{"id":1428,"date":"2017-02-15T16:58:55","date_gmt":"2017-02-15T16:58:55","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/02\/15\/15-02-2017\/"},"modified":"2017-02-15T16:58:55","modified_gmt":"2017-02-15T16:58:55","slug":"15-02-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/02\/15\/15-02-2017\/","title":{"rendered":"15\/02\/2017"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 15 de fevereiro&nbsp;<\/i><\/b><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>de 2017. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.442<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div>&nbsp; <strong>IMPORTA\u00c7\u00c3O DE L\u00c1CTEOS DISPAROU EM JANEIRO<\/strong><\/p>\n<p> Ap\u00f3s fechar 2016 com um d\u00e9ficit de US$ 485 milh\u00f5es - quase cinco vezes mais que no ano anterior -, a balan\u00e7a comercial do setor de l\u00e1cteos iniciou 2017 com mais um d\u00e9ficit expressivo, contrariando as expectativas de analistas e empresas, que esperavam um arrefecimento das importa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p> Em janeiro, as compras de l\u00e1cteos no exterior cresceram 126% sobre igual m\u00eas de 2016, para 19.042 toneladas. O volume importado custou US$ 58,809 milh\u00f5es, 176% mais do que em janeiro de 2016. Ao mesmo tempo, as exporta\u00e7\u00f5es de l\u00e1cteos em janeiro cresceram 11,4% em receita, para US$ 10,997 milh\u00f5es e 51,8% em volume, para 4.154 toneladas, conforme dados da Secretaria de Com\u00e9rcio Exterior (Secex) compilados pela MilkPoint (ver infogr\u00e1fico).<\/p><\/div>\n<div> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2117\" style=\"width: 570px; height: 235px;\" \/><br \/> &nbsp;<br \/> Os n\u00fameros surpreenderam porque a expectativa, no fim de 2016, era de que a recente alta dos pre\u00e7os internacionais dos l\u00e1cteos - que voltaram a n\u00edveis hist\u00f3ricos de US$ 3.500 por tonelada - desestimulasse as importa\u00e7\u00f5es em meio \u00e0 perspectiva de recupera\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o de leite no Brasil. Mas os analistas n\u00e3o contavam com um fator: a queda expressiva do d\u00f3lar, que incentiva as importa\u00e7\u00f5es. Em janeiro de 2016, o valor m\u00e9dio do d\u00f3lar ficou em R$ 4,0547 e em janeiro deste ano, em R$ 3,1969.<\/p>\n<p> H\u00e1 outra raz\u00e3o t\u00e3o relevante quanto o d\u00f3lar, segundo analistas e ind\u00fastria. Embora esteja em recupera\u00e7\u00e3o, a oferta dom\u00e9stica de leite para processamento ainda \u00e9 apertada, como indicam os pre\u00e7os ao produtor e dos produtos finais. \"O mercado interno entrou 2017 com pre\u00e7o mais alto do que na mesma \u00e9poca do ano passado porque a produ\u00e7\u00e3o caiu\", observa Valter Galan, analista do MilkPoint.<\/p>\n<p> Marcelo Costa Martins, diretor-executivo da Viva L\u00e1cteos, que re\u00fane latic\u00ednios, concorda que a menor disponibilidade dom\u00e9stica de leite estimula as importa\u00e7\u00f5es, mas diz que a perspectiva ainda \u00e9 de que as importa\u00e7\u00f5es fiquem abaixo do ano passado \u00e0 medida que o produ\u00e7\u00e3o se recupera.<\/p>\n<p> Um industrial afirma que ainda h\u00e1 falta de mat\u00e9ria-prima no mercado e que, diante da queda do d\u00f3lar, a importa\u00e7\u00e3o compensa. \"Os pre\u00e7os subiram em d\u00f3lar, mas a moeda americana caiu em janeiro deste ano sobre janeiro de 2016\", diz. Ele acredita que a produ\u00e7\u00e3o brasileira de leite deve parar de cair em 2017 ap\u00f3s dois anos de recuo em decorr\u00eancia de alta dos custos e problemas clim\u00e1ticos. Mas avalia que neste momento o produtor de leite ainda \"est\u00e1 desanimado, resultado do baixo pre\u00e7o do leite no fim do semestre\".<\/p>\n<p> No atual ambiente de pre\u00e7os e do c\u00e2mbio, a exporta\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos est\u00e1 menos competitiva. O cen\u00e1rio ideal, segundo Martins, da Viva L\u00e1cteos, seria um c\u00e2mbio na casa dos R$ 3,50 e leite em p\u00f3 a US$ 4 mil no mercado internacional. Mas ele aponta raz\u00f5es para otimismo. Em janeiro, diz, o Brasil exportou volumes significativos de leite condensado para Ar\u00e1bia Saudita e Emirados \u00c1rabes, reduzindo a depend\u00eancia da Venezuela, que j\u00e1 foi o maior importador de l\u00e1cteos do pa\u00eds. H\u00e1 ainda expectativa de ampliar mercados, como o Chile, que enviar\u00e1 miss\u00e3o ao Brasil em mar\u00e7o para habilitar ou reabilitar 18 estabelecimentos para exporta\u00e7\u00e3o de l\u00e1cteos. O M\u00e9xico tamb\u00e9m est\u00e1 no radar dos exportadores. Conforme Martins, est\u00e1 em curso processo de habilita\u00e7\u00e3o de plantas e h\u00e1 pedido para corte de tarifas de importa\u00e7\u00e3o, que em alguns casos, chegam a 60%. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Valor Econ\u00f4mico, resumidas pela Equipe MilkPoint)<br \/> &nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: justify;\"> <strong>MISS\u00c3O COMERCIAL JAPONESA VISITA SETOR LEITEIRO DO URUGUAI<\/strong><\/p>\n<p> Uma miss\u00e3o de empres\u00e1rios japoneses e representantes da Corpora\u00e7\u00e3o de Empresas Agr\u00edcolas e Pecu\u00e1rias do Jap\u00e3o (ALIC), visitaram na semana passada no Uruguai algumas fazendas leiteiras e ind\u00fastrias, procurando saber mais sobre a realidade do setor, seus produtos e analisar a possibilidade de neg\u00f3cios. O interesse est\u00e1 focado no leite em p\u00f3 e queijo, basicamente, com a firme convic\u00e7\u00e3o de realizar as primeiras compras para aceitar as opera\u00e7\u00f5es comerciais e compreender melhor os produtos.<\/p>\n<p> A ALIC \u00e9 uma ag\u00eancia estatal do governo japon\u00eas, dependente do Minist\u00e9rio da Agricultura do pa\u00eds, que se dedica \u00e0 compra de alimentos e tem empresas associadas. \u00c9 o \u00f3rg\u00e3o respons\u00e1vel por distribuir as cotas de importa\u00e7\u00e3o de alimentos. \"Aproximaram-se as empresas que concorreram especificamente para a compra de leite\", disse Ricardo De Izaguirre, presidente do Instituto Nacional de Leite (INALE). At\u00e9 agora as importa\u00e7\u00f5es japonesas s\u00e3o feitas da Austr\u00e1lia e da Nova Zel\u00e2ndia, mas eles est\u00e3o buscando expandir a lista de fornecedores e o Uruguai aparece como um produtor confi\u00e1vel de alimentos, com alta qualidade, certifica\u00e7\u00f5es e controles estritos sobre mat\u00e9rias-primas e produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p> Al\u00e9m de leite em p\u00f3 e queijo, as empresas japonesas importam da Austr\u00e1lia um outro produto que \u00e9 uma esp\u00e9cie de leite congelado que n\u00e3o \u00e9 fabricado no Uruguai.<\/p>\n<p> De acordo com De Izaguirre, os empres\u00e1rios japoneses se reuniram com empresas de produtos l\u00e1cteos uruguaios como Estancias del Lago (empreendimento do argentino Alejandro Bulgheroni), Indulcsa (agora propriedade do grupo franc\u00eas Lactalis) e Cooperariva Nacional de Produtores de Leite (Conaprole), mas tamb\u00e9m visitaram algumas fazendas leiteiras para ver como funciona o setor leiteiro uruguaio. \"N\u00f3s mostramos as an\u00e1lises que s\u00e3o feitas, as caracter\u00edsticas dos produtos l\u00e1cteos uruguaios, a qualidade e a sanidade dos produtos fabricados e a tranquilidade que significa ser livre de antibi\u00f3ticos e horm\u00f4nios\", disse De Izaguirre.<\/p>\n<p> Ele disse que \"h\u00e1 grandes possibilidades de realizar os primeiros neg\u00f3cios\", embora o Jap\u00e3o deva pagar uma taxa que excede 50% do valor do produto. Na opini\u00e3o do De Izaguirre \"n\u00e3o se far\u00e3o neg\u00f3cios de grande volume\", mas sim \"a compra de pequenos itens para ver como a opera\u00e7\u00e3o comercial funciona\" e assim, determinar como as empresas uruguaias cumprem as disposi\u00e7\u00f5es acordadas. \"Eles procuram seriedade nos produtos, mas tamb\u00e9m no cumprimento dos compromissos. Dizem que, quando fazem um acordo, cumprem os prazos estabelecidos no mecanismo comercial\".<\/p>\n<p> O primeiro encontro com a ALIC foi em 2015. Os visitantes conheceram uma fazenda de gado leiteiro e a planta Conaprole de Fl\u00f3rida, onde receberam informa\u00e7\u00f5es e viram os processos de produ\u00e7\u00e3o. Tamb\u00e9m visitaram a sede do INIA La Estanzuela, onde conheceram a produ\u00e7\u00e3o de leite e visitaram o Instituto de Melhoramento Leiteiro, informando-se sobre as medidas tomadas pelo Uruguai para melhorar suas ra\u00e7as leiteiras. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do El Pa\u00eds Digital, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/p>\n<p> <strong>NZ: PRODU\u00c7\u00c3O DE LEITE N\u00c3O DEVE TER GANHO NO ATUAL ANO PRODUTIVO<\/strong><\/p>\n<p> A Nova Zel\u00e2ndia n\u00e3o dever\u00e1 ter um ganho na produ\u00e7\u00e3o de leite no atual ano produtivo, mas o decl\u00ednio pode ser significativamente menor do que muitos acreditam. O clima extremamente \u00famido na Ilha do Norte e uma abordagem cautelosa dos produtores ap\u00f3s dois anos de aperto do cinto contribu\u00edram para um decl\u00ednio de 3% na produ\u00e7\u00e3o de leite da Nova Zel\u00e2ndia durante a primeira metade do ano 2016\/17 a partir de 1\u00ba de junho. Para outubro-novembro (pico da produ\u00e7\u00e3o na primavera no Hemisf\u00e9rio Sul), a capta\u00e7\u00e3o de leite caiu 5% com rela\u00e7\u00e3o do mesmo per\u00edodo de 2015.<\/p>\n<p> <img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2118\" style=\"width: 570px; height: 399px;\" \/><br \/> &nbsp;<br \/> Os analistas projetam atualmente um decl\u00ednio de 7% no leite da Nova Zel\u00e2ndia para a esta\u00e7\u00e3o de 2016\/17 inteira, mas dadas as condi\u00e7\u00f5es de mercado e hist\u00f3ria de produ\u00e7\u00e3o da Nova Zel\u00e2ndia, o Conselho de Exporta\u00e7\u00f5es de L\u00e1cteos dos Estados Unidos (USDEC) estima um decl\u00ednio perto de 3%.<\/p>\n<p> O clima \u00famido na primavera da Nova Zel\u00e2ndia certamente corroeu a produ\u00e7\u00e3o da Ilha do Norte, e agora algumas partes da ilha est\u00e3o enfrentando uma seca potencial. Entretanto, as condi\u00e7\u00f5es de pastagem melhoraram em grande parte do pa\u00eds, em compara\u00e7\u00e3o com tr\u00eas meses atr\u00e1s, tanto na Ilha do Norte como do Sul. E a produ\u00e7\u00e3o da Ilha do Sul para o per\u00edodo de junho a novembro j\u00e1 estava superando a do Norte, que foi afetada pelo clima.<\/p>\n<p> Ap\u00f3s dois anos de opera\u00e7\u00f5es deficit\u00e1rias com pre\u00e7os ao produtor bem abaixo dos n\u00edveis de equil\u00edbrio, os pre\u00e7os do leite cru na Nova Zel\u00e2ndia voltam a apoiar o crescimento. As estimativas de pagamento sa\u00edram do vermelho na primeira metade de 2016 e dever\u00e3o permanecer assim no restante do ano 2016\/17.<\/p>\n<p> A Fonterra Co-operative Group, a maior produtora de l\u00e1cteos do pa\u00eds - que capta mais de 80% do leite da Nova Zel\u00e2ndia - recentemente ajustou sua estimativa de produ\u00e7\u00e3o de leite na esta\u00e7\u00e3o inteira de -6% para -4%.<\/p>\n<p> E as previs\u00f5es de produ\u00e7\u00e3o de leite da Nova Zel\u00e2ndia historicamente inclinam-se para o lado conservador, \u00e0s vezes, de forma duvidosa. Por exemplo, durante os quatro meses do ano produtivo de 2015\/16 (junho-maio), por exemplo, a Fonterra e analistas da ind\u00fastria estavam alertando para um decl\u00ednio de 6% naquele ano, com base nos baixos pre\u00e7os do leite ao produtor e nas preocupa\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas relacionadas ao El Ni\u00f1o.&nbsp;<\/p>\n<p> Essas proje\u00e7\u00f5es foram indiscutivelmente uma for\u00e7a motriz por tr\u00e1s da subida do pre\u00e7o das commodities de curta dura\u00e7\u00e3o no outono de 2015. Quando a poeira baixou no final do ano produtivo da Nova Zel\u00e2ndia, em 31 de maio de 2016, a produ\u00e7\u00e3o de leite caiu apenas 1,6%.<\/p>\n<p> Um epis\u00f3dio semelhante ocorreu nesta esta\u00e7\u00e3o. Os pre\u00e7os das commodities subiram no \u00faltimo outono em conjunto com as previs\u00f5es de queda da produ\u00e7\u00e3o neozelandesa. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do http:\/\/blog.usdec.org, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2119\" style=\"width: 570px; height: 329px;\" \/><br \/> &nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div><em>PP pede ao governo retirada da urg\u00eancia<\/em><\/div>\n<div><em>Em reuni\u00e3o, ontem, a Bancada do Partido Progressita (PP) na Assembleia Legislativa decidiu solicitar ao governador Jos\u00e9 Ivo Sartori a retirada da urg\u00eancia ao PL 214, que reduz em 30% os cr\u00e9ditos presumidos concedidos pelo governo do Estado \u00e0s Ind\u00fastrias. \"Tiramos uma posi\u00e7\u00e3o conjunta e \u00e9 consenso entre os deputados do PP que a bancada n\u00e3o tem como votar o projeto da forma como est\u00e1, pois fragiliza o setor produtivo, em especial a ind\u00fastria\", disse o l\u00edder Jo\u00e3o Fischer, o Fixinha. (Jornal NH)<\/em><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 15 de fevereiro&nbsp;de 2017. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.442 &nbsp; &nbsp; IMPORTA\u00c7\u00c3O DE L\u00c1CTEOS DISPAROU EM JANEIRO Ap\u00f3s fechar 2016 com um d\u00e9ficit de US$ 485 milh\u00f5es - quase cinco vezes <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/02\/15\/15-02-2017\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"15\/02\/2017\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1428","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1428","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1428"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1428\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1428"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1428"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1428"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}