{"id":1414,"date":"2017-02-06T17:53:26","date_gmt":"2017-02-06T17:53:26","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/02\/06\/06-02-2017\/"},"modified":"2017-02-06T17:53:26","modified_gmt":"2017-02-06T17:53:26","slug":"06-02-2017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/02\/06\/06-02-2017\/","title":{"rendered":"06\/02\/2017"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 06 de fevereiro&nbsp;<\/i><\/b><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>de 2017. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.437<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: left;\"><strong>Governo da \u00cdndia anuncia fundo para o setor leiteiro<\/strong><\/p>\n<p> O setor de cooperativas l\u00e1cteas da \u00cdndia est\u00e1 animado com o an\u00fancio de um fundo de Rs 80 bilh\u00f5es (US$ 1,18 bilh\u00e3o) em tr\u00eas anos para o setor leiteiro. Isso dever\u00e1 ajudar a instalar plantas de processamento para 50 milh\u00f5es de litros de leite por dia.<\/p>\n<p> Isso foi demandado pelo do setor de l\u00e1cteos, j\u00e1 que a infraestrutura existente se tornou obsoleta. \"O setor cooperativo n\u00e3o tinha fundos para investir. A infraestrutura criada durante o movimento da Operation Flood tinha 30 a 40 anos de idade\", disse RS Sodhi, diretor-gerente da Gujarat Cooperative Milk Marketing Federation (GCMMF).<\/p>\n<p> O Or\u00e7amento da Uni\u00e3o anunciou a cria\u00e7\u00e3o do Fundo de Desenvolvimento da Infraestrutura da Ind\u00fastria de L\u00e1cteos, de Rs 80 bilh\u00f5es (US$ 1,18 bilh\u00e3o) nos pr\u00f3ximos tr\u00eas anos com o Banco Nacional de Agricultura e Desenvolvimento Rural (Nabard). No primeiro ano, o governo anunciou que daria Rs 20 bilh\u00f5es (US$ 295,97 milh\u00f5es) para a cria\u00e7\u00e3o do fundo.<\/p>\n<p> De acordo com Sodhi, este \u00e9 um investimento enorme e ajudar\u00e1 a criar uma renda rural adicional. \"Ter\u00e1 um efeito multiplicador na economia rural e no setor de l\u00e1cteos\". O setor cooperativo comanda uma grande participa\u00e7\u00e3o na ind\u00fastria de l\u00e1cteos do pa\u00eds.&nbsp;<\/p>\n<p> Em 03\/02\/17 - 1 R\u00fapia Indiana = US$ 0,01480<br \/> 67,4226 R\u00fapia Indiana = US$ 1 (Fonte: Oanda.com) (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do The Economic Times, traduzidas pela Equipe MilkPoint)&nbsp;<strong>&nbsp;<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\">\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<div><strong>Gl\u00faten, lactose e outras modas<\/strong><\/p>\n<p> Nunca houve tantos modismos na dieta. Dieta sem gl\u00faten, sem lactose, sem gordura, sem carboidratos, sem nada que venha dos animais e at\u00e9 dietas sem alimentos que contenham DNA (pedras, talvez).<\/p>\n<p> A hist\u00f3ria de nossos antepassados \u00e9 a da mis\u00e9ria. Dos 6 milh\u00f5es de anos de nossa esp\u00e9cie, pelo menos 99,9% do tempo ca\u00e7\u00e1vamos, pesc\u00e1vamos, colet\u00e1vamos frutos e ra\u00edzes e disput\u00e1vamos carca\u00e7as de animais com outros carn\u00edvoros famintos.<\/p>\n<p> H\u00e1 insignificantes 10 mil anos, o surgimento da agricultura criou a oportunidade de abandonarmos a vida n\u00f4made e armazenarmos v\u00edveres para a \u00e9poca das vacas magras.<\/p>\n<p> Ainda assim, as epidemias de fome e a desnutri\u00e7\u00e3o chegaram at\u00e9 os dias atuais. Na metade do s\u00e9culo passado havia fome coletiva na Fran\u00e7a, Inglaterra, Alemanha e demais pa\u00edses da Europa deflagrada.<\/p>\n<p> Comida farta s\u00f3 chegou \u00e0 mesa de grandes massas populacionais depois da Segunda Guerra Mundial, gra\u00e7as \u00e0 mecaniza\u00e7\u00e3o e aos avan\u00e7os da agricultura e da tecnologia de conserva\u00e7\u00e3o de alimentos. Hoje, um brasileiro de classe m\u00e9dia tem acesso a refei\u00e7\u00f5es mais variadas e nutritivas do que as dos nobres nos castelos medievais.<\/p>\n<p> A fartura trouxe o exagero. Um c\u00e9rebro com circuitos de neur\u00f4nios moldados em tempos de pen\u00faria n\u00e3o desenvolveu mecanismos de saciedade, capazes de frear os impulsos viscerais despertados pela fome, antes de nos empanturrarmos at\u00e9 passar mal de tanto comer.<\/p>\n<p> Essencial \u00e0 sobreviv\u00eancia quando precis\u00e1vamos acumular reservas para os longos per\u00edodos de jejum que se sucediam, essa estrat\u00e9gia se voltou contra n\u00f3s.<\/p>\n<p> Ao mesmo tempo, v\u00e3o distantes os dias em que gast\u00e1vamos energia para alimentar a fam\u00edlia. Pela primeira vez na hist\u00f3ria da humanidade, desfrutamos o privil\u00e9gio de ganhar o sustento sentados em cadeiras confort\u00e1veis. A um toque de celular o disque-pizza nos entrega 5.000 calorias \u00e0 porta, sem sairmos do sof\u00e1.<\/p>\n<p> Fartura e sedentarismo, gula e pregui\u00e7a, criaram as ra\u00edzes da epidemia de obesidade que assola o mundo. Novembro de 2016 foi o primeiro m\u00eas dos tempos modernos em que a expectativa de vida diminuiu em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 do m\u00eas anterior, nos Estados Unidos. Seguimos pelo mesmo caminho. A continuar nesse passo, a obesidade e a vida sedent\u00e1ria far\u00e3o nossos filhos viverem menos do que n\u00f3s.<\/p>\n<p> Sem disposi\u00e7\u00e3o nem coragem para encarar a realidade de que comemos mais do que o necess\u00e1rio e andamos menos do que dever\u00edamos, procuramos uma sa\u00edda m\u00e1gica que nos mantenha saud\u00e1veis.<\/p>\n<p> Inventamos teorias mirabolantes que a internet divulga com tal velocidade que se transformam em ideologias com manadas de defensores ardorosos: carne \u00e9 veneno, nenhum animal adulto toma leite, gl\u00faten engorda e incha, suco de berinjela reduz colesterol, e tantas outras.<\/p>\n<p> \u00c9 desperd\u00edcio de tempo e risco de perder amigos questionar essas cren\u00e7as. N\u00e3o adianta dizer que nossos antepassados n\u00e3o teriam sobrevivido n\u00e3o fosse a carne, que alimentos com gl\u00faten costumam conter carboidratos simples com \u00edndices glic\u00eamicos elevados, que a coitada da berinjela jamais teve a pretens\u00e3o de proteger algu\u00e9m contra o ataque card\u00edaco e que on\u00e7as adultas n\u00e3o tomam leite pela mesma raz\u00e3o que n\u00e3o bebem chope nem \u00e1gua encanada.<\/p>\n<p> Para confundir ainda mais, estudos com resultados que exigiriam interpreta\u00e7\u00f5es estat\u00edsticas cautelosas e confirma\u00e7\u00e3o em pesquisas mais elaboradas ganham destaque nas m\u00eddias como se apresentassem conclus\u00f5es definitivas. Num dia, o ovo \u00e9 uma bomba de colesterol prestes a explodir as coron\u00e1rias; no outro, asseguram que tem alto valor nutritivo. A carne de porco que j\u00e1 foi a m\u00e3e de todos os males est\u00e1 reabilitada, a de boi enfrenta suspeitas.<\/p>\n<p> A confus\u00e3o acontece porque esses estudos costumam ser observacionais. Neles, s\u00e3o analisadas as caracter\u00edsticas diet\u00e9ticas de uma popula\u00e7\u00e3o e as enfermidades que a afligem. Em ci\u00eancia, publica\u00e7\u00f5es desse tipo s\u00e3o consideradas apenas geradoras de hip\u00f3teses. Para confirm\u00e1-las s\u00e3o fundamentais os estudos prospectivos, randomizados, muito mais complexos, dispendiosos e demorados.<\/p>\n<p> Perdido na selva de informa\u00e7\u00f5es desencontradas, o que voc\u00ea deve fazer, leitor? Coma frutas, saladas e verduras com liberalidade; do resto, de tudo um pouco. Procure comer o que sua av\u00f3 considerava comida. (Por Drauzio Varella, m\u00e9dico cancerologista, dirigiu o servi\u00e7o de Imunologia do Hospital do C\u00e2ncer. Um dos pioneiros no tratamento da Aids no Brasil e do trabalho em pris\u00f5es \/ Folha de S\u00e3o Paulo \/ Milkpoint)<\/p><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><strong>RS: oficina sobre produtos l\u00e1cteos \u00e9 realizada em Serafina Corr\u00eaa<\/strong><\/p>\n<p> Serafina Corr\u00eaa\/RS<br \/> A fim de foi mostrar para os agricultores, de forma pr\u00e1tica, as etapas e os cuidados necess\u00e1rios na fabrica\u00e7\u00e3o de diferentes tipos de queijo e iogurte, a Emater\/RS-Ascar de Serafina Corr\u00eaa promoveu, na \u00faltima quarta-feira (01), uma Oficina sobre Produtos L\u00e1cteos, ministrada pelo m\u00e9dico veterin\u00e1rio e assistente t\u00e9cnico regional da Emater\/RS-Ascar, Jo\u00e3o Carlos Santos da Luz.<\/p>\n<p> A atividade, que aconteceu na Sede dos Conselhos do munic\u00edpio, destinou-se aos produtores de leite que participam do projeto federal da Chamada P\u00fablica do Leite, mas tamb\u00e9m foi aberta a outros agricultores do munic\u00edpio, contando com a participa\u00e7\u00e3o de 19 pessoas. (Emater\/RS)<\/p>\n<p> <strong>Uruguai pretende aumentar exporta\u00e7\u00e3o de alimentos para R\u00fassia<\/strong><\/p>\n<p> Os produtores do Uruguai est\u00e3o preparados para aumentar os fornecimentos de soja, queijo, arroz e carne de carneiro para a R\u00fassia. A informa\u00e7\u00e3o foi dada pelo ministro da Agricultura uruguaio, Tabare Aguerre, em entrevista \u00e0 ag\u00eancia TASS.<\/p>\n<p> \"Estamos definitivamente prontos para exportar mais soja, arroz, certos tipos de queijo e manteiga, embora a R\u00fassia j\u00e1 seja um dos principais consumidores desses produtos. Os produtores est\u00e3o prontos para entregar carne de carneiro tamb\u00e9m, um mercado em que ainda n\u00e3o entramos na R\u00fassia\", disse Aguerre.<\/p>\n<p> O ano de 2016 foi \"muito bem sucedido\", segundo o ministro, nas exporta\u00e7\u00f5es de produtos l\u00e1cteos e c\u00edtricos \u00e0 R\u00fassia. \"Os fornecimentos de carne foram menores do que em 2011 e 2012, quando a R\u00fassia respondia por quase 30% da exporta\u00e7\u00e3o de carne bovina do Uruguai. Mas o mercado russo continua potencialmente importante para n\u00f3s\", acrescentou Aguerre.<\/p>\n<p> \"Os suprimentos de carne dependem em grande parte do poder aquisitivo da popula\u00e7\u00e3o e pre\u00e7os no mercado russo e do crescimento da produ\u00e7\u00e3o interna de carne bovina, o que foi registrado na R\u00fassia no ano passado\", continuou o ministro. Os produtores do Uruguai n\u00e3o t\u00eam dificuldades para entrar no mercado russo, uma vez que \"os servi\u00e7os fitossanit\u00e1rios de ambos pa\u00edses estabeleceram bons contatos, possibilitando a resolu\u00e7\u00e3o r\u00e1pida dos problemas emergentes\", disse Aguerre.<\/p>\n<p> Uma delega\u00e7\u00e3o composta pelo presidente do Uruguai, Tabare Vazquez, e um grupo de empres\u00e1rios visitar\u00e1 a R\u00fassia, a Alemanha e a Finl\u00e2ndia entre os dias 7 a 17 de fevereiro. O objeto das reuni\u00f5es \u00e9 discutir quest\u00f5es de com\u00e9rcio e investimentos. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o da Gazeta Russa\/Milkpoint)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: left;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; font-size: 12px; width: 811px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;\" \/><\/div>\n<div><em><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/em><\/div>\n<div><em>PRE\u00c7OS MAIORES NO \u00cdNDICE DA FAO<br \/> O \u00edndice de pre\u00e7os dos alimentos da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para Agricultura e Alimenta\u00e7\u00e3o (FAO) fechou em janeiro com o maior n\u00edvel em quase dois anos: 173,8 pontos, alta de 16,4 pontos na compara\u00e7\u00e3o com igual m\u00eas de 2016. Os valores de cereais tamb\u00e9m cresceram, 3,4 pontos, chegando ao maior n\u00edvel em seis meses, com aumento em trigo, milho e arroz. Os mercados de trigo reagiram a condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas desfavor\u00e1veis e a uma \u00e1rea plantada menor nos EUA, enquanto os pre\u00e7os mais altos de milho refletiram forte demanda e perspectiva incerta para a safra da Am\u00e9rica do Sul. (Zero Hora)<\/em><\/div>\n<div><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 06 de fevereiro&nbsp;de 2017. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 11- N\u00b0 2.437 &nbsp; Governo da \u00cdndia anuncia fundo para o setor leiteiro O setor de cooperativas l\u00e1cteas da \u00cdndia est\u00e1 animado com o an\u00fancio <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2017\/02\/06\/06-02-2017\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"06\/02\/2017\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-1414","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1414","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1414"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1414\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1414"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1414"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1414"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}