{"id":1443,"date":"2017-03-02T17:41:31","date_gmt":"2017-03-02T17:41:31","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/03\/02\/02-03-2017\/"},"modified":"2017-03-02T17:41:31","modified_gmt":"2017-03-02T17:41:31","slug":"02-03-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/03\/02\/02-03-2017\/","title":{"rendered":"02\/03\/2017"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> &nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 02 de mar\u00e7o&nbsp;<\/i><\/b><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>de 2017. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.451<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><strong>Mais seis empresas habilitadas ao Sisbi<\/strong><\/div>\n<div> Seis empresas ga\u00fachas foram habilitadas a ingressar no Sistema Brasileiro de Inspe\u00e7\u00e3o de Produtos de Origem Animal(Sisbi-POA). Isso permite que os seus produtos sejam comercializados para todo o territ\u00f3rio nacional. O comunicado foi feito ontem, pelo Minist\u00e9rio da Agricultura, \u00e0 Secretaria Estadual de Agricultura. At\u00e9 ent\u00e3o, 15 empresas do Estado estavam registradas no sistema. Segundo o secret\u00e1rio da Agricultura, Ernani Polo, a pasta tem buscado obter a habilita\u00e7\u00e3o do maior n\u00famero poss\u00edvel de empresas, tendo em vista os ganhos que a expans\u00e3o de mercados traz \u00e0 gera\u00e7\u00e3o de emprego e renda.&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>Das novas empresas registradas, quatro s\u00e3o do setor de leite e duas do segmento de carnes. S\u00e3o elas: Nutri frango(Morro Reuter), Aida (Bento Gon\u00e7alves), BRQ (Tenente Portela), Boavistente (Nova Boa Vista), Frizzo (Planalto)e Bio (Boa Vista do Sul.Com a habilita\u00e7\u00e3o, as empresas precisam atender aos requisitos de padroniza\u00e7\u00e3o e harmoniza\u00e7\u00e3o dos procedimentos de inspe\u00e7\u00e3o de produtos de origem animal para garantir a inocuidade e a seguran\u00e7a alimentar. O sistema visa harmonizar os procedimentos de inspe\u00e7\u00e3o em todo o pa\u00eds. (Correio do Povo)<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Produtores de leite do M\u00e9xico exigem participar de revis\u00e3o do NAFTA<\/strong><\/p>\n<p> Os produtores de leite do M\u00e9xico est\u00e3o exigindo do governo federal que sejam considerados para a revis\u00e3o do Tratado de Livre Com\u00e9rcio da Am\u00e9rica do Norte (NAFTA), indicando que o setor leiteiro \u00e9 fundamental para a economia. O presidente da Frente Nacional de Produtores e Consumidores de Leite, \u00c1lvaro Gonz\u00e1lez Mu\u00f1oz, disse que os pequenos produtores de leite exigem ser parte ativa da iminente renegocia\u00e7\u00e3o do tratado, \"n\u00e3o fomos convidados para a divis\u00e3o de lucros que o NAFTA tem gerado a empres\u00e1rios do setor\".<\/p>\n<p> \"Tivemos que aguentar calados as perdas econ\u00f4micas milion\u00e1rias, porque as importa\u00e7\u00f5es de leite em p\u00f3 e derivados l\u00e1cteos, uma raz\u00e3o de 200 mil toneladas anuais em m\u00e9dia, multiplicadas por 23 anos, deslocaram mais de 300 mil unidades produtoras de alimentos e 500 mil empregos diretos e indiretos. N\u00f3s, os produtores do setor agropecu\u00e1rio, fazemos um chamado e uma convoca\u00e7\u00e3o ao Presidente da Rep\u00fablica e aos titulares das depend\u00eancias do pr\u00f3prio setor, a avaliar e lembrar que nosso pa\u00eds continua na mesma rota que se arrasta h\u00e1 25 anos, de preferir a importa\u00e7\u00e3o de alimentos, no lugar de promover a produ\u00e7\u00e3o nacional\".<\/p>\n<p> Gonz\u00e1lez Mu\u00f1oz acusou as grandes lojas de departamento de importar produtos que n\u00e3o s\u00e3o leite. \"Esses produtos cont\u00eam maior quantidade de soro e s\u00e3o enriquecidos com vitaminas, minerais e prote\u00ednas, mas \u00e9 errado apresent\u00e1-los ao mercado como produtos l\u00e1cteos. Eles representam um risco \u00e0 sa\u00fade dos consumidores, pois somente reidratam o leite em p\u00f3 e acrescentam 'nutrientes'\". Ele disse que \u00e9 essencial incluir organiza\u00e7\u00f5es de produtores e consumidores para defender os seus interesses e os interesses do pa\u00eds na tomada de decis\u00f5es sobre o futuro das rela\u00e7\u00f5es comerciais com a Am\u00e9rica do Norte.<\/p>\n<p> \"N\u00f3s n\u00e3o queremos continuar a ser uma moeda de troca nas negocia\u00e7\u00f5es comerciais com o exterior. A \u00fanica coisa que pedimos ao governo e \u00e0s ag\u00eancias federais envolvidas nas negocia\u00e7\u00f5es comerciais, como Sagarpa, Economia e Rela\u00e7\u00f5es Exteriores, bem como organiza\u00e7\u00f5es privadas no setor agr\u00edcola, \u00e9 n\u00e3o omitir a parte de organiza\u00e7\u00f5es do setor social, como em 1994, porque j\u00e1 nos cansamos de receber subornos em subs\u00eddios decrescentes\". Ele lamentou que as negocia\u00e7\u00f5es comerciais do pa\u00eds estejam apenas nas m\u00e3os do Minist\u00e9rio da Economia, Rela\u00e7\u00f5es Exteriores, Agricultura, bem como, de assessores e l\u00edderes empresariais no setor agr\u00edcola. (Informador.mx, traduzidas e resumidas pela Equipe MilkPoint)<\/p>\n<p> <strong>Austr\u00e1lia: Murray Goulburn registra perda de US$ 24,5 mi \u00e0 medida que produ\u00e7\u00e3o de leite cai<\/strong><\/p>\n<p> A maior processadora de l\u00e1cteos da Austr\u00e1lia, Murray Goulburn, registrou uma perda de A$ 31,9 milh\u00f5es (US$ 24,50 milh\u00f5es) em seus resultados semestrais. Em um an\u00fancio \u00e0 bolsa de valores, a empresa disse que a receita caiu 14,8% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano anterior.<\/p>\n<p> As ofertas de leite ca\u00edram 20,6%, resultado de os produtores terem deixado a companhia, dos cortes de produ\u00e7\u00e3o nas fazendas e das condi\u00e7\u00f5es sazonais. A d\u00edvida l\u00edquida para os seis meses foi de A$ 677 milh\u00f5es (US$ 599,99 milh\u00f5es), um aumento de mais de 72% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano anterior.<\/p>\n<p> Houve temores crescentes entre os trabalhadores de Murray Goulburn de que a empresa fecharia f\u00e1bricas em Gippsland e no norte de Victoria. O comunicado de imprensa da companhia afirma que uma revis\u00e3o de seus ativos continuava, mas que a decis\u00e3o final ainda n\u00e3o tinha sido tomada.<\/p>\n<p> A Murray Goulburn disse que consideraria aumentar os pre\u00e7os do leite nessa esta\u00e7\u00e3o em mais 3 centavos (2,30 centavos de d\u00f3lar) o quilo, desde que n\u00e3o houvesse mais \"deteriora\u00e7\u00e3o material\" na ingest\u00e3o de leite, pre\u00e7os dos produtos l\u00e1cteos e taxas de c\u00e2mbio.<\/p>\n<p> As a\u00e7\u00f5es da Murray Goulburn ca\u00edram 7%, para 90 centavos (69,12 centavos de d\u00f3lar). Em dezembro de 2015, as a\u00e7\u00f5es da empresa chegaram a A$ 2,56 (US$ 1,96).&nbsp;<\/p>\n<p> Em 01\/03\/17 - 1 D\u00f3lar Australiano = US$ 0,76808<br \/> 1,30159 D\u00f3lar Australiano = US$ 1 (Fonte: Oanda.com) (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do ABC Rural, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/p>\n<p> <strong>Clubes de assinatura: novo modelo de neg\u00f3cio para o setor l\u00e1cteo<\/strong><\/p>\n<p> A revolu\u00e7\u00e3o digital e a mudan\u00e7a do comportamento do consumidor, hoje centrado no consumo online, fez ressurgir na era da internet um antigo modelo de neg\u00f3cio: o de clubes de assinatura. Outrora, era comum assinar jornais e revistas por um determinado per\u00edodo e receber em casa as novas edi\u00e7\u00f5es. Acontecia o mesmo com o leite: as garrafas eram deixadas, com o produto fresco, em frente \u00e0s casas todas as manh\u00e3s. Em 2016, os clubes de assinatura no Brasil movimentaram cerca de R$ 690 milh\u00f5es, um aumento de 15% em rela\u00e7\u00e3o a 2015, segundo a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Com\u00e9rcio Eletr\u00f4nico (ABComm).&nbsp;<\/p>\n<p> Assim como o mercado l\u00e1cteo, d\u00e9cadas atr\u00e1s, se valia da mesma l\u00f3gica dos clubes de assinatura de jornais e revistas, empreendedores do setor tem neste modelo uma grande oportunidade de neg\u00f3cios em tempos de consumo online. \u00c9 o que recomenda o boletim de tend\u00eancias do Sistema de Intelig\u00eancia Setorial (SIS) do Sebrae, que apresenta dicas de como este setor pode se valer dos clubes de assinatura para promover uma experi\u00eancia diferenciada de consumo aos usu\u00e1rios. Os primeiros passos envolvem a defini\u00e7\u00e3o do produto a ser oferecido e an\u00e1lise do valor percebido, a partir de seus diferenciais. Ou seja: oferecer ao cliente algo que ele n\u00e3o encontre em qualquer lugar, como o leite ou queijo de determinada regi\u00e3o, um doce ou iogurte gourmet etc. A partir disso, \u00e9 preciso calcular todos os custos (divulga\u00e7\u00e3o do servi\u00e7o, log\u00edstica, entrega) antes de definir o valor a ser cobrado ao assinante. &nbsp;Como os valores das assinaturas s\u00e3o fixos, a an\u00e1lise do faturamento e a previs\u00e3o de lucro s\u00e3o mais simples.<\/p>\n<p> O mercado l\u00e1cteo brasileiro j\u00e1 conta com alguns cases de sucesso em clubes de assinatura. Um deles \u00e9 o Clube do Queijo, focado em produtos artesanais. Por R$ 140,00, o assinante recebe todos os meses, cinco tipos diferentes de queijos, que n\u00e3o s\u00e3o facilmente encontradas nos grandes centros comerciais e s\u00e3o provenientes de in\u00fameros pequenos produtores. Outro exemplo, mas que agrega outros produtos ao servi\u00e7o, \u00e9 o Oh! Minas que oferece bebidas, temperos, doces, compotas, queijos e at\u00e9 mesmo livros, utens\u00edlios dom\u00e9sticos e itens de decora\u00e7\u00e3o. A ideia \u00e9 resgatar a cultura e as tradi\u00e7\u00f5es mineiras, retratando os valores do estado - o valor da assinatura varia entre R$ 79,90 e R$ 99,90.(Agrolink com informa\u00e7\u00f5es de assessoria)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div>&nbsp;<em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div><em>Fechamentos de fazendas leiteiras dos EUA ultrapassaram a tend\u00eancia de 10 anos<br \/> No total, 1.725 fazendas leiteiras em todo os Estados Unidos pediram seu fechamento no ano passado. Esse total representou sa\u00eddas mais profundas que no ano anterior, quando 1.275 fazendas deixaram a ind\u00fastria. As margens apertadas que variaram de US$ 12,70 a US$ 20,22 por 100 quilos ap\u00f3s os custos de alimenta\u00e7\u00e3o estiveram entre as raz\u00f5es pelas quais mais produtores de leite sa\u00edram da ind\u00fastria no ano passado. &nbsp;Enquanto a ind\u00fastria continua perdendo fazendas leiteiras, o n\u00famero de vacas permanece robusto \u00e0 medida que o rebanho leiteiro nacional atingiu um m\u00e1ximo em 20 anos - de 9.328 milh\u00f5es de vacas no ano passado. Dadas essas duas tend\u00eancias nas estat\u00edsticas recentes do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), fica evidente que as vacas e as fazendas leiteiras continuam a se consolidar em clusters. Ao avaliar os 10 principais estados leiteiros, medidos pelo total de fazendas leiteiras, esse grupo s\u00f3 perdeu 3,7% de suas fazendas no ano passado. Cada estado desse grupo tamb\u00e9m tinha mil ou mais fazendas leiteiras. Para os 40 estados restantes, as perdas totalizaram 4,9%. Com 9.520 fazendas com licen\u00e7as para vender leite, Wisconsin possui 23% das fazendas leiteiras do pa\u00eds. O pr\u00f3ximo da lista \u00e9 Pensilv\u00e2nia, com 6.650 fazendas. Em geral, o tamanho do rebanho do pa\u00eds subiu para 223 vacas por fazenda. &nbsp;(As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da http:\/\/hoards.com, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/em><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Porto Alegre, 02 de mar\u00e7o&nbsp;de 2017. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.451 &nbsp; Mais seis empresas habilitadas ao Sisbi Seis empresas ga\u00fachas foram habilitadas a ingressar no Sistema Brasileiro de Inspe\u00e7\u00e3o de Produtos <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/03\/02\/02-03-2017\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"02\/03\/2017\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1443","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1443","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1443"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1443\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1443"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1443"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1443"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}