{"id":1423,"date":"2017-02-13T17:31:12","date_gmt":"2017-02-13T17:31:12","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/02\/13\/13-02-2017\/"},"modified":"2017-02-13T17:31:12","modified_gmt":"2017-02-13T17:31:12","slug":"13-02-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/02\/13\/13-02-2017\/","title":{"rendered":"13\/02\/2017"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 13 de fevereiro&nbsp;<\/i><\/b><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>de 2017. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.440<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: left;\"><strong>Conseleite\/MS&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p> A diretoria do Conseleite - Mato Grosso do Sul reunida no dia 10 de fevereiro de 2017, aprova e divulga os valores de refer\u00eancia para a mat\u00e9ria-prima, referente ao leite entregue no m\u00eas de janeiro de 2017 e a proje\u00e7\u00e3o dos valores de refer\u00eancia para leite a ser entregue no m\u00eas de fevereiro de 2017. Os valores divulgados compreendem os pre\u00e7os de refer\u00eancia para o leite padr\u00e3o levando em conta o volume m\u00e9dio mensal de leite entregue pelo produtor. (Famasul)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: left;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/2114\" style=\"width: 500px; height: 262px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: left;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><strong>Confinamento confort\u00e1vel<\/strong><\/p>\n<p> Em 2015, o Rio Grande do Sul perdeu o posto de segundo maior produtor de leite do Brasil. Hoje, aparece atr\u00e1s de Minas Gerais e Paran\u00e1, com um volume de 4,5 bilh\u00f5es de litros por ano, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). Para retornar \u00e0 vice-lideran\u00e7a, precisa encontrar formas de aumentar a produtividade do seu plantel. Uma das possibilidades, j\u00e1 em testes desde 2011 em v\u00e1rias regi\u00f5es do Pa\u00eds, \u00e9 o uso de um novo tipo de confinamento, o Compost Barn. Diversos produtores ga\u00fachos que j\u00e1 apostaram na pr\u00e1tica acreditam que o sistema gera mais conforto e bem-estar animal com reflexos no aumento da produtividade. A experi\u00eancia estar\u00e1 em discuss\u00e3o no 4\u02da F\u00f3rum Itinerante do Leite, em Palmeira das Miss\u00f5es, em 25 de abril. O pesquisador da \u00e1rea de Sa\u00fade Animal e Qualidade do Leite da Embrapa Gado de Leite, de Juiz de Fora (MG), Alessandro de S\u00e1 Guimar\u00e3es, explica que o Compost Barn, que pode ser traduzido por \"est\u00e1bulo de compostagem\", chegou ao Brasil depois de ser adotado por produtores norte-americanos dos estados de Virg\u00ednia e Minnesota, no in\u00edcio dos anos 2000. O Compost Barn consiste em manter o rebanho leiteiro o tempo todo dentro de um galp\u00e3o. O ch\u00e3o \u00e9 coberto por uma \"cama\", de serragem ou outro material org\u00e2nico de f\u00e1cil disponibilidade, que tamb\u00e9m absorve a urina e as fezes dos animais. Pelo menos duas vezes ao dia, com o uso de um trator, essa cama tem que ser revolvida para facilitar a entrada de oxig\u00eanio e favorecer o processo de compostagem. Esse manejo ocorre quando as vacas s\u00e3o levadas para a ordenha.&nbsp;<\/p>\n<p> A cama org\u00e2nica ajuda a evitar les\u00f5es de casco nos animais, ao substituir o piso de concreto usado no sistema de confinamento Free Stall. No Compost Barn as vacas n\u00e3o ficam retidas em baias e podem caminhar pelo galp\u00e3o. Guimar\u00e3es diz que o espa\u00e7o que tem que ser disponibilizado \u00e9 de 10 a 13 metros quadrados por animal, dependendo das caracter\u00edsticas e do tamanho de cada ra\u00e7a. Os galp\u00f5es tamb\u00e9m s\u00e3o equipados com ventiladores para aliviar o calor e manter seca a cama org\u00e2nica. De acordo com a Embrapa Gado de Leite, o investimento necess\u00e1rio para instala\u00e7\u00e3o do sistema varia entre R$ 3,5 mil e R$ 5 mil por vaca. O veterin\u00e1rio Marcos Souza de Freitas, \u00fanico produtor de leite a adotar o sistema at\u00e9 o momento no munic\u00edpio de Santa Rosa, trabalha com o Compost Barn desde outubro do ano passado. Em quatro meses, j\u00e1 comemora o resultado. Atualmente, ele usa o galp\u00e3o para acomodar32 vacas Jersey - a capacidade m\u00e1xima \u00e9 para 60 animais. A produ\u00e7\u00e3o m\u00e9dia de cada vaca passou de 17 litros para os atuais 25 litros por dia. \"No Compost Barn as tarefas s\u00e3o mais pontuais\", acrescenta. Apesar de perceberem ades\u00e3o crescente ao sistema tanto no Rio Grande do Sul quanto no Brasil, pesquisadores e veterin\u00e1rios ainda n\u00e3o disp\u00f5em de n\u00fameros que deem a dimens\u00e3o desse aumento. A Embrapa Gado de Leite deve concluir neste ano uma pesquisa sobre o Compost Barn no Brasil. O levantamento come\u00e7ou em 2014, focado em fazendas da regi\u00e3o Sudeste. Apesar disso, foram enviados question\u00e1rios eletr\u00f4nicos para propriedades de todas as regi\u00f5es brasileiras. \" Queremos publicar um material com recomenda\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas para orientar os produtores\", adianta Guimar\u00e3es.<\/p>\n<p> \u00c9 por conta da aus\u00eancia da comprova\u00e7\u00e3o de dados que o vice-presidente do Conselho Parit\u00e1rio Produtores\/Ind\u00fastrias de Leite do Estado (Conseleite\/RS), Jorge Rodrigues, recomenda cautela a quem pensa em apostar na pr\u00e1tica. \"Podemos dizer que ainda \u00e9 um investimento de risco, porque n\u00e3o temos o dom\u00ednio dessa tecnologia. No Rio Grande do Sul tem muita chuva e sabemos que a umidade \u00e9 um limitador\", alerta. Para Rodrigues, outro ponto que pode inviabilizar o sistema \u00e9 a car\u00eancia da mat\u00e9ria utilizada para acama org\u00e2nica - geralmente, serragem. \" O produtor tem que estar ciente de que vai ter que ter esse material sempre dispon\u00edvel\", adverte. A professora de Medicina Veterin\u00e1ria da Uniju\u00ed, Denize Fraga, diz que tem crescido muito a op\u00e7\u00e3o pelo Compost Barn no Nordeste e Noroeste do Estado. \" Em fun\u00e7\u00e3o de a soja ter se alastrado na regi\u00e3o, os produtores passaram a procurar alternativa para o seu rebanho em \u00e1reas pequenas\", observa. Apesar da car\u00eancia de estudos, este tipo de confinamento tem gerado resultados satisfat\u00f3rios, segundo Denize. \"\u00c9 um sistema que proporciona mais conforto para o animal, porque reduz o estresse t\u00e9rmico, sobretudo no ver\u00e3o. \u00c9 preciso ter em mente que a vaca necessita de \u00e1gua e alimento de qualidade, uma cama confort\u00e1vel e temperatura adequada. Disponibilizados esses itens, ela atinge o m\u00e1ximo de conforto e gera mais leite e mais renda para a propriedade\". O presidente do Sindicato da Ind\u00fastria de Latic\u00ednios e Produtos Derivados do Estado (Sindilat\/RS), Alexandre Guerra, diz que a produtividade \u00e9 fundamental para aumentar a competitividade dos produtores ga\u00fachos. \"Por estarmos mais distantes dos estados consumidores, nosso custo log\u00edstico \u00e9 maior; e tem ainda a quest\u00e3o tribut\u00e1ria, que impacta a nossa produ\u00e7\u00e3o\", comenta. (Zero Hora)<\/p><\/div>\n<div>&nbsp;&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><strong>A volta de um antigo inimigo das dietas de emagrecimento inquieta o mercado<\/strong><\/p>\n<p> Depois de d\u00e9cadas de ostracismo diet\u00e9tico a manteiga volta a ser tend\u00eancia. Seu pre\u00e7o explode nos mercados mundiais e a escassez amea\u00e7a, mesmo a Fran\u00e7a, terra de bolos e croissants. Na Europa, o consumo subiu 1,4% em 2016 e a demanda continua crescendo, assim como nos Estados Unidos. De repente, as cota\u00e7\u00f5es da manteiga para a ind\u00fastria voaram. \"Em janeiro, a manteiga ind\u00fastrial foi cotada a 4.350 \u20ac\/tonelada na Europa, depois de ter atingido seu menor valor em abril, quando foi vendida a 2.450 \u20ac\/tonelada\", explica G\u00e9rard Calbrix, diretor financeiro da Associa\u00e7\u00e3o de Processadores de Leite da Fran\u00e7a: um boom de 77%. \"J\u00e1 observamos mudan\u00e7as da mesma amplitude, mas, n\u00e3o t\u00e3o r\u00e1pida\", acrescenta G\u00e9rard Calbrix. Na Bretanha, o diretor de compras da Bridor, fornecedor do Brioche Dor\u00e9e confirmou \u00e0 AFP que a situa\u00e7\u00e3o afeta os pre\u00e7os das compras em grande quantidade para seus brioches. A demanda exterior de bolos e doces industriais da Fran\u00e7a cresce mais do que nunca. Pela primeira vez em 2015, a Fran\u00e7a exportou mais de um bilh\u00e3o de euros de bolos, confirmou Matthieu Labb\u00e9, da Federa\u00e7\u00e3o de Empresas de Confeitaria e Doces (FEB). Dominique Charg\u00e9, da Federa\u00e7\u00e3o Nacional dos Produtores de Leite n\u00e3o chega a falar em \"escassez\" de manteiga, mas, usa a palavra \"tens\u00e3o\", porque \"n\u00e3o temos estoque\" admite ele, enquanto a Uni\u00e3o Europeia (UE) est\u00e1 com elevados estoques de leite em p\u00f3 desnatado (cerca de 350.000 toneladas em janeiro de 2017). O cora\u00e7\u00e3o desta crise, a superprodu\u00e7\u00e3o mundial de leite em 2014\/2015, coincidiu com a invers\u00e3o hist\u00f3rica da abordagem cient\u00edfica em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 manteiga na alimenta\u00e7\u00e3o. Depois da queda no pre\u00e7o do leite, os produtores em dificuldade abateram suas vacas, reduzindo os volumes, para tentar sustentar as cota\u00e7\u00f5es dos l\u00e1cteos.<\/p>\n<p> \"Comer Manteiga\"<br \/> \"O abate de vaca aumentou em toda a Europa\", diz G\u00e9rard Calbrix. Desde o in\u00edcio da d\u00e9cada de 2010, teses cient\u00edficas mundiais reabilitaram a manteiga e as gorduras animais, que foram, durante muito tempo, acusadas de serem respons\u00e1veis por doen\u00e7as cardiovasculares, grandes causadoras de morte em pa\u00edses ricos. Uma an\u00e1lise recente, muito comentada, divulgada no British Medical Journal, diz que n\u00e3o h\u00e1 aumento no risco de desenvolvimento de doen\u00e7as cardiovasculares o consumo moderado de gorduras saturadas, encontrada, principalmente, na manteiga. Em junho de 2014, a revista norte-americana Time antecipou a mudan\u00e7a de tend\u00eancia publicando uma enorme avel\u00e3 de manteiga derretendo, com o t\u00edtulo \"consuma manteiga\". Desde ent\u00e3o o consumo explodiu nos Estados Unidos, que foi acompanhado pelo Canad\u00e1 e Jap\u00e3o \"aumentando as importa\u00e7\u00f5es de manteiga\", disse G\u00e9rard Dalbrix.<\/p>\n<p> Reintegrar a mat\u00e9ria gorda ao leite<br \/> Em rela\u00e7\u00e3o aos pre\u00e7os, agora que o pacote de 250 gramas na Alemanha, refer\u00eancia de mercado, subiu 40% nas varejistas Lidl e Aldi em outubro, o consumidor franc\u00eas est\u00e1 at\u00e9 o momento, protegido desta explos\u00e3o. Os pre\u00e7os franceses dependem de uma negocia\u00e7\u00e3o anual entre os produtores e as grandes redes de distribui\u00e7\u00e3o. Para 2017 a negocia\u00e7\u00e3o dever\u00e1 ocorrer no final de fevereiro. \"Por enquanto, as grandes redes n\u00e3o querem ouvir falar de aumentos, estamos em uma camisa de for\u00e7a, e temos um grande problema\", acrescenta G\u00e9rard Calbrix. Um outro fator que protege os consumidores franceses, os maiores consumidores de manteiga do mundo por habitante (8 kg\/ano): eles tendem a comer menos. No ano passado, as vendas de manteiga nas grandes redes ca\u00edram 1,9% em volume, ou 180.000 toneladas. Existe entretanto, um grande problema a resolver, restabelecer a mat\u00e9ria gorda ao leite, que serve para fabricar a manteiga, alerta o ministro da agricultura St\u00e9phane Le Foll. Durante 15 anos o teor de gordura do leite na Fran\u00e7a, e na Europa tem diminu\u00eddo a cada ano, inclusive atrav\u00e9s da sele\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica de vacas. \"Ser\u00e3o necess\u00e1rios 10 a 15 anos para mudar a situa\u00e7\u00e3o\", prev\u00ea G\u00e9rard Calbrix. (Web-Agri - Tradu\u00e7\u00e3o livre: Terra Viva)<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div><em>Pi\u00e1 quer se tornar refer\u00eancia na produ\u00e7\u00e3o de iogurtes<br \/> Na conven\u00e7\u00e3o de vendas realizada no final de janeiro em Gramado (RS), a Cooperativa Pi\u00e1 anunciou sua mudan\u00e7a de posicionamento. A altera\u00e7\u00e3o consiste em deixar de ser uma marca de leite que tamb\u00e9m tem iogurte para passar a ser uma marca de iogurte que tamb\u00e9m produz leite. \"Queremos quebrar o paradigma do leite, com novo foco de marketing e efici\u00eancia total nas opera\u00e7\u00f5es\", afirma Gilberto Kny (foto), presidente da cooperativa. O leite sempre foi o carro-chefe da Pi\u00e1 desde o in\u00edcio da produ\u00e7\u00e3o, em 1972, quando eram processados 2 mil litros de leite por dia. Hoje, o volume di\u00e1rio ultrapassa os 600 mil litros. A partir da d\u00e9cada de 1980, a cooperativa passou a fabricar iogurtes. \u00c9 nesta onda que a Pi\u00e1 pretende surfar, vendendo produtos de maior valor agregado e aproveitando o aumento de sua capacidade industrial a partir de mar\u00e7o, quando a f\u00e1brica de iogurtes ter\u00e1 nova capacidade de produ\u00e7\u00e3o. O novo posicionamento \u00e9 um desdobramento do salto dado em 2001, quando a empresa, sem se descuidar da venda de leite longa vida, passou a investir em produtos de maior valor agregado, especialmente nos iogurtes. De l\u00e1 para c\u00e1, a linha de produtos vem aumentando consideravelmente, de tal forma que a Pi\u00e1 possui a lideran\u00e7a absoluta no Sul. \u00c9 a \u00fanica regi\u00e3o do Brasil onde a lideran\u00e7a n\u00e3o pertencia \u00e0s grandes multinacionais l\u00e1cteas, mas a uma forte marca regional. Para seguir conquistando o mercado, a Pi\u00e1 priorizar\u00e1 a amplia\u00e7\u00e3o da participa\u00e7\u00e3o em Estados como Santa Catarina, Paran\u00e1 e S\u00e3o Paulo, onde a marca j\u00e1 est\u00e1 nos refrigeradores das principais redes supermercadistas. De acordo com Kny, a localiza\u00e7\u00e3o da cooperativa \u00e9 estrat\u00e9gica, pois a sede fica em Nova Petr\u00f3polis, pr\u00f3xima da regi\u00e3o metropolitana de Porto Alegre. \"Mais de 40% da popula\u00e7\u00e3o ga\u00facha est\u00e1 a menos de 90 quil\u00f4metros da nossa ind\u00fastria, o que nos deixa fortalecidos comercialmente\", explica. No ano passado, a Pi\u00e1 obteve um faturamento de R$ 708 milh\u00f5es. (Amanh\u00e3)<\/em><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 13 de fevereiro&nbsp;de 2017. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.440 &nbsp; Conseleite\/MS&nbsp; A diretoria do Conseleite - Mato Grosso do Sul reunida no dia 10 de fevereiro de 2017, aprova e divulga <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/02\/13\/13-02-2017\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"13\/02\/2017\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1423","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1423","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1423"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1423\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1423"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1423"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1423"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}