{"id":1440,"date":"2017-02-24T16:50:38","date_gmt":"2017-02-24T16:50:38","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/02\/24\/24-02-2017\/"},"modified":"2017-02-24T16:50:38","modified_gmt":"2017-02-24T16:50:38","slug":"24-02-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/02\/24\/24-02-2017\/","title":{"rendered":"24\/02\/2017"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 24 de fevereiro&nbsp;<\/i><\/b><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>de 2017. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.449<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div><strong>Exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos procuram manter o impulso de 2016<\/strong><\/p>\n<p> Exporta\u00e7\u00f5es\/EUA - Os Estados Unidos recuperaram a participa\u00e7\u00e3o nas exporta\u00e7\u00f5es no segundo semestre, mas os desafios precisam ser superados. Em volume, os exportadores norte-americanos de l\u00e1cteos tiveram o melhor segundo semestre da hist\u00f3ria, em 2016. Dado os muitos desafios enfrentados pela ind\u00fastria - competidores agressivos e c\u00e2mbio desfavor\u00e1vel - foi um desempenho particularmente s\u00f3lido. O volume dos produtos (leite em p\u00f3, soro de leite, lactose, queijo e manteiga) subiram 15% nos \u00faltimos seis meses, quanto compardos com a segunda metade de 2015. As 996.000 toneladas exportadas entre julho e dezembro foi o segundo maior volume embarcado, abaixo apenas do 1 milh\u00e3o de toneladas vendidas no mesmo per\u00edodo de 2013.<\/p><\/div>\n<div> &nbsp;<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2140\" style=\"width: 500px; height: 338px;\" \/><\/p>\n<p> O desempenho de muitos produtos atingiram recordes no segundo semestre (queijos +4%; NDM\/SMP + 21%), mas o soro de leite foi a estrela. O carregamento de soro de leite cresceu 33% de julho a dezembro, com embarques recordes para a China. A tend\u00eancias dos pre\u00e7os incentivou os aumentos. O soro de leite dos Estados Unidos (EUA) teve vantagem de pre\u00e7os em rela\u00e7\u00e3o ao soro de leite da Uni\u00e3o Europeia (UE) durante quase todo o segundo semestre. Os pre\u00e7os da manteiga e dos queijos dos EUA, que estavam significativamente mais caros que os da UE e Oceania desde a primavera de 2015, ficaram mais competitivos a partir do outono, quandos os cota\u00e7\u00f5es internacionais das commodities l\u00e1cteas come\u00e7aram a recupera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p> &nbsp;<img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2141\" style=\"width: 500px; height: 381px;\" \/><\/p>\n<p> Os n\u00fameros do segundo semestre sugerem que os EUA recuperaram parcela importate das exporta\u00e7\u00f5es perdidas em 2015 e na primeira metade do \u00faltimo ano. Enquanto o volume com exporta\u00e7\u00e3o dos principais produtos l\u00e1cteos norte-americanos aumenta 15% de julho a dezembro, o volume da UE cai 1%, e o volume da Nova Zel\u00e2ndia subiu apenas 1%, em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano anterior. As perspectivas para que as exporta\u00e7\u00f5es continuem ganhando volume s\u00e3o positivas. Os pre\u00e7os norte-americanos est\u00e3o mais alinhados com o mercado mundial, e os EUA continua tendo o maior excedente de produtos export\u00e1veis. No entanto, os mercados mundiais est\u00e3o, atualmente, em uma pausa, depois do r\u00e1pido aumento de pre\u00e7os verificado no segundo semestre de 2016. Os compradores diminu\u00edram, particularmente aqueles importadores mais sens\u00edveis aos pre\u00e7os. Os elevados estoques de leite em p\u00f3 desnatado (SMP) na Uni\u00e3o Europeia (UE) (352.000 toneladas nos estoques de interven\u00e7\u00e3o equivalem a 1,5% da produ\u00e7\u00e3o anual de leite da UE) continuam como uma sombra sobre o mercado. Tamb\u00e9m o d\u00f3lar valorizado, e os fracos pre\u00e7os do petr\u00f3leo deprimem o poder de compra em todo o mundo. Por isso, os exportadores norte-americanos esperam pelo recuo das compras do M\u00e9xico, de longe o nosso maior cliente. O relat\u00f3rio do USDA (Departamento de Agricultura dos EUA) informa que devido \u00e0s preocupa\u00e7\u00f5es em rela\u00e7\u00e3o a uma poss\u00edvel guerra comercial, os compradores mexicanos est\u00e3o procurando novos fornecedores. Isto ficou evidente em uma recente compra de 15.000 toneladas de SMP da UE. Os exportadores norte-americanos terminaram 2016 com muita for\u00e7a, mas, 2017 inicia com um misto de otimismo e cautela. (Usdec - Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/p><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Cooperativa Pi\u00e1 promove curso sobre reprodu\u00e7\u00e3o bovina<\/strong><\/p>\n<p> Nos dias 21 e 22 de fevereiro, a Assist\u00eancia Veterin\u00e1ria da Cooperativa Pi\u00e1 realizou o curso \"Atualiza\u00e7\u00e3o em reprodu\u00e7\u00e3o bovina com aux\u00edlio de ultrassom\", em parceria com a Ourofino - Sa\u00fade Animal. Cerca de 12 profissionais que atuam diretamente na \u00e1rea de reprodu\u00e7\u00e3o com uso de imagem da Pi\u00e1 participaram do evento, que foi ministrado pelo m\u00e9dico veterin\u00e1rio e doutor em reprodu\u00e7\u00e3o bovina, Roney dos Santos Ramos. Curso contou com a participa\u00e7\u00e3o de m\u00e9dicos veterin\u00e1rios da Pi\u00e1.&nbsp;<\/p>\n<p> O objetivo da atividade foi promover a atualiza\u00e7\u00e3o dos conhecimentos dos participantes, visando qualificar, ainda mais, as visitas aos produtores de leite. \"A inten\u00e7\u00e3o \u00e9 sempre proporcionar uma melhor efici\u00eancia produtiva do rebanho dos associados e, com isso, otimizar a produ\u00e7\u00e3o leiteira e consequentemente aumentar os rendimentos\", destaca o presidente da Cooperativa, Gilberto Kny. O curso contou com uma parte te\u00f3rica, que aconteceu na sede da empresa em Nova Petr\u00f3polis, e tamb\u00e9m com aula pr\u00e1tica realizada na propriedade do produtor Eduardo Blauth, em Est\u00e2ncia Velha. (Assessoria de Imprensa Pi\u00e1)<\/p><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><strong>Plano Nacional de Sa\u00fade Animal ser\u00e1 finalizado neste ano<\/strong><\/p>\n<p> Um dos desafios do Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa) neste ano \u00e9 criar o Plano Nacional de Sanidade Animal, que ter\u00e1 medidas para avaliar servi\u00e7os veterin\u00e1rios nos estados, intensificar emerg\u00eancias sanit\u00e1rias e agilizar indeniza\u00e7\u00f5es nos casos de sacrif\u00edcio em rebanhos, al\u00e9m de atualizar os programas dessa \u00e1rea, segundo o diretor do Departamento de Sa\u00fade Animal (DSA). O Plano prev\u00ea um comit\u00ea nacional de sanidade animal, consultivo e permanente, que ser\u00e1 apoiado por grupos tem\u00e1ticos tempor\u00e1rios para assessoramento.<\/p>\n<p> A elabora\u00e7\u00e3o do plano foi tratada em reuni\u00e3o com representantes da Confedera\u00e7\u00e3o de Agricultura e Pecu\u00e1ria do Brasil (CNA), do F\u00f3rum Nacional dos Executores de Sanidade Agropecu\u00e1ria (Fonesa), al\u00e9m de representantes de entidades da bovinocultura, avicultura, suinocultura, caprino-ovinocultura, aquicultura e apicultura, na segunda-feira (20), quando tamb\u00e9m foi feita uma retrospectiva das atividades realizadas no ano passado.<\/p>\n<p> Em 2017, ser\u00e1 estruturado o Sistema Brasileiro de Vigil\u00e2ncia e Emerg\u00eancias Veterin\u00e1rias (SISBRAVet). O sistema cuida da elabora\u00e7\u00e3o e organiza\u00e7\u00e3o das t\u00e9cnicas voltadas \u00e0 vigil\u00e2ncia das doen\u00e7as dos animais, desde a preven\u00e7\u00e3o, detec\u00e7\u00e3o at\u00e9 a conten\u00e7\u00e3o de focos. O SISBRAVet dever\u00e1 ter tamb\u00e9m um aplicativo (e-Sisbravet) com m\u00f3dulos de atendimento a ocorr\u00eancias zoosanit\u00e1rias, gest\u00e3o de programas sanit\u00e1rios e das emerg\u00eancias.<\/p>\n<p> Livre de aftosa<br \/> Na bovinocultura, 2017 \u00e9 o ano de buscar a condi\u00e7\u00e3o de pa\u00eds livre de febre aftosa para, em 2018, ter esse status reconhecido pela Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade Animal (OIE). Marques lembrou que, na 44\u00aa reuni\u00e3o da Comiss\u00e3o Sul-Americana para a Luta Contra a Febre Aftosa (Cosalfa) 2017, em Piren\u00f3polis (GO), em abril, ser\u00e1 discutida estrat\u00e9gia para a retirada gradual da vacina\u00e7\u00e3o contra a doen\u00e7a. O plano de conting\u00eancia para febre aftosa e o manual de fiscaliza\u00e7\u00e3o da vacina\u00e7\u00e3o e venda de vacinas foram revisados em 2016 e ser\u00e3o publicados neste ano, como suporte \u00e0s a\u00e7\u00f5es do programa. Foi apresentada ainda a perspectiva da abertura de com\u00e9rcio com 17 pa\u00edses para bovinos vivos de abate e para reprodu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p> Para a suinocultura, o Mapa quer buscar condi\u00e7\u00f5es \u00e0 erradica\u00e7\u00e3o da peste su\u00edna cl\u00e1ssica (PSC) no pa\u00eds e amplia\u00e7\u00e3o da zona livre da doen\u00e7a, que hoje j\u00e1 engloba 16 estados e 99% da suinocultura industrial. \"\u00c9 um projeto de governo previsto dentro do Plano Plurianual (PPA 2016-2019)\", disse Guilherme Marques. E lembrou que o projeto \u00e9 priorit\u00e1rio, pois o risco de contamina\u00e7\u00e3o da zona livre \u00e9 permanente, j\u00e1 que focos foram registrados em estados do Norte e Nordeste anos atr\u00e1s. Em estados dessas regi\u00f5es, houve auditorias e treinamentos para identificar e debelar eventuais casos. Para 2017, o Mapa tamb\u00e9m vai come\u00e7ar a trabalhar na implanta\u00e7\u00e3o do sistema de compartimenta\u00e7\u00e3o de su\u00ednos para febre aftosa sem vacina\u00e7\u00e3o e para PSC.<\/p>\n<p> \"No setor av\u00edcola os controles ser\u00e3o intensificados e as cobran\u00e7as ser\u00e3o mais duras em fun\u00e7\u00e3o do risco de ingresso da Influenza Avi\u00e1ria no pa\u00eds\", comentou o diretor do DSA. Com esse objetivo, ser\u00e1 implantado um programa de risco diferenciado para os estabelecimentos av\u00edcolas, levando em conta a condi\u00e7\u00e3o sanit\u00e1ria e a continuidade do programa de certifica\u00e7\u00e3o de compartimentos. Outra novidade ser\u00e1 a certifica\u00e7\u00e3o de quarentenas privadas, para que o setor privado realize quarentenas e triagem de aves importadas. Na \u00e1rea internacional, est\u00e3o em negocia\u00e7\u00e3o 27 acordos sanit\u00e1rios. (Mapa)<\/p><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><strong>Santa Clara lan\u00e7a novas vers\u00f5es de queijos fatiados<\/strong><\/p>\n<p> A Santa Clara amplia a sua linha de produtos, lan\u00e7ando as embalagens de 400 gramas para os tradicionais queijos Lanche e Mussarela fatiados. Os queijos derretem facilmente e s\u00e3o ideais para pizzas, torradas, sandu\u00edches e lanches em geral.<\/p>\n<p> A linha de queijos fatiados da Santa Clara ainda conta com as seguintes vers\u00f5es: Mussarela fatiada 150 gramas e 1 kg, Mussarela Zero Lactose 150 gramas, Queijo Prato Lanche fatiado 150 gramas e 1 kg, Prato Light 150 gramas e o rec\u00e9m lan\u00e7ado Provolone 150 gramas. Os consumidores j\u00e1 podem encontrar as novidades nos mercados de S\u00e3o Paulo, Paran\u00e1, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. (Assessoria de Imprensa Santa Clara)<\/p><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div><em>Assembleia do Fundesa discute aplica\u00e7\u00e3o de recursos em fundo mundial<br \/> Conselheiros do Fundesa deliberaram na tarde de ontem sobre a aplica\u00e7\u00e3o dos recursos destinados ao Fundo Mundial da OIE (Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sanidade Animal). Em novembro, durante visita da diretora geral da OIE ao estado, o Fundesa anunciou a doa\u00e7\u00e3o de US$ 80 mil para o fundo da entidade. O auditor fiscal federal agropecu\u00e1rio Bernardo Todeschini, explicou de que forma funciona o fundo e quais s\u00e3o as principais diretrizes de aplica\u00e7\u00e3o dos recursos. O Fundo Mundial da OIE \u00e9 composto por doa\u00e7\u00f5es dos pa\u00edses membros e \u00e9 utilizado para executar programas de sa\u00fade animal em pa\u00edses que n\u00e3o t\u00eam condi\u00e7\u00f5es de implementar medidas. A sugest\u00e3o que ser\u00e1 encaminhada pelo Fundesa ser\u00e1 de trabalhar inicialmente temas ligados \u00e0 febre aftosa no Brasil, come\u00e7ando pelo Rio Grande do Sul e arredores. (FUNDESA)<\/em><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 24 de fevereiro&nbsp;de 2017. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.449 &nbsp; Exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos procuram manter o impulso de 2016 Exporta\u00e7\u00f5es\/EUA - Os Estados Unidos recuperaram a participa\u00e7\u00e3o nas exporta\u00e7\u00f5es no segundo <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/02\/24\/24-02-2017\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"24\/02\/2017\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1440","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1440","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1440"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1440\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1440"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1440"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1440"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}