base de plantas, contribu\u00edram para um decl\u00ednio adicional no consumo de lactic\u00ednios, afirma o BZL.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O sindicato dos agricultores Deutscher Bauernverband teme que a tend\u00eancia descendente continue este ano. Durante o Milk Forum 2024 em Berlim, o vice-presidente Karsten Schal comentou: \u201cEste ano, o n\u00famero de explora\u00e7\u00f5es leiteiras na Alemanha cair\u00e1 para menos de 50.000 pela primeira vez. No final do ano passado, o n\u00famero de vacas leiteiras estava no n\u00edvel mais baixo desde a reunifica\u00e7\u00e3o da Alemanha. Todo o setor est\u00e1 muito preocupado com os planos de transi\u00e7\u00e3o. A situa\u00e7\u00e3o recente no sector do leite e no seu conjunto pode ser caracterizada por uma grande incerteza. Mesmo quando o mercado est\u00e1 relativamente calmo, enfrentamos muitos desafios, tais como exig\u00eancias crescentes em mat\u00e9ria de bem-estar animal e prote\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica, mudan\u00e7as nos h\u00e1bitos de consumo dos consumidores e uma burocracia insuport\u00e1vel.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/G8dK14ABF0114\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/G8dK14ABF0114\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">traduzido e extra\u00eddo pela OCLA do boletim informativo Dairy Global de Ruud Peys&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><em>Jogo R\u00e1pido<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>Cen\u00e1rio da produ\u00e7\u00e3o de leite est\u00e1 melhor em 2024 em compara\u00e7\u00e3o com o ano passado<br \/>\n<\/b>O setor produtivo do leite vem passando por dificuldades nos \u00faltimos anos aqui no Rio Grande do Sul. Al\u00e9m dos efeitos clim\u00e1ticos, a classe ainda enfrenta aumento nos custos dos insumos e a concorr\u00eancia do produto importado de pa\u00edses vizinhos como Argentina e Uruguai. Conforme o secret\u00e1rio executivo do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios e Produtos Derivados \u2013 Sindilat, Darlan Palharini, os efeitos do clima sempre impactam na produ\u00e7\u00e3o, seja excesso ou falta de chuva. O calor tamb\u00e9m diminui a produ\u00e7\u00e3o, pois o animal fica estressado e gera menos leite. Desse modo, o secret\u00e1rio afirma que vem crescendo o n\u00famero de propriedades com vacas confinadas. Onde o animal fica em galp\u00f5es, climatizados, com alimenta\u00e7\u00e3o controlada, favorecendo a produ\u00e7\u00e3o de leite. Palharini destaca que o ano de 2023 foi um ano complicado para o setor l\u00e1cteo como um todo. Tanto para o produtor, quanto para a ind\u00fastria. A maior dificuldade foi a concorr\u00eancia com os derivados de leite importados dos pa\u00edses vizinhos, com pre\u00e7o menores. Consequentemente os valores ca\u00edram para os produtores brasileiros tamb\u00e9m. O secret\u00e1rio afirma que neste ano j\u00e1 existe uma recupera\u00e7\u00e3o de pre\u00e7o e queda nos insumos, o que vem melhorando o mercado. No entanto, ainda est\u00e1 longe do cen\u00e1rio ideal. De acordo com Palharini, o produtor est\u00e1 recebendo em m\u00e9dia entre R$ 2,05 a R$ 2,25 o litro do leite produzido. O valor \u00e9 aceit\u00e1vel, uma vez que os pre\u00e7os dos insumos tamb\u00e9m est\u00e3o menores, reduzindo o custo de produ\u00e7\u00e3o. (Radio Uirapuru)<\/i><\/p>\n<hr>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 15 de maio de 2024&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 18 - N\u00b0 4.138 Governo Leite retira projeto que previa aumento do ICMS; decretos com cortes de benef\u00edcios fiscais entram <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2024\/05\/15\/30-04-2024\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"15\/05\/2024\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-14543","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14543","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=14543"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14543\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":14672,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14543\/revisions\/14672"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14543"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=14543"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=14543"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}