{"id":1450,"date":"2017-03-08T16:51:19","date_gmt":"2017-03-08T16:51:19","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/03\/08\/08-03-2017\/"},"modified":"2017-03-08T16:51:19","modified_gmt":"2017-03-08T16:51:19","slug":"08-03-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/03\/08\/08-03-2017\/","title":{"rendered":"08\/03\/2017"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> &nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 08 de mar\u00e7o&nbsp;<\/i><\/b><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>de 2017. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.455<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><strong>Leite ajuda no crescimento infantil e no combate a doen\u00e7as cr\u00f4nicas<\/strong><\/p>\n<p> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2157\" style=\"width: 500px; height: 325px;\" \/><br \/> &nbsp;Na foto: Gil Bardini Alves - Cr\u00e9dito foto: Bruna Karpinski \/ Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p> Os benef\u00edcios do consumo do leite para a sa\u00fade humana em todas as faixas et\u00e1rias foram apresentados pelo m\u00e9dico imunologista Gil Bardini Alves durante o F\u00f3rum Estadual do Leite, realizado nesta quarta-feira (8\/3) na Expodireto Cotrijal, em N\u00e3o-Me-Toque (RS). Convidado especial do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios do RS (Sindilat) para o evento, ele tem realizado tratamentos de dessensibiliza\u00e7\u00e3o exitosos em Santa Catarina. Com o audit\u00f3rio central do Parque da Expodireto Cotrijal lotado, o especialista formado pela USP garantiu que o leite \u00e9 rico em c\u00e1lcio, pot\u00e1ssio, f\u00f3sforo e vitaminas A, B2, B3, B12 e D. \"O leite tem anticorpos que ajudam na imunidade e s\u00e3o muito eficazes para a sa\u00fade n\u00e3o s\u00f3 das crian\u00e7as, mas tamb\u00e9m de adultos e idosos\", afirmou. Segundo ele, os lip\u00eddios (gorduras) presentes no alimento auxiliam o sistema imunol\u00f3gico, ajudam a baixar os n\u00edveis de colesterol e a prevenir o c\u00e2ncer. Alves destacou ainda que as prote\u00ednas do leite de vaca (case\u00ednas, lactoglobulina e lactoalbumina) atuam no crescimento das crian\u00e7as, forma\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o dos \u00f3rg\u00e3os e at\u00e9 na cicatriza\u00e7\u00e3o.&nbsp;<br \/> &nbsp;<br \/> Segundo o m\u00e9dico, o alimento \u00e9 uma importante fonte de c\u00e1lcio para a nutri\u00e7\u00e3o humana, que faz parte da forma\u00e7\u00e3o dos ossos e dos dentes. \"A osteoporose pode ser prevenida com o consumo regular de c\u00e1lcio, cuja fonte mais barata \u00e9 o leite\", ressalta. J\u00e1 a prote\u00edna do soro de leite, acrescenta, est\u00e1 associada ao controle do diabetes, pois tem efeito que aumenta a produ\u00e7\u00e3o de insulina pelo p\u00e2ncreas. O imunologista aproveitou a oportunidade para esclarecer ao p\u00fablico sobre as diferen\u00e7as entre a intoler\u00e2ncia \u00e0 lactose e a alergia \u00e0 prote\u00edna do leite de vaca. \"S\u00e3o doen\u00e7as cuja \u00fanica similaridade \u00e9 que as duas s\u00e3o relacionadas \u00e0 ingest\u00e3o do leite\", disse.<br \/> &nbsp;<br \/> A intoler\u00e2ncia \u00e0 lactose, mais comum em adultos, trata-se da dificuldade de digest\u00e3o do alimento devido \u00e0 diminui\u00e7\u00e3o ou aus\u00eancia da lactase, enzima presente no organismo que auxilia na degrada\u00e7\u00e3o da lactose. O tratamento \u00e9 a restri\u00e7\u00e3o parcial ou total da lactose, mas n\u00e3o de leite. J\u00e1 a alergia, \"uma doen\u00e7a bem mais grave\", \u00e9 uma rea\u00e7\u00e3o do sistema de defesa do organismo \u00e0s prote\u00ednas do leite. Mais comum em beb\u00eas a partir dos seis meses de vida, o tratamento \u00e9 a exclus\u00e3o total de leite e derivados.<br \/> &nbsp;<br \/> Melhorias na propriedade leiteira &nbsp;<br \/> Tamb\u00e9m palestrou no F\u00f3rum do Leite 2017 o agr\u00f4nomo Alexandre Doneda, coordenador t\u00e9cnico de difus\u00e3o da Cotrijal. Em apresenta\u00e7\u00e3o sobre a import\u00e2ncia do solo na produ\u00e7\u00e3o leiteira, ele abordou a relev\u00e2ncia de medir a fertilidade por amostragem para que seja poss\u00edvel fazer a corre\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m da palhada obtida por meio do plantio direto, Doneda chamou a aten\u00e7\u00e3o para a necessidade da aduba\u00e7\u00e3o org\u00e2nica. Segundo ele, o manejo dos dejetos gerados na propriedade pode ajudar a melhorar a fertilidade do solo. \"Sempre \u00e9 importante fazer a an\u00e1lise dos dejetos antes de utilizar na lavoura\", ressaltou. Para evitar a eros\u00e3o e contribuir com a conserva\u00e7\u00e3o do solo, o t\u00e9cnico recomenda evitar o uso de grade para implanta\u00e7\u00e3o das forrageiras de inverno.&nbsp;<br \/> &nbsp;<br \/> A produtora rural Tatiane Zimpel, de Santo \u00c2ngelo, relatou o hist\u00f3rico da produ\u00e7\u00e3o de leite na propriedade familiar e os resultados obtidos por meio da assist\u00eancia t\u00e9cnica. Wagner Beskow, s\u00f3cio-diretor da Transpondo, falou sobre tecnologia, conhecimento, manejo, gest\u00e3o e efici\u00eancia na produ\u00e7\u00e3o de leite. (Assessoria de Imprensa Sindilat)<\/div>\n<div><strong style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;<\/strong><\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>PRE\u00c7OS PAGOS AOS PRODUTORES APRESENTAM PRIMEIRA ALTA AP\u00d3S QUATRO MESES DE FORTE QUEDA<\/strong><\/p>\n<p> Os dados do MilkPoint Radar, referentes ao leite pago no m\u00eas de fevereiro (e fornecido em janeiro), apontam para alta nos pre\u00e7os pagos pelos produtores neste m\u00eas, ap\u00f3s quatro meses de fortes quedas.&nbsp;<\/p>\n<p> O gr\u00e1fico 1 mostra a evolu\u00e7\u00e3o dos indicadores de pre\u00e7os, de setembro a fevereiro. O indicador de pre\u00e7os l\u00edquidos em m\u00e9dia simples (m\u00e9dia do pre\u00e7o pago a cada produtor, sem considerar o volume dos produtores) terminou o m\u00eas em R$ 1,303\/litro, aumento de cerca de 5 centavos em rela\u00e7\u00e3o ao valor monitorado no m\u00eas anterior. O pre\u00e7o m\u00e9dio ponderado pelo volume, por sua vez, fechou em R$ 1,443\/litro, cerca de 4 centavos a mais do que o valor divulgado em janeiro.&nbsp;<\/p>\n<p> Gr\u00e1fico 1: Evolu\u00e7\u00e3o dos indicadores de pre\u00e7os l\u00edquidos do MilkPoint Radar, de setembro de 2016 a fevereiro de 2017.<\/p>\n<p> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2165\" style=\"width: 500px; height: 268px;\" \/><br \/> Fonte: MilkPoint Radar<\/p>\n<p> Al\u00e9m disso, os dados de fevereiro apontam para a alta no pre\u00e7o l\u00edquido em todas as faixas de produ\u00e7\u00e3o. A maior alta nos pre\u00e7os pode ser vista pelos produtores com produ\u00e7\u00e3o acima de 6.000 litros\/dia, com aumento de 8 centavos em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas anterior. Al\u00e9m disso, as duas primeiras categorias (produtores abaixo de 250 litros\/dia e de 250 a 500 litros\/dia) apontaram alta de 3 centavos e, as demais categorias, apontaram alta de 6 centavos em m\u00e9dia. Conv\u00e9m ressaltar ainda, que os produtores acima de 6.000 litros receberam em m\u00e9dia 43 centavos a mais do que os produtores abaixo de 250 litros\/dia. O gr\u00e1fico 2 mostra os pre\u00e7os l\u00edquidos por m\u00e9dia de volume de leite.&nbsp;<\/p>\n<p> Gr\u00e1fico 2. Pre\u00e7os l\u00edquidos por faixa de produ\u00e7\u00e3o (leite pago em fevereiro e janeiro).<\/p>\n<p> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2159\" style=\"width: 570px; height: 283px;\" \/><br \/> &nbsp;Fonte: MilkPoint Radar<\/p>\n<p> O cen\u00e1rio de alta foi a realidade de grande parte dos produtores que participam do sistema: entre os usu\u00e1rios que inseriram os dados tanto de janeiro quanto de fevereiro, 70,8% apontaram altas nos pre\u00e7os enquanto 9,6% declararam estabilidade e 19,6% alta nos pre\u00e7os. Os motivos relatados pelos participantes que n\u00e3o apresentaram alta foram, principalmente, produtores com contratos em pre\u00e7os fixados em meses anteriores e o fato de que alguns latic\u00ednios acabaram pagando menos seus fornecedores pela diminui\u00e7\u00e3o das vendas de leite no per\u00edodo de f\u00e9rias escolares.<\/p>\n<p> Gr\u00e1fico 3. Tend\u00eancia de varia\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o l\u00edquido - Fevereiro x Janeiro.&nbsp;<\/p>\n<p> &nbsp;<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2160\" style=\"width: 570px; height: 364px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Fonte: MilkPoint Radar<\/p>\n<p> Neste m\u00eas, o sistema contou com 686 produtores de leite, um acr\u00e9scimo de 2,1% sobre o m\u00eas passado. A m\u00e9dia por produtor foi de 1.665 litros, volume 4,3% menor do que no m\u00eas anterior mas, ainda assim, muito acima da m\u00e9dia nacional. O volume di\u00e1rio monitorado continuou pr\u00f3ximo a 1,15 milh\u00e3o de litros\/dia, 1,6% mais baixo do que o valor monitorado em janeiro.<\/p>\n<p> Os dados tamb\u00e9m indicam uma redu\u00e7\u00e3o na oferta de leite: os produtores que inseriram dados nos dois \u00faltimos meses apresentaram uma queda no volume di\u00e1rio m\u00e9dio de -3,3%.&nbsp;<\/p>\n<p> A tend\u00eancia de &nbsp;pode ser explicada, principalmente, pelo perfil do sistema de produ\u00e7\u00e3o dos produtores que participam do MilkPoint, que ainda s\u00e3o, em m\u00e9dia, bem maiores dos que o produtor m\u00e9dio brasileiro, com um sistema de produ\u00e7\u00e3o mais intensivo e que usam animais com perfil gen\u00e9tico mais especializado na produ\u00e7\u00e3o de leite. Nesta \u00e9poca do ano, de maior calor em todo o Centro-Sul, normalmente a produ\u00e7\u00e3o deste perfil de fazendeiros come\u00e7a a cair, notadamente em fun\u00e7\u00e3o da redu\u00e7\u00e3o do conforto t\u00e9rmico das vacas. Al\u00e9m disso, podemos destacar como fatores secund\u00e1rios, a forte queda de pre\u00e7os observada no segundo semestre de 2016 e a ocorr\u00eancia de veranicos em algumas importantes regi\u00f5es de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p> Entre os principais estados produtores de leite, todos apresentaram a mesma tend\u00eancia. Quanto aos pre\u00e7os, o cen\u00e1rio foi de alta geral, indo de 2 centavos (Paran\u00e1) at\u00e9 8 centavos (Minas Gerais). J\u00e1 em rela\u00e7\u00e3o a oferta, pudemos verificar quedar na produ\u00e7\u00e3o de todos os estados analisados, sendo a maior delas vista em S\u00e3o Paulo (-6,4%) e a menor observada em Minas Gerais (-1,1%).<\/p>\n<p> Gr\u00e1fico 4 - Varia\u00e7\u00e3o de pre\u00e7o por produtor nos principais estados em produ\u00e7\u00e3o de leite - Pagamento de fevereiro (leite de janeiro) x janeiro (leite de dezembro).<\/p>\n<p> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2161\" style=\"width: 570px; height: 347px;\" \/><br \/> Fonte: MilkPoint Radar<\/p>\n<p> Dentre os pre\u00e7os l\u00edquidos m\u00e9dios destes estados, recebidos em cada faixa de produ\u00e7\u00e3o, podemos ver que a tend\u00eancia de pre\u00e7os foi semelhante \u00e0 m\u00e9dia nacional: produtores com maior volume di\u00e1rio ganham mais em m\u00e9dia do que produtores com mais baixa produ\u00e7\u00e3o. A maior m\u00e9dia de pre\u00e7os pode ser observada em Minas Gerais, na faixa acima de 6.000 litros\/dia, de R$ 1,66. J\u00e1 o menor pre\u00e7o m\u00e9dio foi observado no Rio Grande do Sul, para produtores abaixo de 250 litros\/dia, de R$ 1,05. Os pre\u00e7os m\u00e9dios de cada faixa de produ\u00e7\u00e3o dos principais estados produtores podem ser observados no gr\u00e1fico abaixo.<\/p>\n<p> Gr\u00e1fico 5 - Pre\u00e7o m\u00e9dio recebido por produtor nos principais estados em produ\u00e7\u00e3o de leite - Pagamento de fevereiro (leite de janeiro) x janeiro (leite de dezembro).<\/p>\n<p> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2162\" style=\"width: 570px; height: 284px;\" \/>&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Fonte: MilkPoint Radar<\/p>\n<p> Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 qualidade, podemos ver que o teor de gordura apresentou alta neste m\u00eas, de 0,3%, fechando em 3,67%. J\u00e1 o teor de prote\u00edna apresentou pequena queda em rela\u00e7\u00e3o a janeiro, resultando em 3,23%, 0,3% a menos do que o valor divulgado no \u00faltimo m\u00eas. Quanto aos dados de CCS e CBT, podemos ver quem apresentaram queda: a CCS ficou em 379 mil\/ml (-1,6%) e a CBT foi de 42 mil UFC\/ml (-10,6%). Tais informa\u00e7\u00f5es podem ser vistas na tabela 1 abaixo. (Fonte: MilkPoint Radar)<\/p>\n<p> Tabela 1 - Indicadores MilkPoint Radar - Pagamento de Fevereiro x Janeiro.&nbsp;<br \/> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2163\" style=\"width: 500px; height: 442px;\" \/><br \/> * Pre\u00e7o l\u00edquido (m\u00e9dia nacional)<br \/> ** Considerando produtores que colocaram dados nos dois meses<\/p>\n<p> <strong>UE VINCULA ACORDO AGR\u00cdCOLA A PROTE\u00c7\u00c3O DE INDICA\u00c7\u00c3O GEOGR\u00c1FICA<\/strong><\/p>\n<p> A Uni\u00e3o Europeia avisou ao Mercosul que um acordo para acesso de mais produtos agr\u00edcolas do Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai no mercado europeu depender\u00e1 de entendimento sobre indica\u00e7\u00f5es geogr\u00e1ficas. Os dois blocos voltam a negociar entre os dias 20 e 24 em Buenos Aires, e os europeus elevam a prioridade para obter garantia do Cone Sul \u00e0 prote\u00e7\u00e3o de dezenas de indica\u00e7\u00f5es geogr\u00e1ficas - vinhos, queijos e outros produtos regionais.<\/p>\n<p> As indica\u00e7\u00f5es geogr\u00e1ficas definem v\u00ednculo entre um produto e um territ\u00f3rio. Certificam que certos produtos possuem qualidades e caracter\u00edsticas particulares, ou reputa\u00e7\u00e3o atribu\u00edda \u00e0 uma origem geogr\u00e1fica e ao m\u00e9todo de produ\u00e7\u00e3o. Segundo fontes, o Brasil ignora desde 1997, por exemplo, a demanda europeia para reconhecer no pa\u00eds da indica\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica do presunto de Parma, de forma que produtores brasileiros n\u00e3o poderiam usar essa express\u00e3o em sua mercadoria.<\/p>\n<p> O Brasil quer continuar a usar nomes como queijo parmes\u00e3o ou salsicha tipo Viena, desde que n\u00e3o enganem o consumidor sobre a real proced\u00eancia do produto. No entanto, os pa\u00edses europeus v\u00eam endurecendo nas negocia\u00e7\u00f5es comerciais que est\u00e3o sendo feitas em todo o mundo.<\/p>\n<p> \ufffc\ufffc\ufffc\ufffcA Uni\u00e3o Europeia diz ter obtido prote\u00e7\u00e3o em mercados que v\u00e3o da Su\u00ed\u00e7a a Honduras, passando por Vietn\u00e3, Ucr\u00e2nia, \u00c1frica do Sul e Canad\u00e1. O recente acordo comercial com os canadenses prev\u00ea a prote\u00e7\u00e3o de 143 indica\u00e7\u00f5es geogr\u00e1ficas europeias no mercado do Canad\u00e1.<\/p>\n<p> No plano de Bruxelas, a pr\u00f3xima etapa \u00e9 o Mercosul, onde t\u00e9cnicos europeus dizem estar os \u00faltimos pa\u00edses onde se pode ainda produzir \"'vin blanc p\u00e9tillant\"' (espumante) e cham\u00e1-lo de \"Champagne\" impunemente.<\/p>\n<p> Segundo a UE, o valor de produtos agr\u00edcolas protegidos pelo programa de indica\u00e7\u00f5es geogr\u00e1ficas europeias alcan\u00e7ou US$ 54,3 bilh\u00f5es em 2010. A perda de neg\u00f3cios seria significativa com outros pa\u00edses usando os mesmos nomes para vender seus pr\u00f3prios produtos.<\/p>\n<p> Nos \u00faltimos cinco anos, o Brasil tamb\u00e9m passou a dar mais import\u00e2ncia ao registro de indica\u00e7\u00f5es geogr\u00e1ficas, devido ao valor agregado que pode proporcionar nas exporta\u00e7\u00f5es. De 100 demandas, o Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (Inpi) at\u00e9 recentemente concedeu 54 indica\u00e7\u00f5es geogr\u00e1ficas.&nbsp;<\/p>\n<p> As negocia\u00e7\u00f5es Uni\u00e3o Europeia-Mercosul, no fim do m\u00eas na Argentina, t\u00eam nova dimens\u00e3o, com os dois lados insistindo que o interesse pol\u00edtico para acelerar a conclus\u00e3o de um acordo aumentou, em meio \u00e0 ret\u00f3rica anticom\u00e9rcio adotada pelo governo do presidente dos EUA, Donald Trump. O que ningu\u00e9m ignora \u00e9 a dificuldade para a UE melhorar sua oferta agr\u00edcola - e agora, com mais condicionantes. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do jornal Valor Econ\u00f4mico)<br \/> &nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div><em>CRV Lagoa lan\u00e7a Cat\u00e1logo Leite Europeu 2017<br \/> A CRV Lagoa acaba de lan\u00e7ar o Cat\u00e1logo Leite Europeu 2017, com reprodutores nacionais e importados das ra\u00e7as Holand\u00eas Preto e Branco, Holand\u00eas Vermelho e Branco, Jersey, Holand\u00eas Frisian, Jersolando e Pardo Su\u00ed\u00e7o, incluindo 15 novidades. Todos os touros dispon\u00edveis na publica\u00e7\u00e3o foram selecionados seguindo a filosofia de melhoramento gen\u00e9tico de bovinos leiteiros da Central: gera\u00e7\u00e3o de vacas eficientes, saud\u00e1veis e de f\u00e1cil manejo. Os reprodutores tamb\u00e9m contam com os \u00edndices exclusivos Vida + Eficiente e Vida + Saud\u00e1vel, exclusivo da CRV. \"Atrav\u00e9s dos resultados pr\u00e1ticos desses \u00edndices, pudemos comprovar que a qualidade gen\u00e9tica do rebanho gera uma diferen\u00e7a significativa na performance fenot\u00edpica, nos desempenhos produtivo e sanit\u00e1rio e na fertilidade das vacas leiteiras\", destaca Wiliam Tabchoury, gerente Contas Leite da CRV Lagoa. \"Al\u00e9m dos reprodutores, o cat\u00e1logo apresenta gama de produtos, servi\u00e7os e solu\u00e7\u00f5es para a gest\u00e3o inteligente dos rebanhos leiteiros, j\u00e1 que a CRV Lagoa atua como conselheira confi\u00e1vel dos produtores de leite brasileiros\", completa Luis Adriano Teixeira, gerente de Vendas e Marketing da Central. A edi\u00e7\u00e3o digital do Cat\u00e1logo Leite Europeu 2017 j\u00e1 pode ser acessada no site www.crvlagoa.com.br ou no aplicativo CRV Lagoa Publica\u00e7\u00f5es, dispon\u00edvel nas plataformas Android e Apple. (Agrolink)<\/em><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 08 de mar\u00e7o&nbsp;de 2017. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.455 &nbsp; Leite ajuda no crescimento infantil e no combate a doen\u00e7as cr\u00f4nicas &nbsp;Na foto: Gil Bardini Alves - Cr\u00e9dito foto: Bruna <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/03\/08\/08-03-2017\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"08\/03\/2017\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1450","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1450","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1450"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1450\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1450"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1450"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1450"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}